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IMPRESSIONISMO

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Wagner Bôa Morte

on 23 September 2016

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IMPRESSIONISMO
A briga com a Academia de Belas-Artes de Paris






Pissarro foi o único a expor nas oito mostras do grupo.
Pierre Auguste Renoir
Oscar Claude Monet
Jacob Abraham Camille Pissarro
Alfred Sisley
Mulher banhando os pés, 1894. Óleo sobre tela, 73x92 cm
As pinturas eram feitas ao ar livre ( "pein air "). Os artistas invadiam bosques, jardins, ruas e até improvisavam ateliers em barcos. Trabalhar ao ar livre não era fácil, pois dependiam da condição do clima. Muitas vezes eram obrigados a retocar as obras em seus ateliês.
As obras tinham como características as pinceladas soltas com sombras luminosas ou coloridas.
Uso da roupa escura pelo artista para não refletir luz sobre a pintura.
O uso do guarda-sol era essencial.
Sem a sombra não seria capaz de captar as cores sob o brilho do sol.
A água tem papel fundamental, por exibir imagens abstratas e por diluir as formas.
Pinturas com enormes dimensões, com o objetivo de causar no expectador a ilusão de infinito, que o elevaria a um estado de relaxamento e paz.
Paul Cézanne, "As banhistas", 1906, 208 × 249 cm.
Pierre August Renoir," La grenouillere", 1869, 66 x 86 cm.
Claude Monet, "La Promenade", 1875, 100 cm × 81 cm.
Alfred Sisley, "Road under Snow, Louveciennes", 1876,46cm x 55cm.
O conceito de originalidade tem sido associado a formação de uma regra artística moderno e a algum tempo está fora de moda nos meios da historia da arte. É considerado um meio de desmerecer os que são considerados seguidores ou recém-chegados.
Na concepção modernista, a experiência de pintar implica uma luta exemplar para manter a qualidade na experiência. A medida de sucesso nessa luta é estética: a realização de uma obra de arte que seja ao mesmo tempo original e formalmente auto-suficiente.
Em oposição às formas clássicas, a arte moderna surgiu no final do século XIX em várias expressões artísticas como, por exemplo, pintura, escultura, literatura, arquitetura, fotografia e música.
Pablo Picasso,“Família de Saltimbancos”, 1905, 213 x 229,5 cm.
Embora não haja consenso sobre a datação deste período, muitos especialistas em arte, consideram que o movimento vai até a década de 1970.
Diferente da arte barroca, romântica, realista e demais movimentos, a arte moderna visou experimentar novas visões e expressões inéditas sobre a natureza e o ser humano. Esta foi a base de pensamento do movimento modernista.
Não foi fácil para estes artistas serem aceitos pela crítica que já estava acostumada com padrões estéticos bem definidos, mas, aos poucos, suas exposições foram aumentando e o público passou a aceitar e entender as obras modernistas.
Livro: ARTE MODERNA, PRÁTICAS E DEBATES, Modernidade e Modernismo; A Pintura Francesa no Século XIX. Frascina, Francis; Blake, Nigel; Fer, Briony; Garb, Tamar; Harrison, Charles.
http://carlosmuller.com.br
http://miranteinternacional.wordpress.com/tag/picasso/
http://elhurgador.blogspot.com.br
http://catalisecritica.wordpress.com
http://www.encore-editions.com
http://www.geometriefluide.com
http://www.tumblr.com/tagged/la-promenade
http://www.comentada.com.br/espaco-arte/19

Pré-impressionismo
:
A confrontação da realidade (1820-1870)
O impressionismo é um "ismo" da arte moderna com que a maioria de nós se sente razoalvelmente confiante, pois as pinturas representam cenas reconhecíveis de uma maneira figurativa - temas enevoados, atmosféricos e tão franceses, as românticas imagens parisienses de piqueniques elegantes no parque, bebedores de absinto nos bares e trens envoltos de vapor rumando com otimistmo para um futuro ensolarado.
No contexto da arte moderna, os mais tradicioalistas consideraram os impressionistas o último grupo a produzir "arte respeitável".

