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DISCIPULADO

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Viviane Soriano Lessa

on 25 September 2013

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Transcript of DISCIPULADO

PERCENTUAL DE ENVOLVIMENTO DOS MEMBROS RESULTADOS MENSURÁVEIS COMO É ESTRUTURADO O PROGRAMA PERFIL DOS PASTORES/LIDERES CONCEITO NOMES E MATERIAIS UTILIZADOS DISCIPULADO IGREJA 1

É um processo que leva a caminhar com alguém, a fim de formar nele a imagem de Jesus. Não acontece apenas com estudos bíblicos, nem é mecânico, mas ensinando àquele que está sendo discipulado a aplicar diariamente a Palavra de Deus na sua vida diária.

É um caminhar com o indivíduo da mesma maneira como Jesus caminhou com os apóstolos, consolando, exortando, corrigindo, repreendendo, orientando através do ensino da Palavra. IGREJA 2

É a base de sustentação da vida cristã, todo convertido precisa ser discipulado. IGREJA 3

É um estilo de vida que faz cumprir o ide de Jesus, ter vida com Jesus, viver em comunhão com Deus e uns com outros.
Não é um programa, mas um relacionamento, sendo o coração da missão da igreja. GRAU DE EXIGÊNCIA IGREJA 1

É para todos!
A igreja está passando por um processo onde todos estão sendo desfiados a passar pelo menos 2 horas por semana com alguém que se converteu para discipulá-la.
Caso alguém não saiba como fazer o discipulado, deverá ser primeiramente discipulada pelo líder do ministério de discipulado, a fim de aprender como se faz para depois se envolver na prática. IGREJA 2

Que todo crente seja um discipulador.
Obedecendo a palavra, conforme em Mt 28.19-20
(Grande Comissão).

IGREJA 3

O discipulado é para todos, já o grau de exigência depende da visão do pastor titular, como a igreja está em processo de sucessão do candidato a pastor presidente, não tem como dizer para o momento.
Porém, na visão do antigo pastor a prática do discipulado tinha grande importância, tinha o hábito de ir nas casas das pessoas, fazer visitas locais. IGREJA 1

Não sabe dizer qual é o nível, mas reconhece que o grau é muito baixo para o tamanho da igreja e para atender à demanda. Infelizmente é uma realidade e estão atualmente trabalhando para mudar. IGREJA 2

Infelizmente baixo, mas precisamos mudar esse percentual. IGREJA 3

Infelizmente não tem como mensurar, porém tem um número significativo (>50%) devido a existência de vários grupos de discipulado: liderança, jovens, mulheres etc. IGREJA 1

Há um ministério específico dirigido por um líder que tem abaixo dele grupos operacionais com seus respectivos líderes para atender os aspectos do discipulado. Pessoas que visitam, pessoas que ministram estudo bíblico (atualmente estão usando o livro “Segue-me”), pessoas que evangelizam. IGREJA 2

Através de uma classe de treinamento de discípulo e discipulado, que ensina sobre fé em Jesus, arrependimento, submissão, vida cristã, fidelidade, responsabilidade cristã entre outros. IGREJA 3

Como a visão da igreja é que o discipulado não é um programa mas um relacionamento, não tem um programa estruturado. Eles ensinam sobre o caráter cristã, estudo sistemático da Bíblia.

A pastora por ser formada em psicologia, em seu grupo de discipulado conversa sobre o dia-a-dia e das necessidades de cada um do grupo. Sempre trazendo uma aplicação prática da Palavra para transformação de caráter. Acompanhamento constante é o que se tem objetivado fazer para ajudar de modo mais dinâmico a transformação do discípulo. Procuramos olhar para as pessoas como indivíduos com suas dificuldades e necessidades peculiares para que o processo seja eficaz. É pura ilusão acreditar que discipulado se faz apenas com estudos bíblicos ou com um recurso específico. Se não houver quem acompanhe o indivíduo dando suporte espiritual de modo constante os efeitos na vida da pessoa é muito pequeno. IGREJA 1

Ultimamente temos utilizado o “Segue-me” Volume 1.

IGREJA 2
Livro de discipulado – “Começando a vida cristã” da editora Vida Nova.

