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QUALIFICAÇÃO 2 - PAMELLA

Apresentação da qualificação adaptado ao datashow
by

Pamella Rodrigues

on 26 January 2013

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Transcript of QUALIFICAÇÃO 2 - PAMELLA

OUVIR E FAZER MÚSICA COM COMPREENSÃO: DIAGNÓSTICO PARA O USO DE SOFTWARES MUSICAIS NO ENSINO DE PERCEPÇÃO MUSICAL Pamella Castro Rodrigues
Orientadora: Profª. Drª. Lia Braga Vieira
Co-orientador: Profº. Dr. José Ruy Henderson Filho Quais as dificuldades de aprendizagem na disciplina Percepção e Análise I dos alunos do 1º semestre do ano de 2012 do curso de Licenciatura Plena em Música da Universidade do Estado do Pará e como o computador pode auxiliá-los na superação de dificuldades e melhoria da aprendizagem naquela disciplina da qual fui professora? PERGUNTA DE PESQUISA A UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO MUSICAL "Seja qual for o tipo de software criado para uso em educação musical, é importante que sejam observados pressupostos pedagógicos coerentes com os objetivos educativos do contexto e, principalmente, que o mesmo propicie o desenvolvimento musical da forma mais abrangente possível (MILETTO et. al., 2004, p. 2) O tempo de alcance do nível potencial do estudante pode ser diminuído com a utilização de softwares de música. HIPÓTESE APRENDIZAGEM
MUSICAL O papel do educador musical passa agora a não ser mais somente o que “ensina aos alunos como e o que aprender”, mas o que “guia os alunos quanto ao modo de aprender” (GORDON, 2000, p. 123 apud Freire, 2005, p. 128). OBJETIVOS OBJETIVOS Diagnosticar as lacunas no processo de ensino e de aprendizagem em aulas de percepção musical de licenciandos em música. OBJETIVO GERAL Compreender as contribuições de softwares musicais para o desenvolvimento da percepção musical Verificar as situações em que haja a necessidade de uso de softwares Realizar um levantamento de diferentes softwares que possibilitem/viabilizem o estudo de percepção musical no contexto da formação de professores de música PROCEDIMENTOS DA PESQUISA ESTUDO DE CASO - SOBRE OS ESTUDANTES: aprendizado de cada estudante observado, história de vida musical individual anterior e concomitante à Licenciatura, fatores socioeconômicos e culturais desses futuros profissionais;
- SOBRE A DISCIPLINA: condições materiais de desenvolvimento da disciplina Percepção e Análise Musical I na sala de aula observada, entre outros fatores que interferem no desenvolvimento da percepção musical dos estudantes observados e entrevistados;
- SOBRE A PROFESSORA (esta pesquisadora e autora desta dissertação): o ensino desenvolvido na disciplina Percepção e Análise I. PESQUISA DOCUMENTAL Projeto Político Pedagógico do curso de Licenciatura Plena em Música;
Programa da disciplina;
Legislação 1.O CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA: CONTEXTUALIZAÇÃO DA DISCIPLINA PERCEPÇÃO E ANÁLISE I 1.1 HISTÓRICO DO CURSO

1.2 PERFIL DO LICENCIADO

1.3 ESTRUTURA DO CURSO •Formar docente na área musical que, inserido no contexto das Ciências Sociais e Educação, esteja fundamentado numa visão global de Educação, que possibilite a integração das ações pedagógicas com a problematização e aplicação de conhecimento que atenda às necessidades regionais de educação musical;
•Formar docente em Música com domínio do código musical que lhe permita perceber, expressar-se e produzir conhecimento musical com substância e clareza de idéias;
•Formar docente em Música que saiba articular o "saber" (conhecimento específico da área, pedagógico e de integração), o "saber pensar" e o "saber intervir";
•Formar docente na área da Música para atuar na Educação Infantil, Básica e Profissional, em contextos formais e informais de ensino musical;
•Formar docente em Música que, a partir de domínio fundamental na área de atuação profissional, seja capaz de adaptar-se às diversas situações, produzindo conhecimento que permita identificar, compreender e superar problemas presentes na realidade vivida (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ, 2002, p. 10). [...] gerar conhecimento sócio-político-cultural, dando ênfase à transmissão, produção e socialização do conhecimento, não enfatizando somente a profissionalização e instrumentalização dos discentes, mas preocupando-se com a sua formação geral, do cidadão que participa do mundo como um todo não como parte (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ, 2002, p. 13) EIXOS ARTICULADORES Conhecimento profissional (4 disciplinas);
Interação, comunicação, autonomia intelectual e profissional (6 disciplinas);
Disciplinaridade e interdisciplinaridade (42 disciplinas);
Formação comum e da formação específica (10 disciplinas);
Conhecimentos a serem ensinados (sic) e dos conhecimentos filosóficos, educacionais e pedagógicos (6 disciplinas);
Dimensões teóricas e práticas (4 disciplinas). 2.OS ESTUDANTES DA DISCIPLINA PERCEPÇÃO E ANÁLISE I: ASPECTOS QUE INTERFEREM NA APRENDIZAGEM MUSICAL 21 FATORES SOCIOECONÔMICOS E CULTURAIS TOCA ALGUM INSTRUMENTO?
TEM SEU PRÓPRIO INSTRUMENTO?
TEM AMBIENTE E TEMPO PARA ESTUDAR EM CASA?
TEM APOIO FAMILIAR?
FREQUENTA CONCERTOS?
TEM OU USA COMPUTADOR PARA O ESTUDO MUSICAL? Eu sempre estou com o meu computador, ele fica do meu lado, computador, piano e guitarra (Entrevistado 13). Sim, eu tenho vários. Eu tenho o Reason, que é um programa que me ajuda muito na composição, porque ele é um programa de instrumentos virtuais, então eu crio os instrumentos como base de acompanhamento, e até mesmo na hora de criar, me ajudou muito nesse semestre no trabalho da disciplina de Prática em Conjunto. Eu tinha os instrumentos, um violino, um oboé, o piano e o violão, eu consegui jogar tudo lá para criar as linhas de cada um, para a gente escutar, saber se estava bom. Isso poupava muito tempo na hora dos ensaios (Entrevistado 13). 2.1 QUEM SÃO OS ESTUDANTES?

