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PCNs Temas Transversais

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by

Jamison Liberato

on 22 April 2015

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Transcript of PCNs Temas Transversais

Parâmetros Curriculares Nacionais
Temas Transversais

design by Dóri Sirály for Prezi
Critérios adotados para a eleição dos Temas transversais
Os Temas Tranversais e sua inserção nos Parâmetros Curriculares Nacionais
Pluralidade Cultural
Orientação Sexual
"O nível de saúde das
pessoas reflete a maneira
como vivem"
Saúde
Meio ambiente
Ética
Universidade Estadual Vale do Acaraú
Centro de Ciências Humanas
Curso: História
Disciplina: Metodologia do Ensino de História I
Prof. PhD Chrislene Carvalho dos Santos
Trabalho para obtenção de nota
parcial
Equipe:
Benedito Soares Frota
Bruna Alves da Silva
Francisco Jamison Liberato Sousa
Natanael Soares da Silva
FONTE: imagem da internet.
FONTE: imagem da internet.
Bibliografia

BRASIL. Secretaria de Eduacação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: apresentação dos temas transversais, ética / Secretaria de Educação Fundamental.
- Brasília : MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: apresentação dos temas transversais / Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília : MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Parâmeteos curriculares nacionais: ética.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: orientação sexual.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: saúde.
Conceito
Os Temas Transversais
são as questões sociais
que são significativas, urgentes e
necessárias em um grupo e devem
ser tratadas na escola.
Ana Amélia Inoue
Psicóloga e Educadora
Coordenou a Equipe que definiu os Temas Transversais
Objetivos
Ao lado do conhecimento de fatos e situações marcantes da realidade brasileira, de informações e práticas que lhe possibilitem participar ativa e construtivamente dessa sociedade, os objetivos do ensino fundamental apontam a necessidade de que os alunos se tornem capazes de eleger critérios
de ação pautados na justiça, detectando e rejeitando a injustiça quando ela se fizer presente, assim como criar formas não- violentas de atuação nas diferentes situações da vida. Tomando essa idéia central como meta, cada um dos temas traz objetivos específicos que os norteiam.

Conteúdos

Quanto à divisão dos conteúdos por ciclos, considerou-se que nos Temas Transversais não
há nada que, a priori, justifique uma seqüenciação dos conteúdos. Ao contrário, os conteúdos podem ser abordados em qualquer ciclo, variando apenas o grau de profundidade e abrangência com que serão trabalhados. O que servirá para diferenciar os conteúdos e seqüenciá-los serão as questões particulares de cada realidade, a capacidade cognitiva dos alunos e o próprio tratamento didático dado aos conteúdos das diferentes áreas. A transversalidade possibilita ao professor desenvolver o trabalho com uma abordagem mais dinâmica e menos formalista.

Os conteúdos de cada tema receberam um tratamento por blocos, isto é, foram organizados
de forma a reunir os diversos conteúdos em função dos principais eixos de cada tema. Com isso,
pretendeu-se garantir o equilíbrio e a coerência interna entre os conteúdos, apresentando-os
dentro de um contexto que permita ao professor perceber as possíveis articulações e inter-relações
existentes entre eles e, então, programá-los de acordo com a sua realidade. Assim, ainda que se
incluam outros conteúdos, a presença desses eixos em qualquer proposta pode garantir que
informações e discussões fundamentais sejam contempladas.

Avaliação
Todos os Temas Transversais trazem um conjunto de conteúdos que, de acordo com a proposta de transversalidade, fazem parte do ensino de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências Naturais, Arte e Educação Física. Portanto, sua avaliação não é outra além da
que é feita nessas áreas.
Entretanto, é preciso atentar para o fato de que a avaliação de valores, normas, atitudes e procedimentos, que têm presença marcante entre os conteúdos dos Temas Transversais, é bastante difícil.
[...] deve-se ter presente que a finalidade principal das avaliações é ajudar os educadores a planejar a continuidade de seu trabalho, ajustando-o ao processo de seus alunos,
buscando oferecer-lhes condições de superar obstáculos e desenvolver o autoconhecimento e a autonomia — e nunca de qualificar os alunos.
Capacidades como dialogar, participar e cooperar são conquistas feitas paulatinamente em
processos nem sempre lineares, que necessitam ser reafirmados e retomados constantemente. A qualificação, ou rotulação dos alunos, seja negativa ou positiva, tende a estigmatizá-los, a gerar comportamentos estereotipados e obstaculizar o desenvolvimento, além de ser uma atitude autoritária e desrespeitosa.
URGÊNCIA SOCIAL

Esse critério indica a preocupação de eleger como Temas Transversais questões graves, que se apresentam como obstáculos para a concretização
da plenitude da cidadania, afrontando a dignidade das pessoas e deteriorando
sua qualidade de vida.

