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História do Design

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by

Artemio Cassol Neto

on 29 August 2014

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História do Design
Estética PUNK
"Se o dadaísmo foi contra a arte, o Punk foi contra o design."


"Quebrar Regras"
Os anos 80
- O design dos anos 80 não insere hegemonia de uma escola ou estilo, mas de muitas tendências, gerando o design híbrido.

- Em meados de 1980 a prática da computação gráfica se insere no design. A partir de 84 o computador Macintosh, da Apple oferece as primeiras possibilidades de criação digital.
Design Retrô
Pós 1960
Transformações socioculturais (pós guerra);
Surgimento de novas mídias e ideologias;
Equilíbrio da função comunicativa com a função prática;
Tecnologia digital;
Meio ambiente;
Novas escolas de design.
Hussein Chayalan, tecnologia LED na moda
Valorizam a imagem crítica;
O uso de técnologia;
O trabalho do autor (bem humorado, irônico);
Oferta de produtos versáteis;
Do "revival" às propostas futuristas;
Relacionam com outras áreas de estudo.
Início do design como mediados de ideias, conceitos, sentimentos e utopias pós-modernas.
As criações do Studio Alchimia (da esq. para dir.): “Faktotum” de Ettore Sottsass (1980) | Cafeteira por Mendini Biennale di Venezia (1980) | Redesign do Movimento Moderno por A. Mendini (1978). IMAGENS: www.alchimiamilano.it
Pós 1960
David Carson, utiliza um design totalmente desconsiderado do “limpo” e a “organização espacial” .
Wes Wilson inovou com o “psicodelismo” no design pós-moderno.
Capa de revista de David Carson e cartaz que Wes Wilson fizera para um show de Bob Dylan
.
POP ART
Surgiu na Europa em 1949 com Eduardo Paolozzi;
Considerada a percursora da Pop Art, “I was a rich man’s plaything” trás o american way of life com um novo olhar.
IMAGENS: REPRODUÇÃO.
Lançada oficialmente em 1956, com a exposição "This Is Tomorrow" . Richard Hamilton, “Just what is it that makes today’s homes so different so appealing”.
Cartaz de Hamilton, banaliza a sociedade de consumo na época, a partir do uso de diversas colagens retiradas de revistas eróticas e de fisiculturismo. IMAGENS: REPRODUÇÃO.
POP ART
POP ART

Nos EUA aconteceu em 1962, na exposição "International Exhibition of the New Realists" , reunindo mais de 50 artistas.
http://www.interviewmagazine.com/#_ < REVISTA DO WARHOL
Uso de imagens dos meios de comunicação de massa;
Exploravam a publicidade, a tv, os ídolos, as embalagens industrializadas;
Crítica ao modo de produção em massa;
Recriação.
POP ART
Roy Lichtenstein
Emulation, 1960
Mapa pop dos eua, 1961
Jasper Johns
POP ART
Andy Warhol
Claes Oldenburg
Bicyclette Ensevelie (Buried Bicycle), 1990.
Campbell's Soup Cans. 1962

Psicodelismo
Surgiu em1960, com cartazes que reproduziam as novas formas de militância social - direitos civis, contra a Guerra do Vietnã, feminismo e afins - que estavam em ebulição.
Início dos cartazes psicodélicos nos anos 60 (da esq. para dir.): “Stop War”, protesto anti-guerra | “Day Glo Nuce Couple” e a liberdade sexual | “Black Power Fist” simbolizando a luta racial. IMAGENS:www.dpvintageposters.com
Decolou quando foi adotado pela contracultura Hippie, já no final dos anos 60.
Movimento descentralizado;
Traduziam valores de: antiestablishment, rock, paz e amor;
Drogas alucinógenas (sensações visuais);
De jovens para jovens;
Curvas fluidas e sinuosas da Art Nouveau; Intensa vibração ótica da Op Art; Manipulação e reciclagem de imagens vindas da Pop Art.
Psicodelismo
Pôster de Victor Moscoso produzido para o show de The Steve Miller Blues Band. – 1967.
Psicodelismo
Alguma das estéticas que serviram de base para o Psicodélico (da esq. para dir.): a Art Nouveau com “Peacock” (1903), de Albert Angus Turbayne | A Op Art de Victor Vasarely, “Zebra” (1938) | E “Marlon” (1966), com a Pop Art de Andy Warhol. IMAGENS: REPRODUÇÃO.
Capa de disco do Beatles
Peter Blake e Jann Haworth
Psicodelismo
Lúdico, irônico e bem humorado;
Novos olhares e abordagens para o normal e cotidiano;
Principais clientes promotores de concerto de rock e festas alternativas;
1970: principal veículo de divulgação de festas universitárias;
Aos poucos ficando mais leve e “para as massas”.
A dualidade pós-moderna (da esq. para dir.): Pantom e sua Pantower: as possíveis formas de interação entre usuário e produto. | A Ball Chair de Aarnio, com influências espaciais, prezava muito mais estética do que ergonomia.
IMAGENS: REPRODUÇÃO.
Philip B. Meggs - História do Design Gráfico
Fonte:
desinteração.tumblr
PUNK
DÉCADAS
AGRESSIVIDADE

