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NR 33

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by

Janaina Aderaldo

on 25 March 2015

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Transcript of NR 33

NR - 33
SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS 

Aprovado pela PORTARIA MTE Nº 202, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006.

É uma área ou ambiente:

Não projetada para a ocupação humana contínua (NR-33);
Meios limitados de entrada e saída (NR-33);
Ventilação insuficiente para remover contaminantes (NR-33);
Onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio (NR-33);
Existência de contaminantes perigosos (NIOSH);
Configuração interna que pode causar asfixia ou claustrofobia (OSHA).
O QUE É ESPAÇO CONFINADO?
Estabelecer os requisitos mínimos para:
 Identificação de espaços confinados;
 Reconhecimento de espaços confinados;
 Monitoramento de espaços confinados;
 Controle dos riscos existentes em espaços confinados;



De forma a:
 Garantir, permanentemente, a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.
QUAIS SÃO OS OBJETIVOS DA
NORMA REGULAMENTADORA 33?

QUAIS AS RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR?
 Indicar responsável técnico;
 Identificar espaços confinados;
Identificar os riscos específicos;
 Implantar a Gestão:
- Medidas técnicas de Prevenção;
- Medidas administrativas;
- Medidas pessoais;
- Emergência;
- Salvamento;
 Garantir a capacitação permanente;
 Acesso somente com a Permissão de Entrada e Trabalho;
 Informação dos riscos as empresas contratadas;
 Exigir das empresas contratadas a capacitação de seus trabalhadores;
 Acompanhar a implantação, provendo os meios e condições para a segurança;
 Interrupção em casos de risco grave e iminente e abandono do local;
 Informações atualizadas;
Garantir sistema de comunicação, dispositivos de iluminação e equipamentos de acordo com a NR6.

QUAIS AS RESPONSABILIDADES DO EMPREGADO?
 Colaborar com a empresa no cumprimento da Norma Regulamentadora 33;
 Utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela empresa;
 Comunicar aos responsáveis (Vigia e Supervisor de Entrada) as situações de risco;
 Cumprir os procedimentos e orientações recebidas.
COMO GERIR A SEGURANÇA EM ESPAÇOS CONFINADOS?

 Antecipar, reconhecer, identificar, cadastrar e sinalizar os espaços confinados;
 Isolar, sinalizar, eliminar ou controlar os riscos;
 Travas e bloqueios;
 Monitoramento atmosfera de risco;
 Coordenação de entrada;
 Permissões de trabalho;
 Supervisão dos trabalhos e trabalhadores;
 Monitoramento constante.
QUANDO SE PODE ENTRAR EM ESPAÇOS CONFINADOS?

 Somente quando sua empresa
fornecer a AUTORIZAÇÃO na
FOLHA DE PERMISSÃO DE
ENTRADA.
 Essa folha de permissão de
entrada é exigida por lei e é
executada pelo supervisor.
 O serviço a ser executado
deve sempre ser acompanhado
por um vigia.
A EMPRESA DEVE PROVIDENCIAR

 Treinamento a todos os trabalhadores.
 Inspeção prévia no local.
 Exames médicos.
 Folha de Permissão de Entrada.
 Sinalização e isolamento.
 Supervisor de entrada e Vigia.
 Equipamentos medidores de
oxigênio, gases, vapores tóxicos
e inflamáveis.
 Equipamentos de ventilação.
 EPI.
 Equipamentos de resgate, comunicação e iluminação.
RISCOS QUANDO SE TRABALHA EM ESPAÇOS CONFINADOS

 Falta ou excesso de oxigênio;
 Incêndio ou explosão pela
presença de vapores/gases inflamáveis;
 Intoxicação por substâncias químicas;
 Infecção por agentes biológicos;
 Afogamentos;
 Soterramentos;
 Quedas;
 Choques elétricos;
Obs.:Todos estes riscos
podem levar a morte
ou doenças.
ONDE É ENCONTRADO O ESPAÇO CONFINADO?

 Indústria de papel e celulose;
 Indústria gráfica;
 Indústria alimentícia;
 Indústria da borracha, do couro e têxtil;
 Indústria naval e operações marítimas;
 Indústria química e petroquímica
(reatores, coluna de destilação, torre de resfriamento, precipitadores, tanque de armazenagem).
SILOS
BIODIGESTORES
GALERIAS
ONDE É ENCONTRADO O ESPAÇO CONFINADO?

