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Cultuta de Segurança do Paciente

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Vivian Fermo

on 8 April 2014

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Cultura de Segurança: Fator de desempenho, formação e comportamento dos profissionais da saúde que os fazem visualizar a segurança do paciente como uma de suas prioridades (NIEVA; SORRA,2003).
CULTURA DE SEGURANÇA DO PACIENTE EM UNIDADE CATARINENENSE DE TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA
Vivian Costa Fermo
Orientadora: Dra. Vera Radünz


Segurança do Paciente
Objetivos

Avaliar a cultura de segurança do paciente sob a ótica dos profissionais da saúde na unidade de Transplante de Medula Óssea (TMO) do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), hospital referência no tratamento do câncer em Santa Catarina, a partir do Questionário de Atitudes de Segurança (SAQ).

Identificar as atitudes que evidenciam a cultura de segurança do paciente por profissionais da saúde na unidade de TMO do Cepon;


UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

Hipócrates (460-377 a.C.), pai da medicina, declarou “
primum non nocere
”, ou seja, em primeiro lugar, não cause dano (DICKENS; SINSABAUGH; WINGER 2006), e Florence Nightingale, precursora da enfermagem, em seu livro “Notas sobre os hospitais”, afirmou que o primeiro dever de um hospital deveria ser o de não causar mal ao paciente (NIGHTINGALE, 1863).
Qual a cultura de segurança do paciente sob a ótica dos profissionais da saúde na unidade de Transplante de Medula Óssea do Cepon, hospital referência no tratamento do câncer em Santa Catarina, a partir do Questionário de Atitudes de Segurança (SAQ)?
To Err is Human: Building a Safer Health Care System
Livro publicado pelo Instituto de Medicina dos EUA, tornou a segurança do paciente uma prioridade mundial:

Nos EUA, entre 44 mil e 98 mil pessoas morrem a cada ano em decorrência de erros associados a tratamentos e cuidados de saúde realizados nos hospitais, causados por falhas nos sistemas, processos e condições que levam as pessoas a cometerem erros ou não impedi-los. Impacto financeiro: entre 17 e 29 bilhões de dólares por ano.
Modelo emergente de melhoria
da cultura de segurança do paciente
Sistema de Saúde
Equipe transdisciplinar
Conhecimento científico
Experiência prática
Estabelecer um cuidados seguro, ou seja, alcançar resultados favoráveis sem provocar lesões.
PROMOVER E RESTAURAR O BEM ESTAR FÍSICO, PSÍQUICO E SOCIAL
São delegadas aos profissionais múltiplas tarefas com um alto grau de exigência e responsabilidade, e assim, caso o profissional não possua o preparo necessário para exercer suas funções, ou o ambiente e a organização do trabalho não possibilitem condições favoráveis, podem ser gerados prejuízos para o profissional, para a equipe, para a instituição e para a pessoa assistida, ou seja, esses fatores podem colocar em risco a segurança do paciente (SANTOS, 2009).
To Err is Human: Building a
Safer Health Care System
Livro publicado pelo Instituto de Medicina dos EUA, em 2000, tornou a segurança do paciente uma prioridade mundial:

Nos EUA, entre 44 mil e 98 mil pessoas morrem a cada ano em decorrência de erros associados a tratamentos e cuidados de saúde realizados nos hospitais, causados por falhas nos sistemas, processos e condições que levam as pessoas a cometerem erros ou não impedi-los. Impacto financeiro: entre 17 e 29 bilhões de dólares por ano ((KOHN; CORRIGAN; DONALDSON, 2000).)
A mídia tem demonstrado uma série de erros que ocorrrem nas instituições de saúde durante o cuidado.
55ª Assembléia Mundial de Saúde - Genebra - 2002: Atribuiu a OMS a responsabilidade de implantar normas e dar suporte aos países na elaboração de políticas e práticas relacionadas a segurança do paciente (BRASIL, 2011).
- Aliança Mundial para Segurança do Paciente
- Centros Colaboradores:
The Joint Comission
e
Joint Comission International
.
cULTURA DE SEGURANÇA DO PACIENTE
Para efetuar a cultura de segurança é essencial levantar os fatores organizacionais que impedem a sua formação.

- Mensuração através de escalas a partir da década de 80, afim de e identificar os aspectos que precisam ser abordados, executar atividades específicas e monitorar a sua evolução.


Pode ser implantanda em todo lugar que presta o
CUIDADO.

