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O inicio da comunicação, da representação e da linguagem

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Gessica Araújo

on 26 August 2016

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Transcript of O inicio da comunicação, da representação e da linguagem

Desenvolvimento da Linguagem
Vygotsky
Piaget
O inicio da comunicação, da representação e da linguagem
A comunicação e a representação são duas capacidades intimamente relacionadas no ser humano.
Ao longo da história da psicologia evolutiva sucederam-se diferentes posições:

Teoria operatória de Piaget
Teóricos da mente
Referências Imprescindíveis
Na década de 60, uma boa parte da psicologia, adotou um rumo claramente diferente do dos anos anteriores.
Afirmou-se a importância da própria atividade infantil e, como conseqüência, do sujeito em seu vir a ser futuro.

- Concepção de Chomsky
proclama que a linguagem é um “órgão mental” com uma determinação semibiológica e que, portanto, seu aparecimento corresponde à maturação de especificações inatas que constituem a essência da espécie humada.
Para ele, o entendimento ou a cognição não tem nenhum papel no aparecimento da linguagem. Segundo seu ponto de vista, controlada por mecanismos específicos de natureza inata.

(Essa posição, novamente no auge hoje em dia em determinados círculos linguísticos e psicológicos)

Posições formuladas há muito tempo atrás, começam a estar presentes na atividade científica dos psicólogos graças ao desmoronamento da posição watsoniana.
Diferente de Chomsky, Piaget afirma a primazia do cognitivo sobre o desenvolvimento da comunicação e linguagem. Ele acredita que no final do estágio sensório-motor, a criança, por meio da coordenação e da diferenciação dos esquemas sensório-motor, constrói a capacidade de representar objetos, acontecimentos, pessoas, etc.
E de agir de um modo diferente à inteligência prática, com uma inteligência agora baseada em processos mentais internos que se manifestam em forma de símbolos.
A teoria operatória de Jean Piaget foi o referencial mais importante, já que significou abordar o estudo da aquisição da linguagem a partir de seus “pré-requisitos” cognitivos.

Foi desenvolvida pesquisas para conhecer o que era anterior ao aparecimento da linguagem, e de acordo com a tese piagetiana o anterior se remete às diferentes construções que os bebês realizavam ao longo de seus dois primeiros anos de vida.

No entanto, essa busca pelo anterior não se limitou apenas na teoria piagetiana. Um bom numero de pesquisadores se lançou na busca dos “pré-requisitos” comunicativos.
Nessa concepção de natureza extremamente sociogenética, sustenta que desde o início da sua existência, os bebês se envolvem em rotinas sociais com as pessoas que cuidam deles.
"Mediação": o conhecimento vem por experiências provenientes de sua cultura.

Desenvolvimento cognitivo e lingüístico, cada um de seus mecanismos próprios e específicos, formam uma unidade, de modo que um depende do outro.
O INÍCIO DA COMUNICAÇÃO
E DA CONSCIÊNCIA
 A comunicação até os 3 meses de vida do bebê é relacionada fundamentalmente com o seu cuidado – higiene, alimentação, etc.

 Durante os três primeiros meses, a interação entre o bebê e seu cuidador consiste em situações onde ambos olham-se de maneira mantida e mútua;

 A intenção comunicativa aparece ao longo do estágio sensório-motor, quando o bebê é capaz de coordenar sequências de condutas dirigidas a uma meta;

 Aparece a noção de causalidade elaborada pelo bebê durante o estágio sensório-motor;

 Sequências de condutas específicas (gestos, vocalizações, etc.) que pouco a pouco são controladas subjetivamente e se tornam claramente intencionais em um contexto cultural determinado;

 Vocalizações ( repetições de vogais e sons guturais) não lingüísticas.Essas produções têm pouca influência da lingua-mãe.

 Sorriso reflexo;

 Apresenta movimentos corporais bruscos ou acorda ao ouvir estímulo sonoro;

 Aquieta-se com a voz da mãe;

 Procura fonte sonora com movimentos oculares;


JEROME S BRUNER: Os FORMATOS DE ATENÇÃO E AÇÃO CONJUNTA
Ao longo do primeiro ano de vida,as consecuções infantis significam uma autentica revolução.

