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Pedagogia da Autonomia

Livro de Paulo Freire
by

Elisandra Cristina

on 29 November 2012

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Transcript of Pedagogia da Autonomia

Pedagogia da Autonomia Paulo Freire Paulo Freire nasceu em 1921 em Recife, numa família de classe média. Formou-se em direito, mas não seguiu carreira, encaminhando a vida profissional para o magistério. Suas idéias pedagógicas se formaram da observação da cultura dos alunos - em particular o uso da linguagem - e do papel elitista da escola. Em 1963, em Angicos (RN), chefiou um programa que alfabetizou 300 pessoas em um mês. No ano seguinte, o golpe militar o surpreendeu em Brasília, onde coordenava o Plano Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire passou 70 dias na prisão antes de se exilar. Em 1968, no Chile, escreveu seu livro mais conhecido, Pedagogia do Oprimido. Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e organizou planos de alfabetização em países africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil, integrando-se à vida universitária. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e, entre 1989 e 1991, foi secretário municipal de Educação de São Paulo. Freire foi casado duas vezes e teve cinco filhos. Foi nomeado doutor honoris causa de 28 universidades em vários países e teve obras traduzidas em mais de 20 idiomas. Morreu em 1997, de enfarte. Em sua obra Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, 1996, Paulo Freire sugere que o docente tem que ter consciência e a responsabilidade na qualidade de construtor do conhecimento. Conhecimento esse que não deve jamais ser apenas transferido para o aluno, mas sim estimulá-lo na busca de novos conhecimentos. O livro é dividido em três capítulos. Em cada capítulo, Freire apresenta sua visão de uma educação autônoma, tanto por parte dos docentes quanto dos discentes. O livro de Freire é de total importância para a relação docente-discente na busca de um aprendizado de qualidade. A obra 1º Capítulo - "Não há docência sem discencia"
– Ensinar exige pesquisa;
– Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos;
– Ensinar exige criticidade;
– Ensinar exige estética e ética;
– Ensinar exige a corporeificação das palavras pelo exemplo;
– Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação;
– Ensinar exige reflexão crítica sobre a prática; 2º Capítulo - " Ensinar não é transferir conhecimento" – Ensinar exige consciência do inacabamento;
– Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado;
– Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando;
– Ensinar exige bom senso;
– Ensinar exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores;
– Ensinar exige apreensão da realidade;
– Ensinar exige alegria e esperança;
– Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível;
– Ensinar exige curiosidade. 3º Capítulo - " Ensinar é uma especificidade humana" – Ensinar exige segurança, competência profissional e generosidade;
– Ensinar exige comprometimento;
– Ensinar exige compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo;
– Ensinar exige liberdade e autoridade;
– Ensinar exige tomada consciente de decisões;
– Ensinar exige saber escutar;
– Ensinar exige reconhecer que a educação é ideológica;
– Ensinar exige disponibilidade para o diálogo;
– Ensinar exige querer bem aos educandos. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. (146 páginas.) Bibliografia:
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