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Paisagismo

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by

Eunadia Cavalcante

on 20 February 2014

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Transcript of Paisagismo

Profª Eunádia Cavalcante
Paisagismo
Reflexão:
Que tipo de relação você estabelece, no seu dia a dia, com o espaço livre da sua casa/bairro/cidade?
PAISAGEM:

é a expressão morfológica das diferentes formas de ocupação e, portanto, de transformação do ambiente em um determinado tempo.
Conceitos
Termo genérico utilizado para designar as diversas escalas e formas de ação e estudo sobre a paisagem, que podem variar do simples procedimento de plantio de um jardim até o processo de concepção de projetos completos de arquitetura paisagística como parques e praças.
PAISAGISMO
ATERRO DO FLAMENGO
Projeto de Burle Marx
Ação de projeto específica, que passa por um processo de criação a partir de um programa dado, visando atender a solicitação de resolução de uma demanda social requerida por um interlocutor específico (Estado, incorporador, família).
                                                                                                                 
O projeto de arquitetura paisagística sempre está aplicado a um único objeto, o ESPAÇO LIVRE – seja ele uma rua, um plantio, um jardim, um parque - e não exige necessariamente a utilização de vegetação para a sua concretização
                                                                                                                 


A árvore é a forma vegetal mais característica da paisagem urbana, à qual se incorporou em estreita relação com a arquitetura ao longo da história.
O tratamento da massa de vegetação proporciona noção de espaço, condição de sombra e de frescor, mas também ornamento frente às estruturas permanentes dos edifícios.
Vegetação urbana
A utilização da vegetação é hoje uma das estratégias recomendadas pelo projeto ambiental que procura reduzir os efeitos da ilha de calor e da poluição urbana e reduzir o consumo de energia nas cidades.
Vegetação urbana
Além da função paisagística, a arborização urbana proporciona benefícios à população como:
a.
Controle da radiação solar, ventilação e da umidade relativa do ar
– sob grupos arbóreos a temperatura é de 3º C a 4ºC menor que as expostas à radiação solar.
b.
Conservação da água
VEGETAÇÃO URBANA
ARQUITETURA PAISAGÍSTICA
Vegetação urbana
c.
Sombreamento
- diminui as temperaturas superficiais dos pavimentos e fachadas da edificação, assim como a sensação de calor do usuário.
d.
Ambientação à pássaros
e.
Absorção da poluição atmosférica
, neutralizando os seus efeitos na população
f.
Redução da erosão
Vegetação urbana
g.
Promovem a biodiversidade
h.
Valorizam áreas
i.
Complementação alimentícia
e fonte de
remédios
para as populações carentes.
Vegetação urbana

Uma árvore, a exemplo de um monumento estrategicamente colocado, pode ser um ponto de grande atração, um referencial urbano que ajude a conservar a memória deste lugar.

Arborizada durante o século XIX, a praça recebeu árvores de grande porte, como palmeiras imperiais, ficus indianos e cravos da Índia, mas com certeza a vedete arbórea é a Figueira Centenária. Diz-se que ela nasceu em 1871 em um jardim que existia em frente à Igreja Matriz e que foi transplantada para o seu lugar atual em 1891. Tradicional, cantada em prosa e verso pelos artistas ilhéus, traz consigo superstições, como a de contorná-la várias vezes para atrair casamento e fortuna.
Jardim Botânico-RJ

Os solos, responsáveis pelo suporte físico das árvores e pelo substrato nutritivo do qual depende seu desenvolvimento, apresentam-se compactados nas cidades devido ao grande número de pavimentações que não permitem o escoamento das águas.
Resíduos sólidos, despejos residenciais e industriais poluem e comprometem o solo urbano.

A existência de uma grande área de grama ou terra vegetal ao redor, permite que a árvore possa desenvolver-se por completo ao ter assegurada a suficiente disponibilidade de água e alimentos e não encontre restrições para o crescimento das raízes e formação da ramagem.

Solo urbano
Está condicionada a fatores, dentre os quais se destacam:

Porte dos edifícios;
Desempenho paisagístico e ambiental urbanos que se deseja obter, muito ligado às características do clima e da cultura local.

Lembre-se:
As plantas possuem volumes com porte, forma, textura, cor, densidade de folhagem, floração, galharia e características ambientais que variam de espécie para espécie.
Escolha das espécies
                      
Quanto ao CLIMA:
direta
INSOLAÇÃO indireta


Locais sem luz natural não são potencialmente bons para nenhum tipo de planta.
Critérios para a escolha da vegetação
                      
Quanto ao CLIMA:

b) TEMPERATURA

A maioria das plantas se adapta mais facilmente às temperaturas altas.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto a NECESSIDADE DE ÁGUA:

As plantas do estrato arbustivo e forração não resistem à estiagem prolongada, pois em geral possuem raizames pequenas, tendo dificuldade para alcançar profundidades
onde a umidade do solo é maior.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto ao SOLO:

A terra deverá ser de boa qualidade, isenta de pragas e ervas daninhas e devidamente tratada com adubo.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto aos ASPECTOS ENERGÉTICOS:

Manutenção e custos que incluem a poda, aplicação de pesticidas e fertilizantes, rega, remoção de material de lixo do sítio e seu transporte, mão-de-obra e maquinária em ambos os sítios: o de coleta e o de depósito.
Critérios para a escolha da vegetação
                                                 
Quanto aos ASPECTOS ECONÔMICOS E DE MERCADO:

O custo de mudas de forrações e arbustos é proporcionalmente mais elevado do que o das árvores.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto a
PERICULOSIDADE E TOXICIDADE:

Algumas plantas são perigosas para a população, seja por sua toxicidade, pela presença de espinhos ou
pela sua fragilidade.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto a TAXA DE CRESCIMENTO:

Árvores e arbustos de crescimento rápido, geralmente são frágeis, precisam de manutenção especial e de disponibilidade de radiação solar de, pelo menos, algumas horas por dia. Geralmente oferecem madeira frágil e raízes superficiais, tem vida curta e deve ser utilizada quando o objetivo é fornecer sombra em um certo espaço de tempo.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto a TAXA DE CRESCIMENTO:

Se a função for o sombreamento a escolha das espécies deve combinar árvores de crescimento lento e copa densa com outras de crescimento rápido ou com pergolados cobertos por trepadeiras ou estruturas leves e provisórias, de sombreamento artificial.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto a TAXA DE CRESCIMENTO:

O crescimento das plantas depende de 5 fatores principais: luz, temperatura do ar, água, características do solo e dióxido de carbono.
Critérios para a escolha da vegetação
Quanto a BIODIVERSIDADE:

A utilização de plantas nativas em “projetos de paisagismo é uma forma de perpetuar espécies, de manter uma coerência ambiental, de fazer a população compreender essa extraordinária riqueza que possuímos”.
(Burle Marx)
Critérios para a escolha da vegetação
Fazenda Vargem Grande - Areias - SP
                                                                      
                                                                      
Desenho do jardim da Casa Forte - Recife 1935
                                                                      
                                                                      

1992 MUBE 04 Projeto de Paisagismo
http://www.fau.usp.br/intermeios/pagina.php?id=116
Solo urbano
Escolha das espécies
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