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Memorial do Convento cap. XXI

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by

Catarina Ferreira

on 12 May 2015

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Transcript of Memorial do Convento cap. XXI

Memorial do
Convento

Capítulo XXI
Personagens
Tempo
Tempo Histórico
Tempo Diegético
Espaço psicológico
“Tem desenhado na cara o medo de morrer…”
"Durante todos estes anos, onze já vão vencidos...”;
"Ora, Mafra já engoliu onze anos de trabalho, das riquezas nem se deve falar, ...".
D. João V
Onze anos após 1917, data do início da construção do Convento de Mafra.
Espaço Físico
"Ficou o rei, que está em sua casa, agora esperando que regresse o almoxarife ...";
"D. João V está numa sala do torreão, virada ao rio.".
Espaço
Espaço Social
“Porém, aqui o que conta é o espetáculo, (…) respeito devido a príncipes, …”
1728
"(...) que tal coincidência se daria daí a dois anos, em mil setecentos e trinta, (...)"
Mafra
e
Palácio Real
Rei de Portugal de 1707 a 1750.
Símbolo de monarca absoluto, vaidoso, megalómano e egocêntrico,
Mantém com a rainha apenas uma relação de "cumprimento do dever"
Em alguns momentos, pretende ser um déspota esclarecido, à semelhança dos monarcas europeus da sua época.
Dado aos prazeres da carne e a destemperos vários.
Sacrificou todos os homens válidos e a riqueza do país na construção do convento, devido à sua pouca astucia e inconsciência da situação do país.
Atua como a voz da razão sobre a vontade de D. João V, revelando-se consciente, ao contrário de sua majestade.
O seu nome altera-se consoante o país onde permanece.
Memorial do Convento
Capítulo XXI
Referencia ao divertimento favorito do rei - armar e desarmar a basílica de S. Pedro em madeira - agora partilhado com os filhos D. José e D. Maria Bárbara.

"Por outros dizeres, oxalá mais claros, não sentindo D. João V já gosto que valha o trabalho de armar a basílica de S. Pedro, ainda encontrou modo indireto de o reaver, no mesmo movimento provando o seu amor paternal e real, ao chamar a virem auxiliá-lo seus filhos D. José e D. Maria Bárbara."


D. João V manda chamar o arquiteto Frederico Ludovice a quem manifesta o desejo de ver construída uma basílica como a de S. Pedro de Roma. Perante a insanidade de tal pedido, o arquiteto sabe que
"a um rei nunca se diz não"
e tenta convencer o rei de que
"A obra é longa e a vida é curta".
Capítulo XXI
D. João V fica convencido da impossibilidade de realizar o seu desejo, mas investe num novo capricho - aumentar a capacidade do convento de Mafra para trezentos frades.

"Então, quantos, Digamos trezentos, e mesmo assim já vai ser pequena para eles a basílica que desenhei e está a ser construída..."


Conversa entre o monarca e o secretário sobre as despesas do reino.

"Está longe daqui o fundo dos nossos sacos, um no Brasil, outro na Índia, quando se esgotarem vamos sabê-lo com tão grande atraso que poderemos então dizer, afinal estávamos pobres e não sabíamos."
Capítulo XXI
Decorridos onze anos desde o início da construção do convento (1728), D. João V toma consciência da brevidade da vida e exige que o ritual da sagração da basica de Mafra ocorra a um Domingo coincidente com o dia do seu anversário, 22 de outubro de 1730.

"assim o quero, ordeno e determino (...) A sagração da basílica de Mafra será feita no dia vinte e dois de outubro de mil setecentos e trinta, tanto faz que o tempo sobre como falte, venha sol ou venha chuva, caia neve ou sopre o vento, nem que se alague o mundo ou lhe dê o tranglomango."


Urge terminar as obras e recrutam-se mais homens, de forma forçada e escravatizante, por todo o país, de Bragança a Faro.
D. João V
Ludovice
Crítica ao Portugal do século XVIII que, apesar de ser um país rico e abundante, submete seu povo à miséria e à exploração.


Crítica ao reinado de D. João V.

"Porém, há limites, este rei não sabe o que pede, é tolo, é néscio, se julga que a simples vontade, mesmo real, faz nascer um Bramante, um Rafael, um Sangallo, um Peruzzi, ..."


Críticas
Romance
Primeira publicação em 1982
Crítica à exploração dos mais fracos pelos mais fortes.
Crítica à corrupção religiosa
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