O bebe chega a este mundo equipado com um conjuntos de condutas que,de uma perspectiva etológica,permite a ele se reconhecer em sua especie e ,ao mesmo tempo,permite que a especie o trate de modo que se incorpore as suas características mais especificas- a linguagem e o entendimento.

No início da vida,o interesse infantil está quase que exclusivamente centrado na interação eu- você do tipo intersubjetividade primária,mas logo se interessa também pelos objetos.
Por volta dos seis meses ,o foco de atenção da díade adulto-criança diversifica-se enormemente,e,além da própria díade,o mundo exterior-o dos objetos- exige um grande interesse que se incorpora a relação com os de mais interações eu- você: nessa idade,o bebe é capaz de seguir o olhar da mãe- o olhar para onde ela olha - e de utilizar o olhar como um índice díctico ("aquilo","isso") para mostrar que compartilha com um tema .

É nesse momento em que o adulto e bebe se envolvem conjuntamente em uma série de brincadeiras que adotam a forma de rotinas,cujas variações são previsíveis por parte do bebê.Bruner, estuda este período e utiliza o termo formato para descrever as caraterísticas deste tipo de interação social.
Ratner e Bruner,após estudaram a brincadeira de esconde- esconde (por exemplo,o adulto pergunta " onde está o bebe?",ocultando o rosto e convidando a criança a imitá-lo),propõem que essas brincadeiras apresentem as seguintes características:

1. limitam e fazem muito familiar o domínio semântico no que se empregam as diferentes produções do adulto.

2.Fornecem uma estrutura da tarefa altamente previsível com claros momentos de corte ou brechas, onde um e outro podem introduzir funcionalmente seus vocalizações.

3.Permitem papéis reversíveis aos participantes, de maneira que ,neste caso,um ou pode fazer desaparecer um objeto e o outro fazê-lo reaparecer ou vice-versa.

4.As tarefas implicadas são muito versáteis, podendo incorporar elementos e conteúdos diferentes.

5.A atmosfera de jogo evita qualquer referência ao castigo .aos erros ou enganos infantis, enganar-se pode ser inclusive divertido, com o que a situação comporta sempre uma atitude positiva para a inovação.

• O aparecimento da Linguagem
Inicialmente, o bebê emprega o repertório de condutas com o qual chega a esse mundo (choro, sorriso, olhar...) mas pouco a pouco vai incorporando gestos mais arbitrários, e portanto, mais culturais, como a sinalização.

O adulto apresenta situações pautas e seqüenciadas, que se repetem várias vezes, de modo que o bebê tem centenas de oportunidades para observar tanto as conseqüências dos seus atos como as dos demais.

Por volta dos seis meses, o bebê se interessa pelos objetos, e entre outras coisas pretende pegá-lo. Para isso, utiliza o “gesto de alcançar”.
Se o bebê não alcança, o adulto aproxima o objeto dele. Tratando o “gesto de alcançar” como intencional, já que o adulto pressupõe que o gesto feito pelo bebê é um sinal de “pega pra mim?”


Após alguns meses a forma com que o bebê utiliza o seu “gesto de alcançar” altera, e agora se tornando intencional.

Em torno dos 11-12 meses esse gesto some e é substituído pela sinalização. Esse procedimento mais cultural e evoluído permite novas possibilidades.

O que o bebê aprende sobre a linguagem nessas situações são as “condições de felicidade”, o que ele pode fazer e ganhar com a linguagem, tornando possível que suas solicitações, seus sinais, suas perguntas sejam compreendias e atendidas pelos demais.

A principais palavras aparecem como um processo de “substituição funcional” cuja eficácia e economia se é capaz de reconhecer.

Junto com esse processo os bebês desenvolvem outra capacidade, desenvolvem ao longo do seu primeiro ano de vida capacidades fonológicas.

Que levam a realizar produções vocálicas semelhantes às produzidas pelos adultos.

Os bebês são extremamente sensíveis à voz humana.
• São capazes de discriminar todos os fonemas das línguas do mundo.

Origem da intenção comunicativa
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