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Projeto Pedagógico e Planejamento

PPP
by

Fernanda Mendes

on 8 June 2016

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Transcript of Projeto Pedagógico e Planejamento

PROPOSTA PEDAGÓGICA E PLANEJAMENTO
Algumas questões iniciais...
O que é e o que compõe a Proposta Pedagógica no processo educativo?

0 que é Planejar e para que serve o Planejamento? Como se configura o Planejamento no campo Educacional?

Considerando o papel político e social da Educação, como deve ser planejada a proposta pedagógica?

Quais os pressupostos teóricos e metodológicos que podem contribuir com o planejamento de uma proposta pedagógica adequada à sua realidade?
Um planejamento educacional, precisa envolver alguns aspectos importantes como:
abordagem racional e científica dos problemas, determinação dos objetivos, recursos e metas específicas a serem atingidas e em prazos definidos.
“É um instrumento direcional de todo o processo educacional, pois estabelece e determina as grandes urgências, indica as prioridades básicas, ordena e determina todos os recursos e meios necessários para a consecução de grandes finalidades, metas e objetivos da educação.” (MENEGOLLA & SANT’ANNA, 2001, p.40)
Portanto, torna-se prioritário ao Planejamento da Proposta pedagógica:
No artigo 13 podemos destacar os incisos I, II e VI, no qual enfocam a incumbência dos professores:

I – participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
II – elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
VI – colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.

Advertising in Schools
QUESTÕES NORTEADORAS PARA PROPOSTA PEDAGÓGICA
Budget shortfalls force school boards to allow advertising in school for extra funds
Deals with fast-food or soft drink companies to offer products inside school
Advertising posted in classes, halls, school
buses, computers, etc.
Contests: Pizza Hut's "Book It" program
that gives free pizza certificates is child achieves a monthly reading goal.
Sponsoring educational materials: Kraft's "healthy eating kit" that uses Kraft products to teach about Canada's Food Guide.
Bibliography
Estética como experiência individual e coletiva:
Compreender o ato de educar como ação simultaneamente ética e estética significa afirmá-lo como promoção criativa dos seres humanos.

Criatividade expressa na intenção de perseguir cotidianamente uma vida mais bonita, mais inventiva, mais apaixonada, alegre, poética, inteligente, fundada em valores coletivos mais sensíveis, menos excludentes e sectários, menos indiferentes e violentos. (BARBOSA, 2009).
"Children, Adolescents, and Advertising." Pediatrics. N.p., Dec. 2006. Web. 11 June 2013.
Clay, Rebecca A. "Advertising to Children: Is It Ethical?" American Psychological Association. N.p., Sept. 2000. Web. 04 June 2013.
Croft, Harry. "Eating Disorders: Body Image and Advertising." HealthyPlace. N.p., 11 Dec. 2008. Web. 05 June 2013.
Hanson, Ralph E. Mass Communication: Living in a Media World. 3rd ed. Washington, DC: CQ, 2013. Print.
"How Marketers Target Kids." MediaSmarts. N.p., n.d. Web. 05 June 2013.
Shah, Anup. "Children as Consumers." Global Issues. N.p., 21 Nov. 2010. Web. 04 June 2013.
REFERÊNCIAS
BARBOSA, Maria Carmen S. Práticas Cotidianas na Educação Infantil: bases para a reflexão sobre as orientações curriculares. Projeto de cooperação técnica MEC e UFRGS para construção de orientações curriculares para Educação Infantil. Ministério da Educação. BRASÍLIA, 2009.
CASTRO, Patricia A. P. Penkal. Et al. A importância do planejamento das aulas para organização do trabalho do professor em sua prática docente. Athena: Revista Científica de Educação. v. 10, n. 10, jan. jun. 2008.Curitiba: Editora Gráfica Expoente, 2008.
COSTA, Efigênia Maria Dias. MONTENEGRO, Fabrícia de Sousa. Prática Docente x Prática Pedagógica na Educação Infantil. IN: BARBOSA, Rita Cristina; AFONSO, Mª Aparecida Valentim. Educação Infantil: das práticas pedagógicas às políticas públicas. (org.). João Pessoa: Editora Universitária da UFPB. 2011.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 9.ed. Petrópolis: Paz e Terra, 1981.
FERREIRA, Naura Syria Carapeto. Projeto Político Pedagógico. Coritiba, 2008.
GANDIN, Danilo. O planejamento como ferramenta de transformação da prática educativa. (2008). Disponível em: www.maxima.art.br/arq_palestras/planejamento_como_ferramenta_(completo).doc. Acesso em: 22/09/2013.
GONÇALVES. Renata. Elaboração da proposta pedagogica: diretrizes curriculares nacionais. 2013. Disponível em: http://monografias.brasilescola.com/pedagogia/elaboracao-proposta-pedagogica-diretrizes-curriculares-.htm. Acesso em: 24/09/2013.
KRAMER, Sônia. O papel social da educação infantil. 1996. Disponível em http://dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/revista-textos-do-brasil/portugues/revista7-mat8.pdf Acesso em: 04/09/2013.
LABOR EDUCACIONAL. O que é Proposta Pedagógica ou Projeto Político Pedagógico de uma instituição educacional? Disponível em: http://www.labor.org.br/pt-br/gestao-participativa-8.asp. Acesso em: 24/09/2013.
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão escolar: teoria e prática. 4. ed. Goiânia: Editora alternativa, 2001
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e preposições. 11 ed. São Paulo: Cortez, 2001. (p.102 a 119)
MENEGOLLA, Maximiliano. SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar? 10ª Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. - See more at: http://petpedagogia.blogspot.com.br/2012/11/a-importancia-do-planejamento-pedagogico.html#sthash.af6F0igQ.dpuf
PADILHA, R. P. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: Plano de Ensino-Aprendizagem e Projeto Educativo. São Paulo: Libertat, 1995.
VEIGA, I. P. A. (Org.) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 23. ed. Campinas: Papirus, 2001.
Proposta Pedagógica
As Propostas Pedagógicas estão diretamente associada às Políticas para Educação.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/96)

