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Introdução à Ética

Aula 12
by

Edgar Correia

on 4 August 2014

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Transcript of Introdução à Ética

Podemos ter como princípio dizer sempre a verdade?
Você consegue imaginar alguma situação em que é preferível não dizê-la?
Será que é possível estabelecer algum critério a respeito de quando ela deve ser dita?
Juízo de valor e norma

Diferenciar bem e mal

Princípios morais - consciência ética

Mas por que escolhemos fazer o bem?
A norma

Estabelecimento de normas
- uma lei, um regulamento escrito ou um princípio de conduta

Escolhendo entre alternativas possíveis
- Aborto e pena de morte

Moral e Ética

Moral (do latim moralis, de mor-, mos: costume)

Ética (do grego ethiké, ethikos: que se refere aos costumes)
- Regras de conduta permanentes e de validade universal, buscando definir seus princípios

1. “Se deus não existe e a alma é mortal, tudo é permitido”, disse Ivan Karamazov, personagem da obra Os irmãos Karamazov, do escritor russo Fiodor Dostoievski (1821 – 1881). Comente essa afirmação.


2. Em que medida essa visão destoa da visão de Kant?


3. Pensando nas discussões desenvolvidas nesta aula, procure explicar as relações entre Ética e violência.
"A vontade de verdade, que ainda nos fará correr não poucos riscos, a célebre veracidade, que até agora todos os filósofos reverenciaram: que questões essa vontade de verdade já não nos colocou!"
Ética em Aristóteles

Todas as coisas (tanto os objetos como as pessoas) têm uma finalidade -
TELEOLOGIA

Justa medida
- vida dos prazeres - satisfação imediata dos desejos;
- vida política, que é exercida pelo cidadão livre e se satisfaz com a honra;
- vida contemplativa, fundada na reflexão e na investigação filosófica.
A lei moral kantiana

Imperativo categórico
“age de tal forma que a norma de tua conduta possa ser tomada como lei universal”

não depende nem da vontade de deus nem da submissão a um objetivo maior

direito natural x direito positivo

A afirmação da personagem expressa descrença na possibilidade de se estabelecer qualquer princípio ético universal que não seja fundado na religião ou no temor a deus.
Em Kant a moralidade não depende
nem da vontade de deus nem da submissão
a um objetivo maior (ou seja, não está fora
do sujeito, mas dentro dele).
Pode-se dizer que as normas estabelecidas por uma sociedade têm como objetivo impor limites e controles ao risco permanente da violência. Se cada um estabelecesse suas próprias normas, ou seja, se houvesse liberdade total, seria praticamente impossível vivermos em sociedade e o risco de disseminação de práticas violentas seria bem maior.
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