2.2 QUAIS FORAM OS SEUS PERCURSOS NA VIDA MUSICAL?

2.3 COMO SE DEU A CONTINUIDADE DOS ESTUDOS?

2.4 QUAIS AS DIFICULDADES E FACILIDADES NAS DISCIPLINAS DO CURSO?

2.5 QUAIS AS DIFICULDADES E FACILIDADES EM PERCEPÇÃO E ANÁLISE I? 2.2.1 OS PRIMEIROS CONTATOS Meio familiar (12)
Religioso (8)
Círculo de amigos (4)
Aulas em projetos, particulares e em escolas especializadas (4)
Esforços próprios (2) 1. ESPAÇOS FORMAIS: constituídos pelas escolas de educação básica, escolas especializadas da área e outras instituições de ensino regulamentadas pela legislação educacional vigente no país;
2. ESPAÇOS NÃO FORMAIS: abrangem ONGs, projetos sociais, associações comunitárias, espaços diversos que oferecem cursos livres de música etc.;
3. ESPAÇOS INFORMAIS: que abarcam manifestações da cultura popular em geral, expressões musicais urbanas etc. ESPAÇOS DE ENSINO PRESENCIAL 1. ESPAÇOS FORMAIS: IECG e EMUFPA;

2. ESPAÇOS NÃO FORMAIS: Projeto Vale da FAM, Projetos de interiorização do IECG, projetos em igrejas ou em bairros, escolas que oferecem cursos livres (AMT, Hightech), professores particulares.

3. ESPAÇOS INFORMAIS: círculo de amigos. DIFICULDADES Improvisação (3)
Harmonização - formação de acordes (5)
Leitura de cifras (1)
Composição (1)
Adaptação - arranjo (4)
Solfejo - leitura e escrita - tocar lendo partitura (3)
Diferentes nomenclaturas (1)
Apreciação (4) Outros (3):
"o curso é muito teórico" e "assuntos que nunca tinha ouvido" (1)
técnica do violão (1)
história da música (1) Na prática em conjunto (5):
Falta de consenso e organização no grupo (2)
Falta de prática instrumental e de leitura dos colegas (1)
Falta de prática criativa dos colegas (1) FACILIDADES Improvisação (2)
Harmonização (2)
Apreciação - disciplina (6)
Arranjo (1)
Prática em Conjunto - disciplina (1) 3.O ENSINO E A APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA PERCEPÇÃO E ANÁLISE I: ASPECTOS RELACIONADOS À ATUAÇÃO DA PROFESSORA 3.1 PREPARAÇÃO E PLANEJAMENTO
3.1.1 Os objetivos, os conteúdos e avaliação previstos 3.2 A EXECUÇÃO DO ENSINO E OS RESULTADOS DA APRENDIZAGEM 3.2.1 A perspectiva da pesquisadora Notação musical; leitura e escrita; solfejo; identificação auditiva de elementos rítmicos e melódicos. Reconhecimento de valores; compassos, síncope, contratempo, anacruse, ritmo tético e acéfalo, acidentes, tom e semitom, intervalos (UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ, 2002, p. 23). “Conhecer e analisar os registros e nomenclaturas da escrita musical ocidental e praticar a leitura através do solfejo modal e tonal” (conteúdos programáticos). O estudo dos elementos visuais da linguagem da música tradicionalmente dita ocidental e os aspectos relacionados a uma interpretação psicológica do som e suas propriedades constituem uma ferramenta ao futuro professor de música para o entendimento, reflexão e aprimoramento das variadas técnicas de interpretação do discurso sonoro (conteúdos programáticos). OBJETIVOS
CONTEÚDOS
METODOLOGIA
MATERIAIS (REPERTÓRIO)
AVALIAÇÃO
BIBLIOGRAFIA 4. SOFTWARES PARA O DESENVOLVIMENTO DA PERCEPÇÃO MUSICAL DE PROFESSORES DE MÚSICA EM FORMAÇÃO SUPERIOR 4.1 SOFTWARES EXISTENTES PARA USO EM MÚSICA SOFTWARES EXISTENTES PARA USO EM MÚSICA: Solfege, EarMaster Pro 5, Musical Examiner 2008.01.13, Music Memory 1.5.0