OS CONTEÚDOS DOS TEMAS TRANSVERSAIS NÃO ESTÃO APRESENTADOS POR CICLO
TRATAMENTO DOS CONTEÚDOS POR BLOCO

Embora a transversalidade implique que os conteúdos dos Temas Transversais sejam contemplados
pelas áreas e não configurem um aprendizado à parte delas, todos os temas têm,
explicitados em seus documentos, o conjunto de conceitos, procedimentos, atitudes e valores a
serem ensinados e aprendidos.

ABRANGÊNCIA NACIONAL
Por ser um parâmetro nacional, a eleição dos temas buscou contemplar
questões que, em maior ou menor medida e mesmo de formas diversas,
fossem pertinentes a todo o País. Isso não exclui a possibilidade e a
necessidade de que as redes estaduais e municipais, e mesmo as escolas,
acrescentem outros temas relevantes à sua realidade.

POSSIBILIDADE DE ENSINO E APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENTAL
Esse critério norteou a escolha de temas ao alcance da aprendizagem
nessa etapa da escolaridade. A experiência pedagógica brasileira, ainda
que de modo não uniforme, indica essa possibilidade, em especial no
que se refere à Educação para a Saúde, Educação Ambiental e Orienta-
ção Sexual, já desenvolvidas em muitas escolas.

FAVORECER A COMPREENSÃO DA REALIDADE E A PARTICIPAÇÃO SOCIAL
A finalidade última dos Temas Transversais se expressa neste critério:
que os alunos possam desenvolver a capacidade de posicionar-se diante
das questões que interferem na vida coletiva, superar a indiferença,
intervir de forma responsável. Assim, os temas eleitos, em seu conjunto,
devem possibilitar uma visão ampla e consistente da realidade brasileira
e sua inserção no mundo, além de desenvolver um trabalho educativo
que possibilite uma participação social dos alunos.

PLURALIDADE CULTURAL
Para viver democraticamente em uma sociedade plural é preciso respeitar os
diferentes grupos e culturas que a constituem. A sociedade brasileira é formada não
só por diferentes etnias, como por imigrantes de diferentes países. Além disso, as
migrações colocam em contato grupos diferenciados. Sabe-se que as regiões brasileiras
têm características culturais bastante diversas e a convivência entre grupos
diferenciados nos planos social e cultural muitas vezes é marcada pelo preconceito
e pela discriminação. O grande desafio da escola é investir na superação da
discriminação e dar a conhecer a riqueza representada pela diversidade etnocultural
que compõe o patrimônio sociocultural brasileiro, valorizando a trajetória
particular dos grupos que compõem a sociedade. Nesse sentido, a escola deve ser local
de diálogo, de aprender a conviver, vivenciando a própria cultura e respeitando as
diferentes formas de expressão cultural.

ORIENTAÇÃO SEXUAL
A Orientação Sexual na escola deve ser entendida como um processo de intervenção
pedagógica que tem como objetivo transmitir informações e problematizar questões relacionadas à
sexualidade, incluindo posturas, crenças, tabus e valores a ela associados. Tal intervenção ocorre
em âmbito coletivo, diferenciando-se de um trabalho individual, de cunho psicoterapêutico e
enfocando as dimensões sociológica, psicológica e fisiológica da sexualidade. Diferencia-se também
da educação realizada pela família, pois possibilita a discussão de diferentes pontos de vista associados
à sexualidade, sem a imposição de determinados valores sobre outros.

ORIENTAÇÃO SEXUAL
O trabalho de Orientação Sexual visa propiciar aos jovens a possibilidade do exercício de sua
sexualidade de forma responsável e prazerosa. Seu desenvolvimento deve oferecer critérios para o
discernimento de comportamentos ligados à sexualidade que demandam privacidade e intimidade,
assim como reconhecimento das manifestações de sexualidade passíveis de serem expressas na
escola. Propõem-se três eixos fundamentais para nortear a intervenção do professor: Corpo Humano,
Relações de Gênero e Prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis/AIDS.