 Serviço de gás;
 Serviço de água e esgoto;
 Serviço de eletricidade;
 Serviço de telefonia;
 Construção civil;
 Beneficiamento de minérios;
 Siderúrgica e Metalúrgica;
 Agricultura;
 Agro-indústria.
NR-33


 
VIGIA, SUPERVISOR DE ENTRADA E TRABALHADOR AUTORIZADO
 
Aprovado pela PORTARIA MTE Nº 202, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2006.

Definições

Vigia: trabalhador designado para permanecer fora do espaço confinado e que é responsável pelo acompanhamento, comunicação e ordem de abandono para os trabalhadores.

Supervisor de Entrada: pessoa capacitada para operar a permissão de entrada com responsabilidade para preencher e assinar a Permissão de Entrada e Trabalho (PET) para o desenvolvimento de entrada e trabalho seguro no interior de espaços confinados.

Trabalhador autorizado: trabalhador capacitado para entrar no espaço confinado, ciente dos seus direitos e deveres e com conhecimento dos riscos e das medidas de controle existentes
Supervisor de entrada preenchendo PET.
Funções:

a) Emitir a Permissão de Entrada e Trabalho antes do início das atividades;
b) Executar os testes, conferir os equipamentos e os procedimentos
contidos na Permissão de Entrada e Trabalho;
c) Assegurar que os serviços de emergência e salvamento estejam
disponíveis e que os meios para acioná-los estejam operantes;
d) Cancelar os procedimentos de entrada e trabalho quando necessário; e
e) Encerrar a Permissão de Entrada e Trabalho após o término dos
serviços.
Supervisor de Entrada
Funções:

a) Manter continuamente a contagem precisa do número de trabalhadores
autorizados no espaço confinado e assegurar que todos saiam ao término
da atividade;
b) Permanecer fora do espaço confinado, junto à entrada, em contato
permanente com os trabalhadores autorizados;
c) Adotar os procedimentos de emergência, acionando a equipe de
salvamento, pública ou privada, quando necessário;
d) Operar os movimentadores de pessoas; e
e) Ordenar o abandono do espaço confinado sempre que reconhecer
algum sinal de alarme, perigo, sintoma, queixa, condição proibida,
acidente, situação não prevista ou quando não puder desempenhar
efetivamente suas tarefas, nem ser substituído por outro Vigia.
Vigia
Todos os trabalhadores autorizados e
Vigias devem receber capacitação
periodicamente, a cada doze meses.
Funções:

a) Colaborar com a empresa no cumprimento desta NR;
b) Utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela
empresa;
c) Comunicar ao Vigia e ao Supervisor de Entrada as situações de risco
para sua segurança e saúde ou de terceiros, que sejam do seu
conhecimento; e
d) Cumprir os procedimentos e orientações recebidos nos treinamentos
com relação aos espaços confinados.
Trabalhadores autorizados
Capacitação
O empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:

a) Mudança nos procedimentos, condições ou
operações de trabalho;
b) Algum evento que indique a necessidade de
novo treinamento; e
c) Quando houver uma razão para acreditar que
existam desvios na utilização ou nos procedimentos
de entrada nos espaços confinados ou que os
conhecimentos não sejam adequados.
Capacitação do trabalhador

Mínima 16 hr
Ser realizada dentro do horário de trabalho
Conteúdo programático de:

a) Definições;
b) Reconhecimento, avaliação e controle de riscos;
c) Funcionamento de equipamentos utilizados;
d) Procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e Trabalho; e
e) Noções de resgate e primeiros socorros.
Capacitação dos Supervisores de Entrada

40 hr
Realizada dentro do horário de trabalho
Conteúdo programático adicional:

a) Identificação dos espaços confinados;
b) Critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos;
c) Conhecimentos sobre práticas seguras em espaços confinados;
d) Legislação de segurança e saúde no trabalho;
e) Programa de proteção respiratória;
f) Área classificada; e
g) Operações de salvamento.
Capacitação

A PET é um documento escrito, contendo o conjunto de medidas de controle, com vistas à entrada e realização do trabalho, de forma segura, em Espaços Confinados. Também contém as medidas de emergência e de salvamento nesses ambientes.
Qual o procedimento mais seguro que devemos seguir?
Procedimento de Permissão de Entrada
São as seguinte etapas:
Teste Atmosférico

