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jardins Brasil

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Eunadia Cavalcante

on 20 March 2014

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Transcript of jardins Brasil

Modernismo
Linhas Projetuais
Contemporâneo
Pós-Modernismo
Características: ambientes destinados às atividades esportivas, ao encontro das famílias e ao lazer contemplativo, concebidos formalmente a partir da imagem que a vegetação nativa e tropical transmite aos projetistas.
Desaparecem pontes rústicas, grutas ornamentais, estátuas de deuses, gazebos e fontes românticas, que são substituídos por quiosques toscos, arquitetura de concreto e eventualmente algum monumento moderno.
O tratamento do espaço livre é totalmente diverso, sendo valorizados os parcelamentos em grandes pisos, emoldurados por canteiros densamente plantados.
Modernismo
Os parques do Rio de Janeiro construídos por D. Pedro II – Quinta da Boa Vista (1878) e Campo de Santana (1880), entre outros – projetados pelo paisagista francês Auguste Marie François Glaziou, são exemplos marcantes do ecletismo romântico.
Segunda metade do séc. XIX
O espaço é concebido de modo a recriar a imagem do parque e do jardim anglo-francês, com clara inspiração nos cânones ingleses.
A cenarização constitui-se um forte apelo do projeto.
Grandes gramados e arvoredos em maciços são introduzidos e dialogam com lagos românticos, edifícios pseudo-gregos, estátuas e outro elementos. Os caminhos são sempre orgânicos e os eixos geométricos não são permitidos.
 
Ecletismo - ROMÂNTICA
 
PLANTA E TERRAÇO DO PASSEIO PÚBLICO, DE MESTRE VALENTIM - 1854
Passeio Público do Rio de Janeiro
 
De 1783 – inauguração do Passeio Público/RJ
a 1932 – início dos trabalhos de Burle Marx para a prefeitura do Recife.

É o momento em que muitas espécies vegetais exóticas são introduzidas pela corte portuguesa.
Alfeneiros, flamboyants, figueiras, casuarinas, cássias, tamareiras etc.
Ecletismo
Segunda metade do séc XIX.
Não se configura exatamente um novo estilo e sim um somatório de influências estéticas resgatadas de todas as épocas.
Dividiu-se em duas correntes formais:
Clássica – segue padrões geométricos
Romântica – linhas orgânicas

Ecletismo
 
CONTEMPORÂNEA.
Expressa uma nova ruptura que se anuncia após um predomínio não muito longo das diretrizes modernas, ainda utilizadas de um modo intenso e contínuo, e que praticamente reduziram a um terceiro plano os preceitos ecléticos na últimas quatro décadas do século.

Linhas projetuais
 
MODERNA
tem como característica básica o abandono de qualquer referência aparente do passado imediato, adotando uma forte postura nacionalista, na qual a vegetação nativa é sobrevalorizada.
Paralelamente à influência européia existe uma mudança de origem das principais fontes de informação projetual da Europa para os EUA.

Linhas projetuais
 
Séc. XX
Consolidação da arquitetura paisagística brasileira que se liberta das influências européias e assume uma identidade própria, após a II Guerra Mundial.

Paisagismo no Brasil
 
Séc. XIX
Consolidação do ato de projetar o espaço livre, com influências expressivas de linhas projetuais anglo-galicistas com a utilização da vegetação tropical como um elemento de projeto.
Paisagismo no Brasil
Campo de Santana – 1875: principal parque do 2º Império (Glaziou)
Proclamação da República – 1889: novos ideais de urbanidade.
Rio de Janeiro e São Paulo destroem a estrutura colonial, de acordo com o urbanismo europeu. São imitados de norte a sul.
São Paulo – 1891: a prefeitura municipal passa a exigir por lei, recuos obrigatórios para as principais vias do bairro de Higienópolis e da Av. Paulista.
A evolução do Jardim Brasileiro
Jardins do Ecletismo.
Cidade industrial: Ascensão da burguesia, pressões sociais, suburbanização, higienismo, cidade-jardim.
Primeiros parques públicos: Inglaterra, EUA (1810/1840).
O Plano Haussmann para Paris (1853/1869) e a Ring Strasse, em Viena (1860)
Central Park – Nova York (1858): ideais democráticos da sociedade americana (Movimento Americano de Parques – Olmsted e Vaux)
Sociedade Americana de Arquitetos – Paisagistas (1899)
O jardim Brasileiro: Antecedentes
Profª Eunádia Cavalcante
Arquitetura
paisagística
brasileira

 
Anos 90 – Os princípios e formas do Ecletismo passam a ser reincorporados e revistos.
Influências de ideias descontrutivistas e simbólicas provenientes de novos projetos na Europa e EUA.
Novos princípios ecológicos passa a supervalorizar a conservação dos remanescentes ecossistemas nativos existentes dentro da cidade.