SITES DE TUTORIAIS E DE INDICAÇÃO DE SOFTWARES

EXERCÍCIOS ONLINE

FÓRUNS DE DISCUSSÃO

APOSTILAS

VÍDEOS E OUTROS RECURSOS CONSIDERAÇÕES FINAIS Heterogeneidade de formações musicais;
Necessidade de nivelamento dos conhecimentos e compreensão de estruturas musicais;
Investigação de softwares. REFERÊNCIAS

BEYER, Ester. A Educação Musical sob a Perspectiva de uma Construção Teórica: uma Análise Histórica. In: Fundamentos da Educação Musical. Porto Alegre (RS): Associação Brasileira de Educação Musical, 1993. p. 5-25. (Série Fundamentos; 1).

BRASIL. Lei nº 5.540, de 28 de novembro de 1968. Fixa normas de organização e funcionamento do ensino superior e sua articulação com a escola média, e dá outras providências.

________. Lei nº 5.692, de 11 de agosto de 1971. Fixa diretrizes e bases para o ensino de primeiro e segundo graus, e dá outras providências.

________. Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

________. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: arte. Brasília: MEC/ SEF, 1997.

CASPURRO, Helena. Audição e Audiação: o contributo epistemológico de Edwin Gordon para a história da pedagogia da escuta. Disponível em: < http://www.helenacaspurro.pt/downloads/DocenciaInvestigacao/Audicao_e_audiacao-APEM.pdf >. Acesso em: 05/05/2011.

FERNANDES, Elisângela. Os desafios de aprender. In: Revista Nova Escola, ano XXVI, nº 241, abril 2011.

FREIRE, Ricardo Dourado. Influência de Jerome Bruner na Teoria da Aprendizagem Musical de Edwin Gordon. XV ANPPOM, 2005. Disponível em: < http://www.anppom.com.br/anais/anaiscongresso_anppom_2005/sessao2/ricardo_freire_veronica_gomes.pdf >. Acesso em: 05/05/2011.

GOHN, Daniel Marcondes. Auto-aprendizagem musical: alternativas tecnológicas. São Paulo: Annablume / Fapesp, 2003.

GORDON, Edwin. Music Aptitude. The Gordon Institute for Music Learning. Disponível em: < http://www.giml.org/aptitude.php >. Acesso em: 05/05/2011.

GORDON, Edwin E. Teoria de aprendizagem musical: competências, conteúdos e padrões. Tradução de Maria de Fátima Albuquerque. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.

HENTSCHKE, Liane; DEL BEN, Luciana (Orgs.). Ensino de música: propostas para pensar e agir em sala de aula. São Paulo: Moderna, 2003.

KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. (Coleção Papirus Educação). 2. ed. Campinas, SP: Papirus, 2007.

MATEIRO,Tereza; SOUZA, Jusamara (Orgs.). Práticas de ensinar música: legislação , planejamento, observação, registro, orientação, espaços e formação. Porto Alegre: Sulina, 2008.

MAY, T. Pesquisa Social: questões, métodos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

MILETTO, Evandro; COSTALONGA, Leandro; FLORES, Luciano; FRITSCH, Eloi; PIMENTA, Marcelo; VICARI, Rosa. Educação Musical Auxiliada por Computador: Algumas Considerações e Experiências. CINTED, UFRGS, 2004. 11 p. Disponível em <http://estudiobelohorizonte.com.br/pdfestudio/Educacao%20Musical%20auxiliada% 20 por%20computador.pdf >. Acesso em 05/05/2011.

NASCIMENTO, Cláudia Terra. Lev Semyonovich Vygotsky (1896-1934). Publicado em: 30/05/2004. Disponível em: < http://www.claudia.psc.br/arquivos/ Vygotsky.pdf >. Acesso em: 05/05/2011.

PENNA, Maura. Reavaliações e buscas em Musicalização. São Paulo : Ed. Loyola, 1990.

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RODRIGUES, Pamella Castro. Mediação Tecnológica e a Formação do Professor de Música: um estudo sobre a importância de um laboratório de Música Computacional, Eletrônica e Eletroacústica para o Curso de Licenciatura Plena em Música da Universidade do Estado do Pará. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Música). Belém: Universidade do Estado do Pará, 2007.

________. Composição Musical com o Computador: um estudo sobre funções do computador na criação musical de compositores contemporâneos de Belém. Monografia (Especialização em Fundamentos da Criação em Música). Belém: Universidade Federal do Pará, 2010.

SOUZA, Jusamara (Org.). Música, cotidiano e educação. Porto Alegre: Programa de Pós-graduação em Música do Instituto de Artes da UFRGS, 2000.

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VIEIRA, Lia Braga. A construção do Professor de Música: o modelo conservatorial na formação e atuação do professor de música em Belém do Pará. Belém. CEJUP, 2001.

YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Tradução Daniel Grassi. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.
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