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Formação das classes sociais...

SOCIOLOGIA: 2º ANO - 4º Bimestre - Aula 5
by

Jean Pierre

on 9 May 2016

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Transcript of Formação das classes sociais...

Formação das classes sociais, mudanças sociais, mercado de trabalho e desigualdade
Introdução
A partir da década de 1960, outras temáticas que envolviam as desigualdades sociais foram abordadas, com ênfase na análise das classes sociais existentes no Brasil. Assim se desenvolveram trabalhos que procuravam entender como ocorreu a formação do empresariado nacional, das classes médias, do operariado industrial e do proletariado rural.
As classes fundamentais da sociedade brasileira
Nas décadas seguintes (1970 e 1980), a preocupação situou-se muito mais na análise das novas formas de participação, principalmente dos novos movimentos sociais e do novo sindicalismo. Buscava-se entender como os trabalhadores e deserdados no Brasil organizavam-se para fazer valer seus direitos como cidadãos, mesmo que a maioria ainda estivesse vivendo miseravelmente. As análises ainda se baseavam nas classes sociais fundamentais da sociedade brasileira.
Mercado de trabalho e condições de vida
No mesmo período e entrando na década de 1990, adicionou-se um novo componente na análise das desigualdades sociais: o foco sobre as questões relacionadas ao emprego e às condições de vida dos trabalhadores e pobres da cidade. Assim, passaram a ter primazia nas análises os temas: emprego e desemprego, mercado formal e informal de trabalho, estratégias de sobrevivência das famílias de baixa renda, mensuração da pobreza e linha de pobreza. A preocupação era conhecer a deterioração das condições de vida dos trabalhadores urbanos e das populações periféricas da cidade.
Índices de desigualdade
Já na década de 1990, organismos nacionais e internacionais criaram índices sobre as desigualdades e a pobreza que revelam dados muito interessantes. Esses índices apontam as mais variadas formas de desigualdade, deixando de lado a questão das classes sociais e a exploração. O fundamental é quantificar os pobres, os ricos, os setores médios e os remediados na sociedade brasileira e como vivem, pois o objetivo central é descrever a realidade em números e gráficos para orientar políticas públicas e investimentos nesta ou naquela área.
Prof. Jean Pierre
Conclusão
Embora a situação da classe trabalhadora seja uma constante nos estudos desenvolvidos nos últimos cinquenta anos, percebe-se que a interpretação com base na análise marxistas das classes, que tinha por foco a questão da exploração, foi pouco a pouco perdendo espaço para análises de índices demonstrativos de diversos aspectos das desigualdades sociais, nos vários segmentos e setores da sociedade, sem a preocupação de explicá-los, trazendo com isso algumas controvérsias acerca do real entendimento sobre a questão das desigualdades no Brasil.
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