Ventilação e Limpeza:
insuflação
exaustão
combinado

Equipamentos de segurança
Medidas de Controle de Atmosfera de Risco
RESGATE

Nos estabelecimentos onde ocorrerem espaços confinados devem ser observadas, de forma complementar:

a NBR 14606 – Postos de Serviço – Entrada em espaço confinado; e

a NBR 14787 – Espaço Confinado – Prevenção de acidentes, procedimentos e medidas de proteção.
Cabe ao empregador elaborar e implantar procedimentos de emergência e resgate adequados aos espaços confinados incluindo, no mínimo:

a) identificação dos riscos potenciais através da Análise Preliminar de Riscos - APR;
b) descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
c) utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, resgate e primeiros socorros;
d) designação de pessoal responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros para cada serviço a ser realizado;
e) exercício anual em técnicas de resgate e primeiros socorros em espaços confinados simulados.
Sob
nenhuma circunstância
o
vigia
deverá adentrar ao espaço confinado até que ele esteja seguro e certificado que adequada assistência está presente. Enquanto aguarda a chegada de pessoal de resgate e primeiros socorros ele deverá, do lado de fora do espaço confinado, fazer tentativas de resgatar o trabalhador através da linha de vida.
Todos os riscos são previamente levantados e estudados! tais como: natureza do agente contaminante, área cúbica , o tipo de trabalho que estava sendo realizado e quantos trabalhadores estão operando no local.
Entradas para resgate devem ser precedidas de planejamento.
Todos os riscos potenciais existentes devem ter sido revistos.
O vigia e o socorrista devem conhecer antecipadamente a disposição física do espaço, os procedimentos de saída de emergência e de suporte à vida necessários.
Desde já podemos apontar que a principal diferença que norteará as decisões do socorrista, diz respeito ao local de intervenção e prestação de socorros.
As técnicas de primeiros socorros que serão abordadas não serão diferentes daquelas universalmente aceitas.

O socorrista que, de acordo com a norma, atuará no espaço confinado deverá ter as mesmas habilidades e capacitação de seus colegas que prestam atendimento pré-hospitalar em qualquer outra área.

Para atingir esse objetivo, as equipes devem utilizar-se de procedimentos operacionais padronizados para realizarem suas operações (POPs).

Procedimento Operacional Padrão ou Protocolo, como é denominado pelos norte-americanos, é a descrição passo a passo de um trabalho ou operação. Tem por finalidade uniformizar o modo de realizar uma determinada manobra técnica por aqueles que trabalham na atividade operacional, que passando a ser embasada em procedimento escrito, permite o controle e a melhoria do serviço prestado.
O perfil psicológico do socorrista também é muito importante e deverá ter, entre outras, as seguintes qualidades:

• SOCIÁVEL;
• COOPERATIVO;
• IMPROVISAÇÃO;
• INICIATIVA;
• ESTABILIDADE EMOCIONAL;
• CAPACIDADE DE LIDERANÇA;
• DISCRIÇÃO;
• CONTROLE DE HÁBITO;
• CONTROLE DE VOCABULÁRIO;
• SER CAPAZ DE OUVIR OS OUTROS; e
PROFISSIONAL que muito útil será ao proporcionar cuidados de emergência.
O resgate é composto de duas análises: primária e secundária
Na análise primária, você deve:

• Estabelecer a inconsciência do paciente. Se você estiver sozinho, solicite ajuda se confirmar que o paciente está inconsciente.
• Posicione-se de modo adequado e abra as vias aéreas, optando por um dos métodos vistos, de acordo com a necessidade do paciente.
• Olhe os movimentos do tórax.
• Ouça os sons da respiração.
• Sinta o ar exalado pela boca e nariz do paciente.
• Utilize de três a cinco segundos para se certificar que o paciente respira.
O principal propósito da análise secundária é descobrir lesões ou problemas diversos que podem ameaçar a sobrevivência do paciente se não forem tratados convenientemente.
É um processo sistemático de obter informações que irão ajudar no diagnóstico e tratamento do paciente.

Os elementos que constituem a Análise Secundária, são:

• Entrevisa - questionando o paciente, seus parentes e as testemunhas.
• Exame da cabeça aos pés - realizar uma avaliação pormenorizada do paciente utilizando os sentidos do tato, visão ,audição e olfato.
• Sintomas - são as impressões transmitidas pelo paciente, tais como:
CONCLUSÃO

"Na Corrente da Segurança o elo mais importante é você"
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