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Liberalismo, Fordismo e Keynesianismo

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Bruno Almeida

on 10 April 2018

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Modelos econômicos:

1 - Modelos econômicos no Capitalismo
Primeiramente devemos lembrar que o Capitalismo é um modo de produção contraditório, e que, essas contradições podem levar ao surgimento crises econômicas.
Para garantir uma acumulação de capital mais segura e contínua,
o Estado e as empresas
organizam-se segundo um modelo econômico que irá direcionar os rumos da economia por um período de tempo.
2 - O Estado na economia
Afirmamos que o Estado pode lidar com a economia de duas maneiras distintas:
Intervencionista:
o Estado intervém de maneira direta na economia tentando regulá-la: leis trabalhistas, comércio exterior, controle da inflação, leis anti-monopólios...
Liberal:
mínima interferência estatal na economia. O Estado estabele leis gerais como a defesa da PPMP e a definição de uma moeda nacional.
3- Liberalismo clássico
Durante o fim do século XVIII e início do XIX, vigorou no mundo o modelo liberal, conhecido como
liberalismo clássico.
Acreditava-se que a economia se auto-regularia através das próprias leis do mercado, principalmente:
Lei da oferta e da procura e da livre concorrência
3.A) Lei da oferta e da procura
Dentro dessa lei temos que ter em mente dois momentos:
1) Oferta maior que procura:
a tendência nesse caso é a diminuição dos preços, isso levaria a uma queda na produção e a uma maior venda dos produtos devido o baixo preço.
2) Procura maior que a oferta:
ocorre um aumento nos preços, haveriam menos pessoas consumindo e ocorreria uma queda natural na produção.
3.B) Livre concorrência
Ideal ligado aos autores clássicos David Ricardo e Adam Smith. Esses autores possuiam uma ideia utópica sobre a concorrência, para eles o livre comércio estimularia, a médio e longo prazo, a
melhoria na qualidade das mercadorias, assim como seu barateamento, regulando a economia e distribuindo a riqueza entre os povos.
4 - Crise do liberalismo clássico
Inicialmente as ideias de autorregulação do mercado deram certo e rumaram a economia mundial, gerando estabilidade .
As grandes empresas passaram a produzir cada vez mais, mais rápido e com menor preço, tornando-se grandes conglomerados e
acabando com a concorrência.
Além disso, o Estado liberal não garantia os direitos trabalhistas, o que culminava em baixos salários e, consequentemente,
baixo consumo
.
Somando os fatores supracitados ocorre a
Grande depressão
, marco este que infere o fim do modelo liberal clássico.
5 - Fordismo
Criado por Henry Ford , antes da crise de 29, porém o seu sucesso só foi possível devido o fim das políticas liberais.
Objetivo:

Produção em massa para um consumo em massa.

5.1 - Quanto a produção em massa...
O Fordismo baseava-se em 2 elementos:
1) Taylorismo:
é um método de organização do trabalho que consiste na divisão entre o setor produtivo e o setor de planejamento da produção. A ideia de Taylor aplicava ampla divisão de tarefas, especializando os funcionários, aumentando suas habilidades e, devido a isso, sua produtividade.

2) Esteira rolante e máquinas de grande porte:
a esteira passou a controlar a velocidade do trabalhador além de permitir que vários funcionários trabalhasem simultaneamente. Já as máquinas produziam comn maior eficiência.

Com essas inovações o trabalhador produzia mais e mais rápido pelo mesmo salário, aumentando assim a mais valia (mais valia relativa)
5.2 - Quanto ao consumo em massa...
Com o aumento da mais valia relativa foi possível aumentar (?) o salário dos trabalhadores. Criando assim a cultura de consumo em massa.
Criação de um mercado consumidor
Aumento de salário
redução de preços
Publicidade
Empréstimos
Parcelamentos...
Sociedade de consumo
(Transforma o trabalhador em umaconsumidor.)
Liberalismo, Fordismo e Keynesianismo
Prof. Bruno Almeida

6- Keynesianismo
Criado por John Maynard Keynes durante a década de 20 e aplicado por vários países durante a década de 30. Incentivava uma
postura intervencionista do Estado em relação a economia.
Durante a criação da teoria keynesiana (entre guerras mundiais) o grande problema da economia mundial era o
desemprego.


O liberalismo tendia a incrementar a crise, pois, uma empresa privada apenas realizaria investimentos se houvesse a possiblidade de um ganho final.
Assim, com o desemprego e, com a consequente queda no consumo, as empresas
não investiam na produção
, aumentando dessa forma o desemprego.
Para Keynes a intervenção estatal na economia resolveria as questões da crise do liberalismo, pois o Estado possuia uma lógica diferente das empresas privadas.
O Estado agiria como um
instrumento social
arrecadando impostos e usando-os para intervir na economia,
sem necessidade de lucro.

Essa intervenção deveria concentrar-se:
A) Controle de crédito
B) Investimentos estatais


A) Controle de crédito
O Estado deveria criar um sistema bancário capaz de aumentar ou reduzir juros cobrados por empréstimos, dessa maneira, poderia regular os investimentos na economia.
Estimular o investimento:
barateamento dos juros gerando aumento do crédito.
Frear a economia:
aumento dos juros e consequente diminuição do crédito.
B) Investimentos estatais.

Nesse caso o objetivo do Estado era realizar investimentos diretos na economia com a meta de gerar empregos, compensando assim a insufisiência da economia de mercado nesse quesito.
Para tal o Estado deveria concentrar-se:
A) Welfare state (estado do bem estar social)
Garantia de benefícios sociais (saúde, educação, aposentadoria...) para os trabalhadores, dessa forma duas consequências seriam geradas:
Geração de empregos públicos
Aumento do poder de consumo

B) Grandes obras
Inicialmente o investimento em grandes obras de infraestrutura tinha o mesmo objetivo principal,
gerar empregos
. Entretanto, secundariamente essas infraestruturas criadas auxiliaram na produção de um
espaço propício ao desenvolvimento econômico.
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