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Memorial Do Convento

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on 5 May 2014

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Transcript of Memorial Do Convento

Introdução
Síntese do capítulo
Capítulo VII
Memorial Do Convento
Trabalho realizado por:
Ana Raquel Cunha
Nº7
12º1
Ligação com capítulos anteriores
Intencionalidade do narrador
Simbolismo
Categorias da narrativa
Linguagem e estilo
Autor: José Saramago
Conclusão
Ação
Personagens
Tempo
Segunda década do século XVIII
Espaço
Espaço Físico
Narrador
Heterodiegético

Fim
• Síntese do capítulo
• Planos da narrativa
• Ligação com capítulos anteriores
• Visão crítica (intencionalidade do narrador)
• Simbolismo
• Categorias da narrativa
o Ação
o Personagens
o Tempo
o Espaço
o Narrador
• Linguagem e estilo
• Conclusão

Temas:
Baltazar carrega peças de carne para o festejo do nascimento do infante
O nascimento revela que o infante é uma menina
Batismo da infanta
Maria Xavier Francisca Leonor Bárbara
Saques sofridos pelas naus portuguesas pela armada francesa
Morte do Frei António de S. José
"haveremos convento"
Relatos de acontecimentos que ocorreram no passado
Reconstituição da sociedade portuguesa num período contemporâneo
Desigualdades sociais evidentes
Crítica à farsa palaciana e ao esbanjamento de dinheiro por parte da realeza
Poder centralizado numa pequena porção de população
Memorial do Convento
Saramago recorre ao sarcasmo e à ironia, manchando desta forma o perfil de Portugal


“Por enquanto, faltando ao Padre Bartolomeu Lourenço o dinheiro para comprar os ímanes que, na sua ideia, hão-de fazer voar a passarola, cujos, ainda por cima, terão de vir do estrangeiro (...)"

Dependência do país face ao estrangeiro
Fraqueza dos portugueses
“ (…) tomaram os franceses seis naus mercantes nossas e uma de guerra (…) como a inocentes touros, sem artes de marrar (…)”
Interesse particular, por parte da ordem franciscana
“ (…) vai ser de grande ajuda a ordem franciscana, que não quer perder o prometido convento. Andam ao despique (…) promovendo orações, por intenção geral e particular, explícita e implícita (…)”
Desigualdades sociais
“ Porém, não convém perder de vista as diferenças que são muitas. (…) nem todos os príncipes, são príncipes por igual, como com muita clareza está mostrando a pompa e solenidade com que se dará o nome a este, ou esta, com todo o paço e capela real armados de panos e ouros, e a corte ajoujada de galas, que mal se distinguem os vultos debaixo de tanto adereço de franças e bandarras.”
O nascimento da infanta
Símbolo da Prosperidade
Símbolo da Mudança
Símbolo de Vida e Riqueza
O número sete
Algarismo da Perfeição e da Totalidade
Sete-Sóis
Sete-Luas
Complementam-se um ao outro
“Sete bispos a baptizaram que eram como sete sóis de ouro e prata nos degraus do altar-mor”


Gravidez da rainha
Nascimento da infanta
Assaltos aos portugueses na viagem marítima
Promessa da construção do convento
Plano da construção do convento
Plano de Baltasar e Blimunda
Planos da narrativa
Nascimento da infanta
Batizado
Festejos
Assistem às luminárias festivas
Memorial do convento
0
VII
Os Opressores
Os Oprimidos
D. João V
Rainha D. Maria Ana Josefa
Infanta D. Maria Francisca Leonor Bárbara
Infante D.Francisco
Duques e condessas
Baltasar Sete-Sóis
Blimunda Sete-Luas
Padre Bartolomeu Lourenço
Padre Bartolomeu Lourenço
Baltasar Sete-Sóis
Blimunda Sete-Luas
Rainha D. Maria Ana
Rei D. João V
Infanta D. Maria Bárbara
Infante D. Francisco
Personagem principal e modelada
Poucos meios monetários
"Faltando (...) o dinheiro para comprar os ímanes"
“está mais cansado do que costume, talvez por ter carregado tanta carne (…)”
“dói-lhe a mão esquerda de tanto puxar, içar e arrastar. O gancho descansa (…)”
Personagem principal e plana
Personagem tipo - representa o povo
Trabalhador, maneta
Personagem principal e modelada
Personagem tipo- representa o povo
Cumplicidade com Baltasar
"Blimunda segura-lhe a mão direita"
Tempo Histórico
Tempo da História
Nascimento da infanta
4 Dezembro 1711
Fluir do Tempo
Transformações sofridas pelas personagens
“Foi a princesa a baptizar, em dia de Nossa Senhora do Ó (...)”
“Para D. Maria Ana é que lhe vem chegando o tempo. A barriga não aguenta crescer mais por muito que a pele estique…”
Espaço Social
Terreiro do Paço
Palácio
Real
Batizado da infanta
Local do açougue onde trabalha
Baltasar
Local da celebração do batizado
Omnisciente
Subjetivo
Provérbios Populares
“ quem parte e reparte, mesmo não sendo Baltasar o da partição, para alguma coisa aproveitaria a arte”

“ chove tanto que só Deus a pode estar mandando”

“ a pobre não emprestes, a rico não devas, a frade não prometas”


Recursos estilísticos
Adjetivação:
“(...) terra húmida”; “orações arraçadas ou mestiças”; “feliz jornada”

Enumeração:
“quartos de boi, leitões às dúzias, carneiros aos pares (...)”

Anástrofe:
“Tomaram os franceses seis naus (...); “Sete bispos a baptizaram”.

Metáfora:
“A barriga não aguenta crescer por muito que a pele estique, é um bojo enorme, uma nau da Índia, uma frota do Brasil (...)”

Comparação:
“ a leiva cresce da terra húmida como saem as crianças lá donde vêem”

Linguagem familiar

“é extraordinário como se formam um homem e uma mulher, indiferentes, lá dentro do seu ovo, ao mundo de fora, e contudo, com este mundo mesmo se virão defrontar, como rei ou soldado, como frade ou assassino, como inglesa em Barbadas ou sentenciada no Rossio, alguma coisa sempre, que tudo nunca pode ser, e nada menos ainda. Porque, enfim, podemos fugir de tudo, não de nós próprios”

Capítulo VI
Questão de Baltasar ao padre: o facto de Blimunda comer pão, de manhã, antes de abrir os olhos

Capítulo I
Rei D. João V e Rainha D. Maria Ana desejam ter um filho. Por essa razão, o rei vai ao encontro da rainha duas vezes por semana, dando-se assim a consumação do acto. A rainha reza e o rei sonha com o filho que tornará possível a construção do convento de mafra.
Capítulo II
Oficialização da gravidez da Rainha D. Maria Ana
Capítulo V
Gravidez de 5 meses
Apresentação e descrição da passarola a Baltasar, pelo Padre Bartolomeu Lourenço (São Sebastião da Pedreira)
Convite do padre para que Baltasar ajude na construção da passarola
Personagem principal
Indiferente ao que os outros dizem
“torpor de grávida”

“só para o dia de parir tem pensamentos nem todos alegres, quantas vezes aterradas por agoiros (…)”
Personagem principal
“de vez quem quando manda el-rei saber como vai a navegação do infante (…)”
"É rei de palavra"
Diminui o peso da consciência
Cumpridor de palavra
Personagem Secundária
“Saudável e robusta, e de bons pulmões, como se percebe pela gritaria”
Batizado da infanta
18 Dezembro 1711
Nome de Batismo: Maria Xavier Francisca Leonor Bárbara
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