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Da díade à tríade

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by

Sofia Pinto

on 4 November 2015

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Transcript of Da díade à tríade

O pai na sociedade contemporânea
É o processo da passagem da relação que o bebé estabelece com a mãe/agente maternante para uma relação com outros adultos significativos, a começar pelo pai.
A relação mãe-bebé reflete a importância dos primeiro vínculos no desenvolvimento fisiológico e psicológico do bebé, quando a mãe interpreta e responde adequadamente às necessidades orgânicas e emocionais do filho.
A figura de vinculação
Estudos demonstram que o bebé estabelece laços de vinculação com a pessoa mais próxima e que responde adequadamente às suas necessidades.
Da díade à tríade:
A mãe não é a única figura de proteção.
Pode ser substuída por agentes maternantes, tais como;
mães de substituição, o pai, outros familiares ou adultos significativos.
Não existe uma predisposição específica de vinculação com a mãe biológica.

"A pessoa responsável pelo bebé tem de proporcionar um ambiente
constante, sensível, acolhedor e apoiante
." (Norman e Richard Sprinthall)
Vinculações múltiplas:
Surgiram também com a instituicionalização de parte significativa do acompanhamento das crianças (p. ex. jardins de infância).

No entanto, estas vinculações não competem com a relação mãe-bebé-pai, que permanece fundamental para todos.
Vinculação e equilíbrio psicológico
Disponibiliza prazer e satisfação imediatos
Influenciará muitos aspetos da sua condição psicológica
E
O modo como, no futuro, o adulto se relacionará com o próprio corpo, construirá a própria sexualidade e afetividade.

Um processo de vinculação positivo levará a uma melhor regulação emocional.
O indivíduo sentirá mais autoconfiança
A forma como o pai pega no bebé, o tom de voz, o modo como brinca e interage, comunica e lida com as mais variadas situações distinguem-se dos da mãe, contribuindo para o desenvolvimento de sólidas estruturas psíquicas.
Com as recentes mudanças sociais, principalmente a emancipação da mulher, os papéis do pai e da mãe na família estão a ser reconfigurados.

Ser pai não é duplicar a figura da mãe, é acrescentar uma nova dimensão à vida da criança.
"novos pais"
começam a partilhar tarefas domésticas e a assumir um novo papel na relação com os filhos
Esta imagem do pai que cuida do filho tem vindo a ser promovida pelos meios de comunicação social.
Mas estudos demonstram que a mulher é quem continua a prestar mais cuidados ao filho, mesmo que não trabalhe em casa.
A diferença entre o pai e a mãe
O pai ajuda também a criança a situar-se sexualmente
As representações relacionais que se constroem durante a primeira infância contribuem para a estrutura da sexualidade. Os bebés começam por imitar o sexo da mãe e o pai, à medida que vai desenvolvendo uma relação com a criança, ajuda-a a confirmar a sua identidade sexual.
Vinculação e individuação
A relação estabelecida entre o bebé e o outro indivíduo que cuida dele proporciona-lhe prazer e satisfação, de modo a que este se sinta seguro e confiante.Desta forma, dá-se o início de processo de autonomia, de separação das figuras de vinculação.
A partir da
base de segurança
, gerada pelos pais,o bebé sente-se capaz de explorar o mundo e estabelecer outras relações e regressando caso se sinta ameaçado ou inseguro.
Na base do processo de
individuação
está a
vinculação

É a necessidade primária do ser humano criar a sua própria
identidade
, a sua
individualidade
e se distinguir daqueles com quem mantém laços de vinculação
Sem figuras de vinculação, não era possivel a individuação
A cada etapa de desenvolvimento, apesar de relacionados, predominam um sobre o outro.
Na primeira infância
A vinculação tem um papel fundamental, dominando as relações que a criança tem, nomeadamente com os progenitores.
Na adolescência
O processo de separação- individuação domina, pela necessidade de autonomia.

A
vinculação
e a
individuação
mantém uma relação de interação ao longo da vida.

Palavras Cruzadas
As novas famílias cumprem com a função de vinculação?
A alteração na estrutura familiar deriva da nossa necessidade de adaptação ao contexto da nossa época e aos desejos dos outros.
Casais homossexuais
Estudos mostram que crianças filhas de pais homossexuais apresentam um desenvolvimento psicológico e emocional idêntico ao das criaças que crescem nas famílias convencionais.
O que é relevante no desenvolvimento da criança é que haja uma família estável, qualquer que seja a sua composição, que lhe dê os afetos essenciais para um crescimento saudável.


Um casal homossexual transmitirá estes afetos ao seu filho quanto um casal heterossexual.
Famílias monoparentais
A ausência de uma figura faz recair toda a atividade parental sob a outra, que não será capaz de cumprir integralmente a sua função.




A criança identifica-se completamente com essa figura.
Foi também demonstrado que crianças de figuras monoparentais, em regra, têm dificuldades de desenvolvimentos e que apresentam perturbações de carácter.
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