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Sismedio

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by

Herbert sales

on 23 December 2014

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Transcript of Sismedio

Introdução
Unidade 1
relação com o fazer escolar

indutivo - Teorema, axiomas
lógico-dedutivo - algebra e geometria
geométrico-espacial
não-determinístico - Estatistica e probalidade
Unidade 3
Unidade 2
Os sujeitos estudantes do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na área de Matemática
Etapa II - Caderno V
MATEMÁTICA
Professora : Katia Cunha
Professor : Herbert Sales
Formação de Professores
do Ensino Médio

Pacto Nacional pelo
Fortalecimento do Ensino Médio

Unidade 1
A contribuição da Matemática como saber escolar e sua relação com as necessidades da vida cotidiana
Matemática propicia o desenvolvimento de quatro tipos específicos de pensamento: indutivo, lógico-dedutivo, geométrico-espacial e não-determinístico. Muitos de seus conhecimentos são úteis em várias situações do cotidiano, além de serem inúmeras as articulações possíveis com as outras áreas de conhecimento ou componentes curriculares, intrínsecas as situações problemas em diversos âmbitos.
Unidade 2
Coloca-se em pauta a centralidade do jovem com seus desejos e interesses, esclarecendo que as diferentes aprendizagens são direitos de todos os jovens e que as áreas precisam encontrar maneiras adequadas para possibilitar a consecução de tais direitos, focando particularmente as potencialidades da Matemática em contribuir com o estabelecimento e a execução de atividades integradoras.
Unidade 3
Apresentamos algumas contribuições da Matemática desenvolvidas ao longo da história que evidenciam a integração desta área com as dimensões do trabalho, cultura, ciência e tecnologia, desde suas origens. Também apontamos a necessidade da escolha de conhecimentos/conteúdos da área que, por se relacionarem intrinsecamente com essas dimensões, merecem ser destacados num currículo desenvolvido a partir das mesmas, como é proposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM).
Unidade 4
Inicialmente fazemos uma reflexão sobre o papel do trabalho como princípio educativo e da pesquisa como princípio pedagógico, enquanto norteadores de abordagens pedagógico-curriculares que visem uma formação integral. Em seguida, a partir de exemplos de práticas escolares, envolvendo a área de Matemática, buscamos um entendimento mais concreto sobre as efetivas potencialidades de articulação de conhecimentos matemáticos com as demais áreas, em atividades de caráter integrador.
Matemática
"A matemática (do grego μάθημα, transl. máthēma, "ciência"/"conhecimento"/"aprendizagem"; e μαθηματικός, transl. mathēmatikós, "apreciador do conhecimento") é a ciência do raciocínio lógico e abstrato. A matemática estuda quantidades, medidas, espaços, estruturas e variações. Um trabalho matemático consiste em procurar por padrões, formular conjecturas e, por meio de deduções rigorosas a partir de axiomas e definições, estabelecer novos resultados.
A matemática vem sendo construída ao longo de muitos anos. Resultados e teorias milenares se mantêm válidos e úteis e, ainda assim, a matemática continua a desenvolver-se permanentemente."
Wikipédia
Por que se ensina
Matemática?
Reconhecimento social da importância do domínio básico dos conceitos e das ferramentas que a Matemática oferece para a vida humana. Tal reconhecimento é, muitas vezes, confundido com a garantia de mais espaço no currículo para a Matemática, o que não necessariamente implica em maior qualidade das aprendizagens em Matemática. Em especial no Ensino Médio, onde há treze disciplinas/componentes curriculares obrigatórios de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio
(BRASIL, 2012)
Que tal agora tentar fazer esse exercício pensando na relação entre os conceitos e conteúdos do seu componente curricular que envolvem Matemática, e onde eles se aplicam no cotidiano? Há conceitos/conteúdos matemáticos que você não consegue relacionar ao seu cotidiano?


Os tipos de pensamento matemático e sua
Mesmo com critérios de validação baseados em princípios lógicos comuns a todos seus campos, o fazer matemático mobiliza quatro diferentes tipos de raciocínios ou intuições: o pensamento indutivo (ou raciocínios plausíveis, presentes no ato de criação matemática, na formulação intuitiva de novas conjecturas a serem validadas posteriormente);o raciocínio lógico-dedutivo (próprio da Álgebra e Geometria,por exemplo, e de tudo que diz respeito a provas de propriedades em todos os campos da Matemática); a visão geométrico-espacial (necessária para o aprendizado significativo da geometria e de suas aplicações) e o pensamento não-determinístico (característico da estatística e da probabilidade, campos que estudam eventos que envolvem aleatoriedade).

