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Copy of Sente-me Ouve-me Vê-me - Helena Almeida

Trabalho de História a Cultura das Artes
by

Isadora Forte

on 12 May 2013

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Transcript of Copy of Sente-me Ouve-me Vê-me - Helena Almeida

Sente-me Ouve-me Vê-me Helena Almeida Helena Almeida nasceu em Lisboa em 1934, filha do escultor Leopoldo de Almeida. Tirou o curso de Pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. A sua obra, muito diversificada (pintura, desenho, instalação, escultura e gravura), tem um denominador comum: a fotografia. O seu trabalho centra-se no auto-retrato a preto e branco, com intervenções pictóricas pontuais. As principais temáticas de Helena Almeida são o espaço, a ocupação deste pelo corpo e os rituais associados a essa ocupação (presença, movimento, interacção).
É uma das principais artistas portuguesas contemporâneas. "Sente-me, Ouve-me, Vê-me" é um conjunto de trabalhos do final da década
de 70 que faz uso da fotografia, do vídeo e de som. Constitui um alargar do
campo de procedimentos, tornando-se por isso mais complexo. O campo sensorial (sentir, ouvir, ver) refere-se a uma correspondência contrária às possibilidades das
imagens e ao que é referido: "Sente-me" inclui imagens de olhos no entanto,
fechados; "Ouve-me" é um vocativo que se inscreve na própria imagem, pois
na boca surgem costuras que a impedem de falar. Esta obra sonora foi usada pelo coreógrafo e bailarino João Fiadeiro no espéctáculo I am here, apresentado no Centro George Pompidou em 2003. A obra consiste num diálogo com o trabalho de Helena Almeida, utilizando também outro tipo de suportes sensoriais. As imagens com o título de “sente-me” mostram-nos os olhos cerrados, e mãos com intervenções pontuais da artista. As imagens com o título de “ouve-me” mostram-nos os lábios cerrados (suturados, cosidos com linha) como se a artista tivesse necessidade de exprimir algo, mas estando disso impossibilitada.

Helena Almeida procura esta relação/envolvimento do espectador com a
obra, do ponto de vista da continuidade do tempo, no sentido da sensação, da
fisicalidade do sentido do corpo e da sua ligação dos elementos (autor/
obra/espectador) e dos espaços de cada um. http://www.idearte.org/texts/42.pdf http://historiaculturartes.blogspot.com http://pt.wikipedia.org/wiki/Helena_Almeida http://dasartesplasticas.blogspot.com/2008/01/helena-almeida-lisboa-portugal-arte.html "Não é pintora, não é fotógrafa, não é escultora, não é performer,
não é videoasta. E no entanto é tudo isso, ora simultaneamente, ora
alternadamente. Helena Almeida é uma artista trans-disciplinar, que
procura compreender e ultrapassar os limites de cada campo artístico." http://www.arte.com.pt/text/filipag/helenaalmeida.pdf Neste conjunto de trabalhos, pela primeira vez o destinatário é identificado, e
é o que está para lá da máquina fotográfica, que se vai afirmar enquanto
espectador.
Helena Almeida estrutura este trabalho em função de uma divisão espacial
entre um “lado-de-cá e um lado-de-lá-da-representação”. A inclusão de uma peça videográfica, "Vê-me", reforça um processo que consiste em passar de lá
para cá. http://arteucp.blogspot.com/2007/07/helena-almeida-recenso-crtica.html Todas estas perguntas sobre a dificuldade de ser ou de comunicar vêm
sempre à tona, mais tarde ou mais cedo, em qualquer ser humano no
entanto, o artista criador vive-os ainda mais intensamente, pois a
comunicação que passa pela aceitação de si próprio é para si uma
necessidade ardente. Ser ou não ser é o terrível dilema que a criação de uma
obra coloca ao seu criador. É esta consciência do ser e o nascimento deste
estado de consciência que habitam as obras de Helena Almeida. Outras Obras de Helena Almeida: "Seduzir" "Tela Habitada" "Pintura Habitada" "Eu estou aqui" "Voar" "Desenho Habitado" Toda a informação proveio dos seguintes sites: Todas as imagens provieram do site: http://www.google.pt Trabalho elaborado no ambito da disciplina de História e Cultura das Artes pela aluna Diana Damásio Francisco nº5/ 11ºS da Escola Secundária Alves Martins de Viseu
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