Contemporâneo
 
A linha projetual brasileira contemporânea é marcada por um forte pluralismo, tanto formal como funcional, caracterizando-se pelo apelo a cenarização, à diversidade e à pesquisa de novas formas.
Contemporâneo
Calçadão da Praia do Meireles (Fortaleza)
 
Calçadão da praia de Pajuçara (Maceió)
Modernismo
Ruas das Flores – Curitiba 1972 - 1º do Brasil
 
Anos 70 – adoção dos calçadões de pedestres na área do centro das cidades.
Modernismo
 
Anos 70 – implantação da legislação que definiu taxas de ocupação, recuos, gabaritos e coeficientes de aproveitamento.
Surge então espaços livres nos lotes verticalizados que favorecem a criação de programas mais complexos (playgrounds, quadras, pistas de cooper, churrasqueiras etc.)
Modernismo
 
linhas decorativistas – retorno à ordem clássica e a valorização da memória cultura dos lugares.
Pós-Modernismo
 
desconstrutivismo – nega a hegemonia do elemento ordenado
Pós-Modernismo
Parque de Educação Ambiental Professor Mello Barreto, paisagismo de Fernando Chacel
 
Ruptura com os padrões tradicionais de3 desenho paisagístico.
Novas tendências projetuais iniciadas nos EUA e Europa:
desenho ambiental – abordagem ecológica
Pós-Modernismo
O uso da água aparece em espelhos d’água geométricos, em lagos de pequeno porte ou na forma de fontes com desenhos e configurações modernas.
 
O plantio define subespaços diversos, articulados entre si pelos pisos e destinados a um lazer difuso, sem função definida, podendo ser aproveitados para uso múltiplos.
Vegetação predominantemente tropical, sendo tolerado o uso de algumas espécies exóticas.
Modernismo
 
Inovações: adoção de pisos contínuos e fluidos que conectam e interligam espaços.
Paginações elaboradas dos pisos que formam desenhos, ora orgânicos ora geométricos.

Modernismo
Anos 40 – chega ao país o playground (EUA): concentração de conjunto de brinquedos em espaços públicos voltados para o lazer.
Anos 30 e 40 – a praia pública equivalente da praça e do parque como
ponto de convergência e reunião social.
Anos 60 – formação de calçadõesde praia nas principais cidades balneárias.
Modernismo
 
Séc. XX – arborização e o calçamento de ruas, construção de calçadas largas, mirantes e belvederes, criação de praças ajardinadas e parques.
A calçada é o espaço do pedestre e deve ser arborizada e iluminada.
Os bairros residenciais são edificados dentro de padrões urbanísticos derivados da cidade-jardim inglesa.

Ecletismo
 
Quinta da Boa Vista RJ
 
Os diversos recantos são conectados entre si por caminhos ora curvilíneos ora geométricos, que contornam a edificação principal.
Bancos, estátuas de deuses, bustos de mármore e vasos são comuns e dispostos por todos os pontos dos jardins, valorizando e mobiliando os ambientes principais.
O restante dos espaços livres é destinado a pomares, hortas, galinheiros, estábulos cocheiras e quintais.

Ecletismo – O Jardim do Palacete
 
O jardim frontal destina-se a expor e valorizar o palacete.
O entorno da casa deve ser plantado com forrações, arbustos e árvores decorativas, de modo a valorizar a construção.
São criados recantos pitorescos como grutas de pedra, tanques curvilíneos de cimento imitando pedras, cortados por pontes, terraços, mirantes, pérgolas, quiosques e caramanchões cobertos por trepadeiras, fontes e repuxos encimados por estátuas e estufas de vidro destinados ao cultivo de plantas tropicais.
Ecletismo – O Jardim do Palacete
 
Planta do passeio público por Glaziou em 1861
Passeio Público do Rio de Janeiro
 
Passeio Público do Rio de Janeiro
 
Inspirado no Passeio Público de Lisboa, inaugurado na década de 1760, e na construção dos jardins do Palácio Real de Queluz, cuja primeira etapa estaria concluída em 1786.
Passeio Público do Rio de Janeiro
 
Início ao meio do séc. XIX
O espaço é tratado a partir de um parcelamento geométrico do solo, favorecendo-se a criação de pisos e caminhos estruturados por eixos que convergem para um ponto principal, conectando-se aos diversos acessos.
A vegetação é disposta de uma maneira expositiva e entremeada por objetos pitorescos, como fontes e esculturas.
Influências: missão francesa e tradição portuguesa de tratamento de jardins.
Ecletismo - CLÁSSICA
 
CONTEMPORÂNEA.
A influência dos novos autores americanos e japoneses é também grande, existindo uma tentativa de inovação, que ora tende para uma quebra do nacionalismo, com o abandono dos princípios modernistas, ora se atém a um nacionalismo ecológico radical.
Linhas projetuais
 