Professores, lembramos que no Caderno II da Etapa I desta Formação foi apresentada a ideia do jovem como sujeito do Ensino Médio.
Foram fornecidas “chaves analíticas que possam facilitar o processo de aproximação e conhecimento dos estudantes que chegam à escola como jovens sujeitos de experiências, saberes e desejos”. (BRASIL,2013a, p. 8). Foi apresentada ainda, na seção 1.1, a noção de juventude, explicitando a ideia de que, na verdade, existem “juventudes, no plural, para enfatizar a diversidade de modos de ser jovem existente”.
(BRASIL, 2013a, p. 16)
Os jovens fazem parte de grupos sociais diferentes constituídos a partir, por exemplo, de interesses, conveniências, afinidades ou proximidades regionais. Não podemos esquecer também que muitos “vivem” num mundo virtual no qual estão permanentemente conectados uns com os outros, mesmo não estando próximos fisicamente, mas acessíveis e presentes o tempo todo.
Uma formação matemática integral na Educação Básica demanda que os saberes dos estudantes sejam valorizados nas suas próprias formas de representação e expressão, e contrastados com os conhecimentos historicamente estabelecidos, garantindo a integração de suas vivências e experimentações com aquelas próprias à ciência. É fundamental situar a relação dos estudantes com a Matemática na perspectiva de um sujeito ativo e social que atua na produção e transformação das realidades e da sua própria existência
Trabalho, Cultura, Ciências e Tecnologia
Matemática articula-se especialmente com quatro dimensões integradora com as demais áreas do conhecimento do ensino médio
Trabalho
Cultura
Ciência
tecnologia

“integração entre educação e as dimensões do Trabalho, da Ciência, da Tecnologia e da cultura como base da proposta e do desenvolvimento curricular”. (DCNEM, 2012)
Ao longo do tempo, o homem desenvolveu por sobrevivência, meios para suprir necessidades, realizando, em geral, avanços em benefício da humanidade. Por outro lado, intervenções na natureza foram feitas também no sentido de dominá-la, para satisfazer necessidades momentâneas de grupos específios, a serviço de interesses econômicos ou outros de grupos com maior capacidade de inflenciar o poder.
Matemática na história, salientando como a produção desses conhecimentos teve ligações estreitas com trabalho, cultura, ciência e tecnologia. A seguir, discutiremos exemplos de conhecimentos e conceitos matemáticos próprios do Ensino Médio, que consideramos relevantes e pertinentes se quisermos pensar um desenvolvimento curricular que efetivamente seja embasado nas dimensões do trabalho, cultura, ciência e tecnologia.
As origens dos conceitos matemáticos são tão antigas quanto a própria cultura. As motivações para a construção desses conceitos foram problemas ligados, por exemplo, ao comércio, à agricultura, às construções de grande porte ou às observações e registros sobre corpos celestes, com a fialidade de produzir objetos ou condições necessárias para a existência humana (trabalho), o que acarretou o desenvolvimento de ciência e tecnologia, constituindo portanto a cultura das respectivas épocas e sociedades. Em particular, a resolução de tais problemas de ordem prática, ou de questões culturais mais amplas, acabou por gerar conhecimentos, e dentre eles, conhecimentos matemáticos.
Calendario - China Antiga
Os babilônios elaboraram sistemas de cálculo de áreas e métodos para a resolução de problemas comerciais, como estimativas de tempos, cálculos para a fiação de preços e empréstimos.
os egípcios usaram conhecimentos matemáticos para a construção de suas pirâmides

Ao longo do tempo, os registros foram se transformando em acervos de esquemas de representação, talvez primórdios das representações hoje próprias à Geometria. Embora a origem desse campo matemático possa ser encontrada no antigo Egito, onde surgiu a necessidade de se efetuar medições da terra devido às inundações periódicas do rio Nilo, são da Grécia antiga os primeiros registros encontrados de ideias desenvolvidas de maneira axiomática, ou seja, explicitando raciocínio
lógico-dedutivo.
Assim, no século VI a.C., a escola pitagórica unia Matemática, filosofia e misticismo, deixando registros de importantes relações entre números e figuras geométricas.
Unidade 4
Diálogo entre as áreas do conhecimento escolar: princípios e proposições pedagógico curriculares
O trabalho aqui é então entendido no seu sentido ontológico, como lemos em Lukács (1981), “ inerente à espécie humana e primeira
mediação na produção de bens, conhecimentos e cultura.” O trabalho
como princípio educativo se consubstancia em atividades criativas,
portanto prazerosas, com as quais os estudantes, de maneira solidária,
se transformam, criam e recriam conhecimentos, ciência, tecnologia
e, portanto, cultura, ao mesmo tempo em que se desenvolvem para
assumir seus lugares na sociedade como cidadãos conscientes de seus
direitos e deveres. (BRASIL, 2013c, p. 29)
Como a Matemática pode ajudar a ser vitorioso em jogos eletrônicos?
Nas palavras de Moura (2009), as tecnologias móveis querem e podem entrar na sala de aula com diferentes fialidades de apreender e ensinar. Acreditamos que isto é possível num trabalho integrador e atrativo. Há muitos jogos disponíveis nos aparelhos eletrônicos que os jovens utilizam, em particular no smartphone que a maioria traz consigo.
A esta concepção de trabalho está associada a concepção de ciência e tecnologia: conhecimentos produzidos, sistematizados e legitimados socialmente ao longo da história, como resultado de um processo empreendido pela humanidade na busca da compreensão e da transformação dos fenômenos naturais e sociais. (BRASIL, 2013b, p. 23, grifos
dos autores)
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