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Defesa Nara Andrade

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by

Nara Andrade

on 1 February 2013

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Transcript of Defesa Nara Andrade

Evidências de validade: confiabilidade

EMT total: KR = 0,91
EMT parte 1 (KR= 0,75), parte 3 (α = 0,88), parte 4 (α = 0,73): boa fidedignidade.
EMT parte 2 (α KR = 0,61): indicadores ligeiramente mais frágeis.

Método de duas metades (split half): confirmou a boa fidedignidade do EMT

EMT-A (α = 0,84) / EMT-B (α = 0,84).
A correlação Spearman-Brown entre formas A e B foi de 0,85, indicando uma forte correlação entre as duas formas do teste. Nara Côrtes Andrade Validade de critério EMT Total correlações moderadas a fracas com:
todas as subescalas de PROBLEMAS DE COMPORTAMENTO (PC) previstas
todas as subescalas de REGULAÇÃO EMOCIONAL Tamanho de efeito
Pequenos: 0.20 ≤ d < 0.50
Médios: 0.50 ≤ d < 0.80
Grandes: d ≥ 0.80

177 programas  
Orientador: Profº Dr. José Neander Abreu Universidade FederalPsicologia da Bahia
Programa de Pós-graduacão em Psicologia ADAPTAÇÃO TRANSCULTURAL E VALIDAÇÃO DO TESTE DE CONHECIMENTO EMOCIONAL:

avaliação neuropsicológica das emoções
Múltiplas dimensões:

Reconhecer  expressões de emoções: faciais e vocais, comportamentos e contextos diversos;

Rotular e nomear emoções;

Compreender as causas e consequências das emoções, associando eventos ambientais a rótulos ou tipos de emoção;

Antecipar as próprias emoções;

Compreender de emoções mistas ou ambíguas;

Compreender as relações entre emoção, motivação e comportamento;

Conhecer as normas culturais para expressões de emoção verbal e não verbal;

Reconhecer dissimulação e co-ocorrência de emoções (Izard, 2001).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Análise das características psicométricas e validação do Teste de Conhecimento Emocional Adaptação transcultural do Teste de Conhecimento Emocional (emt):

avaliação neuropsicológica das emoções ESTUDO EMPÍRICO I

Reconhecimento de emoções em faces:

padronização das fotografias do Teste de Conhecimento Emocional
Competência emocional compreende (Denham, 1998):

 Expressão de emoções

Compreensão das emoções ou conhecimento emocional (CE)

Regulação emocional


CE: conhecimento acerca das “expressões, rótulos e funções das emoções”
(Izard, 2001, p. 250).

fundamental para gerir e as utilizar as emoções de maneira saudável
(Trentacosta & Fine, 2010). CONHECIMENTO EMOCIONAL: compreendendo o construto Emoções: complexas e multidimensionais








Influenciam o que percebemos, pensamos e fazemos (Izard, 1991).

“São o centro das relações das crianças, bem-estar, senso de self e são centralmente ligadas à sua compreensão de mundo e crescimento” (Dun, citado por Denhgam, 1998, p. 7). EMOÇÕES: pilar da experiência humana
APRESENTAÇÃO, FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E JUSTIFICATIVA PRIMEIRA INFÂNCIA:
período crítico do desenvolvimento emocional
“Período especialmente relevante para o desenvolvimento humano, em que habilidades cognitivas e psicossociais fundamentais são desenvolvidas” (Ferreira et al., 2010, p. 212).

Dificuldades socioemocionais presentes
na primeira infância tendem a se
perpetuar após este período
(Denham, 1998).
CE: impactos no desenvolvimento infantil ESTUDO EMPÍRICO II ESTUDO EMPÍRICO III “Fenômenos expressivos e propositivos de curta duração, que envolvem estados de sentimento e ativação, e que nos auxiliam na adaptação às oportunidades e aos desafios que enfrentamos durante eventos importantes da vida” (Reeve, 2006, p. 191). CE RECEPTIVO CE EXPRESSIVO CE SITUAÇÕES EMOCIONAIS Diferenças culturais (Matsumot , 2009):
Normas de gestão e regulação da expressão emocional: regras de exibição (Ekman & Friesen, 1969).
Eventos que funcionam como gatilhos.
Indivíduos de culturas diferentes diferem na intensidade emocional que eles atribuem às expressões faciais das emoções (Matsumoto & Ekman. 1989).