ORIENTAÇÃO SEXUAL
A abordagem do corpo como matriz da sexualidade tem como objetivo propiciar aos alunos
conhecimento e respeito ao próprio corpo e noções sobre os cuidados que necessitam dos serviços
de saúde. A discussão sobre gênero propicia o questionamento de papéis rigidamente estabelecidos
a homens e mulheres na sociedade, a valorização de cada um e a flexibilização desses papéis. O
trabalho de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis/AIDS possibilita oferecer informações
científicas e atualizadas sobre as formas de prevenção das doenças. Deve também combater a
discriminação que atinge portadores do HIV e doentes de AIDS de forma a contribuir para a adoção
de condutas preventivas por parte dos jovens.

SAÚDE
O nível de saúde das pessoas reflete a maneira como vivem, numa interação dinâmica entre
potencialidades individuais e condições de vida. Não se pode compreender ou transformar a situação
de um indivíduo ou de uma comunidade sem levar em conta que ela é produzida nas relações com
o meio físico, social e cultural. Falar de saúde implica levar em conta, por exemplo, a qualidade do
ar que se respira, o consumismo desenfreado e a miséria, a degradação social e a desnutrição,
formas de inserção das diferentes parcelas da população no mundo do trabalho, estilos de vida
pessoal.
SAÚDE
Atitudes favoráveis ou desfavoráveis à saúde são construídas desde a infância pela identificação
com valores observados em modelos externos ou grupos de referência. A escola cumpre papel
destacado na formação dos cidadãos para uma vida saudável, na medida em que o grau de escolaridade
em si tem associação comprovada com o nível de saúde dos indivíduos e grupos populacionais. Mas
a explicitação da educação para a Saúde como tema do currículo eleva a escola ao papel de formadora
de protagonistas — e não pacientes — capazes de valorizar a saúde, discernir e participar de
decisões relativas à saúde individual e coletiva. Portanto, a formação do aluno para o exercício da
cidadania compreende a motivação e a capacitação para o autocuidado, assim como a compreensão
da saúde como direito e responsabilidade pessoal e social.
MEIO AMBIENTE
A vida cresceu e se desenvolveu na Terra como uma trama, uma grande rede de
seres interligados, interdependentes. Essa rede entrelaça de modo intenso e
envolve conjuntos de seres vivos e elementos físicos. Para cada ser vivo que
habita o planeta existe um espaço ao seu redor com todos os outros elementos e
seres vivos que com ele interagem, por meio de relações de troca de energia: esse
conjunto de elementos, seres e relações constitui o seu meio ambiente. Explicado
dessa forma, pode parecer que, ao se tratar de meio ambiente, se está falando
somente de aspectos físicos e biológicos.
MEIO AMBIENTE
Ao contrário, o ser humano faz parte do meio ambiente e as relações que são estabelecidas — relações sociais, econômicas e culturais — também fazem parte desse meio e, portanto, são objetos da área ambiental. Ao longo da história, o homem transformou-se pela modificação do meio ambiente, criou cultura, estabeleceu relações econômicas, modos de comunicação com a natureza e com os outros. Mas é preciso refletir sobre como devem ser essas relações socioeconômicas e ambientais, para se tomar decisões adequadas a cada passo, na direção das metas desejadas por todos: o crescimento cultural, a qualidade de vida e o equilíbrio ambiental.
ÉTICA
A Ética diz respeito às reflexões sobre as condutas humanas. A pergunta ética por excelência
é: “Como agir perante os outros?”. Verifica-se que tal pergunta é ampla, complexa e sua resposta
implica tomadas de posição valorativas. A questão central das preocupações éticas é a da justiça
entendida como inspirada pelos valores de igualdade e eqüidade. Na escola, o tema Ética encontrase,
em primeiro lugar, nas próprias relações entre os agentes que constituem essa instituição: alunos,
professores, funcionários e pais. Em segundo lugar, o tema Ética encontra-se nas disciplinas do
currículo, uma vez que, sabe-se, o conhecimento não é neutro, nem impermeável a valores de todo
tipo. Finalmente, encontra-se nos demais Temas Transversais, já que, de uma forma ou de outra,
tratam de valores e normas. Em suma, a reflexão sobre as diversas faces das condutas humanas
deve fazer parte dos objetivos maiores da escola comprometida com a formação para a cidadania.
Partindo dessa perspectiva, o tema Ética traz a proposta de que a escola realize um trabalho que
possibilite o desenvolvimento da autonomia moral, condição para a reflexão ética. Para isso foram
eleitos como eixos do trabalho quatro blocos de conteúdo: Respeito Mútuo, Justiça, Diálogo e
Solidariedade, valores referenciados no princípio da dignidade do ser humano, um dos fundamentos
da Constituição brasileira.
OBRIGADO!
FONTE: entrevista dada ao programa Filhos, do SESCTV, disponível no youtube.
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