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Linha do tempo

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by

Nati S.

on 25 June 2014

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Transcript of Linha do tempo

1967
1969
1971
1964
1970
Arte: Polêmica e Impacto
Woodstock
Paranoid - Black Sabbath
Laranja Mecânica
Kraftwerk - Autobahn
“Never Mind the Bollocks, Here’s the sex pistols” - Álbum do Sex Pistols
Invenção da mini-saia
1974
Documentário
WOODSTOCK DOCUMENTARY-BEHIND THE MUSIC
Woodstock, conhecido como o maior festival de música de todos os tempos, ocorreu em agosto de 1969 no estado de Nova York. Foi projetado para receber 50.000 pessoas, porém compareceram 500.000.
O festival foi realizado em uma época de extremos, em meio a guerra do Vietnã, com a recente morte do presidente Robert Kennedy. O país estava em tempos conturbados: durante o periodo da guerra fria e havia grande desigualdade social e muita desilusão por parte da população.
Woodstock teve como grande marca a tentativa de quebrar comportamentos e regras vigentes, o que pode ser visto como forma de minimizar a tensão naquele periodo. Tendo como principais características o sexo livre, nudismo, rock'n'roll, consumo de drogas e um lema de paz. Tais comportamentos geraram grande polêmica na sociedade da época.
1977
Mini Saia: minutos 1:35 até 3:10 do vídeo

Video:
1960s MOD
Em 10 de julho de 1964 Mary Quant, estilista inglesa, causou uma revolução no vestuário feminino ao criar saias com apenas 30 cm. de comprimento, as saias foram chamadas de mini-saias e consideradas sinônimo de feminilidade e liberação sexual.
No mesmo ano André Courreges também diminuiu o comprimento das saias de sua coleção de verão em 15 cm. Portanto, alguns atribuem a criação da mini-saia aos dois estilistas; mas foi o nome de Mary Quant que ficou de fato associado a criação da polêmica peça que chocou a sociedade da época.
Mary Quant dizia que a ideia da mini-saia não era dela, que seu surgimento teria vindo das ruas, ela representava as mudanças de comportamento dos jovens, que agora lideravam os movimentos hippie, a revolução sexual, a contracultura e o pacifismo.


Mini-saia
A peça é considerada um símbolo da juventude dos anos 60 e 70, juventude que desejava vestir-se com identidade própria, com roupas que representassem liberdade de pensamento, mas era obrigada a vestir-se como seus pais e avós.

Os editoriais de moda, as modelos, as artistas e pop stars aderiram a febre da mini-saia. Não podemos nos esquecer da imagem da modelo Twiggy, ícone de beleza dos anos 60 sempre usando uma mini-saia.

Indecente ou não, o uso da mini-saia foi um fenômeno comportamental que se alastrou pelo mundo e em pouco tempo todo ponto de venda comercializava a peça, que gradativamente foi adaptada até pelas alas mais conservadoras da sociedade e na década de 70 já era vista como uma peça essencial ao vestuário feminino
.


Fontes:

Wanderlust-Facebook.
Mary Quant lança a mini saia
. Disponível em:
<https://pt-br.facebook.com/Wanderlust.Community/posts/479982668761201> Acesso em: 18.Maio.2014

O Mar do Poeta.
A MINI SAIA.
Disponível em: <http://cambetabangkokmacau.blogspot.com.br/2011/07/mini-saia-10-de-julho-de-1964.html>Acesso em: 19.Maio.2014

GARCIA, Claudia.
Anos 60: A época que mudou o mundo
. Disponível em:
<http://almanaque.folha.uol.com.br/anos60.htm>Acesso em: 18.Maio.2014

Twitter Fashion U.
Fashion: Moda-Musica-Design
. Disponível em:
<http://fashionu.blogspot.com.br/2007/03/twiggy.html>Acesso em: 19.Maio.2014

GABAI, Marina.
Anos 60: A liberdade e a Mini-saia.
Disponível em:
<http://costanzawho.com.br/2014/01/14/anos-60-liberdade-mini-saia/>Acesso em: 18.Maio.2014

Miss Fashion.
Mary Quant: descobriu os joelhos das mulheres e criou a mini saia.
Disponível em: <http://www.hierophant.com.br/arcano/posts/view/Fashion/1031>Acesso em: 18.Maio.2014

Infopédia.
Minissaia.
Disponível em: <http://www.infopedia.pt/$mini-saia;jsessionid=-fP7mKhpVFiqVAWzZ8Xcbg__>Acesso em: 19.Maio.2014


Aluna: Natália Sayeg
Ao decorrer deste último quinquênio, inúmeros acontecimentos se firmaram como marcos relevantes na historia da arte até a atualidade.
O título "Arte: polêmica e impacto" foi escolhido, pois sintetiza o que pretendemos analizar: arte como todas as formas de mídia (lançamentos de músicas, filmes, moda, pintura), desde que tenha gerado para a sociedade alguma forma de polêmica ou impacto.
Entende-se "Arte Polêmica" como aquela que provocou debates e controvérsia e dividiu a opinião da população. Além disso, entede-se " Arte impactante" como uma arte inovadora, que choca a população e traz novidades e modificações em uma determinada área da arte.
“Finished with my woman
Cause she couldn't help me with my mind
People think I'm insane because
I am frowning all the time
All day long I think of things
But nothing seems to satisfy
Think I'll lose my mind if
I don't find something to pacify

Can you help me? Occupy my brain ?
Oh yeah

I need someone to show me
The things in life that I can't find
I can't see the things that make true happiness,
I must be blind

Make a joke and I will sigh
And you will laugh and I will cry
Happiness I cannot feel
And love to me is so unreal

And so as you hear these words
Telling you now all of my state
I tell you to enjoy life
I wish I could but it's too late”