Art. 12-os estabelecimentos de ensino terão a incumbência de:
I – elaborar e executar sua proposta pedagógica;
II – administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;
III – assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;
IV – velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
V – prover meios de recuperação dos alunos de menor rendimento;
VI – articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola;
VII – informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica.
.

Considerando o papel político e social da Educação, como deve ser planejada a proposta pedagógica?

Qual o ponto de partida?
Quais serão os pontos fundamentais em torno dos quais desenvolveremos a proposta pedagógica?
Qual a escola que temos hoje? O que esses dados nos mostram?
Quais os componentes que apresentaram maiores dificuldades? Por quê?
Quais as habilidades que os alunos ainda não desenvolveram? Por quê?
Quais as séries que apresentaram maiores necessidades de estudos de recuperação? Por quê?
Quais foram os aspectos de maior avanço? A que se devem esses avanços?
Que alterações consideramos necessárias na nossa forma de trabalho?
Que atividades desenvolvidas na escola são consideradas bem sucedidas?
O que uma proposta pedagógica deve contemplar Quais os conhecimentos/habilidades/atitudes e valores que vamos trabalhar prioritariamente tendo em vista a realidade da escola?
Quais os conhecimentos/habilidades/atitudes e valores esperamos que os alunos desenvolvam ao longo do seu percurso escolar?
Como a escola vai se organizar para desenvolver esse trabalho? Com quais recursos contamos?
E o planejamento continua...
Diversidade e singularidade:

Respeito às diferenças. Reconhecimento de si.
A escola que opta por ensinar a viver em conjunto, aprender em parceria, com solidariedade e respeito ao outro, opta também por realizar a inclusão social, seja de crianças com necessidades especiais, hospitalizadas, em risco social ou vítimas de violência, que exigem atenção especial. Porém, elas não se diferenciam dos processos de inclusão das demais crianças, pois todas merecem ter suas singularidades preservadas e compreendidas, assim como serem desafiadas a estabelecerem novas relações. (BARBOSA, 2009)
A ação docente, portanto, precisa ser permeada de um sólido saber teórico e consolidada na prática cotidiana através do desejo/vontade de mudança, mudança essa que se faz presente na inovação e transformação do ato meramente pedagógico e burocrático para o ato essencialmente humano de ensinar e aprender e aprender e ensinar. (COSTA; MONTENEGRO, 2011, p. 35).

