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Psicologia Escolar

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Vagner Vigh

on 4 August 2017

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Transcript of Psicologia Escolar

Psicologia e Profissionais da Educação
Concepções sobre Infância, Ética e Práticas com a Criança
Concepções de Criança e Infância

2 modos de se entender: Representação que o adulto faz (olhar de fora)... A partir das suas experiências vividas na infância (falar, senti – la, ouvir sua voz como pessoa vivendo fase específica da vida). Encontro com a própria infância numa relação de alteridade.

As concepções dependem e variam de acordo com cada sociedade e cada época.

Leitura do Poema
Ao Contrário, as cem existem.
À igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.
Direito a especial proteção para o seu desenvolvimento físico, mental e social.
Direito a educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.
Constituição 1988
ECA 1990

Art. 227.
 É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. (Redação dada Pela Emenda Constitucional nº 65, de 2010)
Estatuto da Criança e do Adolescente (1990)
Art. 2º
Considera – se criança, para efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos.
Art. 5º
Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão...
Art. 18
. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
Art. 18-A.
A criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar deles, tratá-los, educá-los ou protegê-los. (Incluído pela Lei nº 13.010, de 2014)


ESTATUTO 1990
Art. 53º
A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - direito de ser respeitado por seus educadores;
III - direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;
IV - direito de organização e participação em entidades estudantis;
V - acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência.

Art. 58
. No processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdade da criação e o acesso às fontes de cultura.

Direitos devidamente assegurados após Declaração Universal dos Direitos da Criança (ONU, 1959)
Constituição de 1988,
ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)
Declaração Universal dos Direitos da Criança
Tem como base e fundamento os direitos à liberdade, estudos, brincar e convívio social das crianças que devem ser respeitadas e preconizadas em dez princípios.

Por que conhecer as Leis?

Ética do Servidor Público...

Ética: do grego ethos e significa caráter, comportamento. Trata-se do comportamento individual em relação a sociedade, o que garante o bem-estar social. Ela define como o homem deve comportar-se diante do meio social.

Estatuto do Servidor Público Municipal.
Ética nas relações de trabalho.
Respeito às diferenças (modos de ser, agir e pensar) entre colegas e na relação com as crianças.
Por que falar sobre Ética?

Por que por atos impensados, impulsivos, podemos vir a agir de forma contrária ao que está dado.
Violência Psicológica (simbólica) – Assédio Moral contra criança e adolescente.

A violência psicológica tem sua manutenção favorecida por não deixar marcas físicas e, muitas vezes, constituir-se de ações toleradas ou aceitas pela sociedade. É caracterizada por situações que imprimem medo, ansiedade, terror, pânico, coerção, e que promovem um grande sofrimento psicológico à criança.

Relações Humanas entre Educadores
e Corpo Discente

Formação (Inicial e Continuada) dos Profissionais como condição para o trabalho com as especificidades da infância.
Conhecer o Desenvolvimento Infantil
Sentimento de Empatia
Valorizar a diversidade como elemento enriquecedor do desenvolvimento pessoal, social e profissional.

Reflexão


A criança é um ser único, completo e individual, que tem uma identidade própria e participa da vida social e cultural, seja na interação com os adultos ou com outras crianças. A criança tem voz própria e deve ser ouvida de modo a ser considerada.
Ouvir o que a criança tem a dizer permite descortinar e compreender realidades que, somente sob o seu ponto de vista e de seus universos específicos, podem vir a ser interpretadas.
(DAHLBERG et al., 2003)
Consequências da Violência Psicológica para o Desenvolvimento Infantil

Compromete o desenvolvimento positivo de seu autoconceito e, consequentemente, de sua autoestima
Sentimento de desprazer para com a escola;
Pensamentos intrapessoais (medo, baixa estima, sintomas de ansiedade, depressão, pensamentos suicidas, etc.)
Saúde emocional (instabilidade emocional, problemas em controlar impulso e raiva, transtorno alimentar e abuso de substâncias);
Habilidades sociais (comportamentos antissociais, problemas de apego, baixa competência social, baixa simpatia e empatia pelos outros, delinquência e criminalidade);
Aprendizado (baixa realização acadêmica, prejuízo moral)
Saúde física (queixa somática, falha no desenvolvimento, alta mortalidade).
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