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INDUSTRIALIZAÇÃO E URBANIZAÇÃO NAS AMÉRICAS

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by

Inês Araújo

on 22 April 2015

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A INDUSTRIALIZAÇÃO NAS AMÉRICAS
O processo de industrialização no continente americano aconteceu de forma diferente na América Anglo-Saxônica e na América Latina.
Vários termos são utilizados para evidenciar as diferenças socioeconômicas entre América Anglo-Saxônica e América Latina, por exemplo, centro e periferia; América desenvolvida e América subdesenvolvida; norte rico e sul pobre. Essas desigualdades são explicadas pela história de industrialização.
Na América Latina a industrialização se desenvolveu tardiamente e de forma gradativa, em meio a uma economia agroexportadora, ou seja, fornecedora de produtos primários para os países desenvolvidos.
México, Brasil, Argentina e Venezuela intensificaram a industrialização a partir de 1950 com a expansão das
multinacionais/transnacionais
. A associação do Estado com grandes
oligopólios
também foi importante na internacionalização da economia.
Foi após a Segunda Guerra Mundial que os EUA se tornaram a maior potência industrializada e agrícola do mundo. Alguns fatores contribuiram:
As duas grandes guerras mundiais que enfraqueceram seus concorrentes (Europa Ocidental e Japão).
O lançamento do Plano Marshall.
A estratégia agressiva das multinacionais estadunidenses.
As transnacionais passaram a faturar nos países desenvolvidos.
A URBANIZAÇÃO DAS AMÉRICAS
A industrialização transformou as cidades e o cotidiano das pessoas.
O setor cultural também sofreu influência da expansão da indústria, que passou a ditar o consumo, mudou os costumes e padronizou o gosto das pessoas. Basta observar o numero de produtos provenientes de outros países que utilizamos.
Em 1982 a crise provocada pela alta dos juros da dívida externa desestabilizou a economia da América Latina e começaram as privatizações como saída para a crise, medida adotada pelo governo, independentemente da opinião pública. Essa política econômica estava sendo adotada pelos governos dos países do G-8 (EUA, Canadá, Japão, Alemanha, França, Itália, Reino Unido e Rússia), interessados nos setores de telecomunicações, informática e mineração dos países pobres. O chile foi o primeiro país a privatizar esses setores, depois México, Argentina e Venezuela e em 1990 o Brasil se rendeu as privatizações.

INDUSTRIALIZAÇÃO E URBANIZAÇÃO NAS AMÉRICAS
Apesar da crescente urbanização e modernização econômica, as desigualdades sociais nos países latino-americanos não foram eliminadas. A inserção na economia mundial não representou a autonomia financeira e tecnológica, mantendo a dependência em relação aos desenvolvidos.
A medida que as cidades se expandem, suas atividades e funções podem ultrapassar suas fronteiras municipais, constituindo o fenômeno chamado de
conurbação
.
O PROBLEMA DO LIXO URBANO
O crescimento da população urbana, a elevação de renda e a ampliação do comércio são fatores responsáveis pela formação na América Anglo-Saxônica, de uma sociedade muito diferente da que existia até o inicio do século XX. Foi criado um estilo de vida em que quase tudo é comprado, são as sociedades de consumo, gerando um grande volume de materiais que são descartados.
Quanto maior é a renda da população maior também é a produção de lixo dessa sociedade.
Os países ricos são os maiores produtores de lixo.
Em Nova York, milhares de carros são abandonados nas ruas anualmente. Esta cidade detém o recorde mundial de produção de lixo, chegando a mais de 4,5 kg diários por habitante. Em São Paulo produz-se, em média, 1kg diário por pessoa.
A coleta de todo o lixo é difícil e de custo elevado. O destino dele pode ser a reciclagem, a incineração ou o aterro sanitário.