Todas as expressões julgadas diferentes foram expressões de baixa excitação .
Possivelmente: cultura brasileira atribui menor intensidade às expressões

Estudo de Matsumto e Ekman (1989)
Emoções mais intensas: julgamentos semelhantes nas duas culturas (americana e japonesa)
Emoções menos intensas: Pop. americana julgou as com maior intensidade Adaptação:
especificidades linguísticas e semânticas da língua

os diferentes contextos culturais e estilo de vida da população-alvo da versão (Reichenheim Argollo et al., 2009). O Teste de Conhecimento Emocional foi adaptado e validado para o contexto brasileiro possibilitando a sua recomendação neste contexto.

O EMT permite avaliar o CE constituindo-se como uma ferramenta para:

Diagnóstico neuropsicológico infantil
Orientação de projetos terapêuticos e intervenções,
Incremento de ações preventivas;
Realização de novas pesquisa.
As imagens presentes no EMT foram padronizadas para a população brasileira

O EMT foi adaptado para a língua e contexto do nosso país;

O EMT e suas tarefas mostraram boa fidedgnidade, indicando que este instrumento possui boa precisão ao mensurar o CE;

A AF revelou alguns indicadores fragilizados possivelmente em decorrência da não normalidade estatística da amostra;

O EMT revelou boa validade de critério de tipo concorrente
Correlações negativas com PC e labilidade e negatividade emocional
Correlação positiva com regulação emocional.

EMT teve boa sensibilidade às diferentes faixas etárias e, portanto, uma boa validade desenvolvimental. Desempenho CE diferença classes econômicas (χX= 41,78, p < 0,01)
Todos os componentes do CE foram influenciados

CE e nível socioeconômico (rs = 0,36, p < 0,01)

CE e escolaridade materna (rs = 0,37, p < 0,01)

Crianças escolas públicas (M = 28,23 DP= 9,74) desempenho menor em CE (X= 5352,20, p < 0,01) que as crianças de escola privada (M = 35,44 DP= 8,02)

Crianças em situações de vulnerabilidade social – grande variação em habilidades de CE. Entretanto uma parcela significativa destas crianças tem dificuldade no desenvolvimento de competências emocionais (Izard et al., 2008; Schultz, Izard, Ackerman, Youngstrom, & Hall, 2001) CE e contexto de desenvolvimento Tabela- Característica sociodemográfica dos participantes ESTUDO I: conclusão


Fotografias EMT:
Bom percentual de concordância padrão de atribuiçãona pop. brasileira
Equivalência para maior parte quanto à emoção atribuída (Brasil e EUA)

Os resultados:
Ratificam a adequação destas imagens para o contexto brasileiro,
Corroboram a hipótese de universalidade das expressões faciais das emoções básicas
Fornecem um conjunto de imagens com expressões faciais de emoções padronizadas para este contexto,

Principal limitação: não julgamento do grau de intensidade Instrumento:
instrumento visual (apresentados no programa Microsoft Power Point)
83 fotografias coloridas presentes no EMT
crianças de ambos os sexos / 06 e 12 anos / várias etnias

Participantes: avaliavam cada imagem categorizando-as em alegria, tristeza, medo/surpresa e raiva e a expressão neutra

Procedimentos: Emoções variavam quanto:
valência (negativa e positiva)
categoria emocional
excitação ou intensidade de expressão.