ECLÉTICA – Tem como característica básica o tratamento do espaço livre dentro de uma visão romântica e idílica, que procura recriar nos espaços a imagem de paraísos perdidos, de campos bucólicos ou de jardins de palácios reais, incorporando no seu ideário toda uma concepção pitoresca de mundo, típica da sociedade européia do séc. XIX.
Linhas projetuais
Na Colônia: pátios e claustros (horta e pomar); anti-natureza.
Recife: primeiro núcleo urbano a dispor de arborização – Cidade Mauricia, arquiteto Pieter Post (1630/1654)
Passeio Público do Rio de Janeiro – 1783: primeiro espaço público tratado para o lazer da população (projeto eclético clássico do Mestre Valentim).
Novos hábitos com a chegada da Corte Portuguesa – 1808: ajardinamento, arborização urbana, Jardim Botânico.
Reforma do Passeio Público do RJ – 1862 (Auguste François Glaziou introduz o estilo eclético romântico).
A evolução do Jardim Brasileiro
A Ópera de Arame faz parte, juntamente
com o Espaço Cultural Paulo Leminski,
do Parque das Pedreiras - Curitiba
 
Contemporâneo
Copacabana– Rio de Janeiro 1970 - 1º do Brasil
 
Calçadões de praia: privilegia o andar, o encontro social nas mesas de bares e restaurantes espalhados pelas largas calçadas.
Modernismo
Praça da Sé - SP
 
Os equipamentos existentes limitam-se a bancos de concreto ou de madeira.
Os elementos decorativos são em menor quantidade (painéis ou esculturas modernas).

Modernismo
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/11.126/3887
Praça Salgado Filho – RJ
Projeto de Burle Marx
Modernismo
Forte identidade nacional.
Tem como símbolo a valorização exacerbada da vegetação tropical no tratamento e formalização dos projetos.
Alteram-se os espaços livres dedicados ao lazer com a introdução das práticas esportivas (futebol, remo, tênis e natação).
A partir dos anos 40, possuir piscina em casa torna-se padrão de status
Modernismo
Avenida Paulista 1902
 
Avenida Paulista e bairro do Pacaembu, 1935
Ecletismo
 
Quinta da Boa Vista RJ
Praça de Casa Forte, nanquim
sobre papel, 1935
 
MODERNA
É marcada por uma forte influência da pintura do séc XX na concepção de pisos e desenhos com vegetação, em especial na obra de Burle Marx.

Linhas projetuais
 
1783
Marco na concepção do paisagismo brasileiro com a inauguração do Passeio Público do Rio de Janeiro. Primeiro espaço público criado e concebido para o lazer da população. Até então limitados a jardins particulares e pátios de conventos para cultivo de flores ou árvores frutíferas.

Paisagismo no Brasil
 
Pontão do Lago Sul - Brasília
Contemporâneo
 
A cenarização é um mote de muitos dos novos grandes empreendimentos comerciais e imobiliários.
O uso intencional da vegetação (controle da insolação), é muitas vezes reduzido, de modo a se conseguir os efeitos cênicos desejados.
Elementos formais: pórticos, pisos rígidos, com desenhos geometrizados, uso de simetrias e, por contraste, de assimetrias no desenho de pisos, mobiliário urbano de desenho arrojado, vegetação controlada e presa em eixos de colunatas e totem simbólicos.
Contemporâneo
 
A cenarização é um mote de muitos dos novos grandes empreendimentos comerciais e imobiliários.
O uso intencional da vegetação (controle da insolação), é muitas vezes reduzido, de modo a se conseguir os efeitos cênicos desejados.
Elementos formais: pórticos, pisos rígidos, com desenhos geometrizados, uso de simetrias e, por contraste, de assimetrias no desenho de pisos, mobiliário urbano de desenho arrojado, vegetação controlada e presa em eixos de colunatas e totem simbólicos.''
Contemporâneo
 
Reforça-se a segregação social: shoppings e condomínios.
Calçadões tomados por multidões de vendedores ambulantes.
Esvaziamento das áreas centrais: processo de decadência física.

Contemporâneo
Parque Tanguá - Curitiba
 
Contemporâneo
Jardim Botânico Curitiba - 1991
 
EUA e Canadá – são introduzidos em profusão os pórticos, as esculturas imitando pedestres, as fontes de formas pitorescas e até a poda topiária (abandonada no paisagismo moderno).
Contemporâneo
 
Contemporâneo

A LAGOA DO BOQUEIRÃO
Aterrada para a construção do Passeio Público, e os arcos da Lapa
(Quadro à óleo de Leandro Joaquim, Museu Histórico Nacional)
Quinta da Boa Vista
Parque La Villette
Parque Juan Carlos I
Parques de Curitiba
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