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A Imoralidade da Guerra

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by

Beatriz Marques

on 24 May 2015

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Transcript of A Imoralidade da Guerra

Tese
Pode a guerra ser moralmente justificável?
Problema
Belicismo versus Pacifismo
Argumentos
Argumentos
A Moralidade da Guerra
Argumentos
Argumentos
“O mundo de Gandhi era um mundo em que teriam morrido muitos mais milhões de pessoas na esperança de que os nazis viessem um dia a duvidar da bondade do seu Reich milenar. (...) o seu (de Gandhi) pacifismo continua a ser altamente imoral. (...) quando o nosso inimigo não tem escrúpulos, os nossos escrúpulos tornam-se uma arma nas suas mãos”
Argumentos
A guerra pode ser moralmente justificável.
Filosofia | Ana Beatriz Marques nº1 | João Joyce Carmo nº17
Belicismo
Doutrina ou propensão para defender os atos bélicos;
Ser apologista ou ter posturas favoráveis à guerra;
Pacifismo
Teoria de que as relações pacíficas, ao invés das violentas ou beligerantes, devem governar as relações humanas;
A rendição ou migração devem ser usadas para resolver disputas.
Pacifismo
Pacifismo Absoluto
Compete ao pacifista nunca agredir, usar a força, apoiar ou estar envolvido numa guerra contra outro.
Pacifismo Moderado
Pacifismo Condicional
O dever de defender a paz e a não violência pode entrar em conflito com o dever de salvar vidas ou defender contra a agressão.
Admite que a sanção de direitos não pode ser considerada isoladamente, pois eles podem sobrepor-se e, portanto, exigem uma aceitação condicional.
“A guerra é um mundo à parte, onde a própria vida está em jogo, onde a natureza humana é reduzida às suas formas elementares, onde o auto-interesse e necessidade prevalecem. Aqui os homens e as mulheres fazem o que devem para se salvarem a si e às suas comunidades (...). Inter arma silent leges: em tempo de guerra a lei é omissa.”
Michael Walzer
Michael Walzer
“A realidade moral da guerra é dividida em duas partes. A guerra é sempre julgada duas vezes, primeiro com referência às razões dos estados para lutar, em segundo lugar, com referência aos meios adotados (...). Os dois tipos de julgamento são logicamente independentes. É perfeitamente possível uma guerra justa ser combatida injustamente e uma guerra injusta ser combatida em estrita conformidade com as regras. Mas essa independência, apesar dos nossos pontos de vista particulares sobre a guerra muitas vezes estarem de acordo com seus termos é, no entanto, intrigante. É um crime cometer agressão, mas a guerra agressiva é uma atividade regida por regras. É correto resistir à agressão, mas a resistência está sujeita a restrição moral (e legal). [Este] dualismo (...) está no centro de tudo o que é mais problemático na realidade moral da guerra.”
Em situação de guerra
Leis que nos governam são diferentes das em situação de paz
Ameaças diferentes
Modos de vida diferentes
John Rawls
Objeções
“(...) temos o dever natural de não ser cruéis e de auxiliar os outros, quer nos tenhamos ou não comprometido a praticar essas ações. Não constitui defesa ou escusa afirmar que não prometemos não ser cruéis ou vingativos ou não ajudar outrem. Na verdade, uma promessa de não matar, por exemplo, é normalmente uma redundância ridícula (...). Tal promessa só faz sentido, se o fizer, numa situação em que, por razões especiais, o direito de matar exista, o que talvez ocorra, por exemplo, numa guerra justa (por exemplo, defensiva).”
Não faz sentido prometer não matar
Situação de guerra justa
Passa a existir o direito de matar
Faz sentido prometer não matar
Argumentos
Objeções
“A facilidade para fazer a guerra, unida à tendência dos detentores do poder que parece ser congénita à natureza humana é, pois, um grande obstáculo para a paz perpétua.”
Objeções
“A guerra não se civiliza; não é suscetível de progresso moral, não passa do jazigo de barbárie humana em erupção. Querer regulamentá-la, contra-senso; adoçá-la, ironia.”
Objeções
Para John Rawls, existem guerras justas
José Saramago
Susan Sontag
“Foi sempre em nome da paz que todas as guerras foram declaradas.”
“Um soldado não está obrigado a obedecer a ordens injustas, ordens contrárias às leis da guerra – têm antes a obrigação de lhes desobedecer.”
Sam Harris
Imaginemos um soldado, que se encontra numa guerra defensiva. À sua frente encontra-se um homem, seu adversário, que ameaça um indivíduo (por exemplo uma criança, que não tem como se defender). De modo a salvar a criança, o soldado terá inevitavelmente de matar o homem. Podemos considerar a ação de matar o homem imoral e injustificável, mesmo que dela resulte a vida de uma criança inocente? Deve o soldado deixar a criança morrer, mesmo sabendo que tem por dever proteger os mais frágeis ou que não se podem proteger a si mesmos?
Immanuel Kant
Facilidade para criar a guerra
Método para resolver conflitos
Guerra moralmente injustificável
Existência de outros métodos
Aquilino Ribeiro
Guerra
Campo de batalha, onde os homens são enviados para a morte.
=
Sempre imoral
“Em nome de que justa, necessária causa, se podem despachar para o matadoiro os meus pobres, ignorantes, pacíficos labregos?”
“Nenhuma guerra tem a honestidade de confessar: eu mato para roubar.”
Eduardo Galeano
Mahatma Gandhi
“Existem muitas causas pelas quais eu morreria. Não há uma única causa pela qual eu mataria“.
Albert Einstein
Martin Luther King
“A guerra é a coisa mais desprezível que existe. Preferia deixar-me assassinar a participar dessa ignomínia."
“E agora chegou o dia em que a violência para com outro ser humano deve ser tão abominável como comer a carne de outro.”
Objeções - Music Box
Objeções - Horizontes de Glória
Conclusões
Contexto: Pós - 2ª Guerra Mundial;
Guerra moralmente injustificável - holocausto;
Protagonista denuncia o pai
Decisão de acordo com perspetiva deontológica
Exemplo de ação moral em situação de paz e guerra
Contexto: 1ª Guerra Mundial
Morte de três soldados sem causa moral
Guerra moralmente injustificável
“Se esses pequenos corações moles não enfrentarem as balas alemãs, vão enfrentar as francesas!” - General Mireau.
Guerras moralmente justificáveis
Situação de defesa
Último Recurso
Prol da Paz
Salvar vidas
A moralidade da guerra depende dos motivos que levaram à sua criação, e às decisões tomadas durante o seu processo.
Criação de condições equilibradas nas relações internacionais
j
Esperança
"Someday at Christmas men won't be boys
Playing with bombs like kids play with toys
One warm December our hearts will see
A world where men are free."
"Someday at Christmas there'll be no wars
When we have learned what Christmas is for
When we have found what life's really worth
There'll be peace on earth."
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