Música
e
letra
Documentário: “Black Sabbath's Tony Iommi on the occult and drug use”
O disco Paranoid da banda Black Sabbath é considerado, por muitos, o marco inicial do Heavy Metal. Lançado em 1970, o álbum rendeu ao grupo fama internacional e, junto com ela, a polêmica internacional: desde o começo, Black Sabbath vinha recebendo críticas de grupos conservadores que acusavam a banda de promover o satanismo e o ocultismo. Apesar das reclamações, esses temas continuaram a aparecer em suas canções e essa persistência (que não apareceu em outros grupos como os Beatles ou o Led Zeppelin) é que colaborou, em grande parte, com o estereótipo que liga o Heavy Metal ao demônio. O diferencial do álbum Paranoid é que, além desses temas, também apareciam discussões políticas: “War Pigs”, por exemplo, discute a Guerra do Vietnã e os políticos que seriam responsáveis por ela.
A polêmica que esse disco causou na sociedade é extensa: no começo dos anos 70, Paranoid foi encontrado na mesa de uma enfermeira norte-americana que cometera suicídio. Apesar de ser mais tarde descartada, a influência do disco nesse ato foi mencionada no inquérito. Além disso, ainda ligado ao ocultismo, o álbum e a banda receberam duras críticas de instituições religiosas, apesar de sempre negarem seu envolvimento a esse tipo de conhecimento. A CAI (Christian Assemblies International – a Pentecostal Church), uma igreja pentecostal que reúne discípulos em vários países do mundo, condena a banda até os dias de hoje. Segundo a igreja, o boom do ocultismo no rock começou com Black Sabbath e mesmo que essa tendência tenha causado indignação, também houve grande aceitação por parte do público. Essa aceitação, por sua vez, resultou num enorme aumento nas vendas de livros sobre magia negra, feitiçaria e evocação.
Aluna: Maria Lúcia Hiegata
Fontes:
- Ulrich Bäumer, Black Sabbath. Disponível em: < http://www.cai.org/bible-studies/black-sabbath > Acesso em: 18.jun.2014

- Autor desconhecido, Paranoid (álbum). Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Paranoid_(%C3%A1lbum)> Acesso em: 18.jun.2014

- Autor desconhecido, Paranoid (album). Disponível em: < http://en.wikipedia.org/wiki/Paranoid_(album)> Acesso em 18.jun.2014

- Autor desconhecido, Black Sabbath. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Black_Sabbath> Acesso em 18.jun.2014

- Autor desconhecido, Black Sabbath: Legacy. Disponível em: < http://en.wikipedia.org/wiki/Black_Sabbath#Legacy> Acesso em 18.jun.2014

- Autor desconhecido, Honest and Unmerciful: Writers on Black Sabbath. Disponível em: < http://www.trebuchet-magazine.com/honest-and-unmerciful-writers-on-black-sabbath/> Acesso em 18.jun.2014

- Eduardo Alfani, Resenha - Paranoid - Black Sabbath. Disponível em: < http://whiplash.net/materias/cds/182885-blacksabbath.html> Acesso em 18.jun.2014

- Eduardo Macedo, Resenha - Paranoid - Black Sabbath. Disponível em: < http://whiplash.net/materias/cds/202376-blacksabbath.html> Acesso em 18.jun.2014

- Nick Tosches, Black Sabbath. Disponível em: < http://www.rollingstone.com/music/albumreviews/paranoid-19710415> Acesso em: 18.jun.2014



Another Brick in the Wall - Pink Floyd
Rapper’s Delight
New York/New Wave
Thriller - Michael Jackson
1979
1979
1981
O longa metragem “Laranja Mecânica”, pertencente ao diretor Stanley Kubrick, gerou diversas polêmicas ao seu redor graças ao seu conteúdo. Acusado de promover a violência por críticos consagrados do Reino Unido, conjunto com as constantes ameaças de morte enviadas ao diretor, Kubrick optou pelo impedimento da exibição de seu filme em 1973 até a sua morte. Laranja Mecânica estreou nas telas em 1971.
Inicialmente o longa foi censurado no Brasil, levando muitos brasileiros a assisti-lo em outros países, e ao permitida sua exibição nos cinemas nacionais em 1978, bolinhas pretas eram sobrepostas nos atores os quais participavam de cenas de nudez.
Laranja Mecânica expôs assuntos como o estupro e a ultra violência de forma escancarada, a qual chocou o público e, ao mesmo tempo que perturbou e incomodou alguns, outros se encontraram completamente encantados e envolvidos com o filme.

Cenas do Filme
Fontes:

http://2.bp.blogspot.com/FaHVmpZ2vyg/TfuFzz9YZ1I/AAAAAAAAAJ4/c38W9ny7LwY/s400/laranja+mecanica.jpg  imagem 1

http://3.bp.blogspot.com/-IrHljlxzsPM/UXInrR-06QI/AAAAAAAADhE/A4E2SfoiQHk/s1600/19072471.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg imagem  2

http://cinemaedebate.files.wordpress.com/2009/07/alex-agredido.jpg  imagem 3

http://davidlfurtado.files.wordpress.com/2013/05/a-clockwork-orange-4.jpg  imagem 4

Autor desconhecido. “Laranja Mecânica (filme)”, disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Laranja_Mec%C3%A2nica_(filme)> Acesso em 17.Jun.2014

DIAS, Tiago. “Conheça 15 detalhes do polêmico ‘Laranja Mecânica’, de Stanley Kubrick”, disponível em <http://cinema.uol.com.br/album/2013/04/25/conheca-15-detalhes-do-polemico-laranja-mecanica-de-stanley-kubrick.htm> Acesso em 17.jun.2014

PERRONE, Marcelo. “‘Laranja Mecânica’ em cópia digital restaurada é programa sedutor para os cinéfilos no final de semana”, disponível em <http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/06/laranja-mecanica-em-copia-digital-restaurada-e-programa-sedutor-para-os-cinefilos-no-final-de-semana-4524874.html> Acesso em 17.Jun.2014



Aluna: Giovanna Peres

“Kraftwerk” é uma banda alemã de música eletrônica, composta pelos integrantes Ralf Hütter, Florian Schneider, Klaus Dinger e Michael Rother. Com grande maestria com sintetizadores, foi o primeiro grupo a tocar com apenas instrumentos eletrônicos, alcançando o sucesso com o seu álbum Autobahn em 1974.
Kraftwerk foi uma das primeiras bandas a popularizar o gênero eletrônico, sendo a pioneira nesse campo.

