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MED

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by

Patrícia Ribeiro

on 16 November 2012

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O

O carácter mítico, mágico e religioso da Medicina a.c. d.c. Pré-história Civilizações Civilização Mesopotâmica (3500 a.C.) Foi claramente dominada por conceitos médicos essencialmente mágicos. Civilização
Antiga Babilónios Suméricos Assíricos Espíritos
Demoníacos Doença e
Morte Ainda practicado em algumas tribos Africanas Trepanação O fígado:
Responsável pelo metabolismo do corpo;
Centro da circulação;
Centro da vida;
Sítio da alma. Os conceitos terapêuticos:
Todos os fenómenos (terrenos ou cósmicos) relacionavam-se com a vontade dos deuses. O estudo dos movimentos celestes:Forma de predizer o futuro, nomeadamente no que respeita à saúde.

Os que pecavam desobedecendo aos deuses eram punidos:

1- Abandonados pelos deuses, deixando-os vulneráveis á acção de demónios/espíritos malignos;
2- Punição directa dos deuses, mandando uma praga ou uma doença violenta. Os espíritos malignos causadores de doenças:
Edimmu ou Ekimmu Entre estes:
Nergal: peste;
Ashakku: febre;
Ti'u: cefaleias;
Sualu: doenças do peito. O objectivo do diagnóstico:
- Saber que pecado o doente cometera;
- Que demónio se apoderara do seu corpo;
- Quais os propósitos dos deuses.

Eram usadas técnicas de adivinhação:
- Astrologia
- Presságios a partir de nascimentos anormais de homens e animais; - Orações e presses
Em recurso a cantamentos e
purificações por magia para
expulsão dos demónios, com
amuletos
- Sacrifícios Terapêutica Reconciliação
com os Deuses Os deuses a quem os povos mesopotâmicos se dirigiam:
Ea;
Marduk;
Os deuses das doenças;
Deuses pessoais ou deuses protectores. Civilização Egípcia
(3000 a.C.) A Medicina era representada por duas escolas de pensamento interrelacionadas:
A tradição mágica;
A tradição empírica.

A medicina mágica:
Mitologia muito rica;
Quase todos os deuses tinham alguma função curativa.

O tratamento:
Invocar dos deuses através de rituais para proteger e curar.

Dividiam-se em três grupos de terapeutas: Sunu Sacerdotes da terrível
deusa Sekmet Os que acreditivam na doença como consequência de maus espíritos “Verdadeiros Médicos” Mantinham um bom
relacionamento com a deusa;


induzi-la a não punir determinadas
pessoas com doenças. Tentavam exorciza-los Adquiriam conhecimentos
médicos Imhotep:
Homem de muitos talentos;
Médico ;
Deificado como deus da Medicina.

Rituais do seu culto – “O sono no templo”:
O deus aparecia ao paciente em sonhos;
Indicava-lhe o tratamento adequado no sentido da cura.

Outros deuses venerados pelas curas que realizavam:
Ptah;
Ísis. Per Ankh Templo de Menfis Satmi Khamua e a sua esposa Mahituaskhit, não conseguiam ter filhos


"Erguei vossa face para mim, meu senhor Imhotep, filho de Ptah, vós operais milagres e sois caridoso nas vossas obras, vos sois aquele que concede filhos àquela que não os tem. Atendei meu pranto e fazei com que conceba um filho varão." Civilização Grega
(2000 a.C.) Matemática Egípcia
+
Astronomia Babilónica Os médicos que se projetavam
eram unidos às divindades Deuses Vida e Morte Doença Castigo Divino O tratamento:
Banhos;
Jejum;
Poções para adormecer os doentes (as curas deveriam acontecer durante o sono);
Ao acordar deveriam revelar esse sonho;
Ao saírem do templo deveriam fazer oferendas em dinheiro ou objectos de valor. Conta a lenda...

O cego Hermon de Paso foi curado por deus e passou a ver, mas quando se recusou a pagar os honorários ao santuário do deus, este o cegou de novo, como castigo.
Depois pagou e voltou a ver. Panaceia versada em conhecimentos sobre todos os remédios da terra, capaz de curar qualquer doença humana Hígia Responsável pelo bem-estar social, pela manutenção da saúde e prevenção das doenças, cuidava da higiene e da saúde pública Deuses venerados pelo seu poder de cura:
Apolo;
Pã;
Ártemis;
Atenas;
Afrodite;
Deuses do submundo. Mortal
Filho de Apolo
Deus da Medicina Apolo determinou que o centauro Quiron fosse seu tutor e professor na arte de curar.

