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ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR – BIOLOGIA E INFORMÁTICA

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karolina tamires

on 18 November 2013

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ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR – BIOLOGIA E INFORMÁTICA
Gimnospermas
As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Em muitas gimnospermas, como os pinheiros e as sequóias, os estróbilos são bem desenvolvidos e conhecidos como cones - o que lhes confere a classificação no grupo das coníferas. Há produção de sementes: elas se originam nos estróbilos femininos. No entanto, as gimnospermas não produzem frutos. Suas sementes são "nuas", ou seja, não ficam encerradas em frutos.

Angiospermas
A principal característica das angiospermas é apresentar flores e frutos. Elas fazem parte do maior e mais moderno grupo de plantas, englobando cerca de 230 mil espécies. Há espécies de milímetros de altura assim como há também árvores de até 110 metros. Seu filo é denominado Magnoliophyta.
Briófitas

Pteridófitas
As briófitas são plantas avasculares (não possuem vasos condutores de seiva) que crescem em solos úmidos, pedras ou troncos de árvores, sendo os musgos seus principais representantes. São de pequeno porte e não ultrapassam 5 cm de altura, embora na Nova Zelândia se encontrem briófitas de 40 cm, as briófitas apresentam maior especialização celular do que as algas e são divididas em três filos: Bryophyta (musgos), Hepatophyta (hepáticas) e Anthocerophyta (antóceros).
O corpo das pteridófitas já apresenta a diferenciação em raiz, caule e folhas. As raízes formam o sistema radicular, responsável por fixar a planta ao substrato e pela absorção de água e nutrientes.
O caule sustenta o corpo vegetal e realiza o transporte de substâncias entre raízes e folhas e vice-versa. Em muitas espécies, o caule cresce abaixo da superfície do solo, ou seja, é um tipo de caule subterrâneo chamado de rizoma. Apresentam, também, dois tipos de tecido condutor bem diferenciados: o xilema, que transporta a seiva bruta da raíz até as folhas, e o floema que transporta a seiva elaborada das folhas para o resto da planta.
As folhas muitas vezes são divididas em pequenas partes, chamadas de folíolos. As pteridófitas não possuem flores, frutos ou sementes.
Reprodução das briófitas
A reprodução das briófitas pode ser assexuada ou sexuada. Assexuadamente as briófitas se reproduzem simplesmente por fragmentação. E sexuadamente por fecundação que ocorre quando o gameta masculino (anterozóide) se encontra com o feminino (oosfera). Com isso é formado um embrião que se densenvolve até se transformar em esporos que quando soltos no ar e ao encontrarem condições favoráveis, germinam.
Reprodução das pteridófitas
Muitas espécies de pteridófitas se reproduzem assexuadamente por meio de brotamentos mas a maioria forma esporos que podem ser chamados de megásporos, se forem grandes, e micrósporos, se forem pequenos. Esses esporos são formados á partir de estruturas chamadas esporângios e soros que se encontram na própria folha da planta.
Reprodução das angiospermas
Os órgãos reprodutores das angiospermas são as flores. As angiospermas caracterizam-se por um ciclo de vida com alternância de gerações: a geração diplóide (o esporófito) reproduz-se por meio de esporos, e a geração haplóide (o gametófito), reproduz-se por meios de gametas. Nas fanerógamas, a alternância de gerações é pouco evidente, já que o gameta surge na flor do esporófito. O gametófito é muito reduzido e tem uma duração muito curta quando comparada ao esporófito. Apresenta-se como uma estrutura sem pigmentação verde, cuja nutrição é garantida pelo esporófito, sobre o qual se desenvolve.
Tamires lima e Karolina Souza
Reprodução das gimnospermas
O principal exemplo de uma gimnosperma é o pinheiro, já que sua semente fica envolvida por escamas, formando uma estrutura mais ou menos cónica (pinha). No seu processo de reprodução, os cones masculinos liberam esporos, também de grãos pólen, que se espalham através do movimento dos ventos até encontrarem os cones femininos, que produzem a oosfera, formando um zigoto. Assim, no interior da pinha são formados os pinhões, produtos dos óvulos fecundados. Normalmente, após um ano, a pinha se abre e deixa cair os pinhões, que levados pelo vento, originarão uma nova planta se acharem condições adequadas.
A fecundação depende inicialmente da transferência dos grãos de pólen desde as anteras até a abertura superior dos carpelos. Essa polinização depende de um meio de transporte para os grãos de pólen e pode ser feita pelo ar ou por insetos. Para que a fecundação ocorra, o tubo polínico libera as duas células espermáticas, esse processo é denominado dupla fecundação e é característico das angiospermas. A partir da dupla fecundação, há desenvolvimentos que terminam na formação da semente e do fruto.
Fecundação
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