“The Robots” - Kraftwerk’s song
Fontes:
BERTASSI, Dergan e VICENTE, Marcos, Biografia Kraftwerk – Parte 1. Disponível em <http://www.anos80.com.br/Kraftwerk/biografia.html> Acesso em 21.Jun.2014

Autor desconhecido, Kraftwerk. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk> Acesso em 21.Jun.2014

Autor desconhecido, Kraftwerk. Disponível em <http://es.wikipedia.org/wiki/Kraftwerk> Acesso em 21.Jun.2014

 “The Robots” (Kraftwerk’s song)

http://mixing.dj/wp-content/uploads/2013/06/Kraftwerk.jpg  Imagem Kraftwerk

http://www.futuro.cl/wp-content/blogs.dir/122/files/2013/03/Kraftwerk-Autobahn.jpg  Imagem Autobahn (Kraftwerk álbum de sucesso)
Aluna: Gionvanna Peres
“Rapper’s Delight” é o nome dado à canção do trio americano de Hip-Hop The Sugarhill Gang. Apesar de não ser a primeira a apresentar o estilo rap, foi o single impulsor para a popularização desse gênero por todos os EUA e mundo.
Presente em vários Tops musicais, Rapper’s Delight também foi classificada como uma canção cultural, histórica e esteticamente importante que reflete a vida nos EUA. Dessa forma entrando no National Recording Registry.



Rapper’s Delight (música versão completa; 14:45 minutos)


Fontes:
Autor desconhecido, Rapper’s Delight. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/Rapper's_Delight> Acesso em 21.Jun.2014

Autor desconhecido, National Recording Registry. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/National_Recording_Registry> Acesso em 21.Jun.2014

http://ambinu.com/wp-content/uploads/2014/06/sugar-hill-gang.png  imagem do grupo Sugarhill Gang
Aluna: Giovanna Peres
Vídeo sobre New York/ New Wave


“New York/ New Wave” foi uma exposição administrada por Diego Cortez, que reunia diversos artistas e diferentes tipos de arte, entre eles o grafite. Ocorrida em 1981, no P.S. 1, New York/ New Wave tornou-se o marco da consagração do grafite, apesar de já ter sido exposto no Artist’s Space em 1975.



Grafite em NY antes das galerias
Grafite paredes em NY antes das galerias
Fontes:
MARTINS, Simone R.; IMBROISI, Margaret H., Graffiti. Disponível em <http://www.historiadaarte.com.br/linha/graffiti.html> Acesso em 21.Jun.2014

http://cityrag.com/.a/6a00d83451b46869e20112790c9af828a4-800wi  grafite em NY antes das galerias

http://s2.glbimg.com/dvROuDQam-43ufrrqAYB6dUhJQA=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/10/31/000_186107207.jpg  grafite paredes em NY antes das galerias
Aluna: Giovanna Peres
Sex Pistols
Os Sex Pistols foi uma banda inglesa de rock (com duração de 2 anos e um único disco lançado), mas ficou mundialmente conhecida por ter consagrado no mercado musical o estilo “punk rock”. Este estilo já existia desde o final dos anos 70, mas foi a banda quem encorporou e difundiu a atitude punk no rock.
Desde o visual das roupas, as letras das músicas até as performances ao vivo, o que a banda articulava com perfeição era a divulgação de atitudes niilistas, violentas, de contestação cujo objetivo era chocar a sociedade.
Os anos 70 na Inglaterra era de alto desemprego, de crises raciais e um governo ultra conservador. Um cenário que gerava revolta numa juventude cansada dos ideias hippies de paz e amor e sem esperança no futuro.
É dentro desse contexto que a banda lança em 1.977 o álbum “Never Mind the Bollocks”, que foi de imediato um fenômeno musical e cultural.
Do ponto de vista social, o álbum mostrava claramente a raiva e a insatisfação da classe trabalhadora inglesa contra o Estado. As letras das músicas chamavam a família britânica de fascista, o vocalista se proclamava o anti-cristo, um anarquista.
Foi grande a polêmica gerada pelo álbum, o próprio título era considerado ultrajante para a época, a palavra bollocks significa besteiras ou testículos.


A música “God save the Queen” foi censurada em todo o Reino Unido. A letra negativa e agressiva dizia: “God save the Queen / she’s no human being / and there’s no future / in England’s dreaming”. (Deus salve a rainha, ela não é ser humano, e não tem futuro os sonhos dos ingleses).
Do ponto de vista musical, as músicas de letras secas e cruas e com duração máxima de 3 minutos eram uma forma de protesto ao som do que o rock and roll havia se tornado (solos intermináveis de guitarra).
Embora as rádios locais boicotassem as músicas elas já eram conhecidas por rodar em fitas piratas pelo mundo todo. O estilo punk rock acabou ganhando espaço na midia britânica e americana, fazendo com que o genêro fôsse aceito e respeitado mundialmente.
O álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame.

Integrantes da banda: Johnny Rotten (vocal), Steve Jones (guitarra), Sid Vicious (baixo) e Paul Cook (bateria).
Música “God save the Queen”
Official music video
Fontes:

PRONIN, Lizandra. Sex Pistols: Sujo, agressivo e debochado. Disponível em: <http://www.territoriodamusica.com/rockonline/artigos/?c=84>Acesso em: 8.junho.2014

MAIA, Lidia. Never Mind the Bollocks, Here’s the sex pistols – ( Virgin. Warner Bros. Records, 1977). Disponível em: <http://www.01pordia.com/2013/05/never-mind-bollocks-heres-sex-pistols.html>Acesso em: 8.junho.2014

Autor desconhecido. Sex Pistols. Disponível em: <http://www.beatrix.pro.br/mofo/sexpistols.htm>Acesso em: 8.junho.2014

Revista Som. Os 35 anos de Never Mind the bollocks. Disponível em: <http://www.revistasom.com.br/ed_19/ed19_pag28_29.html>Acesso em: 9.junho.2014


FERREIRA, Tiago. GRANDES ÁLBUNS #51: SEX PISTOLS – NEVER MIND THE BOLLOCKS: HERE’S THE SEX PISTOLS (1977). Disponível em: <http://namiradogroove.com.br/grandes-albuns/grandes-albuns-51-sex-pistols-never-mind-the-bollocks-here-is-sex-pistols-1977> Acesso em: 8.junho.2014


