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Cuidados de Enfermagem

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Mariana Rocha

on 27 June 2016

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Transcript of Cuidados de Enfermagem

Cuidados de Enfermagem

Universidade Estadual de Feira de Santana
Departamento de Saúde
Curso de Enfermagem
Disciplina Enfermagem na Saúde da Mulher, Criança e Adolescente II

na Reanimação Pediátrica

Feira de Santana | 2014

Mariana Rocha da Silva

Referências
Frequência da compressão:
100/min.
Relação compressão:ventilação:
um profissional de saúde, esta relação será sempre 30:2 para todas as faixas etárias. Se forem 2 socorristas esta relação será 15:2 até adolescentes.

Após a intubação, a maneira como se ventila e massageia muda, deixando de ser sincronizada e passa a ser 8-10 ventilações por minuto (6 segundos entre uma ventilação e outra) e a massagem se torna contínua sem interrupções.





(MATSUNO, 2012)


Suporte avançado de vida
No cenário intra-hospitalar, provavelmente o atendimento não será feito por um único profissional. Assim que se detectar que o paciente apresenta parada cardíaca, deve-se solicitar ajuda e pedir para que se traga o carrinho de emergência com o desfibrilador e a monitorização e, enquanto isso, inicia-se a RCP.

A meta das intervenções terapêuticas é o retorno da circulação espontânea. O tratamento da PCR inicia-se sempre com o
“CAB”.








(MATSUNO, 2012)

Quando interromper a RCP?

Ainda não há consenso sobre o momento em que se devem interromper os esforços de ressuscitação.
A decisão de parar a RCP é influenciada pela causa provável da parada, prognóstico do paciente, recursos disponíveis e pela probabilidade da presença de quaisquer condições reversíveis;
Normalmente, o tempo de RCP varia de 20 a 30 minutos;
A evolução da parada cardíaca em pacientes pediátricos é geralmente ruim, são raros os casos de sobrevida após 20 min. Considerar lesão cerebral progressiva ao se prolongar a RCP;
A decisão de interromper a reanimação deve ser tomada pelo médico, após consulta a todo o grupo.

Interromper a massagem cardíaca, o mínimo possível;

Trocar as funções de compressor e fornecedor da ventilação a cada 2 minutos.






Local:
terço inferior do esterno, nas crianças abaixo de 1 ano, o local recomendado é 1 cm abaixo da linha inter-mamilar e nas crianças acima de 1 ano, na linha inter-mamilar.

Profundidade:
No mínimo, 1/3 do diâmetro anteroposterior ou 4 cm em lactentes e 5 cm em crianças.

Drogas

Tipo, diluição, dose conforme solicitação médica/FICHA DE PARADA;
Frequência conforme solicitação do médico;
Controlar o tempo entre a administração das doses;
Manter disponível a dose utilizada durante a reanimação;
Identificar cada seringa com a medicação/diluição;
Realizar o flushing com NaCl 0,9% sempre após cada dose administrada (3-5ml);
Realizar o registro, após a administração das medicações.

Acesso Venoso

O acesso venoso deve ser estabelecido assim que se detectar uma situação de emergência;
Se um cateter venoso central está instalado no momento da PCR, esta via deve ter preferência;
O acesso intraósseo deve ser tentado pelo médico e caso não se consiga uma via intravenosa;
Via endotraqueal, só podem ser administradas medicações lipossolúveis como atropina, naloxona, epinefrina e lidocaína (“ANEL”).




O papel do enfermeiro inclui a previsão e provisão dos materiais, coordenar as funções dos membros da equipe, a reanimação cardiorrespiratória contínua (ventilação e compressões cardíacas), garantia de acesso venoso periférico, monitorização do ritmo cardíaco e dos outros sinais vitais, preparo e administração de fármacos.







Reconhecimento
da Criança com Insuficiência Respiratória

(MATSUNO, 2012)


Portanto, o reconhecimento precoce e o tratamento imediato destas condições podem evitar a PCR e melhorar o desfecho desses pacientes.


Parada Cardiorrespiratória
em Pediatria

Ao contrário da parada cardíaca em adulto, a parada cardiopulmonar em lactentes e crianças raramente é um evento súbito, e sim resultado da deterioração progressiva da função respiratória e circulatória.