O planejamento não será nem exclusivamente um ato político-filosófico, nem exclusivamente um ato técnico; será sim um ato ao mesmo tempo político-social, científico e técnico: político-social, na medida em que está comprometido com as finalidades sociais e políticas; científicas na medida em que não pode planejar sem um conhecimento da realidade; técnico, na medida em que o planejamento exige uma definição de meios eficientes para se obter resultados. (LUCKESI, 2001, p. 108).

O ato de planejar não pode priorizar o lado técnico em detrimento do lado político-social ou vice-versa, ambos são importantes. Por este motivo, devem ser muito bem pensados ao serem formulados visando à transformação da sociedade. (CASTRO, et al., 2008, p. 57).

Dimensões Política e Social do Planejamento
A construção de uma proposta pedagógica deve considerar algumas variáveis e proposições:
1. A educação não pode ser separada de outras variáveis como classe social, sexo, o pertencimento étnico, etc.;
3. As relações sociais e culturais devem ser consideradas como complexas e em constante transformação;
4. Os indivíduos devem ser considerados como atores na construção de sua vida social e da vida daqueles que os rodeiam.
5. Está diretamente associada à políticas e propostas curriculares de ‘reconstrução’ da cidadania e da sociedade.
6. Precisa se estabelecer em princípios e valores que levem os indivíduos a uma vida boa e harmoniosa.
7. A ação pedagógica é uma interação entre o sujeito cognoscente e os saberes socialmente construídos.

PROPOSTA PEDAGÓGICA
“[...] um convite, um desafio, uma aposta. Uma aposta, porque, sendo ou não parte de uma política pública, contém sempre um projeto político de sociedade e um conceito de cidadania, de educação e cultura. A proposta pedagógica é um caminho, não é um lugar. E é um caminho a ser construído, que tem uma história que precisa ser contada. Traz consigo seus valores, as dificuldades que enfrenta os problemas que precisam ser superados, seus desejos, as suas vontades." (KRAMER, apud GONÇALVES, 2013, p.01)


Projeto Político Pedagógico
Plano Pedagógico
Projeto Pedagógico
O adjetivo "político", que se acrescenta ao "pedagógico", é no sentido de sua origem grega de "fazer opções éticas para dar um rumo coletivo à polis", ou seja, a política significando "a arte de bem governar um coletivo". Para alguns estudiosos, ao termo projeto pedagógico não haveria necessidade de se acrescentar o adjetivo político, uma vez que o conceito pedagógico já contempla a componente política: não pode haver proposta pedagógica que não seja política, pois ela é voltada para uma ação transformadora que envolve decisão sobre os rumos a tomar. (LABOR EDUCACIONAL, 2013)
O projeto pedagógico é um instrumento teórico-metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os agentes da instituição. (VASCONCELOS, 1995, p. 143).
PROPOSTA PEDAGÓGICA
Segundo Ferreira (2008), o projeto político-pedagógico que será elaborado, discutido, construído e dirigido pelos profissionais da educação, deve e necessita embasar-se em ideias que tenham compromisso com a formação humana daqueles que trabalham com educação, demais profissionais e de todos os cidadãos, cabendo pensar e questionar, quais são os ideais que orientam as tomadas de decisões na sociedade globalizada e nas instituições?
PLANEJAMENTO
Proposta Pedagógica
ORIGEM: Latim = PLANEJAR = "planus" = plano; chão; nivelado. PLANEJAMENTO = O sufixo "mento" procede de "mentu" = formador de substantivos derivados de verbos.

Perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, estruturando o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina. Sendo, portanto, o lado racional da ação. (WIKIPÉDIA, 2013).

PLANEJAMENTO
“[...] se define como um processo de previsão de necessidades e racionalização de empregos dos meios materiais e dos recursos humanos disponíveis a fim de alcançar objetivos concretos em prazos determinados e em etapas definidas, a partir do conhecimento e avaliação científica.” (MARINEZ, OLIVEIRA, 1977, p11).
Origem do Planejamento
O planejamento torna-se uma ferramenta com conceitos, modelos, técnicas e instrumentos bem definidos a partir do começo do século XX, com a revolução comunista que constrói a União Soviética.