MIGUELITO, Davi. Sex Pistols: "Never Mind the Bollocks" de volta às agulhas. Disponível em: <http://whiplash.net/materias/news_841/150109-sexpistols.html>Acesso em: 9.junho.2014

ROLIM, Gabriel. OS 35 ANOS DE "NEVER MIND THE BOLLOCKS", DO SEX PISTOLS. Disponível em: <http://monkeybuzz.com.br/artigos/2278/os-35-anos-de-never-mind-the-bollocks-do-sex-pistols/>Acesso em: 9.junho.2014

Autor desconhecido. Sex Pistols. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Sex_Pistols>Acesso em: 8.junho.2014

Autor desconhecido. Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols.Disponivel em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Never_Mind_the_Bollocks,_Here's_the_Sex_Pistols> Acesso em: 8.junho.2014


Aluna: Natália Sayeg
Entrevista de Tony Lommi para a BBC news - HARDtalk: Nesse documentário, o guitarrista do Black Sabbath nega veementemente a ligação da banda com o demônio e com o ocultismo
O festival é considerado o marco do movimento hippie e da contracultura. Depois de Woodstock a juventude mudou, os jovens acordaram para o fato de que poderiam mudar o mundo.

Embora o festival tenha sido cultuado como um evento de grande sucesso, foram muitas as polêmicas em torno das condições em que a multidão se reuniu para assistir aos shows, pois a infraestrutura do local foi insuficiente, com falta de água, problemas de higiene, e o consumo de drogas tomou conta do lugar para desespero e escândalo da sociedade.


Fontes:

Autor desconhecido. WOODSTOCK 1969: TRÊS DIAS DE PAZ, AMOR E MUITO ROCK AND ROLL. Disponível em: <http://www.mundomax.com.br/blog/tag/maior-festival-de-rock-woodstock/>Acesso em:20.Maio.2014

NETO, Torquato. Woodstock. Disponível em: <http://anos60.wordpress.com/2009/04/25/woodstock/>Acesso em: 20.Maio.2014

ROSEMBERG, Jennifer. The Woodstock Festival of 1969. Disponível em: <http://history1900s.about.com/od/1960s/p/woodstock.htm>Acesso em: 21.Maio.2014

Autor desconhecido. Woodstock, o Maior dos Festivais. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/woodstock-maior-dos-festivais.htm>Acesso em: 20.Maio.2014

PEREIRA, Robson Freitas. Woodstock presente e futuro. Disponível em: <http://www.woodstockpresentefuturo.com.br/>Acesso em: 21.Maio.2014

Autor desconhecido. Three Ways the Woodstock Festival Changed Our Culture. Disponível em: <http://cultureshapers.net/three-ways-the-woodstock-festival-changed-our-culture/>Acesso em: 20.Maio.2014

Autor desconhecido. Festival de Woodstock. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Festival_de_Woodstock>Acesso em: 21.Maio.2014

Autor desconhecido. Woodstock. Disponível em: <http://woodstock.com/>Acesso em: 20.Maio.2014





Aluna: Natália Sayeg
1985
1983
Filme "Eu vos saúdo Maria"
Episódio "He's a Crowd" de Los Angeles Law
2007
1995
Filme Toy Story
1991
Gêmeos grafitam castelo escocês
EXPOSIÇÃO “CORPO HUMANO REAL E FASCINANTE”
2007
Trilogia "Cinquenta tons de cinza"
2011
“Los Intocables” - Erik Ravelo
2013
Lucy in the Sky With Diamonds - The Beatles
Desenho que Julian Lennon fez aos 3 anos que inspirou a música "Lucy in the Sky with diamonds"
A música
“Lucy in the Sky with Diamonds”
faz parte do álbum
“Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”
, lançado em 1967 pela banda The Beatles. Enquanto que o álbum foi aclamado pela mídia, sendo o ganhador quatro
Grammy Awards
, incluindo “álbum do ano”, a música em si recebeu duras críticas. A canção é considerada, por muitos, uma das mais polêmicas da história do Rock n’ Roll: escrita por Jonh Lennon, a letra foi acusada de ser uma apologia ao uso da droga LSD, já que retrata imagens psicodélicas. Além disso, a junção das iniciais dos substantivos do título
(“Lucy”, “Sky” e “Diamonds”)
forma o nome do ácido. Por causa da controvérsia, a BBC e várias rádios na época baniram a música da sua programação.
Apesar das acusações, Jonh Lennon sempre negou a conexão da música com qualquer tipo de droga. De acordo com ele, a canção foi inspirada em um desenho que seu filho, Julian Lennon, fez na escola quando tinha três anos. O desenho intitulado
"Lucy — in the Sky with Diamonds
” era extremamente colorido e mostrava a menina Lucy O'Donnell, uma amiga e colega de classe de Julian pela qual ele sentia uma afeição especial. A figura e o seu título foram então associados com dois fatores: o seu projeto do disco
“Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band”
que seria psicodélico e inovador; e com uma passagem do livro de Lewis Carroll, “Alice Através do Espelho e o Que Ela Encontrou Por Lá”, em que a protagonista “flutua em um barco sob um céu ensolarado”. Dessas combinações surgiu a letra para a canção.

Mesmo com as alegações de Lennon, em 2004, Paul McCartney, outro membro da banda, declarou que a música era, de fato, sobre LSD, dizendo: “Uma música como ‘Got to Get You into My Life’ é diretamente sobre maconha, embora ninguém tenha percebido na época. 'Day Tripper’, é uma sobre ácido (LSD). ‘Lucy in the Sky’, que é bastante óbvia.”.


