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EDI - Eletronic Data Interchange

EDI é a sigla de Electronic Data Interchange, que em português significa Troca Eletrônica de Dados
by

Luciana Falcão

on 9 August 2014

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Transcript of EDI - Eletronic Data Interchange

EDI - Eletronic Data Interchange
O QUE É EDI

EDI é a sigla de Electronic Data Interchange, que em português significa Troca Eletrônica de Dados. É a troca de documentos via sistemas de teleinformática entre duas ou mais organizações de forma padronizada. Tem como um dos principais objetivos, ao substituir o fluxo de papéis entre elas, agilizar e reduzir os custos dos processos mercantis.

Tradicionalmente, no âmbito das relações comerciais, muitas das aplicações informatizadas de uma empresa geram documentos em papel que, após o trâmite burocrático interno, são encaminhados a outra empresa. Nesta outra empresa, tais documentos passam inicialmente por uma averiguação e então são digitados e introduzidos nos seus sistemas informatizados.

Existem informações nos dando conta de que 70% das entradas de dados do computador de uma empresa são originados pelas saídas de computadores de outras empresas e de que 25% do custo das transações derivam destas entradas.
Troca Eletrônica de Dados

A utilização da tecnologia da comunicação de dados gerou para o varejo outra interessante aplicação. Trata-se do EDI (Electronic Data Interchange), responsável pela troca eletrônica de dados bidirecional.
A Transferência Eletrônica de Fundos é uma forma particular do EDI, aplicada ao sistema bancário.
Com EDI o lojista pode estabelecer uma comunicação direta com seus fornecedores, diminuindo o tempo de colocação de pedidos e o tempo gasto em seu processamento, reduzindo, conseqüentemente, o tempo envolvido no processo de reposição de estoques das empresas varejistas. Esta tecnologia abriu novas perspectivas aos varejistas, permitindo-lhes a comunicação completa de todo o seu sistema de dados, desde o caixa até o seu fornecimento.

Para que este tipo de sistema seja possível, existem duas formas principais:

1ª - Troca de dados entre a matriz e as filiais de uma mesma loja, feita através de uma linha telefônica e um modem, em determinados períodos do dia.
2ª - A troca eletrônica de dados assume um papel de intercomunicador entre empresas (fornecedores e compradores) permitindo a comunicação com vários fornecedores, quando for possível a utilização de um padrão de comunicação comum; este tipo de equipamento permite a comunicação com bancos, possibilitando operações de controle de cobranças de duplicatas e de depósitos.
Esta tecnologia também é acessível ao empresário do pequeno varejo, onde ele pode ligar sua filial à matriz, através da comunicação de dados via rede telefônica. Com isso ele estará facilitando o controle geral, centralizando suas operações num único ponto, sem que sejam gerados custos adicionais elevados.
QUAIS OS BENEFICIOS DO EDI?

A correta implementação de EDI possibilita grandes benefícios às empresas e aos parceiros comerciais.
• Ganho de Eficiência: Significativa redução no volume de transações em papel com ganhos imediatos no custo administrativo e operacional.

• Rapidez: Grandes volumes de informação comercial podem ser trafegados de um computador para o outro em poucos minutos, permitindo respostas rápidas, o que garante, assim, a satisfação do cliente.

• Eliminação de Erros: O EDI elimina os inevitáveis erros de digitação.

• Melhor Gerenciamento Logístico e Ganho de Produtividade: O EDI permite às empresas melhor gerenciamento e controle da produção, utilizando a reposição contínua. É o principal componente do just-in-time, permitindo respostas ágeis do fornecedor para o comprador, o que resulta em estoques mais enxutos.
POSSIVEIS DIFICUDADES COM O EDI.
O ponto mais vulnerável de um processo EDI, não é a implantação técnica, muito pelo contrário. Sob o ponto de vista técnico, uma empresa pode preparar-se em poucas horas, considerando-se inclusive a instalação do módulo de comunicação. A maior dificuldade reside na resistência à nova tecnologia. Ao pressentir mudanças na rotina de suas empresas, as pessoas simplesmente rejeitam as novidades e a tudo aquilo que lhes parece ameaçador.
Muitas vezes, o EDI é imposto por um HUB (centralizador de um processo EDI, geralmente firmas que são grandes compradoras) aos seus SPOKES (que são as "pontas" ou fornecedores). Esta pressão funciona da seguinte maneira: caso após determinado prazo, o SPOKE não esteja devidamente habilitado no EDI, simplesmente perde o cliente. Certamente existem formas mais amenas de implantar-se EDI juntos aos fornecedores. Através de seminários e apresentações, o HUB pode fazer valer argumentos eficazes como economia, agilização, etc. Pode inclusive ajudar na implementação fazendo com que seus SPOKES superem as dificuldades mais rapidamente.
Em geral, deve-se pensar sobretudo nas alterações que o EDI causa no fluxo interno de documentos e procurar fazer com que a nova tecnologia seja bem entendida e aceita na própria empresa. Somente desta forma, pode-se ganhar suporte interno para o projeto. É muito importante atentar para o fato que o EDI NÃO É UMA DECISÃO TÉCNICA, MAS SOBRETUDO UMA DECISÃO DE NEGÓCIOS.
DESVANTAGENS NA IMPLANTAÇÃO DA EDI

Segundo Ferreira e Assumpção (2005), dificilmente é revelado que a EDI possui desvantagens. Comumente são correlacionados como desvantagens os seus obstáculos e barreiras enfrentados no processo de implantação, como por exemplos resistência às mudanças, alto custo de implantação, incompatibilidade de hardware e software, tempo de aprendizado e gasto com treinamento.Ainda que a EDI tenha inúmeras vantagens, porém não foram todas as empresas que adotaram esse sistema. As mudanças exigidas na estrutura da organização para implantar os padrões da EDI é um fator de retardo para sua implantação (ALBERTIN, 2000).De acordo com Silva (2009), podem ser definidos como desvantagens do uso da EDI os seguintes fatores:
•Custo de implantação elevado;
•Acessibilidade restrita devida ao custo;
•Requerimentos rígidos impostos por padrões;
•Soluções parciais;
•Soluções fechadas;
•Barreiras culturais;
•Falta de treinamento no uso da ferramenta;
•Falta de pessoal qualificado;
•Falta de serviços de apoio dos fornecedores de tecnologia da informação.
Segundo Porto et al. (2000), pode ser levado em conta como um ponto negativo o fator chamado de “efeito dominó”, que pode ocorrer através de erros atribuídos pelos parceiros comerciais, ou falhas de segurança no sistema,comprometendo assim a integridade nos sistemas dos diversos parceiros. Também os riscos de interrupções na conexão da rede de trabalho, registros alterados ou até mesmo alterações que possam ser introduzidas nas mensagens através de um ruído na comunicação.
No entanto, para alcançar excelência na utilização da EDI, é necessário que os integrantes da empresa passem a aceitar e se comprometer com os resultados a serem alcançados, além do domínio e o claro entendimento dos seus objetivos, más também a existência de parceiros comerciais dispostos a trocar informações e conhecimento sobre o uso da EDI se torna indispensável (PORTO et al., 2000).
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