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Copy of Ecologia Florestal

Radiação e Luz no Sistema Florestal
by

julio skalski

on 23 May 2013

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Transcript of Copy of Ecologia Florestal

Radiação e Luz no Sistema Florestal Luz Monocromática Luz Policromática Tipos de Luz Intensidade de Luz e Radiação A Luz na Floresta
Dossel, estratos intermediários e sub-bosques Causas gerais que condicionam os regimes de luz numa floresta.
(Tabela modificada de Gandolfi, 2000) Age diretamente como fonte de energia na fotossíntese

Tem papel fundamental para as plantas ( essencial para processos fisiológicos envolvidos desde a germinação até o estabelecimento e sobrevivência das espécies presentes numa floresta)

fator importante na dinâmica de florestas (Bazzaz & Pickett, 1988). Luz Visível Caracterização do Regime de Luz caracterização edáfica dinâmica da água no solo distribuição espacial dos indivíduos arbóreos, etc. padrões fenológicos Luz Visível São fundamentais para o entendimento e compreensão dos processos envolvidos na dinâmica dessas formações (processos sucessionais) Base para definição teórica e metodológica da restauração, manejo e conservação das florestas Absorvida Refletida Transmitida SOL Energia que chega ao sub-bosque : Corresponde a 0,1 a 1,9% do total de energia que chega no dossel, chegando até 2,0% contando com ‘sunflecks’ (Bazzaz & Picket 1988). Adaptação das Espécies A radiação solar é o fator mais importante para a produtividade primária, para a qual as plantas devem ser arquitetonicamente capazes de absorver as radiações solares disponíveis, usando o máximo de área foliar possível (Conceição 1977). Assim, as plantas que vivem sob diferentes condições de intensidade de luz possuem adaptações tanto morfológicas quanto fisiológicas, em função da quantidade de energia radiante à que estão submetidas durante o seu ciclo de vida (Magalhães 1979). A adaptação das espécies a luminosidade ambiental é importante, principalmente na fase juvenil, por condicionar mudanças morfogenéticas e fisiológicas na sua estrutura e função, determinando o sucesso ou não da regeneração. Algumas das estratégias adaptadas pelas plantas que vivem no
interior da floresta :

• Modificação da forma das folhas
• Aumento da área captadora de luz (superfície das folhas)
Ajustes da orientação do limbo
• Aumento do teor em clorofilas (Clorofila b) Clareiras São processos dinâmicos e contínuos que mostram que a natureza está em fluxo (Picket & Ostfeld 1995). [ Sucessão Florestal ] É responsável pela gradual substituição das espécies numa floresta, garantindo a manutenção da biodiversidade e a auto-perpetuação das florestas tropicais (Bazzaz & Pickett, 1988 e Kageyama & Gandara, 2000). O papel da luz na dinâmica das clareiras tem se mostrado um fator importante, onde em alguns casos, a riqueza de espécies presentes nesses ambientes está relacionada diretamente com a intensidade de radiação que as clareiras recebem, que por sua vez este fato pode estar relacionado com o tamanho de cada clareira Segundo VIEIRA e HIGUCHI (1990), quando uma clareira é formada, o microclima presente na mata fechada será alterado em relação a:

qualidade e intensidade de luz
umidade e temperatura do solo
As propriedades do solo (aumento no processo de decomposição, disponibilidade de nutrientes e exposição do solo mineral Segundo WHITMORE (1978), o tamanho da clareira influencia o microclima, que, por sua vez, é diferenciado da área com o dossel fechado, ocorrendo um aumento da quantidade de luz, temperatura e diminuição da umidade relativa do ar.

Essa mudança microclimática influencia na composição floristica, pois há diferentes necessidades ecofisiológicas das espécies.

Mudanças no meio físico alteram o meio biológico, onde:

mudas estabelecidas, mas sensíveis à luz solar morrerão
outras plântulas de espécies pioneiras aparecerão
outras terão uma maximização do crescimento (VIEIRA e HIGUCHI, 1990).


Segundo ORIANS (1982), muitas espécies comuns a grandes áreas perturbadas são bastante raras em simples clareiras, sugerindo que o tamanho da clareira pode ser uma importante variável que afeta a germinação de sementes e a sobrevivência de plântulas, em consequência da influência que exercem sobre os fatores físicos. BAZZAZ, F.A. & PICKETT, S.T.A. 1988. Ecofisiologia de la sucesión tropical: una revision comparativa. Crónica Forestal y del Medio Ambiente. n.6, 1-27.

JANUARIO, M.; VISWAANA DHAM, Y.; SENNA R.C. Radiação solar dentro e fora de floresta tropical úmida de terra firme (Tucuruí- Pará). Acta Amazonica.v. 22, n. 3, 1992, p. 335-34.

GANDOLFI, S. 2000. História Natural de uma Floresta Estacional Semidecidual no Município de Campinas (São Paulo, Brasil). Tese de Doutorado, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, 520p.

CONCEIÇÃO, P.N. 1977. Alguns aspectos ecofiológicos de floresta tropical úmida de terra firme. Acta Amazônica. 7(2):157-178.


CHAZDON, R.L. 1987. Aspectos importantes para el estudio de los regimes de luz en bosques tropicales. Revista de Biologia Tropical. 35 (Supl.):191-196.


MAGALHÃES, A.C..N. 1979. Fotossíntese. In: FERRI, M.G. (coord.) 1979. Fisiologia vegetal 1, FERRI, M.G. EDUSP. P.117-163.


PICKETT, S.T.A.; OSTFELD, R.S. 1995. The shifting paradigm in ecology. In: ed. Krught, R.L. and Bates, S.F. A new century for Natural Resourses Management. Island Press, Washington, DC. 398pp.

VIEIRA, G. e HIGUCHI, N. Efeito do tamanho de clareira na regeneração natural em floresta mecanicamente explorada na Amazônia Brasileira. In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO, 6. 1990. Resumos. Campos do Jordão, 1990, p. 22-27.


WHITMORE, T. C. Gaps in the forest canopy. In: TOMLINSON, Zimmerman. Tropical trees as living systems. London: Cambridge Univ. Press, 1978, p. 639-55.

ORIANS, G. H. The influence of tree-falls in tropical forests in tree species richness. Tropical Ecology, v.23, n. 2, 1982, p. 25579. Fonte: Disponível em http://www.prof2000.pt
Acesso em 23/04/2012 Leandro Ribeiro Teixeira O processo de interceptação e transmissão de luz pelas copas das árvores dos diferentes estratos da floresta tem relação direta com os processos de fotossíntese, de crescimento e morfogenéticos, e a manutenção do processo fotossintético das plantas do estrato superior depende da radiação interceptada pelas suas copas e a radiação que é transmitida garante a manutenção da fotossíntese das plantas que vivem nos estratos inferiores, sendo que o padrão de interceptação da luz numa floresta depende da densidade e distribuição da área foliar (Bazzaz & Picket 1988). Os ‘sunflecks’ são extremamente heterogêneos, podendo variar de segundos a minutos de
duração. Para as plantas de vivem no sub-bosque, o número de ‘sunflecks’ assim como sua duração é de grande importância, provocando uma resposta fisiológica das plantas em função dessa heterogeneidade (Naumburg & Ellsworth 2002), fazendo com que 40 a 60% do carbono fixado por esses indivíduos do sub-bosque ao longo do dia se deva aos ‘sunflecks’ (Chazdon 1988, Pearcy 1990 e Chazdon & Pearcy, 1991). Absorvida Referências
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