Clipe com letra
Fontes:

William Douglas, Polêmica: as músicas mais controversas da história do Rock. Disponível em <http://whiplash.net/materias/melhores/159341-sexpistols.html#ixzz35IaUuinD> Acesso em 21.jun.2014
Autor desconhecido, Lucy in the Sky with Diamonds. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/Lucy_in_the_Sky_with_Diamonds#Title_and_lyrics> Acesso em 21.jun.2014
Autor desconhecido, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/Sgt._Pepper%27s_Lonely_Hearts_Club_Band> Acesso em 21.jun.2014
Tim Kasser, Lucy in the Mind of Lennon: An Empirical Analysis of Lucy in the Sky with Diamonds. Disponível em <http://thepsychreport.com/culture/lucy-in-the-mind-of-lennon-an-empirical-analysis-of-lucy-in-the-sky-with-diamonds/> Acesso em 21.jun.2014
Autor desconhecido, Beatles: Lucy in the Sky With Diamonds Meaning – Top Rated. Disponível em < http://www.lyricinterpretations.com/beatles/lucy-in-the-sky-with-diamonds> Acesso em 21.jun.2014
Autor desconhecido, Lucy in the Sky with Diamonds. Disponível em: <http://www.beatleswiki.com/wiki/index.php/Lucy_in_the_Sky_with_Diamonds> Acesso em 21.jun.2014


Aluna: Maria Lúcia Hiegata
Videoclipe oficial da música legendado


A música “Another Brick in the Wall” é dividida em três partes, sendo a segunda uma das mais conhecidas faixas do álbum de 1979 “The Wall”, da banda de rock inglesa Pink Floyd. A canção faz parte do projeto do disco de ser uma ópera rock/álbum conceitual: as faixas em conjunto devem formar uma história e fazer parte do mesmo tema que, no caso, é abandono e isolamento. O álbum no geral conta a história do personagem fictício Pink, inspirado no baixista da banda Roger Waters, desde a sua infância quando sofreu com uma mãe superprotetora e professores cruéis, até a vida adulta quando ele tem de lidar com o fracasso do seu casamento. Todos os seus traumas acabam se tornando, metaforicamente, tijolos na parede que Pink constrói para se isolar do resto das pessoas. A Parte 2 de “Another Brick in the Wall” lida, especificamente, com a educação de Pink na escola.
A polêmica vinculada com essa parte da música tem relação com o fato de que ela, mais do que uma parte da vida do personagem principal, é considerada uma crítica ao sistema educacional: as escolas e os professores moldam os alunos, tornando-os todos iguais – como é mostrado no clipe pelas máscaras usadas pelas crianças. Dessa forma, eles podem fazer parte do grande muro (outra interpretação para o Wall e seus bricks) que é a sociedade atual, cheia de tijolos idênticos e padronizados. O professor, por sua vez, é mostrado como uma marionete (em shows da banda, por exemplo). Ele é analisado, por muitos, como sendo um fantoche do governo que, por sua vez, controla o que as crianças aprendem para que a padronização continue.

Essa interpreteção causou uma enorme controvérsia com relação a essa parte da canção: o professor de música que permitiu que as crianças cantassem na faixa foi demitido. A canção e seu álbum foram banidas na África do Sul em 1980 porque a Parte II foi usada como hino de protesto por um grupo que queria fazer um boicote a escolas no país todo. Essas pessoas protestavam contra a desigualdade na educação de crianças brancas e negras durante o regime do apartheid, afirmando que o racismo fazia com que alunos negros não tivessem acesso a ensino de qualidade.

Professor fantoche usado em alguns shows do álbum “The Wall”
Fontes:

Autor desconhecido, Em 02/05/1980: A canção "Another Brick In The Wall" é banida da África do Sul. Disponível em <http://whiplash.net/materias/diaadia_fatos/056541-pinkfloyd.html> Acesso em 22.jun.2014

Ed Sander, Pink Floyd: The Wall. Disponível em <http://www.dprp.net/proghistory/index.php?i=1979_012> Acesso em 22.jun.2014

Autor desconhecido, Pink Floyd. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/Pink_Floyd> Acesso em 22.jun.2014

Autor desconhecido, The Wall. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wall> Acesso em 22.jun.2014

Autor desconhecido, Another Brick in the Wall: Part 2. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/Another_Brick_in_the_Wall#Part_2> Acesso em 22.jun.2014

Carlos Eduardo Pirani, Another Brick in the Wall é uma Crítica à Educação. Disponível em <http://www.pitagoraslondrina.com.br/midialogos/ed_02/ensaios/Another%20Brick%20in%20the%20Wall.pdf> Acesso em 22.jun.2014

Norma Sueli dos Santos Almeida e Tânia Mara da Conceição Ferreira dos Santos, Another Brick in the Wall: Uma análise sociocognitiva. Disponível em <http://www.pgletras.uerj.br/linguistica/jel/2010/resumos/VIJELUERJ_SP03_R04.pdf> Acesso em 22.jun.2014

Autor desconhecido, 500 Greatest Songs of all Time: Pink Floyd, 'Another Brick in the Wall Part 2'. Disponível em <http://www.rollingstone.com/music/lists/the-500-greatest-songs-of-all-time-20110407/pink-floyd-another-brick-in-the-wall-part-2-20110526> Acesso em 22.jun.2014

Autor desconhecido, História por trás de "Another Brick in the Wall" deve virar documentário. Disponível em <http://rollingstone.uol.com.br/noticia/historia-por-tras-de-another-brick-in-the-wall-deve-virar-filme/> Acesso em 22.jun.2014

leslie-serrano, “Another Brick In The Wall” is banned in South Africa after its use by a nationwide boycott group that was protesting racial inequalities in schools. Disponível em <http://famousdaily.com/history/brick-in-wall-banned-south-africa-protest.html> Acesso em 22.jun.2014

Autor desconhecido, Ópera Rock. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93pera_rock> Acesso em 22.jun.2014

Aluna: Maria Lúcia Hiegata
Clipe oficial
Em 1983 o vídeo clipe da canção “Thriller”, composta por Michael Jackson, foi lançado. Ao invés de um clipe apresentando takes somente do cantor ou da banda, Thriller trouxe, pela primeira vez, um enredo e coreografia marcantes, que inovaram a indústria áudio visual, e que influenciam até hoje diversos artistas. Um deles é a cantora Lady Gaga com seu vídeo clipe “Bad Romance”, o qual contém pequena parte da coreografia de Thriller.
Clipe “Bad Romance” Lady Gaga  coreografia inicial
Clipe “Love Bites (So Do I)” Halestorm  Exemplo de formato de vídeo clipes antigos
Aluna: Giovanna Peres

Je vous salue Marie”, Eu vos saúdo Maria, é um filme do diretor francês Jean-Luc Godard de 1.985.
O diretor reproduz uma versão moderna das vidas de Maria e José para os tempos atuais. E para o choque e comoção dos cristãos do mundo a narrativa apresenta cenas de nudez.
Polêmico e transgressor, o filme despertou a ira da Igreja católica e de milhares de crentes que se sentiram profundamente feridos pela distorção das imagens de Maria e José.
O papa da época esboçou sua repudia ao filme chamando-o de heresia, e algumas salas de cinema tiveram dificuldades em exibir o filme.
O presidente do Brasil José Sarney censurou o filme, assim como muitos artistas brasileiros. Na Argentina ele foi banido por ser considerado um insulto ao cristianismo.