A segurança do Paciente
Segurança do paciente: redução de riscos de danos associados aos cuidados de saúde a um minimo aceitável (WHO, 2009).
Queijo Suiço de James Reason
Fonte: James Reason (2000)
Fonte: Carvalho e Vieira, 2002.
Os eventos adversos em instituições hospitalares
Fonte: Elaborado pela autora e adaptado de Brasil (2011).
Aumento das publicações denota o interesse pela temática, com vistas a realizar o diagnóstico da situação e prever ações de melhoria para a segurança do paciente.
Termo ganhou notoriedade com o desastre de Chernobyl em 1986 (FLIN et al., 2009).
Produto de valores, atitudes e percepções, competências e padrões de comportamento do indivíduo e grupo, que determinam o compromisso, estilo e proficiência, quanto às questões de segurança do paciente em uma organização de saúde. Organizações com uma cultura de segurança positiva são caracterizadas por comunicação baseada na confiança mútua, percepções compartilhadas sobre a importância da segurança e eficácia de medidas preventivas (NIEVA E SORRA 2003, p.18).
Avaliação da cultura de segurança do paciente
Unidades Básicas de Saúde de Florianópolis (PAESE, 2010)
Duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na Grande Florianópolis (MELLO, 2011)
Unidade de Emergência (FIDELIS, 2011) e duas Unidades de Internação Cirúrgica (MARINHO, 2012)
UTI de um hospital escola de Caxias do Sul (DE GASPERI, 2013).

Permitiu a identificação da realidade, evidenciando aspectos do cotidiano profissional que necessitam ser valorizados para o alcance de um cuidado seguro ao paciente.
A grande maioria dos profissionais recomendou a educação permanente e treinamentos para estabelecer a segurança do paciente.
Procedimento Metodológico
Estudo de abordagem quantitativa, do tipo survey transversal.

Aprovado pelo Comite de Ética da UFSC sob o nº de parecer 301.549 e pelo Comite de Ética do Cepon sob o nº de parecer 333.519.

A população do estudo foi constituida por todos os profissionais da saúde que atuam na unidade de TMO do Cepon há mais de quatro semanas. Foram excluídos aqueles que estavam afastados do trabalho no período da coleta de dados. Dos 46 profissionais que atuam na unidade de TMO, 44 foram convidados a participar do estudo, sendo que 33 responderam ao inquérito.
Taxa de resposta: 75%.

A unidade do estudo possui 11 leitos e realiza em média quatro transplantes autólogos de Medula Óssea ao mês (SOBRINHO, 2011).
Questionário de Atitudes de Segurança (SAQ), adaptado a partir do Safety Attitudes Questionnaire – SAQ – ICU Version (SEXTON et al., 2006). Para a utilização em unidade de TMO foi solicitada a permissão do autor.
Instrumento de Coleta de Dados
Dimensões da cultura de segurança do paciente
Organização e análise dos dados
Nível de significância de 5% e intervalo de confiança de 95%.

Estatística descritiva com cálculos de média e estatística inferencial através da análise de variância simples (ANOVA One-way) e do Teste Exato de Fisher.
Teste de Kruskal-Wallis: para comparação da distribuição das médias, no caso em que a distribuição do erro não foi normal e variância dentro dos grupos não foi homogênea,.

Os dados foram inseridos no software Microsoft Office Excel 2010® e processados pelo Statistical Package for Social Science (SPSS), versão 17.0.

As 64 questões que avaliam as dimensões do SAQ foram convertidas de uma escala likert de 5 pontos para uma escala de 100 pontos. As respostas em cada dimensão foram somadas e divididas pelo número de questões que possuem, assim, criou um escore que variou de 0 a 100, sendo considerado positivo um escore ≥ 75 (SEXTON et al., 2006).


