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A dessacralização e a perda do sentido

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Grupo 123

on 30 April 2014

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Transcript of A dessacralização e a perda do sentido

A Dessacralização e a Perda do sentido
Dessacralização
O fenómeno não é novo. Já na Antiga Grécia e Roma, foram muitos os filósofos que colocaram em causa a existência de deuses ou desvalorizara a sua importância.
Perda do Sentido
O Homem questiona-se por vezes sobre a sua existência, estas devem-se ao simples facto de que o Homem, em geral, ser um ser frágil, débil que apenas nota a sua fraqueza quando atravessa momentos de dor. O condicionante que leva o Homem a questionar o sentido da existência é a procura pelo bem-estar.
Dessacralização
(=)
Secularização
Consequências
A secularização é um processo, através do qual a religião perde a sua influência na vida do Homem.
Dessacralização, é o acto de desprezar algo sagrado, ou desrespeitar os valores sagrados e religiosos defendidos por um individuo ou grupo.
Muitos regimes políticos de matriz marxista-leninista difundiram uma visão materialista da realidade e combateram activamente a religião, identificada com o obscurantismo.
A ciência desde o século XVII que começou a ocupar o lugar da religião como fonte de verdade. O "cientismo" transformou-se numa nova "religião" que se assume como capaz responder a todas as grandes questões.
O sistema económico que se implanta depois do século XVI, ao privilegiar os valores materiais, desvalorizou os valores espirituais..
Feuerback e Karl Marx lançaram as bases do ateísmo contemporâneo: a crença em Deus constitui uma alienação, uma fuga à realidade.
Ficou célebre a afirmação de Karl Marx de que "a religião é o ópio do povo".
F. Nietzsche procurou mostrar que as religiões foram sobretudo instrumentos de domínio dos fracos.
Durante o Iluminismo (século XVIII), os filósofos negaram que Deus tenha qualquer intervenção nos fenómenos naturais.
Muitos foram os que baseados na Ciência negaram a existência de Deus.
Durante o Renascentismo ocorreu a revalorização da cultura clássica antiga e sua filosofia, com uma compreensão antropocentrista e racionalista do mundo, tendo o raciocínio e ciência do homem como árbitros da vida manifesta.
Vários filósofos existencialistas, com J.P. Sartre ou Camus, procuraram conciliar os seres humanos com um mundo sem sentido, absurdo. O sentido das coisas somos nós que o damos, não nenhuma entidade que nos seja exterior.
Estas questões são respondidas principalmente pela religião, pois esta não é uma ideologia, mas sim uma experiência emocional que provoca um processo de transformação. Podemos assim afirmar que a perda do sentido é uma consequência da dessacralização.
Quando o Homem perde o sentido da vida, deixa assim de sentir bem consigo próprio isto leva a várias consequências, como:
Dessacralização
Homen afasta-se do sagrado
Deixa de obter respostas existenciais
Perda do sentido
O Homem perde o sentido da vida
Deixa assim de sentir-se bem consigo próprio
Será que o Homem nasce predisposto para a religião?
Esta questão pode parecer subjectiva, mas o facto é que já existem estudos que provam que o Homem nasce para acreditar num ser supremo porque assume que tudo o que existe no mundo foi criado com um propósito.
Esta é a base do estudo feito por Dr Justin Barret do “Centre for Anthropology and Mind”, fez os seus estudos apenas em bébes, crianças e jovens.
O mito e o sagrado

O mito é uma história sagrada que descreve o acontecimento fabuloso normalmente ocorrido no tempo das origens, cujo os intervenientes são deuses e heróis. Mirceia Eleida
Por mais incríveis e impossíveis que pareçam os mitos, não quer dizer que sejam histórias falsas, isto é não os podemos traduzir á "letra".

Os mitos adequam-se assim á religião pois explicam vários rituais.
FIM
Trabalho realizado por:
-João Morais
-José Santos
-Mariana Messias
-Mónica Oliveira
Mirceia Eleida
Nasceu em Bucareste,9 de Março de 1907 e morreu em Chicago, 22 de Abril de 1986.
Foi professor, historiador das religiões, mitólogo, filósofo e romancista romeno e naturalizado norte-americano em 1970.


"As encostas a poente da vila abrigam uma das zonas de maior biodiversidade deste concelho transtagano: um “pulmão” de Coruche que é um tesouro biológico e um reservatório de água cujas riquezas os nossos antepassados souberam aproveitar e louvar; um refúgio natural que nos enche de fascínio e grandeza, com cenários que hoje admiramos pela sua beleza e que os antigos veneravam como sagrados."
"As Encostas do Poente: uma paisagem do sagrado em Coruche"- Gil Malta
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