A lenda de Esculápio deu origem a uma seita de seguidores que fundaram uma grande escola de medicina em Cirene, no ano de 429 a.C. Esculápio Pai da Medicina
Intervenção na saúde humana
Assume-se como fora do sobrenatural

“Nenhuma doença tem causa sobrenatural”. Civilização Romana
(2000 a.C.) Tudo indica que nos primeiros séculos a Medicina dos romanos fosse quase exclusivamente mágica e atribuída aos escravos








Entre os deuses curadores existiam:
Os generalistas
- que acudiam a todos os males;
Os especializados
- que apenas acudiam em certas doenças. Doença
- Castigo dos deuses face a pecados e desobediências
Cura
- Invocação aos deuses baseada em rituais Depois, por volta do seculo III a.C.,
chegaram a Roma médicos gregos
muito famosos e bem sucedidos,
o que deu grande impulso à
medicina romana até então
praticada.

Abandonou-se o culto aos
deuses e a medicina empirica
passou a prevalecer. Civilização Indiana
(2500 a.C.) Povos das primeiras civilizações da Índia consideravam:
O espírito mais importante que o corpo;
A vida presente e futura, a felicidade ou desgraça era determinada pelas acções;
A soma das acções (Karma) determina a vida da pessoa no além e na vida presente (doença e dor). Figuras principais da medicina indiana:
Siddharta Gautama Shakyamuni (sec. VI a.C.)

Conhecido como “O grande Buda” que significa “O Iluminado”

Consciente do papel do espírito e do Karma na cura, Buda pregou :
“Amor e compaixão para toda a humanidade”
“A paz da mente, que o abandono de todos os desejos proporciona”. Outro método indiano de cura:
Os Vedas – O conhecimento.

Descrevem:
O entendimento da saúde e do corpo baseado em princípios mágicos, religiosos e observação directa e cuidada dos acontecimentos naturais. Rig Veda (1500 a.C.) e Atharva Veda (1000 a.C.)
Misteriosas doenças internas eram atribuídas a causas sobrenaturais.

Tratamento:
Os pacientes aconselhados a orar pelo seu alívio;
Fazer oferendas a demónios irados ou a divindades benevolentes. Na Medicina Aiurvédica o corpo era representado por dois modelos:

1 - Sistema de canais, tubos, válvulas e queimadores

2 - Laboratório de alquimia:
Corpo saudável ingere matéria bruta e purifica-o;
Este processo liberta para o corpo a componente espiritual que se assemelha à força da vida.
Considerava também:
Corpo era composto por sete tecidos – dhatu
Os dhatu ligavam o espírito e a mente ao corpo físico, fortalecendo-o e apoiando-o.

Afirmava-se a existência de três humores (segundo o modelo alquímico) :
vata (representado pelo ar)
kapha (representado pela água)
pitta (representado pelo fogo) Doença: Distúrbio no equilíbrio entre os 3 humores

Cura: Correcção do equilíbrio

Tratamento: Cânticos, Medicamentos, Operações Civilização Chinesa
(1600 a.C.) “O Cânone de Medicina Interna do Ímperador Amarelo”:

Descreve três crenças essenciais estáveis que compõem a base da medicina tradicional chinesa: Tao, Yin e Yang

Cinco elementos vitais: água, fogo, madeira, metal e terra Considera-se que o yin e o yang são a base da vida. Doença Cura Tratamento Distúrbio no equilíbrio
do yin e yang Restabelecer o equilíbrio
do yin e yang Acumpuctura Civilizações Norte-Americanas
(600 a.C.) Os curandeiros Índios:
Xamãs.

Ao longo da história:
Foram considerados bruxos, videntes, educadores e sacerdotes;
Atendiam às necessidades físicas e espirituais;
Possuidores de poderes sobrenaturais, concedidos pelos deuses, permitindo curar os doentes e realizar rituais. “Ferramentas” para os rituais de cura:
Um fato especial feito de peles de animais;
Um tabor ou pandeireta;
Um saco cheio de feitiços e amuletos curativos mágicos, paus medicinais que serviam como oferenda, advertencia ou convite;
Uma bolsa de ervas.

Alguns xamãs (apache Nan-ta-do-task):
Uso de uma máscara ou um chapéu. O ritual de cura:
Cânticos;
Danças;
Tocam tambor;

Outros procedimentos rituais:
Pedaço de madeira atado a uma crina de cavalo:
Agitava-se rapidamente sobre a cabeça para invocar o vento ou a chuva:
Trazia a cura dos doentes. Idade Média Procuram a causa espiritual dos problemas físicos e emocionais. Tipicamente os praticantes de Medicina que eram escravos:

Tinham um triplo papel na sociedade:

1 – Curar a doença dos escravos;
2 – Infligir doenças a outros indivíduos;
3 – Eliminar os feitiços lançados por outros. Na Europa Ocidental a Igreja Cristã:
Detinha o poder de decisão sobre as acções humanas;
Impunha a sua doutrina como verdade absoluta que não podia ser discutida;
Reprimia toda ideia que poderia traçar novos caminhos para a ciência.

