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3º CHIP

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Louize Moura

on 4 October 2012

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Transcript of 3º CHIP

Esta pesquisa, recorte de uma dissertação de mestrado, em andamento, objetiva observar como o moodle se constitui um ambiente virtual de aprendizagem colaborativa.

A realização deste estudo justifica-se pelo advento da globalização, a qual atingiu diretamente o contexto escolar, exigindo a utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação, nesse espaço, por professores e demais profissionais da educação.

Vale destacar que as políticas públicas de inclusão digital, na esfera da escola, se concentram na aquisição de hardwares e softwares, urgindo a necessidade de instrumentalizar os profissionais supracitados para lidar com a tecnologia junto a seus alunos. Situando a questão... Curso de extensão
Letramentos e Tecnologias: Ensino de Língua Portuguesa e demandas da cibercultura (CR112-2012/Proex-UFRN).

Ambientes de pesquisa
Presencial: Centro Municipal de Referência em Educação Aluísio Alves (CEMURE) - Natal/RN;
Virtual: Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle.

Colaboradores: 28 professores da rede pública de ensino, em formação continuada; 06 professores em formação inicial, alunos do curso de Letras/UFRN; 04 professores em formação inicial, atuando como tutores do curso. Contexto da pesquisa Embasamento teórico O moodle como ambiente de aprendizagem colaborativa no processo de formação de professores Mstda. Louize Moura Câmara (PPgEL/UFRN)
Orientadora: Profa. Dra. Maria do Socorro Oliveira (PPgEL/UFRN) Estudos do letramento Pesquisadores de diversos campo do conhecimento como Silva (2008), Perrenoud (2000) e Gibson (2001) apontam a necessidade de se formar o professor para a utilização de TIC na escola.


Gibson (2001), inclusive, identifica três estágios de desenvolvimento através dos quais as escolas passam quando adquirem novas tecnologias: infusão: interesse em equipar as salas de aula com hardwares e softwares; integração: treinamento de professores e alunos que não possuem familiaridade com os equipamentos adquiridos; transformação: os equipamentos instalados em sala de aula são utilizados para transformar o modo como se ensina e como se aprende. Embasamento teórico Formação do professor Interação social como meio de construção do conhecimento (MCINNERNEY; ROBERTS, 2004).

Trabalhar colaborativamente implica trabalhar em grupos para atingir um objetivo comum, respeitando as contribuições de cada um dos indivíduos para o todo.

Aprendizagem construída através da andaimes (sccaffolding): par mais experiente e menos experiente (VYGOTSKY, 1978; BRUNER, 1985). Embasamento teórico Redes de aprendizagem colaborativa
em Ambientes Virtuais de Aprendizagem O estudo filia-se ao campo da Linguística Aplicada, utilizando a abordagem quali-quantitativa de pesquisa.

O corpus é composto por verbalizações geradas no Moodle, através de ferramentas como o chat, o fórum de discussão e os perfis, produzidas pelos colocaboradores da pesquisa e analisadas à luz da etnografia virtual (HINE, 2000) Metodologia
Hine (2000), explica que a principal distinção entre as pesquisas etnográficas tradicional e virtual diz respeito à relação espaço-temporal. Se antes o pesquisador situava-se, presencialmente, no espaço e no tempo de uma comunidade específica para descrever sua cultura, na netnografia isso não ocorre, pois o “campo” perde suas características físicas, tornando-se um texto na tela do computador.

5º princípio: possibilidade de realizar pesquisas etnográfico-virtuais com o objetivo de explorar a constituição de fronteiras ou a construção de conexões entre o real e o virtual. Etnografia virtual Leitura e escrita como práticas sociais situadas.

Os letramentos são múltiplos.

Letramentos digitais: "conjuntos de letramentos (práticas sociais) que se apóiam, entrelaçam, e apropriam mútua e continuamente por meio de dispositivos digitais para finalidades específicas, tanto em contextos socioculturais geograficamente e temporalmente limitados, quanto naqueles construídos pela interação mediada eletronicamente” (BUZATO, 2009, p. 7). “A aprendizagem em rede enfatiza processos colaborativos na medida em que permite ao grupo vivenciar distintos papéis e momentos, nos quais a comunicação flui descentralizada, permitindo que diversas vozes sejam escutadas.” (ALVES, 2008, p. 159) Apresentação dos dados
e Análises preliminares Chat Fórum de
discussão Algumas considerações Em diversas situações ofertadas pelo curso de extensão, os alunos da graduação atuaram como pares mais competentes no processo de aprendizagem, oferecendo apoio ou andaimagem (scaffolding) ao professores em formação continuada.

Isso ocorre devido ao fato de que, os alunos da graduação, mais jovens e membros da Geração Y, realizarem práticas de letramento digital amplamente, em detrimento dos professores em formação continuada. Referências BUZATO, M. Letramento e inclusão: do estado-nação à era das TIC. D. E. L. T. A. n. 25, v. 1, p. 1-38, 2009.

BRUNER, J. The culture of education. Cambridge: Harvard University Press, 1996.

COPE, B.; KALANTZIS. M (eds). 2001. Multiliteracies: literacy learning and the design of social futures. Routledge,
London.BUZATO, M. Letramento e inclusão: do estado-nação à era das TIC. D. E. L. T. A. n. 25, v. 1, p. 1-38, 2009.

GIBSON, I. W. Infusion, integration or transformation? Moving towards a pedagogy of learing education technology. In: SELINGER, M.; WINN, J. (Eds.)
Educational technology and the impact on teaching and learning. Oxon: RM, 2001. p. 47-52.

HINE, C. Virtual ethnography. London: Sage publications, 2000.

LANKSHEAR, C.; KNOBEL, M. Digital literacies: concepts, policies and practices. New York: Peter Lang Publishing, 2008.


PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.

SILVA, M. Exigências para formação do professor na cibercultura. Fonte. n. 8, p. 101-104, 2008.

VYGOTSKY, L. S. Mind in society: the development of higher psycological processes. Cambridge: Harvard University Press, 1978. Obrigada! contato: louize_lidiane@yahoo.com.br
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