Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

ARTE CONTEMPORÂNEA

Abordagem sobre os artistas Nelson Screnci, Rosana Paulino, Wanguechi Mutu e Nelson Leirner
by

Wagner Bôa Morte

on 23 September 2016

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of ARTE CONTEMPORÂNEA

Arte Contemporânea
Arte Contemporânea
ARTE CONCEITUAL: A arte conceitual é aquela que considera a ideia, o conceito por trás de uma obra artística como sendo superior ao próprio resultado final, sendo que este pode até ser dispensável. A partir de 1960, essa forma de encarar a arte espalha-se pelo mundo inteiro, abarcando várias manifestações artísticas.
NELSON SCRENCI (SP-1955)
Artista plástico, fascinado pelo universo das imagens deixadas pelos grandes artistas; professor de Artes Visuais e História da Arte.
Sua pintura – composta a partir da articulação de imagens retiradas da memória pessoal, da história da arte ou de situações so cotidiano que remetem à cultura de massa.
Recursos compositivos - multiplicação de imagens; analogia entre obras históricas.
ROSANA PAULINO
Doutora em Artes Plásticas, artista plástica e educadora.
Sua obra procura investigar questões ligadas a gênero e etnia, notadamente as que envolvem a situação social da mulher negra no Brasil.
Desde o início sua obra levanta questões RACIAIS, CULTURAIS e POLÍTICAS, assim como MEMÓRIAS PESSOAIS.
Wangechi Mutu (Quênia - 1972)
Em 1990 muda-se para NY para estudar antropologia e artes pllásticas.
A TÉCNICA é a da COLAGEM (coloca sobre a mesma superfície várias imagens de origens distintas formando uma só figura no final).
Em suas colagens insere uma variedade de materiais, incluindo ADESIVO, TINTA, GLITTER, TERRA, PÉROLAS e PARTES DE FOTOGRAFIA.
Seus TEMAS: a política, o capitalismo ocidental e, principalmente, a figura feminina sob esteriótipos clássicos da cultura do seu país, reinterpretando à sua maneira.
NELSON LEIRNER
INSTALAÇÃO: obras tridimensionais que conjugam diversos materiais e objetos, incluindo luzes de neon  e cuja colocação é variável conforme o local onde são "instaladas". As instalações refletem muitas vezes preocupações de índole social, política, estética, etc.
Clássico X Moderno
Provoca no espectador o questionamento da condição humana diante da realidade contemporânea.
Arte social, o que significa uma visão do artista sobre o cotidiano da periferia.
Na obra Eldorado, o artista observa à distância a comunidade, como se constatasse desolado as milhares de casinhas que nunca param de se reproduzir.
Formas geometrizadas sobrepostas, gerando uma ideia de caos e desordem, além de sugerirem volume.
Pouco brilho e nitidez com o objetivo de retratar o ar difuso da poluição, comum no ambiente retratado.
Harmonia na proporcionalidade das formas.
Prédios incompletos, pois permanecem sempre em construção.
Predomínio de cores quentes.
Metamorfose dos Excluídos (PAS)
Eldorado (PAS)
Série Bastidores (1996/1997)
Em uma reflexão sobre a violência doméstica contra mulheres, a artista reúne a fotografia sobre tecido a uma tarefa bastante feminina: o bordado, que é utilizado para denunciar o “nó na garganta” , a impossibilidade de falar, de ver ou, no limite, apontar a privação dos sentidos causada pela violência.
Materiais e Técnicas
A utilização de materiais e imagens tradicionalmente ligados ao universo feminino, tais como linhas, tecidos, cabelos artificiais, silhuetas recortadas de mulheres que lembram antigos trabalhos manuais, são uma constante nos trabalhos em que a artista investiga a situação social da mulher negra no Brasil.
Instalações
Senzala, Ama de leite e Soldado
Parede da memória (PAS)
Caipira picando fumo