Capa e cena do filme
Fontes:

PRADO, Ricardo. Eu Vos Saúdo, Maria. Disponível em: <http://cinezencultural.com.br/site/2009/09/18/eu-vos-saudo-maria/>Acesso em: 21.Junho.2014
Autor desconhecido. A polémica Eu Vos Saúdo Maria. Disponível em: <http://cine31.blogspot.com.br/2012/02/polemica-eu-vos-saudo-maria.html>Acesso em 22.Junho.2014
RUSSELL, Eric. Eu Vos Saúdo Maria - 1985 (Je vous salue, Marie). Disponível em: <http://cinemaeprosaonline.blogspot.com.br/2013/08/eu-vos-saudo-maria-1985-je-vous-salue.html>Acesso em 21.Junho.2014
DANA, Lorena. 15 filmes que foram banidos mundo afora (até no Brasil). Disponível em: <http://super.abril.com.br/galerias-fotos/15-filmes-foram-banidos-pelo-mundo-brasil-713844.shtml#0>Acesso em: 21.Junho.2014
Autor desconhecido. Je vous salue, Marie. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Je_vous_salue,_Marie>Acesso em: 22.Junho.2014

Aluna: Natália Sayeg
“LA Law Season 05 Episode 12 :: ‘He's A Crowd’” - 26:36 – 27:24 – parte do episódio em que o beijo acontece.
O seriado de televisão americano L.A. Law foi exibido pela NBC de 1986 até 1994. Aclamado pelo público e pela crítica, o drama de tribunal criado por Steven Bochco e Terry Louise Fisher ganhou quinze Emmy Awards, incluindo “melhor série dramática”. A série ficou conhecida por tratar de assuntos polêmicos em seus episódios como aborto, racismo e homofobia. O episódio de 1991 (quinta temporada) “He’s a Crowd”, por exemplo, foi o primeiro a mostrar um beijo entre pessoas do mesmo sexo na televisão – no caso, mulheres.
O beijo foi intensamente polêmico: a NBC recebeu pouco mais de quarenta ligações negativas; muitos patrocinadores retiraram permanentemente seus comerciais da série; houve requisições da American Family Association para que o público escrevesse cartas de protesto à emissora e para que anunciantes boicotassem o episódio; entre outros. A resposta da comunidade LGBT foi, por sua vez, dividida: a ONG americana GLAAD (Gay and Lesbian Alliance Against Defamation) elogiou série L.A. Law em geral por dar um importante passo para representação de homossexuais na mídia.

Por outro lado, após um tempo, muitos gays passaram a considerar o beijo como um golpe publicitário: a personagem que considerava sua sexualidade “flexível” foi, no final da temporada, eliminada, causando controvérsia por pouco tempo. O seriado, porém, de acordo com Virginia Heffernan, do New York Times, ganhou muito com o beijo - maior atenção da mídia e maior audiência dos homossexuais; dos curiosos que queriam entender o porquê da polêmica; e dos conservadores que queriam assistir para mais tarde se indignar com o assunto. Toda essa atenção dada a L.A. Law, sendo que, de acordo com uma das atrizes que participou do beijo, os produtores nunca tiveram a intenção de por no ar um casal de lésbicas. Dessa forma, a série se beneficiou com o beijo, ganhando maior audiência, sem realmente mostrar uma maior representação para os homossexuais, o que fez com que muitos deles passassem a considerar esse marco como sem valor para sua comunidade.


Fontes:

Deborah Hastings, 'L.A. Law' Lesbian Kiss Hailed by Gay Rights Group. Disponível em <http://www.apnewsarchive.com/1991/-L-A-Law-Lesbian-Kiss-Hailed-By-Gay-Rights-Group/id-62a4f9c94e3839eddb95916ee43d54f6> Acesso em 23.jun.2014
Andrew Belonsky, Today in Gay History: LA Law's Lesbian Kiss. Disponível em <http://www.out.com/entertainment/today-gay-history/2014/02/05/la-law-lesbian-kiss-episode> Acesso em 23.jun.2014
Jennie Wood, Timeline: Gays in Pop Culture 1934 – 2010. Disponível em <http://www.infoplease.com/entertainment/gays-in-pop-culture-timeline.html> Acesso em 23.jun.2014
Autor desconhecido, He's a Crowd . Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/He's_a_Crowd> Acesso em 23.jun.2014
Autor desconhecido, L.A. Law. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/L.A._Law> Acesso em 23.jun.2014
Autor desconhecido, He's a Crowd. Disponível em <http://www.imdb.com/title/tt0624054/> Acesso em 23.jun.2014
Autor desconhecido, GLAAD. Disponível em <http://en.wikipedia.org/wiki/Gay_and_Lesbian_Alliance_Against_Defamation> Acesso em 23.jun.2014



Aluna: Maria Lúcia Hiegata
Trailer do filme (legenda em inglês)
Video que mostra o castelo sendo grafitado e apresenta alguns detalhes do projeto.
Em um projeto inédito de arte convivência entre o moderno e o tradicional, os artistas plásticos Nina Pandolfo, Nunca e os famosos Gêmeos, dupla de grafiteiros paulistanos renomada com exposições até em Nova York, foram convidados para desenvolver um projeto jamais imaginado.
Eles se hospedaram durante um mês no Castelo de Kelburn na Escócia, o mais antigo do país e tiveram como proposta de trabalho grafitar as paredes externas do castelo.
A ideia desta manifestação artística visava chamar a atenção e compreensão do público para o fato de vincular uma arte urbana contemporânea como o grafite a uma instituição clássica de arquitetura secular como um castelo.
O resultado final agradou e impressionou os olhares de pessoas do mundo todo, como também levantou a polêmica discussão sobre o grafite ser ou não considerado arte.