Tempo de exposição de cada fotografia - constante

Quatro ordens de fotos diferentes - equilibrar a posição de uma imagem em particular dentro da série de fotos A presente pesquisa:

Seguiu orientações éticas - Resolução 196/96, do Conselho Nacional de Saúde (1996) e Resolução 016/2000, do Conselho Federal de Psicologia (CFP, 2000)

Aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Maternidade Climério de Oliveira / Universidade Federal da Bahia - Protocolo nº 057/2011 (Eguiluz, Chialvo, Cecchi, Baliki Blondel, Guillaume, Lambiotte &Lefebvre, 2008) Análise de redes Análise Fatorial

Fatorabilidade dos dados: KMO superior a 0,6 (KMO = 0,87).
Dois fatores com autovalor superior a um. Resultados e discussão “Um pesquisador usando uma adaptação do teste ainda tem a responsabilidade de produzir evidência de validade no contexto em que o teste adaptado.” (Hambleton & Patsula, 1998, p. 156)

Validação de um instrumento requer a coleta de diversas evidências empíricas (Urbina, 2007).

Participantes
284 crianças entre 03 e 06 anos de idade
Salvador, São Paulo e Belo Horizonte
Estudantes de escolas públicas e privada
Sem histórico transtorno neurológico ou psiquiátrico e com peso ao nascer superior a 1500g. Materiais e métodos ESTUDO II: conclusão



EMT apresentou:
Boa equivalência semântica entre a versão original e a versão brasileira
Boa equivalência conceitual
Boa equivalência de itens.

Demonstrou possuir um formato adequado à cultura brasileira e língua portuguesa, possibilitando a recomendação da versão brasileira. Análise semântica

Objetivo: “verificar se todos os itens são compreensíveis para todos os membros da população à qual o instrumento se destina” (Pasquali, 1998, p. 210).

Boa compreensão por parte da população alvo tanto das instruções quanto dos itens

Equivalência de itens

Juízes - excelente nível de concordância (κk= 0,88, Z=95,2, p<0,001)
Crianças – boa concordância (kκ= 0,63, Z=186,8, p<0,001).

. Resultados e discussão Apenas 6 imagens : concordância inferior a 60%. Todas expressão neutra como categoria primária ou secundária de avaliação
4 fotografias (4,8%): julgadas diferente nas populações brasileira e estadunidense.

Adaptar, avaliar as propriedades psicométricas e validar o Teste de Conhecimento Emocional para o contexto brasileiro. OBJETIVOS Literatura internacional – diversos instrumentos psicológicos (desenvolvimento emocional em crianças). (Morgan et al., 2009; Shultz, Izard Shields Pons Denham, 1986; Kusche, 1984)

Em contexto brasileiro:












Escassez de instrumentos é agravada por um contexto no qual muitos instrumentos utilizados são meramente traduzidos para o português (Argollo et al., 2009; Ferreira et al., 2010). Avaliação do CE para Crianças no Brasil Autismo (Neves et al., 2011; Esposito, Nakazawa, Venuti & Bornstein, 2012)

TDAH (Da Fonseca, Seguier, Santos, Poinso & Deruelle, 2009)

Transtorno bipolar (Shankman. Katz, Passaroti & Pavuluri, 2012)

Transtorno de ansiedade (Bender et al., 2012)

Depressão (Bistricky , Ingram & Atchley, 2012)

Esquizofrenia (Kohler, Turner, Gur, & Gur, 2004)

Lesões e disfunções do lobo temporal (Batista e Freitas Magalhães, 2009; Phan et al., 2001; Calder et al., 1996; Adolphs et al., 1994, 1995), CE e transtornos neuropsiquiátricos Referências Bibliográficas Reichenheim, M. E., & Moraes, C. L. (2007). Operacionalização de adaptação transcultural de instrumentos de aferição usados em epidemiologia Operationalizing the cross-cultural adaptation of epidemological. Cadernos de Saúde Pública, 41(4), 665-673.
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Pons, F., Harris, P. L., & Rosnay, M. (2004). Emotional comprehension between 3 and 11 years: Developmental periods and hierarchical organization. European Journal of Developmental Psychology, 1(2), 127-152. Rodas de conversa: pais e professores Alguns componentes do CE se relacionam particularmente com dimensões específicas (P3 com PC ou P2 com RE)




Cada componente do CEpode influenciar de maneira diferente os diversos resultados comportamentais (Izard, 2001).




