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Poesia marginal

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by

giovanna leal

on 3 December 2014

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Transcript of Poesia marginal

Horas
O olho do relógio vigia meu coração
(acima do bem e do mal e dentro do medo)
Até às onze horas de hoje
não amei ninguém.
Espero que até às cinco da tarde amanhã
eu ame alguém.
O olho do relógio vigia, vigia.
Mas nem o medo afasta o desamor.
"...Até às onze horas de hoje
não amei ninguém.
Espero que até às cinco da tarde amanhã
eu ame alguém."
"...O olho do relógio vigia, vigia.
Mas nem o medo afasta o desamor."
Poesia marginal
- Função poética: metáfora- olho do relógio e coração
personificação- vigia
- Função emotiva: pronome meu
- Sentido denotativo: olho- órgão sensitivo capaz de
OBSERVAR
e
PERCEBER
tudo ao redor
relógio-instrumento usado para medir e se ter
CONTROLE
sobre o tempo
coração- órgão constantemente relacionado com os
SENTIMENTOS
- Sentido conotativo: militares e população
- Função emotiva: verbos- amei e espero
pronome- eu
- Função poética: assonância e aliteração- ninguém e alguém
- Sentido conotativo: AI-1 que tinha
11
artigos

e o AI-
5
- Função poética: metáfora- o olho do relógio
personificação- vigia
Francisco Alvim
"O olho do relógio vigia meu coração..."
"...(acima do bem e do mal e dentro do medo)..."
- Sentido conotativo: na ditadura se utilizava o medo das pessoas para ter controle sobre elas
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