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Sexo e Temperamento

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by

Gabriel Matias

on 5 February 2015

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Transcript of Sexo e Temperamento

Si vols ser una dona et preguntaran...
Sexo e Temperamento
Margaret Mead
Componentes:
Gabriel Matias
Laisa Diniz
Laura Laiz
Liza Rodrigues
Vanessa Matos
Introdução
A autora: Margaret Mead
Sexo e Temperamento
As Tribos
Primeira Parte
Os Arapesh das Montanhas
Os Arapesh Das Montanhas

As diferenças entre a vida litorânea e nas montanhas;

Os Arapesh das montanhas.
A Vida da Montanha
Uma Sociedade Cooperativa
A cooperação;
As atribuições de homens e mulheres;
A estrutura organizacional;
A “guerra” Arapesh;
O comércio.


O Nascimento de uma criança Arapesh
Formação da criança e a participação dos pais;
Os casos de infanticídio;
A importância da amamentação.

Primeiras Influências que Moldam a Personalidade Arapesh
Assimilação da índole receptiva pela convivência tribal;
Acalanto infantil ininterrupto;
Nutrição: alicerce da afetividade maternal;
Desembaraço frente a diferenças fisiológicas;
Desvinculação das figuras dos progenitores;
Preocupação em não trazer dano a outrem.

Os Arapesh Das Montanhas
“A criança aprende a conceber o mundo como cheio de pais, não meramente um lugar em que toda a sua segurança e felicidade dependem da continuidade das relações com seus próprios pais. Alarga seu círculo de confiança, sem, entretanto, supergeneralizar a afeição” (MEAD, 2000, p. 69)
“A finalidade de todo o treinamento das crianças menores não é ensiná-las a controlar a emoção, mas cuidar que sua manifestação não prejudique outra pessoa além delas próprias” (MEAD, 2000, p. 71)
Crescimento e Iniciação do Jovem Arapesh
Diferenciação das tarefas dos gêneros;
Culto ao tamberan: significação e desdobramentos;
Conclusão definitiva da infância;
Preparativos para o casamento do jovem.

O Crescimento e o Noivado de uma Menina Arapesh
A cultura das crianças-esposas;
Romantização da figura feminina;
Matrimônio acatado como expansão dos vínculos de confiança;
Incesto: mais despropósito do que infâmia;
Transmutação da vida da menina à casa dos sogros;
Impedimento da manifestação precoce do sexo;
A menarca e o cerimonial envolvido;
Afrouxamento da vigilância ao casal.

O Casamento Arapesh
Equilíbrio entre noções de “calor” e “frio”;
Valorização do sexo doméstico como único seguro;
Pressuposição da monogamia com permissão à poliginia;
Viuvez: “segundo desmame” feminino;
Equilíbrio marital delicado – “superotimismo Arapesh”;
Vulnerabilidade frente a interferências na conformação predefinida.

O Ideal Arapesh e os que dele se Desviam
O mundo é uma plantação que deve ser lavrada;
Realocação da culpa para os homens da Planície;
Ideia de irmandade entre todos os Arapesh;
Quando ocorre alguma violência é sempre para proteger o outro, nunca pensando em si próprio;
A liderança cumpre o papel desagradável de aparentar ser agressiva;
Os inadaptados: pessoas violentas e agressivas.

“[...] no momento em que sabemos o suficiente a respeito de qualquer sociedade primitiva para assegurar ao pesquisador que ela é importante para determinada linha de investigação, aquela cultura já foi minuciosamente estudada” (MEAD, 2000, p. 166).
“Gerud, um jovem adivinho popular e filho mais velho de sua família, certa vez, em uma sessão, sugeriu para motivo de um alegado roubo de sujeira, o fato de que o acusado concedera de má vontade, aos filhos de um recém-chegado à povoação, um quinhão futuro nos terrenos de caça. O restante da comunidade considerou seu raciocínio próximo da loucura” (MEAD, 2000, p. 43-44).
“A ênfase na prontidão e desembaraço mútuos é a dominante” (MEAD, 2000, p. 118)
“Essa experiência, a de perder o marido ou sua afeição, é a que traz autoconsciência à mulher Arapesh. É nesta crise, mais do que na adolescência, que ela se vê colocada contra seu ambiente, exigindo-lhe algo que este não quer ou não pode dar-lhe” (MEAD, 2000, 132)
"Se todas as coisas sucedessem de acordo com suas formulações delicadas, porém mal organizadas, o casamento Arapesh seria tão feliz como o imaginam” (MEAD, 2000, p.122)
“Então La’abe, zangado porque seu primo foi ferido, arremessou uma lança que feriu Yelusha. Então Yelegen, irritado porque o filho do irmão de seu pai, Yelusha, foi ferido, arremessou uma lança que atingiu Iwamini. Então Madje, zangado porque seu meio-irmão foi ferido” (MEAD, 2000, p. 145)
Segunda Parte
Os Mundugumor Habitantes do Rio
Os Mundugumor Habitantes do Rio
Os Mundugumor Habitantes do Rio
• Decepção da autora;
• Escolha arbitrária da próxima tribo a ser estudada;
• Grande diferença cultural entre os Arapesh e Mundugumor.

Encontro com Mundugumor
O Ritmo de Vida numa Tribo Canibal
• Canibais e caçadores de cabeça;
• Medo do novo;
• O rio Yuat e a divisão do povo;
• Desinteresse em produzir manufaturas;
• Total desconfiança e insatisfação com tudo e todos.