Apesar de ter sido concebido para ser um instrumento único e compreensivo de medida de CE, as partes do EMT revelam possibilidade de serem utilizadas em separado (Morgan et al., 2009).


Aspectos referentes ao contexto de desenvolvimento da criança interferem no desenvolvimento do CE (fatores de risco relacionados ao contexto de desenvolvimento e ao ambiente familiar) Fragilidade dos indicadores relativos à AF

Dados: não apresentaram distribuição estatisticamente normal

“Desvios na normalidade e na linearidade podem reduzir as correlações observadas entre as variáveis e, portanto, prejudicar a solução fatorial ” (Fávero et al., 2009, p. 236) Instrumentos:
Teste de Conhecimento Emocional (Izard et al, 2003)
Questionário de aspectos socioeconômicos e de saúde
Lista de Regulação Emocional (ERC) (Shields & Cicchetti, 1997)
Teste de Vocabulário Auditivo USP (TVAud-A33r) (Capovilla, Negrão & Damázio, 2011).
Child Behavior Checklist (CBCL) (Achenbach & Rescorla, 2000)

Procedimentos para coleta de dados
Equipe treinada
Crianças concordaram com a participação e foram autorizadas pelos seus pais ou responsáveis.
Aplicação dos instrumentos: individualmente, sala silenciosa na própria escola. Instrumentos e procedimentos para coleta de dados
TAREFA 1 - “Fazendo a correspondência entre duas expressões de uma mesma emoção”
Juízes κk = 0,84 (Z=38,76, p < 0,01) / Crianças kκ = 0,66 (Z=100,3, p < 0,01)
91,7% dos itens respostas semelhantes EMT versão brasileira
Manutenção dos 48 itens originais.
Apenas item 4/Parte 2 foi integralmente adaptado

Equivalência conceitual
Grupo de especialistas :
Imagens: pertinentes ao contexto brasileiro (abrange a maior parte das raças/etnias presentes no país)
Itens: adequados ao contexto sociocultural e ao cotidiano das crianças brasileiras.

Equivalência semântica
Tradução e retrotradução: avaliadas pelos juízes como não alterada ou pouco alterada (M= 1,12, DP=0,22) boa equivalência semântica do instrumento como todo. Resultados e discussão Tabela - Características sociodemográficas dos participantes Estudantes de escolas públicas e privadas da cidade de Salvador, Bahia, sem histórico de transtornos neuropsiquiátricos Materiais e métodos  Tabela - Diferenças entre os percentuais médios de concordância por categoria de emoção











Medo: categoria com maior percentual médio de concordância.

Estudos indicam que as expressões de alegria são mais facilmente reconhecidas que as emoções negativas (Denham & Couchoud, 1990a)

Diferenças apresentadas entre alegria e as emoções negativas não foram significativamente diferentes.

Intensidade ou excitação da expressão emocional variável (fator não controlado) não podemos afirmar qual das emoções foi mais facilmente reconhecida. Participantes: 80 estudantes universitários de instituições públicas e privadas da cidade de Salvador.

Tabela – Características sociodemográficas dos participantes Materiais e métodos Motivos de seleção do instrumento:
Avalia os principais componentes do CE relevantes para a faixa etária à qual se destina;

Destina-se a crianças entre 03 e 06 anos de idade;

Contêm um formato adequado ao Brasil, na medida em que considera a diversidade étnica presente neste país;

Conteúdo dos itens e os materiais de estímulos familiares à população alvo;

Pode ser utilizado para fins clínicos e de pesquisa. Desenvolvido por Izard, Haskins, Schultz, Tentracosta e King (2003)

Público alvo: crianças entre 03 e 06 anos de idade.