MANUSCRITO 1: Cultura de Segurança do Paciente em Unidade de Transplante de Medula Óssea
Objetivo
Avaliar a cultura de segurança do paciente sob a ótica dos profissionais da saúde na unidade de Transplante de Medula Óssea (TMO) do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), hospital referência no tratamento do câncer em Santa Catarina, a partir do Questionário de Atitudes de Segurança (SAQ)
Resultados e discussão
Perfil
profissional
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
A cultura de segurança
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA MUNDIAL
Clima de Segurança
(65,9)
Dificuldade em discutir e gerenciar os erros.
É necessário que os profissionais compreendam que para ocorrer um erro, existem
fatores contribuintes
que participam na sua origem ou evolução (WHO, 2009).
Dificulta o reconhecimento da falibilidade humana, a notificação de incidentes, o aprendizado coletivo e o conhecimento dos fatores contribuintes e da causa raiz dos erros (WHO,2008)
Condições de Trabalho
(57,51)
Esta dimensão apresentou maior fragilidade
No processo de trabalho é imprescindível bom gerenciamento, equipamentos eficazes e com boa manutenção, infraestrutura de qualidade, disponibilidade de informações para tomada de decisões, gerenciamento de conflitos e problemas, como também supervisão adequada. Estes fatores possibilitam maior desempenho e a produtividade no trabalho.
Percepção sobre a Gerência da Unidade e do Hospital
(66,9)
É necessário que os gestores da instituição:
enfatizem a segurança do paciente;
assumam uma postura de aceite a críticas e opiniões contrárias;
promovam o feedback, estabeleçam parâmetros de segurança e possibilitem o treinamento dos profissionais.
Valorizem a comunicação acerca da segurança, para que seus colaboradores notifiquem os erros e descrevam os fatores envolvidos em sua ocorrência.


(ONÃ, 2012; FILHO; ANDRADE; MARINHO, 2011).
Variáveis demográficas e características dos profissionais com diferenças significativas sobre as dimensões analisadas
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Conclusão
- Fragilidades em cinco dimensões: clima de segurança, clima de trabalho em equipe, condições de trabalho, percepção sobre o estresse, percepção sobre a gerência da unidade e do hospital.
- Os resultados poderão servir de base para futuras pesquisas, como avaliação da cultura de segurança ao longo do tempo, o impacto da avaliação da cultura de segurança, intervenções frente aos achados da pesquisa, e o poder de sensibilização dos profissionais de saúde para o tema diante da implantação do questionário.
- Colabora com o movimento de fortalecimento da segurança do paciente
Introdução
Introdução
Revisão de Literatura
Introdução
Revisão de Literatura
Cultura de Segurança do Paciente
Modelo emergente de melhoria da cultura de segurança do paciente
Fonte: Halligan e Zecevic, 2011
Avaliação da cultura de segurança do paciente
Universidade Federal de Santa Catarina, através do PEN/UFSC, é umas das pioneiras na avaliação da segurança do paciente no Brasil:
Universidade Federal de Santa Catarina, através do PEN/UFSC, é umas das pioneiras na avaliação da segurança do paciente no Brasil:
Unidades Básicas de Saúde de Florianópolis (PAESE, 2010)
Duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na Grande Florianópolis (MELLO, 2011)
Unidade de Emergência (FIDELIS, 2011) e duas Unidades de Internação Cirúrgica (MARINHO, 2012)
UTI de um hospital escola de Caxias do Sul (DE GASPERI, 2013).

Permitiram a identificação da realidade, evidenciando aspectos do cotidiano profissional que necessitam ser valorizados para o alcance de um cuidado seguro ao paciente.
A grande maioria dos profissionais recomendou a educação permanente e treinamentos para estabelecer a segurança do paciente.
1ª parte: 64 questões relacionadas a
cultura de segurança do paciente
organizadas em escala likert de 5 pontos.
2ª parte: qualidade da colaboração e comunicação entre os diferentes profissionais.
3ª parte: Informações referentes ao perfil profissional.
4ª parte: espaço para os profissionais citarem três recomendações para segurança do paciente.
Clima de segurança
: : percepções de um compromisso forte e proativo da organização para a segurança do paciente;

Clima de trabalho em equipe
: qualidade de colaboração percebida entre profissionais;

Condições de trabalho
: qualidade percebida do ambiente de trabalho e apoio logístico (equipamentos, pessoal);

Percepção do estresse
: reconhecimento de como o desempenho é influenciado por fatores de estresse

Percepção sobre a gerência da unidade e do hospital
: aprovação das ações gerenciais;

Satisfação no trabalho
: experiência positiva no trabalho. São fatores que influenciam a motivação do pessoal: prazer e autonomia na prática de trabalho.


(SEXTON et al., 2006).
Resultados
Manuscrito 1: Cultura da segurança do paciente em unidade de Transplante de Medula Óssea.