IGREJA 3
Fazem estudos bíblicos utilizando somente a Bíblia e às vezes se utilizam de livros, no qual o último foi “Conhecendo Deus e Fazendo a Sua Vontade” (Henry e Marilynn Blackaby). E também fazem o discipulado celebrando a recuperação. IGREJA 1

No momento, não há muito que se mensurar. Estão num processo de mudança que está no início da caminhada. Os resultados anteriores são muito pequenos. O problema é que dependem do envolvimento da maioria dos membros da igreja no processo e o número de irmãos trabalhando diretamente no ministério de discipulado, além de serem poucos, está sobrecarregado. IGREJA 2

O compromisso de compartilhar a fé em Jesus, salvação, cada crente ganhando mais um para Jesus, em que 75 % dos discipulados (novos convertidos) estão ativos na igreja. IGREJA 3

A pastora percebe e mede pela qualidade de vida da igreja, na qual está há 2 anos sem pastor e mesmo assim os membros estão firmes, há membros que são mais envolvidos com a Palavra, seja em sua casa ou qualquer lugar.
Apresentam vida de cristão de qualidade, em que a igreja continua andando (firme) mesmo sem pastor. ALUNOS CRISTIANE GARBIN MEIRIELLEN RODRIGUES VIVIANE SORIANO GABRIEL VIRAGINE APRESENTAM: MODELO DE DISCIPULADO NA IGREJA BRASILEIRA AVALIAÇÃO COMPARATIVA / CONCLUSÃO INTRODUÇÃO

Jesus Cristo nos deixou a ordem do “Ide, fazei discípulos... ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei.” (Mt 28.19-20), somos chamados por Deus para realizar a missão de discipular.

O método escolhido por Jesus foi uma caminhada, em que a convivência era parte inseparável do processo, pois o aprendizado fluiria a partir das experiências vividas juntos. Porém para ser realmente um discípulo é preciso estar disposto a atender algumas condições, pois o discipulado tem um preço (Lc 14.25-27).

Devemos assim compreender se o modelo de discipulado utilizado atualmente pela igreja brasileira vai ao encontro do exemplo do nosso Mestre Jesus.

Os pastores que possuem um maior tempo de liderança/pastorado, como também lideram igrejas de porte médio/grande, localizadas em região de classe social C e B, apresentam uma visão mais clara do discipulado e um melhor resultado.

A igreja em que o pastor/líder não fez um treinamento específico para pratica do discipulado, nota-se um conceito raso e uma visão restrita. O interessante é que uma das igrejas vê o discipulado como um estilo de vida e não um programa, em que dão prioridade ao discipulado a liderança, aos que tem vocação, assim investindo tempo na preparação e treinamento daqueles que irão ensinar a outros. Assim como diz o Senhor: “...confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar a outros.” (2 Tm 2:2).

Assim dentro de um tempo o pastor/líder da igreja terá um equipe que poderá multiplicar o discipulado, encontrando a solução da falta de pessoas para o ministério, pois discípulos maduros geram discípulos maduros.
Cabe destacar a visão de uma das igrejas em que o fundamental é o acompanhamento constante objetivando ajudar em suas dificuldades e necessidades peculiares de modo mais dinâmico, para que o processo de discipulado seja eficaz e contribua na transformação do discípulo.

O próprio pastor/líder menciona que é ilusão acreditar que discipulado se faz apenas com estudos bíblicos ou com um recurso específico, se não houver quem acompanhe o indivíduo dando suporte espiritual de modo constante os efeitos na vida da pessoa é muito pequeno. O discipulado individual pode custar caro, mas o fruto será pessoas maduras, dispostas a servir e a replicar o que receberam, comprometidas com o Senhor . Uma das igrejas teve uma base sólida e de qualidade sobre fazer discípulos. A antiga liderança se utilizou de um alicerce de qualidade em sua obra (Lc 14.28-30), assim, mesmo em um momento delicado, em que a igreja não tem um pastor, continua em pé, crescendo e ensinando a ensinar outros a caminhar com Cristo.

O Senhor dava grande importância ao cuidado “um a um”. Jesus preparou seus discípulos para a grande missão de suas vidas, a de fazer outros discípulos, pois Ele mesmo disse aos seus discípulos: “A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.” (Mt 9:37). Notamos também que não há a possibilidade de estabelecer um quadro geral da igreja brasileira quanto ao discipulado, pois a diversidade das igrejas locais é muito grande. Fatores como preparação especifica para discipulado, número de membros, material utilizado, formação, entre outros, contribuem para o conceito de discipulado e postura quanto a ele.
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