Registro em prontuário, horário de início e duração da PCR, medicações e doses administradas, intubação (número e fixação do TOT);
Prescrever os cuidados de enfermagem atentando para os principais fatores de vulnerabilidade do paciente, como risco de lesão, risco de broncoaspiração, risco de infecção;
Acolhimento aos familiares.

Estabilização Pós-Parada

A criança pós parada apresenta instabilidade clínica e risco de nova PCR;
Garantia de acesso venoso seguro;
Monitorização rigorosa de dados vitais;
Infusão contínua sedação: midazolam e fentanil e/ou de drogas vasoativas: adrenalina, noradrenalina, dobutamina;
Correção dos distúrbios hidroeletrolíticos, metabólicos e ácido-básicos;
Controle rigoroso de diurese (SVF);
Esvaziamento gástrico, reduzir distensão abdominal (SNG);
Manutenção da temperatura;
Exames: hemogasometria, RX, hemograma, glicemia, etc.

A- Abertura de vias aéreas pelo posicionamento correto da cabeça e aspiração.


B- Oferta de oxigênio: a intubação orotraqueal deverá ser feita assim que possível, quando diminuir a efetividade da ventilação com o reanimador manual.
Lâminas reta e curva; Tubos; Fio guia;
Medicações: atropina, fentanil, cetamina, midazolam, curarizante;
Monitorizar o tempo (30s), SPO2, coloração da pele, FC;
Manobra de sellik;
Confirmar intubação: ausculta pulmonar simétrica em sincronia com VPP, SPO2 satisfatória, presença de névoa no tubo, capnografia e RX.
Fixação central ou lateral com proteção da pele – nº TOT x 3.


B- Oferta de oxigênio, que neste caso será através da reanimador manual conectado a fonte de oxigênio (neo 5l/min e ped 10-15l/min), adequada a face do paciente (boca, nariz e mento) – técnica do “C e E”.


Materiais:
Régua de gases (oxigênio, ar comprimido e aspiração) montada e testada;
Monitor multiparamétrico.


Materiais:
Carro de emergência checado rotineiramente
Desfibrilador;
Prancha/tábua rígida;
Reanimador manual – neonatal, pediátrico e adulto (testados);
Lâminas e cabos de laringoscópio;
Tubos para intubação orotraqueal;
Medicações;
Material para acesso venoso e administração de drogas;
EPI;
Sondas gástrica e aspiração, guedel, eletrodos.





(OLIVEIRA, 2005)

Como identificar?

Técnica de Reanimação Cardiopulmonar - RCP

Técnica:
Em crianças abaixo de 1 ano, a melhor técnica é a aquela que usa os dois polegares com as mãos circundando o corpo ou a técnica dos dois dedos.
Em crianças maiores, deve-se realizar a massagem com a palma de uma mão (região tênar e hipotênar) na região intermamilar ou com a segunda mão por cima.

Cuidados de Enfermagem
na Reanimação Pediátrica

O reconhecimento da PCR é feito com base em três sinais: ausência de pulso central palpável, apnéia ou gasping e inconsciência.


Parada
Cardiorrespiratória

Frequência respiratória;
Esforço respiratório;
Expansão torácica e ausculta;
Coloração da pele;
Alteração do nível de consciência.
Saturação de oxigênio por oximetria de pulso;




Reconhecimento da Criança com
Falência Circulatória

(ZANINI, 2006)

A parada cardiorrespiratória (PCR) é definida como o cessar da atividade mecânica cardíaca, associada à ausência de respiração, resultando em inadequado suprimento de sangue oxigenado aos órgãos vitais.


Parada Cardiorrespiratória

Sobrevivência após PCR

7% a 11%


É mais importante saber IDENTIFICAR os pacientes sob risco de PCR, ANTECIPAR E EVITAR sua ocorrência, do que ter que reanimar uma criança.

 

(OLIVEIRA, 2005)

Frequência cardíaca;
Pulsos;
Pressão arterial;
Tempo de enchimento capilar;
Temperatura e cor da pele;
Perfusão de orgãos-alvo: rebaixamento do nível de consciência; baixo débito urinário.






Ações que previnem a PCR durante a hospitalização


Identificação precoce dos sinais de piora clínica;
Intervenção precoce;
Avaliação e reavaliação;
Acompanhamento.



