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Comunicação e Promoção da Biblioteca Escolar

Joana Raquel Carvalha Figueiredo
by

Hugo Bastos

on 6 September 2012

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Transcript of Comunicação e Promoção da Biblioteca Escolar

10 de setembro 2012 Pós Graduação em Gestão de Bibliotecas Escolares


Docente: Milena Carvalho
Orientador: Manuel Araújo
Aluna: Joana Raquel Carvalha Figueiredo Comunicação e Promoção da Biblioteca Escolar
pretendemos defender que esta traduza inovação, o mesmo é dizer “(…) uma biblioteca onde apeteça ir, uma biblioteca que se vá transformando gradualmente numa máquina de tempos livres onde se vai ao cinema, se passeia no jardim e se toma uma refeição completa”. Umberto Eco (1999: s/p) Considerando a BE como uma instituição híbrida, da sua contribuição resultará a transformação da escola, numa “organização que aprende” e por, extensão, numa sociedade aprendente. novos modos de estar e de agir na BE, de modo a que as atitudes dos seus protagonistas evoluam no sentido desejável. Não se trata apenas de saber utilizar e apreciar a informação! Trata se de a encarar de forma crítica, considerando as mensagens implícitas e explícitas, dando espaço e tempo à livre descoberta e recri (cre) ação. Pertinência da problemática Trata se de dar novo sentido à biblioteca escolar, através de outros/as:
Significado (s) e/ou representação/ões;
experiências que aconteceram em tempos de socialização primária e secundária que condicionaram e, ainda hoje, condicionam 1). Novo sentido Como sonho a minha biblioteca? “ (…) um chão de espuma para nos podermos lá deitar, com pufos e camas sobrepostas”, diz Bertrand. Thierry, por sua vez, anseia por uma biblioteca “rodeada por uma grande floresta virgem que se terá que atravessar para se ir ler, de modo a ficar-se isolado de tudo, sobretudo da poluição”. Pascal situa se no fundo do mar aludindo para o facto de ser “um local calmo e repousante para a leitura”. A título de exemplo: abandonar o conceito convencional de organização espacial, de abordagem, promovendo a liberdade de descoberta do conhecimento, facultando experiências motivadoras, criadoras e recri(cre)adoras aos seus utilizadores.
“ (...) o ensino só se torna educação quando se organiza de forma a que o educando aprenda a reinventar e a renovar constantemente (...) ”. (Leite e Terrasêca, 2001:53) 2.) Novas experiências no espaço da BE Considerando que “A criança é espontaneamente criativa; a sua necessidade de criar é tão forte que sempre acaba por ter alguma expressão visível (...) Até quando é de todo impedida de concretizar o seu potencial criativo no rés-do-chão da realidade, sempre resta à criança algum espaço para instalar o seu “atelier” no sótão da fantasia”. Ribeiro (2002:79) a criatividade “ (…) não é mais que o prolongamento na vida adulta de qualidades infantis fundamentais.(...) A criança é inventiva; o adulto é produtivo; o adulto infantil é inventivamente produtivo. A criança explora o ambiente; o adulto organiza-o; o adulto infantil organiza as suas explorações e, organizando-as, reforça-as. Cria”. Morris (s/d:175)


funcionar na lógica do uso, não como uma mera extensão do espaço da sala de aula, num registo escolar; mas sim numa lógica de concetualização/inovação, potenciadora de uma mudança qualitativa das práticas de toda uma comunidade educativa. 2. 1. Têm que se integrar no espaço e na vida escolar da comunidade, atendendo à qualidade das suas relações e assumindo, com determinação, o seu contributo para a promoção e autonomia dos seus utilizadores. Não sendo tarefa fácil romper com modos de pensar e práticas profundamente ancoradas,
não será, igualmente, possível legislar mudanças de crenças e valores.

“Quando os ventos de mudança sopram,
umas pessoas levantam barreiras,
outras constroem moinhos de vento”.

Provérbio chinês Cientes
das
Potencialidades
da Biblioteca Escolar Neste sentido privilegia (m) se: a biblioteca escolar, como matriz de um importante projeto, promotor da criação de utilizadores, que dela farão uso ao longo da vida.
A perspetiva da biblioteca como um mero apêndice (para guardar frutos entre livros) ou simples recurso (para servir de reserva de informação ao professor) deixou de fazer sentido. Possa, embora cumprir esta função, a biblioteca escolar deve desejar ir muito além deste propósito. A partir do estudo “Des enfants, des adolescents rêvent leur bibliothèques” realizado por dois alunos da Escola Nacional Superior de Bibliotecários, Geillon e Perney, (BBF; disponível em http://bbf.enssib.fr/consulter/bbf-1977-11-0640-004) POIS: lugares onde se justapõem atividades, antes se complementam e se enriquecem; Não são Não deverão surgir no seu desenvolvimento como uma inovação endógena ao estabelecimento de ensino, o que, indubitavelmente, é um dos fatores basilares para o seu êxito. Deverão As bibliotecas escolares: Têm que se assumir como estratégia de inovação educativa. Inovação que abarque mudança estrutural, de hábitos, de representações, de composição de espaços. Espaços onde o sonho, a descoberta, a revelação, a concretização ideológica estejam acessíveis a todos.
“ (...) é necessário que o professor em vez de aplicar a reforma possa emergir como produto de inovação.” Rui Canário (1993:98)
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