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Primeiro Reinado e Período Regencial

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by

Eduardo Carvalho de Almeida

on 3 October 2016

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Transcript of Primeiro Reinado e Período Regencial

1808
A corte real portuguesa chega ao Brasil
Revolução Liberal do Porto (em Portugal)
1820
1821
A família real portuguesa retorna à Europa;
D. João VI nomeia seu filho, D. Pedro, como príncipe regente no Brasil.
1822
9 de janeiro:
Dia do Fico
;
7 de setembro: Proclamação da emancipação política (
Independência
) do Brasil;
1º de dezembro:
coroação
de D. Pedro I.
Assembleia Constituinte
formada por deputados e senadores.
1823
D. Pedro I dissolve a Assembleia e
outorga
a 1ª
Constituição
;
Confederação do Equador.
1824
O governo português reconhece a independência do Brasil;
Guerra da Cisplatina.
1825
D. João VI morre em Portugal e D. Pedro torna-se herdeiro da coroa lusitana.
1826
1828
Fim da Guerra da Cisplatina, com a independência da República Oriental do Uruguai.
abril: D. Pedro
abdica
do trono e parte para Portugal. O herdeiro é seu filho Pedro, de apenas 5 anos de idade.
julho: a Câmara dos deputados escolhe um grupo de
regentes
.
1831
O Código de Processo Criminal fixou as normas para a aplicação da justiça no Brasil.
1832
Morte de D. Pedro I.
Ato Adicional: aumenta a autonomia das províncias transforma a Regência Trina em Una.
1834
Regência Trina Permanente
Eleição do padre Diogo Antônio
Feijó
como regente.
Um grupo de fazendeiros e
cabanos
toma a cidade de Belém, capital do Grão-Pará;
Revolta dos
Malês
;
Os
pecuaristas do sul
revoltam-se contra o poder central.
1835
Feijó renuncia ao governo;
Eleição de Pedro
Araújo Lima
como regente.
1837
As tropas do governo derrotam a Cabanagem.
O golpe da maioridade faz com que o imperador
D. Pedro II
seja coroado com 14 anos de idade.
1840
Após uma guerra civil de dez anos, o governo imperial firma um acordo com as forças farroupilhas, colocando fim ao movimento.
1845
Regência Una de Diogo Feijó
Cabanagem
Regência Una de Araújo Lima
Guerra dos Farrapos
Guerra da Cisplatina
Primeiro Reinado
Período Regencial
Dom João VI e Dona Carlota Joaquina, reis de Portugal , de Manuel Dias de Oliveira, c.1815.
Sessão das Cortes de Lisboa, de Oscar Pereira da Silva, c.1920.
D. Pedro I, de Simplício de Sá, c. 1830.
Independência ou Morte (O Grito do Ipiranga), de Pedro Américo, 1888.
Pano de boca executado para a representação extraordinária dada no Teatro da corte por ocasião da Coroação do imperador D. Pedro I, de Jean-Baptiste Debret, c.1822.
A coroação do Imperador dom Pedro I do Brasil, de Jean-Baptiste Debret, 1822.
Abdicação do Imperador dom Pedro I do Brasil, de Aurélio de Figueiredo, c.1890.
Dom Pedro de Alcântara, de Armand Pallière, c.1830.
Os Regentes provisórios: Lima e Silva, Vergueiro e Marquês de Caravelas.
A. Souto Maior, História do Brasil. Cia Editora Nacional: São Paulo, 1967.
A Coroa Imperial em exibição no Museu Imperial.
Dois dos Regentes permanentes: Lima e Silva e Monte Alegre.
Padre Diogo Antônio Feijó, Galeria dos Brasileiros Ilustres, de Sébastien Auguste Sisson, c.1850.
O ato de coroação de Dom Pedro II, de François-René Moreaux, 1842.
Library of Congress, c.1870.
Prof. Eduardo Carvalho http://edu-cacao.blogspot.com
Segundo o próprio Pedro Américo, o homem com seu carro de bois foi introduzido na cena para dar cor à pintura e criar uma paisagem serena, perturbada pelo grande acontecimento.
Testemunhas do acontecimento afirmam que D. Pedro e sua guarda não montavam cavalos, mas sim burros. Além disso, os uniformes dos soldados teriam sido trocados por trajes de gala.
Soldados montados a cavalo e com suas espadas desembainhadas saúdam e exaltam D. Pedro.
A distância entre o Riacho do Ipiranga e colina onde está D. Pedro, na realidade, é bem grande. O pintor aproximou esses lugares para indicar o local onde foi declarada a independência do Brasil.
O local onde se encontra esta casa era o final do Caminho do Mar, estrada muito utilizada por tropeiros que ligava São Paulo a Santos. A casa foi construída por volta de 1884; portanto, não existia na época da independência.
A famosa obra "Independência ou morte!", também conhecida como "O grito do Ipiranga", do pintor paraibano Pedro Américo, foi encomendada pelo governo imperial e pela comissão de construção do monumento do Ipiranga. A pintura, datada de 1888, foi produzida com base em diversos estudos. Por questões estéticas e em razão da própria finalidade da encomenda, o artista buscou construir uma imagem idealizada da independência do Brasil.
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