Visa mensurar:
CE receptivo:
Tarefa 1 - Correspondência entre duas expressões de uma mesma emoção
Tarefa 4 - Correspondência entre o rótulo verbal e expressão emocional

CE expressivo
Tarefa 3 – Rotulando expressões emocionais

Conhecimento referente a situações emocionais
Tarefa 2 - Correspondência descrição verbal de um
ativador emocional e expressão emocional

Abrange as emoções básicas de tristeza, felicidade,
medo /surpresa e raiva, além de expressão neutra.  Teste de Conhecimento Emocional (EMT) Referências Bibliográficas Flom, R., Gentile, D. a, & Pick, A. D. (2008). Infantsʼ discrimination of happy and sad music. Infant behavior & development, 31(4), 716-28. doi: 10.1016/j.infbeh.2008.04.004.
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Bennett, D. S.; Bendersky, M. & Lewis, M. (2005). Antecedents of emotion knowledge: predictors of individual differences in young children.Cognition & emotion. 19 (3). 375-396. Tabela - Média de desempenho no Teste de Conhecimento Emocional por idade em anos Evidências de validade: dados desenvolvimentais 44% juízes

Padronização: tristeza TAREFA 2 - Correspondência entre a descrição verbal de um ativador emocional e expressão emocional
Juízes κ k = 0,73 (Z=26,46, p < 0,01) / Crianças κk = 0,50 (Z=61,5 p < 0,01)
Apenas 1 item obteve resposta divergente














Juízes: situação pode ter como consequência tanto raiva quanto tristeza (cultura brasil.)

Conhecimento acerca das causas e consequências das emoções - socialização exerce maior influência (menor concordância).

Tarefa 3 e 4 – todas as respostas coincidiram entre juízes, crianças e crivo original do EMT ESTUDO III: conclusões Boa consistência interna e capacidade de discriminação das habilidades do CE nas diferentes faixas etárias

Fragilidade dos indicadores relativos à AF podem estar relacionados a não normalidade estatística da amostra

CE correlações com RE (validade de critério)
Estudos anteriores apontam o conhecimento emocional como mediador da regulação emocional (Izard et al., 2008).

CE apresentou correlações negativas significativas com PC e suas suescalas.
Estudos anteriores indicam que a direção desta relação(Alonso-Alberca, Vergara, Fernandez-Berrocal, Johnson, Morgan et al., 2010; Izard et al., 2008).
CE Problemas de comportamento



Maior CE impacta positivamente no desenvolvimento de relações adaptativas e saudáveis do indivíduo e seu contexto Totalidade de imagens: boa concordância (kκ=0,72, Z=770,9, p<0,001).


Em seu conjunto, estas expressões faciais possuem um padrão de atribuição referente à emoção na população brasileira.

Tabela - Percentual de concordância por emoção










Diferenças significativas entre o grau de concordância de cada emoção (χX = 34,7, p < 0,01).
Grau de concordância da categoria neutra foi significativamente menor que as demais emoções (p < 0,01) Resultados e discussão Validade de critério Padronizar, para a população brasileira, as imagens de expressões faciais de emoção do EMT;
Adaptar transculturalmente e padronizar as instruções de aplicação e os itens
Analisar estatisticamente os itens do EMT quanto à sua dificuldade e carga fatorial;
Analisar as evidências de validade de construto e a estrutura fatorial do EMT;
Analisar as evidências de validade relacionadas a critério, em especial a análise concorrente, verificando se há relação entre conhecimento emocional e problemas de comportamento e regulação emocional;
Verificar os parâmetros de precisão do EMT;
Comparar o desempenho de crianças de diferentes faixas. rs = 0,57, p < 0,01
Desempenhos diferente entre as faixas etárias (χX= 87,15, p < 0,01)

Tarefas 1 a 4 correlacionaram-se moderadamente à idade da criança “Nada há de mais prestante em nós senão a infância. O mundo começa ali.”
(Manoel de Barros) “A investigação não é desapaixonada” (Latner, 1994, p.19) A todas as crianças pois são os seus sorrisos que motivam o meu trabalho
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