Etiologia
Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(GUIMARÃES, 2005)


Manobras que têm por finalidade restaurar a interrupção da circulação e respiração e manter a circulação de sangue oxigenado para o cérebro e outros órgão vitais.


A reanimação cardiopulmonar requer um esforço coordenado de toda equipe;

É de fundamental importância o papel do enfermeiro no sucesso da reanimação, pois é o profissional que está próximo ao paciente a maior parte do tempo e quem habitualmente identifica a PCR.







Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(SBP, 2012)

(MATSUNO, 2012)
(MATSUNO, 2012)
(VENISHI, 2003)
Reanimação Cardiopulmonar - RCP

Reanimação Cardiopulmonar - RCP

Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(MATSUNO, 2012)
Drogas

Reanimação Cardiopulmonar - RCP

Reanimação Cardiopulmonar - RCP

C- Se houver ausência de pulso central, inicia-se a compressão cardíaca de alta qualidade e depois, faz-se o A e o B.

(MATSUNO, 2012)
Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(MATSUNO, 2012)
Reanimação Cardiopulmonar - RCP

Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(MATSUNO, 2012)
Reanimação Cardiopulmonar - RCP

Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(MATSUNO, 2012)
(MATSUNO, 2012)
Técnica de Reanimação Cardiopulmonar - RCP

Técnica de Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(MATSUNO, 2012)
Estabilização Pós-Parada

Técnica de Reanimação Cardiopulmonar - RCP

(MATSUMOTO, 2008)
Obrigada!
Dúvidas?
contato@marianarocha.com.br
(MATSUNO, 2012,
OLIVEIRA, 2005)
(OLIVEIRA, 2005)

GUIMARÃES, H. P. Parada cardiorrespiratória. São Paulo: Atheneu, 2005. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/

MATSUMOTO, Ivania. A Importância da Atuação do Enfermeiro Frente a PCR. São Paulo: 2OO8. Disponível em: http://www.webartigosos.com/

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/assistencia-de-enfermagem-na-parada-cardiorrespiratoria-em-adultos-no-suporte-avancado-de-vida/52097/#ixzz3FaVicHrz
MATSUNO, Alessandra Kimie. Parada cardíaca em crianças. Medicina (Ribeirão Preto); 45(2):223-233, 2012.

OLIVEIRA, Reynaldo Gomes de. Blackbook - Pediatria. Belo Horizonte: Blackbook editora, 2005.

ZANINI, Juliana; NASCIMENTO, Eliane Regina Pereira do and BARRA, Daniela Couto Carvalho. Parada e reanimação cardiorrespiratória: conhecimentos da equipe de enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2006, vol.18, n.2, pp. 143-147.

Avaliação geral pediátrica
Como escolher o tubo?
SEM CUFF
< 1 ano - 3,5
1 a 2 anos - 4,0
Acima de 2 anos (idade em anos/4)+4

COM CUFF
< 1 ano - 3,0
1 a 2 anos - 3,5
Maiores de 2 anos (idade em anos/4)+3
Ritmo chocável
Os ritmos chocáveis são FV e a TV sem pulso. Inicialmente, faz-se a sequência de compressão cardíaca, abertura das vias aéreas e oxigenação apropriada;
Após 5 ciclos ou 2 minutos de RCP, verifica-se o ritmo;
Escolha das pás adequadas: crianças <10kg ou menores de 1 ano, pás pequenas ou pediátricas; crianças > 10 kg ou maiores de 1 ano, pás grandes ou de adultos.
Os locais para a colocação das pás são o lado superior direito do tórax, abaixo das clavículas e à esquerda do mamilo esquerdo, na linha axilar anterior;
Deve-se colocar gel, pasta ou creme condutor entre as pás e a pele do paciente;
A carga inicialmente deve ser de 2 J/kg.
Após aplicação do choque, reiniciam-se imediatamente as manobras de ressuscitação;
Verifica-se o pulso central e o ritmo, e se este ainda for chocável, prepara-se para um novo choque com 4 J/kg. A partir do terceiro choque, esta carga será de 4 J/kg, ou poderá ser aumentada até 9 J/kg, devendo-se considerar a administração de epinefrina.


(MATSUNO, 2012)
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