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Se a boa escola é a que reprova, o bom hospital é o que mata.

Didática geral
by

Jeanine Piovesan

on 27 November 2012

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Transcript of Se a boa escola é a que reprova, o bom hospital é o que mata.

Se a boa escola é a que reprova, o bom hospital é o que mata. Como nosso título refere-se à situação de um hospital, podemos continuar a brincadeira ingressando num ambiente hospitalar e estabelecendo um tempo igual para todos os doentes ficarem curados e deixarem a casa. Desprezaríamos as diferenças individuais de convalescenças e, em pouco tempo, esse hospital estaria com resultados semelhantes ás escolas: alguns saindo até antes do tempo, os ditos pacientes normais, dentro da média,e os demais estariam mortos porque seriam obrigados a se curar dentro de um tempo preestabelecido. Nada mais fácil para justificar as reprovações de uma escola como sendo algo normal. Existiriam sempre reprovações se as avaliações fossem normais. “A escola é uma fábrica de desanimados.” Cada disciplina é ministrada para atender à corporação dos docentes, enquanto a sociedade é muito maior que qualquer corporação de docentes. Uma empresa voltada para os programas de qualidade treina seus funcionários, assim uma escola-empresa deste final de século deve treinar seus professores. Alguns ainda usam a expressão reciclagem como se pudéssemos tratar os mestres como um lixo intelectual. Na verdade, o que se recicla é lixo, aquilo que jogamos fora. O mesmo acontece com os alunos: se uma aula é cheia de inutilidade, ela consegue desanimar qualquer estudante; se, ao contrário, ele percebe que os assuntos são úteis, sente mais prazer em estudar. Por que os alunos gostam da realidade virtual e se ligam na Internet? Por várias razões. A mais importante, porém, está ligada à atualização. Assim como ninguém da valor para o jornal do dia anterior, a não ser em casos de pesquisa, os alunos também querem coisas bem atualizadas. Quem não se atualiza fossiliza-se. Num mundo de mutação conservar não é uma boa solução. A reprovação compromete a Instituição “ Seria a reprovação um problema de aprendizagem ou um problema de ensinagem?” “O papel do professor é buscar os pontos fortes dos alunos.” A escola do futuro primará pela substituição da principal falta a ser sentida pelos humanos: o sentimento, a atenção, a compreensão deste ser invadindo em sua privacidade pela tecnologia. “A presença dos educadores será a grande diferença dentro da sala de aula e no espaço da escola. Os educadores serão os formadores de opinião e os formadores da cidadania desses alunos do novo século. Sem eles haverá uma desumanização e o aspecto de um trabalho artesanal pessoa a pessoa deixará de exercer a sua influência, derrubando o mais preciso de nossa humanidade: a capacidade de distinção entre o ser e o não ser.” “A escola do futuro vai requerer dos educadores uma transformação na linha da humanização. A mudança da busca do ensino-aprendizagem pelo aprender a aprender será um imperativo e os educadores precisarão mudar esta direção para conservarem o nível do emprego.” O mito da sétima série é um grande absurdo. Todos os paradigmas estão voltados para um comportamento de ensino negativo. Vê-se a reprovação como meta e, não o contrário: o aprendizado, o prazer em estar na escola etc. Essa ótica do negativo é que justifica o título deste livro: “Se a boa escola é a que reprova, o bom hospital é o que mata.” O professor que faz recuperação porque a lei obriga, sem perceber que um computador lhe dá a oportunidade de voltar e reaprender a qualquer tempo nos inúmeros helps e ajudas do sistema admite recuperar um aluno em duas disciplinas, abandonando as demais. A saída brilhante que passa pela cabeça desse mestre é o envio à reprovação e repetência no ano seguinte. Um inofensivo canudinho de plástico, desses de tomar refrigerante, é capaz de furar uma batata inglesa de tamanho grande, crua, bastando que a pessoa segure o canudo tapando um dos orifícios para dar mais consistência a ele. Você atravessará a batata fazendo um furo redondo de um lado ao outro.
Quase ninguém acredita nisso porque nosso paradigma não permite. Quais seriam as características de um novo currículo? Atualidade e utilidade. Acadêmicas: Jeanine Piovesan
Taniela Quadros Pena
Tarciane Mattei
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