A negra
A obra aborda os valores sociais.
Registros de entes familiares.
Multiculturalismo perceptível com a disposição de cada imagem no painel.
850 FOTOGRAFIAS 8X8X3 cm SERIGRAFADAS sobre pequenas almofadas (patuás) arrematadas com pontos de crochê e dispostas lado a lado em um grande mural.
A quantidade de fotografias opacas, falhas e desbotadas sugere: - Anos de desgaste da família Paulino; - A submissão aos postos de trabalho manual desde o tempo da colônia.
Ascensão da Doce Borboleta nos Campos da Matança (PAS)
A partir da corrupção e da violência, Mutu cria uma beleza glamourosa.
NELSON SCRENCI
ROSANA PAULINO
WANGUECHI MUTU
1976 - PORCO EMPALHADO ENVIADO A UM SALÃO
Começou arriscando em suas pinturas nada ortodoxas, até encontrar um estilo próprio, baseado na utilização de objetos prontos relacionados à cultura de massa, sobretudo brinquedos e ornamentos religiosos.
Aproxima-se da Assemblage.
Começa a utilizar objetos e materiais industrializados com uma linguagem semelhante à Pop Art americana e ao Realismo francês (evidencia a prática da apropriação, sequência e seriação de elementos).
Criou o Grupo Rex, pioneiro dos happenings no Brasil, ao lado de Wesley Duke Lee e Carlos Fajardo, entre outros.
O que é frequente em sua trajetória: Elementos de provocação / O desejo de participação do espectador na produção da obra artística, como uma forma de contestar os valores e códigos tradicionais da arte.
Década 60
A partir de 1980
Ironia e caráter provocador.
Suas obras – grandes aglomerações de objetos, representando: SANTOS/ANJOS/SERES IMAGINÁRIOS/FIGURAS RELIGIOSAS/PERSONAGENS DE QUADRINHOS, ANIMAIS E OUTRAS IMAGENS POOPULARES que se desenvolvem em BATALHAS, PROCISSÕES e DESFILES interagindo uns com os outros em composições ABSURDAS, muitas vezes DE CARÁTER ERÓTICO, como blasfêmias bem humoradas, às normas sociais, religiosas e artísticas.
Durante o regime militar ele se recusou a participar das bienais de 69 e 71. E, em 1974, criticou o mesmo regime com sua obra  A Rebelião dos Animais, que recebeu o prêmio de melhor proposta artística do ano da Associação Paulista de Críticos de Arte.
Rebelião dos Animais , 1973, grafite sobre papel,70 x 50 cm
Sem os militares no poder, Nelson aponta sua metralhadora para os ícones da sociedade de consumo.
Projeto Care
"Era uma vez...", 2004, fotografia, 273 x 428 cm (detalhe)
Estante
Nelson. Você faz parte II, madeira, aço e espelho, 1964, MAC
A cultura popular
A presença de elementos da cultura popular brasileira, marcante desde os anos 1960, cresce a partir da década de 1980. Em 1985, realiza a instalação O Grande Combate, onde pretende converter em arte o que é considerado banal. Desde o ano 2000, seu trabalho se apropria de imagens artísticas banalizadas pela sociedade de consumo. De maneira bem-humorada, lida com as reproduções da Gioconda [Mona Lisa], 1503/1506 de Leonardo da Vinci e a Fonte, 1917 de Marcel Duchamp como tema artístico. Com a mesma ironia, o artista replica sobre couro de boi imagens da tradição concreta brasileira, na série Construtivismo Rural.
Em cada elemento da instalação um significado, ou vários, de acordo com o nosso próprio jeito de sentir e entender o mundo. O maior mérito de Leirner é fazer rodar a nossa cabeça em busca da festa de sentidos que sua obra provoca, muito além da brincadeira de descobrir os materiais cotidianos que ele utiliza e como ele deles se apropria.
O Grande Combate , 1985, imagens de santos, divindades afro-brasileiras, bonecos infantis e réplicas de animais, Coleção do Artista
Missamóvel, 2000, plástico, gesso, tecido e madeira, 32 x 27 x 86 cm
NELSON LEIRNER
Full transcript