Foram o grupo mais radical, rebelde, rompedor de barreiras e memorável em toda a história da arte.
Rasgavam o livro de regras e sacudiram, metaforicamente, seus traseiros coletivos para o establishment.
De aparência respeitável do século XIX, por outro lado, foram os foras da lei originais; foram de fato subversivos e anárquicos.
MAS NÃO FOI BEM ASSIM !!!
OS IMPRESSIONISTAS
A ACADEMIA esperava obras baseadas em mitologia, iconografia religiosa ou na Antiguidade clássica, num estilo que idealizava o tema - paisagens pitorescas e imagens heróicas de formas humanas que remontassem ao tempo dos gregos antigos; essa era a grande e boa arte exigida pelos poderosos para as paredes de suas belas casas e para os museus das cidades.
OS ARTISTAS queriam sair dos ateliês para pintar o mundo moderno à sua volta, uma atitude audaciosa, pois eram cenas consideradas radicais e até impróprias para a época :
Paisagens de Paris.
Bailarinas amarrando a sapatilha, lavadeiras trabalhando.
Os artistas mudaram o jogo derrubando a parede entre o ateliê e vida real.
Alguns saiam, observavam, esboçavam e voltavam para o ateliê para incorporar suas observações em cenas ficcionais.
Apesar da maioria dos pintores preferir o ar livre, alguns, como Renoir, Degas e Toulouse-Lautrec continuaram a tradição da pintura de interior. Esta, no entanto, conservava as idênticas “turbulências” presentes nas cenas au naturel, seja no colorido, nas sombras ou nas formas.
A obsessão dos impressionistas
Reproduzir com precisão os efeitos da luz que viam diante dos olhos.
Exige do artista que expulse de sua mente a noção preconcebida sobre o objeto e sua cor (morangos maduros são vermelhos) e pinte os matizes e tons tais como os vê naquele momento particular à luz natural, mesmo que isso signifique pintar um morango azul.
Em função da nova técnica, uma variedade de cores brilhantes, como nunca se vira antes.
Até a década de 1840 os artistas que usavam óleo ficavam limitados a seus ateliês.
A ideia de acondicionar a tinta a óleo em pequenos tubos, codificados segundo a cor, deu uma maior mobilidade e condições do pintor de pintar diretamente na tela e fora do ateliê.
A fotografia apresenta-se como uma "ameaça" para os artistas.
O ARTISTA E A TÉCNICA
Cena do filme
Os Impressionistas
O Salão de Paris de 1863
Início dos anos 1860.
A 1ª coletiva – 1874 refletiu o início da pesquisa moderna, marcando a primeira revolução artística total depois da Renascença.
Separou-se radicalmente da tradição rejeitando a perspectiva, a composição equilibrada, as figuras idealizadas e o
chiaroscuro
da Renascença.
Fatores externos que repercutiram na reflexão do artista: A NATUREZA.
Estado da arte: FIGURATIVO.

O IMPRESSIONISMO
REFORÇANDO O QUE JÁ APRENDEMOS!!!
A sensibilidade, a sensação e o sentimento passariam então a predominar sobre o olhar e o copiar.
A forma é definida pelo que está em seu entorno e não pelo seu contorno (a forma não é mais contornada)
A cor torna-se reflexo da luz, podendo revestir uma infinidade de coloridos e tonalidades.
Até a própria composição poderá sofrer mutações.
A tela abandona o seu teor documentalístico e estático para captar o instante em permanente mutação.
Os FUNDAMENTOS do Impressionismo exigiam uma composição que incluisse as impressões de uma realidade fugaz impregnada nos sentidos e no olhar do artista.
A MISSÃO DO PINTOR
era captar a atmosfera volúvel, onde não há contornos delimitados, nem cinzas graduados, nem brancos puros, nem pretos absolutos. Tudo se transforma em vibrações coloridas e, para obter o efeito exato da natureza, seria indispensável recorrer à mistura dos pigmentos na paleta ou mesmo na própria tela. 
A nova atitude exige uma nova abordagem técnica:
Antes deles, a técnica do desenho era tudo. Arte era uma questão de precisão (pinceladas precisas ao longo de horas e dias de trabalho).
Os impressionistas estavam fora, pintando e
plein air
(ao ar livre), onde a luz mudava a todo instante, muito diferente das condições impostas e artificiais do ateliê.
Se eles queriam
captar a sensação de um momento
fugaz com algum senso de verdade, teriam de
ser