“Vocês vão subir o Rio Sepik onde os indivíduos são ferozes e comem gente. Vocês estão levando alguns dos nossos rapazes consigo. Vão com cuidado! Não se iludam por sua experiência entre nós! Somos um tipo – eles de outro! Vocês vão verificar isso” (MEAD, 2000, p. 169)
A Estrutura da Sociedade Mundugumor
Forma de Organização: Corda;
Ideal social: Família Polígina;
- conflito familiar : esposas, irmãos e pai;
-casamento por intercâmbio irmão-irmã;
- homem deve trocar sua irmã pela irmã de outro homem, para obter uma esposa legalmente;
- disputa entre pais e filhos;
- raptos e troca por flauta sagrada;
Festas de iniciação;
Trégua: Festas de caça às cabeças;
- danças festivas, flautas e farta alimentação;
- canibalismo.
O Desenvolvimento do Mundugumor Característico
Gravidez indesejada:
Pai: Advento de filho/ filha não é benéfico;
Abstinência sexual( temor de gêmeos);

Mãe: Receio de ser abandonada por esposa mais jovem;
Disputas com a filha pelo pai;

Desenvolvimento da criança em ambiente hostil;
Amamentação.

" Para serem desaleitadas, as crianças são progressivamente repelidas pelas mães; não mais dormem com elas nas compridas cestas trancadas; as mães jamais as seguram ou carregam numa posição de onde possam alcançar os seios. Após semanas de uma batalha perdida, a criança acostuma-se a comer sope de sagu e espera ainda menos apoio de sua mãe." (MEAD, 2000, p. 196)
"Homens sem irmãs precisam lutar por suas esposas, e uma família formada de grande número de filhos e nenhuma filha está destinada a longa carreira de lutas, pois tão-somente após um rapto ou um conflito é possível compor o roubo de uma mulher mediante o pagamento de uma flauta." (MEAD, 2000, p. 179)

Juventude e Casamento entre os Mundugumor
Diferentes experiencias vivenciadas, impossibilidade; de propor padrão de formação;
Aventuras sexuais: risco de descoberta ;
Valorização da virgindade;
Mosquiteiro como fator de punição.
Os que se Desviam do Ideal Mundugumor
Exceções:
Komeákua: Caráter afetuoso e familiar;
Ombléam: Dócil e altruísta;
Kwenda: Mãe afetuosa. Diferença de criação entre gêmeas.
Terceira Parte
Os Tchambuli Habitantes do Lago
Os Tchambuli Habitantes do Lago
A Escolha dos Tchambuli
• A busca por um novo grupo;
• Sugestões de Eric Robinson;
• A inspeção dos Washkuk e as razões de desistência.

O Padrão de Vida Social dos Tchambuli
• Informações geográficas e condições ambientais;
• A aldeia Tchambuli: as casas femininas e masculinas e suas funções;
• As atividades diárias e os dias de feira;
• As festas na comunidade;
• A alimentação: situação de abundância X situação de escassez e o roubo;
• A caça de cabeças para os Tchambuli;
• As diferenças e as relações com os povos vizinhos do médio Sepik;
• A intervenção governamental e o renascimento da cultura Tchambuli;

Os Papéis Contrastantes dos Homens e das Mulheres Tchambuli
• A importância das artes para os Tchambuli e o homem nesse contexto;
• A organização da socied
ade Tchambuli
e

seus elementos: patrilinea
ridade, tabus,
xamãs e clãs;
• Outras maneiras formais
de organização
da sociedade: a organização
dual;
• As relações dos homens c
om outros
homens e com as mulheres;

• O casamento;
• As relações entre as mulheres;
• A posição de poder das mulheres na sociedade;
• Os jogos entre os homens e as mulheres: a dança mwai;
• Os conflitos entre jovens e velhos e o caso de Yepiwali e Tchuikumban;
• A contradição dos Tchambuli;
Os Inadaptados em Tchambuli
• A valorização da vida social pelos Tchambuli;
• Um problema educacional: o “abandono social” dos meninos;
• A situação conflitante em que se desenvolvem os meninos;
• Os desajustados homens X as desajustadas mulheres;

Quarta Parte
A Implicação desses Resultados
A PADRONIZAÇÃO DO TEMPERAMENTO SEXUAL
• Dentro de um molde de personalidades pré determinadas existem desvios;
INADAPTADO
• Fora dos moldes estabelecidos;
• “Cassado” culturalmente.




“Se quisermos alcançar uma cultura mais rica em valores contrastantes, cumpre reconhecer toda a gama das potencialidades humanas e tecer assim uma estrutura social menos arbitrária, na qual cada dote humano diferente encontrará um lugar adequado”(MEAD, 2000, p.303)
Conclusão
“Se a natureza humana fosse matéria-prima totalmente homogenia, carente de impulsos específicos e caracterizada por diferenças constitucionais irrelevantes entre os indivíduos, então aqueles que apresentam traços de personalidade tão antitéticos à pressão social não deveriam reaparecer em sociedades com ênfases tão diversas." (MEAD, 2000, p.271)
" O povo habituado à hospitalidade fácil, a uma alegre e firme ostentação de abundãncia, não tem código para lidar com a fome, exceto uma impiedosa intolerância com o roubo." (MEAD, 2000, p. 235)
"Tudo o que resta ao homem Tchambuli característico, com seus cachos delicadamente arranjados, sua elegante cobertura púbica de pele de mocergo altamente ornamentada de conchas, seu andar requebrado e seu ar autoconsciente, é a sensação de si como um ator a representar uma série de papéis encantadores - isso e seu relacionamento com as mulheres." (MEAD, 2000, p. 242)
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