ANARQUIA
60
70
-
SEX PISTOLS
FANZINES
FANZINES
NÃO-DESIGN
REVOLUÇÃO
PÓS GUERRA
Fonte:
desinteração.tumblr
Desktop
publishing
Possibilidade de criar layouts WYSIWYG;
Edição e produção de publicações
Programas de paginação (InDesign);
Aldus Corporation (1947)
Aldus PageMaker v1.0 para o recém-aparecido Apple Macintosh (1987)
SEX PISTOLS
God Save the Queen
Design Gráfico
x
DTP
Jamie Reid
Peter Saville
Processo Criativo;
Mensagem Específica;
Comunicação visual (Logos).
Processo mecânico;
Combinação de textos e gráficos;
Produção de documentos (Newsletter).
Liberdade de expressão;
Visualmente complexo, conceitual;
Design criativo, comunicativo e prático;
Semiótica como objeto no aspecto artístico.
"A era do design computadorizado transformou completamente o mundo das artes gráficas. Agora os designers tinham total controle e podiam misturar, expandir e dimensionar tudo com o clique do mouse (...)”
Nas imagens que se destacaram nos anos 80 era recorrente a existência de computadores, formas geométricas, cores “neon” e cenas improváveis.
- A Tv era vista como portal para o futuro;

- Computador como tema.
Principais nomes:
Terry Jones: lançou a revista i-D, em 1980 - uma expressão enérgica de todas as novas tecnologias, usadas em excesso (fotos exageradamente ampliadas; cópias distorcidas pelo movimento do papel; fotos claras ou escuras demais, com arranhões sobre elas).
Neville Brody: revolucionou o design gráfico editorial. Diretor de arte da revista The Face, lançada em 1980 - títulos impressos em letras de formatos bizarros, algumas vezes geradas por computador, outras geometricamente construídas no estilo Art Decó.
April Greiman: utilização de novas tecnologias como ferramenta principal do design gráfico. A estética do pixel e do bitmap são valorizadas.
Edward Fella: união de ideias desconstrutivas, desintegração de formas e intervalos espaciais irregulares nas tipografias aleatórias.
Emigre Magazine (1984): estética pós-moderna, experimental; a revista que ignora fronteiras; estética considerada “feia” pelo ortodoxos, mas explorada e experimentada ao máximo pelos novos expoentes; não respeita limites e tampouco possui projeto gráfico estável, sendo cada exemplar o palco de uma nova sequência de experimentações visuais, de colunas desalinhadas, de blocos de textos justapostos e, principalmente, de novos tipos;
Fenômeno nos EUA a partir de 1985;
Marcado pelo uso de muitas cores;
Paula Scher e Louisi Filli foram os principais nomes: recorrem a estilos do passado, principalmente o Art Decó e fontes tipográficas das décadas de 1920 e 1930.
Louisi Filli
Paula Scher
Obrigado!
Artemio
Gabriela
Luana
Monick
As criações do Studio Alchimia (da esq. para dir.): “Faktotum” de Ettore Sottsass (1980) | Cafeteira por Mendini Biennale di Venezia (1980) | Redesign do Movimento Moderno por A. Mendini (1978). IMAGENS: www.alchimiamilano.it
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