rápidos
para poder capturar a essência daquilo que observavam.
Não havia tempo para elaborar gradações de luz
, porque a próxima vez que o artista levantasse os olhos, elas teriam mudado.
Pinceladas urgentes, toscas
, aplicadas com
imprecisão
- não havia nenhuma tentativa de escondê-las; ao contrário, eles a acentuavam pintando em
toques grossos, curtos, coloridos, parecidos com vírgulas.
Pela primeira vez a tinta tornava-se um meio cujas propriedades estavam sendo celebradas, ao invés de disfarçadas pela ilusão pictórica.
Obras de Monet
TEMAS PREFERIDOS
Paisagens, marinhas (marinas), séries sobre campos de papoulas, rochedos, montes de feno, a Catedral de Rouen;
A fase final de sua obra: nenúfares aquáticos quase abstratos.
CORES E TONS PREFERIDOS
Tons solares;
Cores primárias puras em pinceladas uma ao lado da outra (as sombras eram construídas a partir da lei das cores complementares em pinceladas uma ao lado da outra).
SEUS TEMAS
Nus femininos voluptuosos com "pelo de pêssego", o café-society, crianças e flores.
AS CORES E OS TONS
Vermelhos ricos e cores primárias; detestava o preto e usava o azul em seu lugar.
Na sua fase inicial, as pinceladas eram rápidas e as figuras manchadas se misturavam ao fundo nublado; na fase final, um estilo mais clássico e nus solidamente formados.
SEU ESTILO - Dissolvia a forma em luz e clima utilizando contornos suaves.
No Brasil, como seriam aplicadas as técnicas cientificas e princípios estéticos formalizados e experimentados em países de clima continental temperado, nos quais a luz é totalmente distinta da nossa?
E o que dizer dos temas e paisagens a serem apresentados?
A umidade do ar não prejudicaria a transparência da atmosfera?
A sutileza das tonalidades, própria ao Impressionismo, não seria abafada pela intensidade dos coloridos?
Como se comportaria a decomposição de uma ofuscante luminosidade tropical nas pinceladas da tela?
De que forma deveria ser interpretado o preceito de Gustave Courbet considerando que a qualidade de uma pintura não se avalia pelo que ela representa e sim pela hora em que foi pintada?

BRASIL
IMPRESSIIONISMO NO BRASIL
Eliseu Visconti - Com ele, a tradição impressionista alcançou um nível altíssimo em algumas obras, nada ficando a dever aos grandes mestres europeus.
Paulista de Taubaté, Georgina Moura de Andrade foi, ao lado de nomes como Eliseu Visconti e Lucílio de Albuquerque – de quem herdaria o sobrenome após o casamento – vanguardista na introdução da pintura impressionista no Brasil.
Aos 17 anos entra para a Escola de Belas Artes.
Georgina de Albuquerque pintou trazendo temáticas de cunho nacionalista, mas suas incursões com as tintas também contemplaram paisagens, naturezas-mortas, retratos e cenas cotidianas.
Georgina de Albuquerque: a primeira impressionista
"Frequentei museus e procurei pintar, pintar muito, a todas as horas e a todos os instantes do dia. Nem mesmo quando meus dois filhos, Dante e Flamingo, eram pequenos, deixei um só dia de trabalhar. É o que faço sempre, constantemente, a todos os momentos”.
Em 1922, já no Brasil, Georgina fez a primeira pintura histórica realizada por uma mulher no país: o quadro “Sessão do Conselho do Estado que decidiu a Independência” (detalhe), que está no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.
Mulheres Luminosas - (vídeo 8:25)
A obra (PAS)
Georgina solucionou de forma singular a questão do TEMA, RELATIVO À COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA.
Em vez de abordar um evento histórico triunfal, como uma cena de batalha, tal como o repertório acerca da pintura histórica nacional poderia lhe sugerir, APRESENTOU UM EPISÓDIO DIPLOMÁTICO DENTRO DE UM GABINETE OFICIAL.
Após uma leitura breve da legenda explicativa sabe-se, afinal, quem é a PERSONAGEM CENTRAL RETRATADA, A PRINCESA LEOPOLDINA, em meio a reunião de Conselho de Estado presidida por JOSÉ BONIFÁCIO, na qual SE DISCUTIU A NECESSIDADE DE O BRASIL TORNAR-SE INDEPENDENTE DE PORTUGAL, momento esse que teria antecedido o brado do Ipiranga.
Sobre sua arte, novamente Fernando Jorge é categórico:
“... pintora impressionista, suas telas estão banhadas de copiosa luz tropical e apresentam-se exuberantes, opulentas de cores vivas e alegres. Os seus nus são delicados, de tons veludíneos, e existe uma poética suavidade nas suas marinhas e naturezas-mortas, nas suas paisagens ensolaradas, nas suas roseiras e manacás.
(Paris: 1874, ano da 1ª exposição impressionista - até 1886, data da última exposição coletiva do grupo)
Napoleão III (1808-1873) patrocina o Salão dos Recusados para artistas excluídos do Salão de Paris. Uma das obras exibidas foi
Almoço na relva
, de Manet.
Manet abandonou o método tradicional de sombras suaves em favor de contrastes fortes e duros, causando um clamor de protestos entre os artistas conservadores.
Em 1863, os pintores acadêmicos recusaram-se a exibir as obras de Manet na exposição oficial – o Salon.
Segue-se uma onda de agitação que levou as autoridades a expor todas as obras condenadas pelo júri numa mostra especial que recebeu o nome de ‘Salon dos Recusados’. O público afluiu principalmente para rir dos pobres e desiludidos principiantes que se haviam recusado a aceitar o veredito dos seus superiores.
"Manet pintava diretamente ao ar livre, observando cuidadosamente os efeitos que a luz produzia sobre os objetos e sobre os espaços, transmitidos através de requintados e afirmados contrastes de claro escuro, de cores vivas e de pinceladas rápidas e espontâneas. Esta exaltação dos valores cromáticos e lumínicos transforma o quadro numa obra pioneira e revolucionária, prenunciadora dos princípios estéticos do movimento impressionista. Esta pintura acabaria por ser exposta no Museu do Louvre, em Paris."
Considerado o patriarca dos impressionistas.
Sua arte concentra-se nas pessoas que trabalham na terra.
Ele é famoso pelas pinturas de jovens camponesas ocupadas com as tarefas diárias.
Muitas de suas pinturas são incluídas entre as obras mais líricas e harmoniosas do movimento.
Outro obstáculo à introdução desta expressão nova reside no fato da arte brasileira estar, como um todo, neste final de Século XIX, vivenciando o período de ouro do Realismo, o qual reúne a quase unanimidade das classes artísticas ao privilegiar a representação de assuntos propriamente brasileiros com suas temáticas regionais e seus tipos nacionais.
Golfo de Nápoles com Vesúvio ao fundo, de Eliseu Vinconti
Impressão, Sol nascente (vídeo 2:23)
Edgar Degas
Ele se interessava pela temática das dançarinas e, depois, a partir dos anos 1880, pela toalete das mulheres e das prostitutas. Ele fez uso de todos os formatos e todos os suportes. A partir de 1905, quando perde a visão e depois a audição, o artista vai se dedicar à escultura.
"Impressão ... qualquer papel de parede é mais bem-acabado do que esta marinha."
ALGUMAS OBRAS
"Montes de Feno pela Manhã, Final do Verão"
PINTURA HISTÓRICA FEMININA NO BRASIL
Em grande parte do século XIX, a produção artística esteve pautada nos valores artísticos ditados pela Academia Imperial de Belas Artes (AIBA).
O gênero mais importante da Academia - pintura de história.
Até 1922 não havia nenhuma mulher entre os artistas que se interessavam pelo gênero.
Com o modernismo, os valorres acadêmcos foram contestados.
Georgina se consagra pintando cenas cotidianas de mulheres ao sol, nos parques, com seus filhos.
No Brasil, Georgina foi sempre conhecida como pintora acadêmica.
REQUISITOS PARA PINTOR DO GÊNERO HISTÓRIA:
- O QUE SE ESPERAVA DO ALUNO: conhecimento da anatomia humana a partir do desenho de modelo vivo. Para tanto:

1)
Começava desenhando partes do corpo e aprimorado a partir dos bustos de gesso (exercitavam também estudo de luz e volume).
2) Próximo passo - estudante sênior: incluía, como batismo, desenho a partir de modelo vivo (é considerado o momento mais importante na sua formação).
3) ÉBAUCHE -
etapa em que o aluno começava a utilizar os pincéis, primeiramente, fazendo cópias de detalhes dos grandes mestres (treino técnico que não visava o ato construtivo).
4)
Produção de
ESQUISSES -
era uma espécie de ensaio geral - composição, cores e luminosidade presentes, mas com pinceladas soltas e sem a preocupação como acabamento.
5) FINI -
é a última etapa; a tela propriamente dita. Recupera-se o
esquisses,
controlandoa luz e dando acabamento (tirar todos os vestígios das mãos do pintor para dar impressão de perfeição).

- O desconhecimento da anatomia humana era o maior obstáculo para um artista se tornar neoclássico.
- O que excluiu a artista não foi a capacidade estética e técnica, mas o preconceito social, que não lhe permitiu ter acesso ao estudo do nu. Ou eram ousadas, increvendo-se nos ateliês de pintura e escultura, ou tinham uma formação no exterior, onde muheres de elite tinham o mesmo tipo de ensimento acadêmico dado aos artistas homens.

A tela é uma"academização do impressionismo e, ao mesmo tempo, uma inovação da pintura acadêmica.
Colorido intenso, dominado por tons de amarelo e laranja (grande vibração), mais do que o esperado para uma pintura neoclássica.
Pinceladas fortes e sem preocupação com a perfeição do acabamento; não há ilusão de realidade.
Uma "estranha combinação" entre o estilo impressionista (cor e técnica) com uma intenção de ser o gênero mais conservador da academia.
Georgina desafia o contexto mental (quando recebemos alguma informação, certos símbolos e nos preparamos para entendê-los).
Adota uma imagem de herói inovadora centrado na figura feminina real, e não alegórica.
Por um motivo "extra-artístico", o autor da obra é uma mulher, uma pintora, e a tela é de pintura de gênero histórico, geralmente feita por artistas/homens.
Sua tela é uma projeção dos ideais de uma mulher republicana: feminina, culta, forte e não competitiva.
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