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Conjuntura politica Europeia do pós-guerra

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Eva Bernardino

on 28 May 2014

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Transcript of Conjuntura politica Europeia do pós-guerra

1947

1945
Conjuntura politica Europeia do pós-guerra
Segunda Guerra Mundial
Construção da Europa
Tratado da União Europeia
Concelho europeu de copenhaga - 21 e 22 de junho de 1993
Periodo de crise na Europa
Os chefes dos 4 paises vencedores (Reino Unido, EUA, URSS) reuniram-se em lalta
Coferencia de lalta
- 1945 - Alemanha ficou dividida em quatro zonas (três ocidentais e uma oriental) que se juntaram.
Zonas Ocidentais
- Republica Federal da Alemanha
Zonas Oriental -
Republica Democrática Alemã
Europa perdeu o dominio sobre o mundo
Estados Unidos da América
URSS
Bloco de Ocidental (Liberal)
Bloco de Leste (Socialista)
Polos Politico-económicos dominantes a nivel mundial
Europa desorganizada a nivel económico
Plano Marshall
- 1947 - Objetivo de reconstruir a Europa Ocidental da Segunda Guerra Mundial - Plano gerido pela Organização Economómica de Cooperação Europeia
Europa dividida
Formação de alianças
- Tratado de Bruxelas (1948), Tratado do Atlântico Norte e o Conselho da Europa
Formação da CEE
(Comunidade Económica Europeia - 25 de março de 1957)
Tratado de Roma
assinado por 7 países
França, Belgica, Holanda, Luxemburgo, RFA, Itália
Objetivo: Formar um mercado comum
Primeiro Alargamento:
1973 - Reino Unido, Dinamarca, Irlanda
Segundo Alargamento:
1981 - Grécia
Terceiro Alargamento:
1986 - Portugal e Espanha
Deu uma nova dimensão ao processo de integração europeia.
A União prepara-se para uma nova realidade internacional:
O fim da divisão da Europa, do comunismo e de um mundo bipolar.
União Europeia (UE)
Permitiu aos cidadãos
de todos os membros uma maior
liberdade
para:
Circular, viver, trabalhar ou estudar
em qualquer um dos estados membros, bem como o direito de poder eleger nas eleições municipais e europeias no Estado-Membro de residencia
Foram redefinidas relações entre comunidade e os Paises da Europa Central e Oriental
(PECO) -

Republica Checa, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia, Eslovénia, Bulgária e Roménia)
Definiram as relações entre a Comunidade e os Peco definiram os critérios que os paises candidatos teriam que preencher para que a sua adesão se tornasse efetiva
1957

1973 - 1981- 1986

Quarta Adesão: 1995 - Austria, Suécia, Filandia - Europa dos 15
Tratado de Amesterdão - 7 de outubro de 1997
Efetua uma revisão os tratados comunitários e altera o tratado da UE
Competencias Alargadas (politica do emprego, da livre circulação das pessoas, a politica de emigração e a cooperação judicial em matéria civil)
Prevê disposições que permitem que vários estados-membros recoras intituições comuns para estabelecer entre si uma
cooperação reforçada
Nao foi possivel garantir o desenvolvimento da união europeia (Tratado de Amesterdão)
Concelho Europeu da Colónia
(1999) convocou uma nova
Conferencia Intergovernamental
Consistia em tratar os aspetos conhecidos pela expressão
'as questões pendentes em amesterdão'
Saber a dimensão e a composição Comissão Europeia
A ponderação dos votos no Conselho
A eventual extensão da votação por marioria qualificada no Conselho
Tratado de Nice (2001) -
Alargamento da UE aos paises do Leste sul da Europa
União Europeia: Processo de Alargamento a leste
5 alargamento
(1 de maio de 2004) Oito paises da PECO -
Polónia, Hungria, Republica Checa, Eslovénia, Lituânia, Eslovénia, Estónia Letónia, Lituânia
e
Eslováquia, Chipre e Malta.
A união Europeia a 25
6 alargamento
- 2007 - Adesão de mais dois PECO -
Bulgária e Roménia
Europa dos 27
Permitiram unir democráticamente a Europa e ultrapassar a divisão do continente estabelecida na conferencia de Lalta
A adesão dos PECO à União Europeia significa um esforço considerável no sentido de disponibilizar intrumentos que permitem ultrapassar as dificuldades existentes
Programa de Ajuda Comunitária aos Países da Europa Central e Oriental (PHARE) 1989 -
Teve como principal objetivo ajudar estes paises a construir as suas económias
Programa Especial de Adesão para o Desenvolvimento Agricola e Rural (SAPARD) 1999
- Desenvolvimento rural sustentavel para os paises candidatos da PECO
Instrumento para as Politicas Estruturais de Pré-Adesão (ISPA) 1999 -
objetivo de apoiar financeiramente no dominio económico e social principalmente no dominio dos transportes e ambiente.
O alargamento da UE aos paises associados comportou custos orçamentais significativos, mas tambem transportou importantes beneficios relacionados com o aumento do poder e do prestigio da União no Mundo e nas negociações internacionais.
Portugal: Consequências do Alargamento
Os dois ultimos alargamentos (PECO) provacaram profundos ajustamentos económicos no seio da UE
Consequências sociais:
decorrentes das atividades económicas das alterações nos fluxos comerciais, financeiros e de tecnologia a escala europeia
Portugal
pois sendo um país periférico
viu-se confrontado com um enorme desafio: O desvio de
fluxos de Investimento Direto Estrangeiro
(IDE) a
deslocalização
de algumas empresas
do território nacional e
redução de fundos estruturais e de coesão.
Estrutura produtiva de Portugal
Modelo de crescimento económico ainda muito centrado nos
baixos salários
como principal fator competitivo
Um
tecido industrial marcado por setores tradicionais
identificos aos dos Países da Europa Central e Oriental (PECO)
Captação de Investimento Direto estrangeiro (IDE)
Desempenho positivo por parte daqueles novos paises em comparação com Portugal
Deslocalização de empresas, principalmente de mão de obra intensiva e para solucionar este problema
As empresas portuguesas devem continuar a procurar modernizar-se tornando-se assim mais competitivas
Exige apostar fortemente na:

Inovação
tecnicológica, organzacional e de produtos/serviços
Melhoria de competências humanas
desenvolvendo um
modelo de competividade que nao assente nos baixos salários
mas em factores como
inovação
,
qualidade
dos produtos e serviços e qualificação permanente dos recursos humanos
Desde a Adesão de Portugal à UE, o nosso país tem beneficiado de importantes apoios financeiros de fundos estruturais
Quadros Comunitários de Apoio (QCA)
- Contem a estarégia e as prioridades da ação dos fundos e os outros recursos financeiros
QCA I - 1989- 1993
QCA II - 1994-1999
QCA III - 2000-2006
QREN - 2007-1013
Investimento de 40 mil mihoes de euros para fundos comunitários e para fundos de investimento publico e privado
Portugal diminuiu o fluxo de fundos estruturais mas no periodo de 2007-2013 obteve um montante ligeiramente inferior ao do anterior
1993
1993
1995
1997
1999 - 2001
2004 - 2007
2007-2013
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