Medicina encontrava-se nessa época sob forte influência da Igreja Católica. Idade Média
(476 d.C) Apache Mundo
Espiritual Mundo
Físico Xamãs
Africanos Afastamento do equilíbrio cósmico ditado pelo reino dos espíritos
Intervenção directa de um antepassado morto
Manipulação intencional do reino dos espíritos (magia negra – Vodu) Doença Cura Restabelecer o equilíbrio espiritual
Neutralizar a magia negra
Vida virtuosa Rituais mágicos
Oferendas aos antepassados
Respeito
Jejum
Retiro Espiritual Tratamento Rituais Massagens

Usavam agulhas ou espinhas para sangrar os seus pacientes

Saltavam por cima dos seus pacientes
Recitavam cânticos
Hoodoo nos EUA;
Sacerdotes vodu no Haiti;
Myal e obeah nas Antilhas Britânicas;
Quimbandeiros nas Antilhas Francesas ou em Angola. Eram conhecidos por Sujeita à vontade de Deus
Forma de Deus castigar o corpo corrompido pelo pecado
Dor relacionada como forma de expulsar a culpa Doença Cura Resultava da graça divina
Relacionada com o arrependimento
Vida virtuosa Tratamento:
Tinha por base os milagres curativos descritos nos envangelhos;
Rezas e orações;
O poder da fé em Deus, Jesus Cristo e em Santos;
Exorcismos;
Água benta e ossos de santos.

Os médicos:
Membros da Igreja (Monges/Sacerdotes);
Pessoas com posição social elevada e que receberam formação. Em textos bíblicos:

Importância de algumas doenças no imaginário cristão;
Homens e mulheres que eram atingidos por lepra em consequência da desobediência à lei divina;
Os leprosos passavam, desta forma, a personificar o pecado e o mal. Antigo Testamento:
“Quem quer que tenha lepra
será pronunciado impuro e
deverá morar sozinho” “Bendita Santa Apolónia que por sua virgindade e martírio mereceste do Senhor ser instituída advogada contra dor de dentes e gengivas. Te suplicamos fervorosos que interceda com Deus das misericórdias para que esta criatura (o nome do doente) fique completamente curado. Senhor sejais benigno a súplica que a Vós dirigimos por intermédio de Santa Apolônia. Amém!
No ano de 246 da Era Cristã, conta uma carta de Dionísio de Alexandria do Egito, que ocorreu o seguinte episódio:

"Todos se lançaram sobre as casas dos cristãos, cada um nas casas de vizinhos e conhecidos, depredam e devastam, levam objetos preciosos e jogam fora o que não presta. É como uma cidade saqueada pelo inimigo.

Os pagãos pegaram uma virgem, Apolônia, já idosa. Cortaram-lhe os seios e arrancaram-lhe os dentes. Depois fizeram uma fogueira e ameaçaram jogá-la, caso não blasfemasse. Ela pediu-lhes que a deixassem livre por um instante. Soltaram-na e ela correu sozinha para a fogueira." Reiki Só por hoje:
Não se preocupe
Não se aborreça
Honre pais e mestres
Trabalhe honestamente
Seja gentil com todos os seres 5 Princípios

Descoberta no Japão no início do século XX
pelo Dr. Mikao Usui princípio:

similia similibus curantur
(semelhante pelo semelhante se cura) Homeopatia iniciada por Samuel Hahnemann (1755-1843) o tratamento dá-se a partir da diluição e dinamização da mesma substância que produz o sintoma num indivíduo saudável Preconiza que, através da imposição das mãos do Terapeuta Reiki, é possível irradiar as vibrações de harmonia da energia vital do Universo (Rei) para restabelecer o equilíbrio da energia vital (Ki) de quem o recebe, podendo refletir-se assim nas zonas doentes do corpo de um paciente. A doença é uma pertubação de uma energia vital e a homeopatia provoca o restabelecimento do equilíbrio O tratamento homeopático consiste em fornecer a um paciente sintomático doses extremamente diluídas de compostos que são indicados como causas em pessoas saudáveis dos sintomas que pretendem contrariar, mas supostamente potencializados através de técnicas de diluição, que liberariam energia Pesquisas científicas têm mostrado
que os remédios homeopáticos
são ineficazes e seu mecanismo
de funcionamento implausível Voltar o Buxo Quebranto Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra
Medicina Dentária
3º Ano
1º Semestre História da Medicina e da Medicina Dentária Patrícia Ribeiro Porter, Roy – “A arte da cura”
Reportagem “A História da Medicina” – TV Saúde (Drº Carlos Vieira Reis)
http://evolucaomedicina.blogspot.com/
http://fscastro.blogspot.com/
http://www.institutohipocrates.pt/index.php/medicinas-nao-convencionais/historia/200-hipocrates-e-o-natural.html Bibliografia
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