Imagens do Castelo
Fontes:

Autor desconhecido. Brasileiros grafitam castelo escocês do século 13. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/05/070516_castelografite_pu.shtml>Acesso em: 14.Junho.2014
RICIEL. Castelo Grafitado por Brasileiros na Escócia é Maior Sucesso. Disponível em: <http://not1.xpg.uol.com.br/castelo-grafitado-por-brasileiros-na-escocia-e-maior-sucesso/>Acesso em: 14.Junho.2014
Autor desconhecido. Castelo medieval 'grafitado' quer manter obras de brasileiros. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2011/08/110830_castelo_grafite_pu.shtml>Acesso em: 13.Junho.2014
PRADO, Antônio Carlos. "Artistas brasileiros grafitam castelo na Escócia". Disponível em: <http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/156835_ARTISTAS+BRASILEIROS+GRAFITAM+CASTELO+NA+ESCOCIA>Acesso em: 14.Junho.2014
Autor desconhecido. ‘OSGEMEOS’ GRAFITAM CASTELO NA ESCÓCIA. Disponível em: <http://multticlique.com.br/blog/good-vibes/osgemeos-grafitam-castelo-na-escocia/>Acesso em: 13.Junho.2014
Autor desconhecido. Brasileiros grafitam castelo escocês do século 13. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u62211.shtml>Acesso em: 14.Junho.2014

Aluna: Natália Sayeg
Considerado o maior fenômeno editorial dos últimos anos, 10 milhões de livros vendidos nas seis primeiras semanas de lançamento, Cinquenta Tons De Cinza faz parte de uma trilogia do gênero romance adultos, escrita pela autora inglesa E.L. James em 2.012.

A trama central do livro é o relacionamento de uma jovem tímida e inocente com um empresário bonito, misterioso e bem sucedido.

O que fez do livro um fenômeno literário em vários países foi a grande polêmica em torno das sucessivas cenas de sexo, e principalmente nos trechos cujos personagens tem comportamento sadomasoquista. Uma legião de mulheres, psicólogos, médicos e jornalistas passaram a abordar o tema, uma vez que o livro incitou o universo feminino ao questionamento e a abordagem do assunto.

O fato da autora ser uma mãe de 48 anos causou ainda maior polêmica em torno do livro que recebeu o apelido de “pornô da mamãe”.

Devido tamanho sucesso editorial os direitos autorais foram comprados pela Universal Pictures, que adaptou o texto para o cinema.



Vídeo do Canal Livre que discute o polêmico livro Cinquenta Tons de Cinza
Fontes:

Autor desconhecido. Trilogia "Cinquenta Tons de Cinza" gera ampla polêmica. Disponível em: <http://www.opresente.com.br/geral/trilogia-cinquenta-tons-de-cinza-gera-ampla-polemica-32611/>Acesso em: 11.Junho.2014
LAMEIRINHA, Fabi. Uma breve polêmica sobre 50 tons de cinza. Disponível em: <http://confissoesdeleitora.blogspot.com.br/2012/12/uma-breve-polemica-sobre-50-tons-de.html>Acesso em: 10.Junho.2014
Autor desconhecido. Trilogia cinquenta tons de cinza. Disponível em: <http://www.cinquentatonsdecinza.com.br/>Acesso em 10.Junho.2014
BOSMAN, Julia. Editoras apostam em legado de ‘Cinquenta tons de cinza’. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/02/1407441-editoras-apostam-em-legado-de-cinquenta-tons-de-cinza.shtml>Acesso em: 11.Junho.2014
PEREIRA, Rayanna. 50 shades of gray. Disponível em: <http://finilla.com.br/>Acesso em: 10.Junho.2014
Livraria Folha. Livro erótico para mulheres reacende o debate sobre sexualidade. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/1129011-livro-erotico-para-mulheres-reacende-debate-sobre-sexualidade-leia-trecho.shtml>Acesso em: 10.Junho.2014

Aluna: Natália Sayeg
Obesidade
Radioatividade
Tráfico de órgãos – mercado negro
Abuso sexual no Vaticano
Turismo sexual infantil (Tailândia)
Guerra na Síria
Violência – EUA
“Los Intocables” é um ensaio fotográfico pertencente ao artista cubano Erik Ravelo. O projeto consiste em uma série de fotos de crianças ‘crucificadas’ a homens, dentre os quais representam as diversas causas que rompem com o direito à sua proteção.
Desde o início de sua divulgação, o ensaio recebeu inúmeras críticas. Dentre elas, a conotação pornográfica e o estado parcialmente vestido das crianças. Frequentes denúncias e tentativas de retirar o projeto da rede social, facebook, foram feitas.
Ravelo diz não compreender a razão do público ao sentir-se ofendido pelas fotos, segundo ele as pessoas sentem-se mais ultrajadas por elas e não pelos problemas os quais retratam.

