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NARRATIVAS VISUAIS 9º ANO

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by

Wagner Bôa Morte

on 23 September 2016

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Transcript of NARRATIVAS VISUAIS 9º ANO

HQ
A Linguagem
das Histórias em Quadrinhos
Linguagem
Verbal
+
Não-verbal
=
Grande potencial
criativo
e comunicativo
“A história em quadrinhos é chamada de “Nona Arte”. O termo “arte sequencial” (traduzido do original
Sequential Art
), criado pelo quadrinista Will Eisner com o fim de definir “o arranjo de fotos ou imagens e palavras para narrar uma história ou dramatizar uma ideia”, é comumente utilizado para definir a linguagem usada nesta forma de representação. http://multimidiahq.blogspot.com.br/
Imagem -> Expressividade.
Linguagem capaz de sugestionar e/0u emocionar.
Diálogo -> muitas vezes imita a língua falada.
Linguagem carregada de convenções
Códigos verbais e visuais
balões, símbolos,
sinais de pontuação, onomatopéias.
ampliam a dimensão estética
e informativa dos quadrinhos.
Inicia no jovem o precioso hábito de ler e a habilidade de interpretar.
Capaz de divulgar valores e questões culturais
que não devem ser simplesmente assimilados,
mas avaliados e criticados.
Um novo tipo de literatura
capaz de contribuir para a construção
do imaginário infanto-juvenil e
proporcionar ao leitor adulto novas
possibilidades de leituras de temas
por ele conhecidos ou novos.
HISTÓRIA EM QUADRINHOS
Possuidora de potencialidade expressional e de grande capacidade comunicativa.
Corresponde às exigências do leitor contemporâneo.
HQ:
Produto artístico possível tanto de
promover comunicação em um nível
estético, quanto de sugerir
questionamentos dentro de uma
realidade social.
Meio de comunicação de massa
com grande penetração popular,
especialmente entre os jovens
As HQs, carregadas de elementos capazes de sugestionar e abrir possibilidades interpretativas, podem contribuir para desenvolver a capacidade de análise, interpretação e reflexão do leitor.
Os quadrinhos gozam de uma linguagem autônoma.
Usam mecanismos próprios para representar os elementos narrativos.
Os quadrinhos dialogam com recursos da ilustração, da caricatura, da pintura, da fotografia, da arte gráfica, da música, da poesia, da narrativa, do teatro e do cinema.
O espaço da ação - interior de um quadrinho.
O tempo da narrativa - comparação entre o quadrinho anterior e o seguinte ou é condensado em uma única cena.
O personagem - pode ser visualisado e o que ele fala é lido em balões, que simulam o discurso direto.
Quadrinhos - um
hipergênero
que agrega diferentes outros gêneros, cada um com suas peculiaridades.
Angeli
Dik e Chris Browne
Laerte
Glauco
Bill Watterson
Henfil
Quino
Tipos
de Balão
Jim Davis
Charles Shulz
NARRATIVAS VISUAIS
Os quadrinhos como uma forma de leitura
Imagens, tecnologia e informação
esenho animado
As HQ que conhecemos hoje nasceram da disputa entre dois grandes jornais dos Estados Unidos. Em 1894, os editores do
New York World
começaram a publicar histórias ilustradas nas páginas coloridas do suplemento especial de domingo, com um personagem chamado Yellow Kid, Garoto Amarelo.
No Brasil, os quadrinhos surgiram em 1905, na revista O tico-Tico, que circulou até o começo da década de 1960. Eram histórias estrangeiras traduzidas e adaptadas por artistas brasileiros.
HQ
ZIRALDO
“Era uma vez um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés.” A frase abre o livro “O Menino Maluquinho”, que apresentou ao mundo um dos mais queridos personagens brasileiros, criado pelo cartunista Ziraldo no dia de seu 48º aniversário: 24 de outubro de 1980 .
Diz a lenda – e o próprio Ziraldo - que a inspiração para criar o menino surgiu espontaneamente, enquanto ele fazia a barba e falava consigo mesmo olhando no espelho. Criado por um cartunista tanto em texto quanto em imagem, maluquinho rapidamente foi para as tiras e quadrinhos, onde ganhou turma. Destaque, inclusive, para sensível e espevitada Julieta, que ganhou até revista própria na primeira década dos anos 2000.
Maluquinho - Este todo mundo conhece. Alegre, agitado e criativo, o Maluquinho não pára nunca. Sua mãe, Naná, e seu pai, Carlinhos, têm muito trabalho com ele, mas o adoram. Dona Naná está sempre pedindo a ele que arrume a bagunça do quarto, e seu Carlinhos já se acostumou a emprestar aquele paletó azul que o Maluquinho gosta de vestir. Mas ninguém sabe por que ele gosta tanto de usar uma panela na cabeça. Pode arriscar um palpite. O Junim acha que ela é mágica, mas nunca conseguiu provar.
Julieta - É a namoradinha do Maluquinho, mas daquele jeito: às vezes separa, depois volta, separa de novo... Espertíssima e decidida, é a líder das brincadeiras, além de ser a maior fofoqueira da área. Pra ela, nada é impossível de fazer. Ela tem um gatinho azul chamado Romeu, muito manhoso, igual à dona.
Herman - É o oposto do Menino Maluquinho. Machão, mal-humorado e tapado, fica irritado com a alegria do Maluquinho e está sempre querendo dar uns tabefes nele. Mas, como o nosso amigo é muito mais esperto, sempre engana o grandalhão. O Herman lidera uma outra turminha de meninos como se fosse um general. Isso é influência do pai e do avô dele, que são militares.
ALGUNS PERSONAGENS
Os quadrinhos, ROY LISCHSTENSTEIN e a Pop Art
As HQ foram usadas pelos artistas da Pop Art americana na década de 1960. Lischstenstein ampliava um quadrinho com o auxílio de um projetor de sildes. Usando tinta acrílica e pincel, simulava o efeito da retícula de impressão.
Complemente seus estudos lendo as páginas 66 a 71 do seu livro de artes - Radix
O QUE SÃO OS QUADRINHOS? (VÍDEO)
D
HQ !!!
ETAPAS DE CRIAÇÃO