A reciclagem
é o melhor destino para o lixo, poupa a matéria-prima natural, não polui o meio ambiente e contribui para a preservação da natureza. Nos EUA e Canadá, 40% do lixo são reciclados.
A incineração
é uma forma razoável de resolver o problema do lixo, porque a queima evita a deterioração e a proliferação de bactérias e insetos, mas polui o ar, resultando em fumaça tóxica. A incineração é maia utilizada como solução para o lixo hospitalar; porém vidros e metais não podem ser queimados.
O aterro sanitário
, quando bem construído, pode armazenar um grande volume de lixo.

Na maior parte dos munícipios brasileiros, o lixo ainda é depositado a céu aberto, causando sérios danos ao meio ambiente e à saúde das populações que convivem próximas à área.
Em agosto de 2010, foi instituída a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cujos principais tópicos são: extinguir os lixões até 2014, priorizar os aterros sanitários, incentivar as cooperativas de catadores.

As políticas agrícolas e a agroindústria
As estudarmos as relações no campo, compreendemos que os conflitos e a violência agrária no Brasil, são resultantes do antagonismo entre posseiros, grileiros, grupos indígenas, madeireiros, extrativistas e grandes proprietários rurais.
Para que o homem pudesse desenvolver a agricultura, ele teve que desmatar a vegetação nativa. Isso ocorreu com a transição do nomadismo ao sedentarismo.
No inicio o cultivo e a criação de animais era realizado com o objetivo de satisfazer às necessidades humanas, com o passar dos tempos, e o desenvolvimento das técnicas, essas atividades passaram a ter um objetivo econômico.
O desenvolvimento industrial e o crescimento das cidades foram fatores que contribuíram para a transformação da agricultura, que adquiriu características próprias em cada país.
Uma das inovações foi a implantação da agroindústria da cana-de-açúcar, com cultivo de cana e produção de açúcar e álcool, como acontece em São Paulo.
O capital acabou unindo a cidade e o campo, a agricultura e a indústria, dando origem à agroindústria, altamente mecanizada.



A tendência atual, na maior parte do mundo, é a urbanização. O êxodo rural ainda é muito acelerado nos países pobres.
O setor primário ainda é um setor muito importante na economia de vários países, porém as políticas agrícolas não favorecem a vida do agricultor no campo.
Apesar de toda a produção agrícola mundial, muitas pessoas ainda morrem de fome, isso não acontece porque faltam alimentos. As pessoas morrem de fome em função da má distribuição.
De cada dez toneladas de cereais produzidas anualmente no mundo, sete são destinadas à alimentação de animais, o que contribui para a fome do planeta.
Outro aspecto que explica a fome é a concentração de terras em propriedade de poucas pessoas.


Em meados do século XX, a produtividade agrícola teve crescimento significativo. Esse crescimento foi consequência da chamada Resolução Verde, implantada pelos países ricos na década de 1950, nos países subdesenvolvidos, com o objetivo de reduzir a fome mundial. Essa modernização na agropecuária incluía um conjunto de medidas tecnológicas: uso de agrotóxicos, uso de fertilizantes e máquinas agrícolas, instalação de centros de pesquisa.
Os resultados obtidos pela Resolução verde foram insatisfatórios, porque não considerou a produção e os costumes locais, os quais foram substituídos por processo monocultor. Isso provocou dependência e diferenças entre grandes e pequenos proprietários. As consequências foram: problemas ambientais, êxodo rural e continuação da miséria.
O uso inadequado do solo provoca degradação e aceleração do processo erosivo.

A agricultura dos EUA teve inicio no período colonial e se expandiu para o oeste. Atualmente existem complexos campos de cultivo denominados de belts, cinturões de cultivo especializado.
As características da agricultura estadunidense são: alta mecanização, uso intensivo do solo, uso de biotecnologia, irrigação, áreas especializadas, open fields (áreas que formam um mosaico de cultivos.
As áreas de cultivo agrícola no Canadá são na fronteira com os EUA.

As consequências da industrialização e da urbanização
Com a automação e a mecanização muitos postos de trabalho foram eliminados, gerando desemprego e necessidade crescente de qualificação.
O crescimento das áreas periféricas acentuou os problemas sociais e o grupo dos excluídos, caracterizando um acesso desigual aos benefícios da industrialização e do desenvolvimento econômico.

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