Manuscrito 2: Atitudes de segurança do paciente em unidade de Transplate de Medula Óssea.
Clima de Trabalho em Equipe
(74,1)
Identifica-se no processo de trabalho, que os profissionais buscam construir a ajuda mútua, respeito, comunicação clara e efetiva, a fim de integrar as habilidades individuais na busca por metas e objetivos comuns, no sentido de prestar um cuidado de qualidade e seguro.
satisfação no Trabalho
78,7
A satisfação pode ser determinada por alguns fatores institucionais, como o prestígio da instituição e as condições de segurança (ABRÃAO; BEZERRA; BRANQUINHO et al., 2010).


Percepção do estresse
(65,9)
A maioria dos profissionais não reconheceu estes fatores como limitantes em seu processo de trabalho.
Distribuição das dimensões referentes à cultura de segurança em unidade de TMO por catergorias profissionais.
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
MANUSCRITO 2: Atitudes de Segurança do Paciente em Unidade de Transplante de Medula Óssea
Objetivo
: identificar as atitudes que evidenciam a cultura de segurança do paciente por profissionais da saúde na unidade de TMO do Cepon, hospital referência no tratamento do câncer em Santa Catarina, a partir do Questionário de Atitudes de Segurança (SAQ).
Resultados e Discussão
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Porcentagem de profissionais que avaliaram positivamente as atitudes de segurança e os escores médios das dimensões por profissão.
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Avaliação de percentual de respostas positivas em relação ao grau de colaboração e comunicação.
Fonte: Fermo e Radünz (2014) - Resultados da pesquisa
Recomendações para segurança do paciente:
Realização de treinamentos, capacitações, aperfeiçoamentos e grupos de estudo;
Melhorar supervisão, treinamento e acompanhamento dos funcionários novos;
Melhorar a disponibilização de informações sobre riscos a segurança do paciente, eventos adversos e infecções;
Reuniões entre técnicos em enfermagem, enfermeiros e subgerência;
Melhorar a qualidade da comunicação com a administração geral do Cepon;
Melhorar a estrutura física
Incentivar a criação de rede sentinela visando registrar todo e qualquer evento/incidente ao paciente que compromete sua segurança;
Ter sempre 2 médicos por período, exceto no noturno;
Realizar os procedimentos conforme manual operacional;
Aumentar o número de profissionais.
Conclusão
A avaliação das atitudes que evidenciam a cultura de segurança nas instituições de saúde permite a identificação da realidade, evidenciando aspectos do cotidiano profissional que necessitam ser valorizados para alcançar um cuidado seguro ao paciente
Se faz necessário o envolvimento de todos os colaboradores da instituição. É primordial o incentivo ao relato dos erros, como também, desfazer qualquer cultura punitiva, e assim, possibilitar a busca pela causa-raiz dos problemas presentes no processo de trabalho. Para o sucesso das ações a serem realizadas pela gestão em parceria com os profissionais da saúde, é essencial que estes compreendam a segurança do paciente como uma meta importante a ser atingida e valorizada.
Considerações Finais
Necessidade de que todos os colaboradores da unidade, profissionais da saúde e gestão, compreendam a segurança do paciente como uma prioridade em seu cotidiano profissional e se envolvam em estratégias e ações de melhorias que potencializem as atitudes capazes de fortalecer a cultura de segurança do paciente.
A cultura de segurança do paciente se efetiva através de uma cultura de aprendizagem que possibilita o partilhar de informações e a construção de conhecimento coletivo.
Fortalecer o trabalho em equipe e a comunicação através de programas de programas educativos.
Aumentar a qualidade da comunicação entre os profissionais da saúde e a gestão geral poderá contribuir para melhorias nas atitudes que evidenciam a segurança do paciente.
No atual movimento mundial pela segurança do paciente, é essencial que os cursos de graduação na área da saúde, como também os cursos técnicos, passem a abordar o tema de forma transversal durante todo o curso, o contextualizando em todos os cenários de cuidado, a fim de formar profissionais sensibilizados para um cuidado seguro, ao compreender os diferentes processos envolvidos para sua efetivação.
OBRIGADA!

:)

Câncer

- Magnitude e incidência;
- Tratamento longo, invasivo e de alta complexidade;
- Atendimento integral através do SUS
Transplante de Medula Óssea
Importante método terapêutico que consiste na infusão de células-tronco hematopoiéticas por via intravenosa, com a finalidade de restabelecer a normalidade funcional da medula óssea (BRASIL, 2008).