Fontes:

PORTER, Claire R., Artist Erik Ravelo puts children on The Cross for controversial Project. Disponível em <http://www.news.com.au/technology/artist-erik-ravelo-puts-children-on-the-cross-for-controversial-project/story-e6frfro0-1226716863451> Acesso em 20.Jun.2014

ALEXANDRE, Ivan, Crianças Crucificadas. Disponível em <http://photos.uol.com.br/materias/ver/85899> Acesso em 20.Jun.2014

Aluna: Giovanna Peres
Créditos
3 ano B:
Natália Sayeg
Maria Lúcia Hiegata
Giovana Peres
Vídeo: “'The Story Behind Toy Story” - Min: 0:00 – 1:29
O longa-metragem de 1995 “Toy Story”, dirigido por John Lasseter e feito pela (então inédita) colaboração entre os estúdios da Disney e os da Pixar, foi o primeiro filme feito totalmente por computação gráfica: na época, a Pixar fazia apenas pequenos curtas para comerciais, mas depois de um ano de prejuízos, o CEO Steve Jobs assinou um contrato por 26 milhões de dólares com a Walt Disney Pictures para fazer inovadores três filmes de animação, sendo o primeiro deles “Toy Story”. A resposta foi imediata: A crítica reconheceu a importância do feito, o que rendeu a John Lasseter um Oscar honorário. Além disso, a Online Film Critics Society declarou, por exemplo, que “Toy Story” é a melhor animação da história. Mais importante, porém, foi a resposta do público geral - no ano de seu lançamento, o longa teve a maior bilheteria dos EUA e arrecadou 358.100.000 dólares ao redor do mundo.
O sucesso de público e de crítica gerou uma febre – a chamada “febre das animações”: antes nunca se tinha imaginado a parceria entre computação gráfica e filmes infantis, mas depois do lançamento de “Toy Story”, viu-se que essa junção não era apenas possível, mas lucrativa e tão atrativa para as crianças quanto os antigos desenhos animados. O sucesso do longa-metragem com a Disney/Pixar abriu caminho, então, para outras empresas tentarem fazer filmes com a mesma técnica, como a DreamWorks SKG e sua a franquia “Shrek” – a mais rentável do mundo da animação. Desde então, o número de filmes completamente animados com uso de computação gráfica só vem aumentando: “Vida de Inseto”, “Monstros S.A.”, “A Era do Gelo”, “Procurando Nemo”, “Carros”, “Os Incríveis”, até chegarmos aos dias de hoje, com a febre das animações ainda forte em “Frozen”.
Fontes:

Louis Vidovix, Toy Story: como a Pixar começou. Disponível em <http://pipocamoderna.virgula.uol.com.br/toy-story-recriando-os-pixels-da-pixar/18536> Acesso em 23.jun.2014
Autor desconhecido, Pixar. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Pixar> Acesso em 23.jun.2014
André Moraes, Febre das animações. Toy Story volta com tudo neste ano. Disponível em <http://www.bahdigital.com.br/site/news/cinebah,canal-77,ed-301,cd-245340,FEBRE+DAS+ANIMACOES+TOY+STORY+VOLTA+COM+TUDO+NESTE+ANO.htm> Acesso em 23.jun.2014
Autor desconhecido, Toy Story. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Toy_Story#Cr.C3.ADticas> Acesso em 23.jun.2014
Jose Guillermo Landi Hiertz, A Popularização da Computação Gráfica e os Atores Digitais. Disponível em <http://www.ufscar.br/~cinemais/artcomputacao.html> Acesso em 23.jun.2014
Autor desconhecido, DreamWorks SKG. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/DreamWorks_SKG> Acesso em 23.jun.2014
Misael Elias De Lima, Toy Story: Como a Pixar Revolucionou o Cinema de Animação. Disponível em <http://ca.ufpel.edu.br/cinema/producao/monografia_misael.pdf> Acesso em 23.jun.2014

Aluna: Maria Lúcia Hiegata
Explicação como se cria um único frame de um filme animado como o primeiro Toy Story. As imagens, no entanto, são do filme “Toy Story 3”.
Corpo simulando jogador de xadrez.
Corpo fatiado.
“Corpo Humano Real e Fascinante” é uma exposição que já passou por trinta e três cidades ao redor do mundo (incluindo São Paulo e Rio de Janeiro), produzida pelo doutor norte-americano Roy Glover, professor de anatomia e biologia celular da Universidade de Michigan. Centrada em mostrar o bom-funcionamento do corpo humano e sua anatomia, a mostra usa dezesseis cadáveres dissecados de homens e mulheres e duzentos e vinte cinco órgãos reais, distribuídos em nove galerias.
Cada galeria é dedicada para um dos sistemas do corpo (respiratório, circulatório, reprodutor, etc), mostrando, juntamente com os órgãos e corpos, os processos químicos que fazem parte do funcionamento daquele determinado sistema. Além dessas seções, também há outras em que se vê o desenvolvimento da medicina: a exibição de um corpo saudável perfeitamente preservado por novas técnicas (ala “O Corpo Tratado”); e o destaque dado para próteses e para equipamentos usados em salas cirúrgicas. Além disso, há partes em cada galeria em que os visitantes podem tocar dos órgãos – as chamadas “bancas de toque”.

A exposição só foi possível graças a uma técnica de preservação chamada polimerização, em que se retira a água e os fluidos corporais dos tecidos e se coloca, no lugar, borracha líquida de silicone. Dessa forma, os corpos e órgãos ficam como que plastificados.
Dr. Roy Glover assegura a todos que o objetivo da mostra é fazer com que as pessoas conheçam melhor seus corpos e, dessa forma, cuidem melhor deles. Isso, porém, não impediu que a exibição causasse polêmica em todos os países pelos quais ela passou: os religiosos alegam que a exposição fere a “sacralidade do corpo humano”; outros criticam a origem duvidosa dos componentes do acervo - doados pela Escola Universitária de Medicina de Dalian, no norte da China, alguns acreditam (mesmo que não haja provas) que os cadáveres são de prisioneiros executados no país. Em resposta aos rumores, os organizadores da mostra alegaram que os corpos são de pessoas que tiveram morte natural e escolheram, em vida, participar de um programa de doação em favor da ciência e da educação na China.

Pulmão Saudável
Pulmão de Fumante
Reportagem sobre a exposição quando ela estava em Porto Alegre.
Fonte:

Autor desconhecido, CORPO HUMANO - REAL E FASCINANTE. Disponível em <http://www.guiadasemana.com.br/artes-e-teatro/corpo-humano-real-e-fascinante-museu-historico-nacional-22-12-2008> Acesso em 24.jun.2014
Autor desconhecido, Corpo humano: real e fascinante. Disponível em <http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idPagina=17736> Acesso em 24.jun.2014
Autor desconhecido, Exposição na Oca traz corpos humanos reais "plastificados". Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u68504.shtml> Acesso em 24.jun.2014


Aluna: Maria Lúcia Hiegata
Cena - Beijo Lésbico
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