No mundo capitalista, o planejamento, para as questões mais complexas, passa a ser usual, nos governos, depois da segunda guerra mundial. A partir desta adoção pelos governos, o planejamento passa a ser uma das preocupações de instituições, grupos, movimentos, organizações não governamentais: podemos dizer que ele se universaliza.

No início da história da humanidade, o planejamento era utilizado sem que as pessoas percebessem sua importância, porém com a evolução da vida humana, principalmente no setor industrial e comercial, ouve a necessidade adaptá-lo para os diversos setores. (CASTRO, et al., p.53).
Planejar é, sempre, buscar a transformação da realidade. É, sempre, propor ações, atitudes, regras e rotinas [...]. Mas há o planejamento que muda para manter (para conservar) e o planejamento que muda para transformar. (Gandin, 2008, p.2).
O Planejamento é natural ao ser humano
Para qualquer ação que produzimos, fazemos [...] motivados por algum problema, acompanhado de alguma esperança de alcançar mudança, propomos um futuro desejável; fazemos uma avaliação da realidade para ver a distância a que estamos deste futuro e quais são as possibilidades de alcançá-lo ou dele nos aproximarmos; finalmente propomos ações, atitudes, regras e rotinas para realizar esta aproximação. Desde que o ser humano se constituiu como tal, isto é, desde que se reconheceu como ser humano, distinguiu-se dos animais por ter esta capacidade de produzir o futuro de forma consciente. (GANDIN, 2008, p.1).
De acordo com Vasconcelos (2006), Planejamento é o processo, contínuo e dinâmico, de reflexão, tomada de decisão, colocação em prática e acompanhamento de ações. Enquanto processo, o Planejamento torna-se permanente.
É o planejamento que determina e orienta todas as etapas do ato de planejar.
TOMADA DE DECISÕES

Gandin (2008, p.01) sugere que se pense no planejamento como uma ferramenta para dar eficiência à ação humana, ou seja, deve ser utilizado para a organização na tomada de decisões.
Para Veiga (2001, p. 11) a concepção de um projeto pedagógico deve apresentar características tais como:

a) ser processo participativo de decisões;
b) preocupar-se em instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições;
c) explicitar princípios baseados na autonomia da escola, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e coletivo;
d) conter opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade especifica;
e) explicitar o compromisso com a formação do cidadão.
Segundo Veiga (2001, p. 11), a execução de um projeto pedagógico de qualidade deve:

a) nascer da própria realidade, tendo como suporte a explicitação das causas dos problemas e das situações nas quais tais problemas aparecem;

b) ser exeqüível e prever as condições necessárias ao desenvolvimento e à avaliação;

c) ser uma ação articulada de todos os envolvidos com a realidade da escola,

d) ser construído continuamente, pois com produto, é também processo.


Como também o artigo 14 e em seus incisos I e II, na quais estabelecem de forma incisiva, porém ficando mais no papel, os princípios:
Art. 14 – Os sistemas de ensino definirão as formas de gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios:
I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola;
II – participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.
PROCESSOS ENVOLVIDOS NA CONSTRUÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA
PRESSUPOSTOS IMPORTANTES PARA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA
Reconhecer o Planejamento como um processo, contínuo e dinâmico, de reflexão, tomada de decisão, colocação em prática e acompanhamento de ações. Enquanto processo, o Planejamento torna-se permanente.(VASCONCELOS, 2006).
Para os/as educadoras, a militância e a intervenção política primordial deveria consistir, principalmente, na própria melhoria da qualidade pedagógica e socializadora dos processos de aprendizagem. (ASSMANN, 2011, p. 23).
A função social da educação e da escola em uma sociedade cada vez mais excludente, compreendendo que a educação, como campo de mediações sociais, define-se sempre por seu caráter intencional e político. Pode, assim, contraditoriamente, tanto reforçar, manter, reproduzir formas de dominação e de exclusão como constituir-se em espaço emancipatório, de construção de um novo projeto social, que atenda as necessidades da grande maioria da população;

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