Complexidade do tratamento: Indispensável a criação e manutenção da cultura de segurança do paciente.
Referências
ABRAÃO, S. T. et al. Caracterização, motivação e nível de satisfação dos técnicos em enfermagem de um hospital universitário. Revista de Enfermagem UERJ, Rio de Janeiro, v.18, n. 2, p. 253-258, 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Anvisa promove debate sobre segurança do paciente no Brasil. Brasília, 2007. Disponível em: <http://www.anvisa.gov.br/DIVULGA/noticias/2007/171007.htm>. Acesso em: 25 set. 2011
________. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Brasília: Boletim Informativo, v. 1, n.1, 2011.
________. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Ações de enfermagem para o controle do câncer: uma proposta de integração ensino-serviço. Rio de Janeiro: INCA, 2008
CARVALHO, C.; VIERA, A. A. Erro médico em pacientes hospitalizados. Jornal de pediatria, Rio de Janeiro, v.78, n.4, p.261-268, 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/jped/v78n4/v78n4a04.pdf>. Acesso em: 19 fev. 2013.
DE GASPERI, P. O cuidar de si como uma dimensão da cultura de segurança do paciente. 2013. 553f. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2013.
DICKENS, D.; SINSABAUGH, D.; WINGER, B. Primum Non Nocere. Arch Pediatric Adolesc Med., v. 1620, n. 11, p. 1185, 2006.
FIDELIS, R. E. Cultura de Segurança: perspectiva da equipe de enfermagem em unidade de emergência do adulto. 2011. 170f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.
FILHO, A. P. G.; ANDRADE, J. C. S., MARINHO, M. M. O. Cultura e gestão da segurança no trabalho: uma proposta de modelo. Gestão & Produção, v. 18, n. 1, p. 205-220, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/gp/v18n1/15.pdf>. Acesso em: 06 jan. 2013.
FLIN, R.; WINTER, J.; SARAC, C. et al. Human Factors in Patient Safety: Review of Topics and Tools. Report for Methods and Measures Working Group of WHO Patient Safety. Geneva: World Health Organization, 2009. Disponível em: <http://www.who.int/patientsafety/research/methods_measures/human_factors/human_factors_review.pdf>. Acesso em: 04 jan. 2013.
HALLIGAN, M.; ZECEVIC, A. Safety Culture in Healthcare: a review of concepts, dimensions, measures and progress. BMJ Quality and Safety, London, v. 20, n. 4, p. 338- 343, 2011.
KOHN, L.; CORRIGAN, J.; DONALDSON, M. To err is human: building a safer heath system. Washington, DC: Committee on Quality of Health Care in America, Institute of Medicine: National Academy Press, 2000.


Referências

MARINHO, M. M. Cuidado de enfermagem e a cultura de segurança do paciente: um estudo avaliativo em unidades de internação cirúrgica. 2012. 135f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2012.
MELLO, J. F. Cultura de segurança do paciente em unidade de terapia intensiva: perspectiva da enfermagem. 2011. 219f. Dissertação ( Mestrado em Enfermagem) – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2011.
NIEVA, V. F.; SORRA, J. Safety culture assessment: a tool for improving patient safety in healthcare organizations. Quality and Safety in Health Care, London, v.12, p. 17-23, 2003.
ONÃ, P. M. P. Are there differences in patient safety between different countries using the HSOPSC? Master of Public Health. Copenhagen University, Copenhagen (Denmark): 2012.
PAESE, F. Cultura de Segurana do Paciente na Atenção Primária à Saúde. 2010. 181p. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.
REASON, J. Human Error: models and management. British Medical Journal, London, v. 320, n. 7237, p. 768-770, 2000.
SANTOS, V. E. P. S. O cuidar de si no contexto acadêmico da enfermagem e a segurança do paciente. 2009. 160 p. Tese (Doutorado em Enfermagem) - Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2009.
SEXTON, J. B. et al. The Safety Attitudes Questionnaire: Psychometric Properties, Benchmarking Data, and Emerging Research. BMC Health Services Research, London, v.6, p.44-54, 2006.
SOBRINHO, S. H. Equipe de enfermagem em unidade de transplante de medula óssea: o cuidar de si para promoção da saúde. 2011. 109 p. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.
WHO. Conceptual framework for the international Classification for Patient Safety. 2009. Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/implementation/taxonomy/icps_technical_report_en.pdf. Acesso em: 20 dez. 2012.
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