Uma HQ envolve, normalmente, quatro ou cinco etapas.
1ª - ROTEIRO - é o nosso primeiro foco. No roteiro, descrevemos cada quadro, como ficam as personagens, qual o cenário e falas, bem como o desenrolar de toda a história.
2ª - DESENHISTA - o próximo passo e criar os desenhos. Assim que o desenhista recebe o roteiro, ele passa a acompanhar as descrições e ilustrar o que o roteirista imaginou.
3ª - ARTE-FINALISTA - é o artista que reforça e limpa o traço do desenhista, dá textura e profundidade às imagens. Se a história for colorida, este é o momento para a inclusão das cores.
4ª - COLORISTA - poderá utilizar várias técnicas para dar mais vida ao trabalho.
5ª - LETRISTA - é o último profissional do processo. Ele adiciona os balões e coloca o texto das falas. Esta etapa pode ser executada no computador, mas alguns ainda preferem fazê-la à mão.
DESENHO ANIMADO
O cinema e o desenho animado nasceram juntos a partir e algumas invenções apresentadas como brinquedos no final do século XIX.
A invenção mais sofisticada era o PRAXINOSCÓPIO ou TEATRO ÓPTICO (Emile Reynald).
PRAXINOSCÓPIO - tambor que girava; dentro dele, as tiras com sequências de movimentos desenhados eram projetadas através de um jogo de espelhos na parede, o que criava a ilusão de uma cena em movimento.
Praxinoscópios
Brinquedos ópticos
Fenacistoscópios
As primeiras projeções públicas eram simples, mas tinham música ao vivo e efeitos sonoros.
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