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Hans MORGENTHAU. Seminário TRI, Passetti.

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by

JO. César Lira

on 4 June 2014

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Transcript of Hans MORGENTHAU. Seminário TRI, Passetti.

Carvarino Carvalho
Hellen Desirée
Ingrid Erthal
José César Lira
Juliana Nascimento

Autor (vida e obra)
Os 6 Princípios
O Equilíbrio de Poder
Repercussões
MORGENTHAU
VIDA E OBRA
POLITICS AMONG NATIONS
teórico, empírico
elem. constitutivos
fatos
Politics
Among
Nations

OBJETIVO.
Propósito:
Dois Testes
Teoria P.I.
Prova, natureza
empírica vs. abstrata
"trazer ordem e sentido para uma massa de fenômenos que, sem ela, permaneceriam desconexos e incompreensíveis" (p. 3).
teórico, empírico
elem. constitutivos
fatos
6
PRINCÍ
PIOS

1
2
3
DUAS ESCOLAS
natureza do homem, da sociedade e da política
História do pensamento político
LIBERAL
Ordem política, racional e moral
princípios universais
condições atuais, "de pronto"

REALISTA
Mundo imperfeito
forças inerentes à natureza humana
com (e não contra) elas
interesses contrários
realização plena total
experiência (fatos)
razão
OBJETIVIDADE, LEI, NATUREZA;
Realismo, leis objetivas
“Uma vez que a operação dessas leis independe (...) de nossas preferências, quaisquer homens que tentem desafiá-la terão de incorrer no risco do fracasso” (p. 5)

Objetividade (lei) permite

Relegar uma determinada teoria porque ela floresceu seculos atrás
significa não um argumento racional, mas um preconceito modernista (...)
é admitir que, em matéria de política, podemos ter opiniões, mas não verdades
” (p. 5)
Equilíbrio de poder
COMO SE FARIA ESTA TEORIA?

interesse de poder
categoria universalmente válida
significado fixo
6. A teoria do realismo político possui uma singular atitude intelectual e moral com respeito a matérias ligadas à política.

O realismo político baseia-se em uma concepção pluralista da natureza humana. O homem real é um ente compósito do “homem econômico”, do “homem político”, do “homem moral”, do “homem religioso”.
O realista político sustenta a autonomia da esfera política.
Seu raciocínio é baseado em termos de interesse definido como poder.
Uma vez que admite a existência dessas distintas facetas da natureza, o realismo político também reconhece que, para compreender qualquer uma delas, é necessário tratar de cada uma em seus próprios termos

5. O realismo político recusa-se a identificar as aspirações morais de uma determinada nação com as leis morais que governam o universo.

Todas as nações são tentadas a vestir suas próprias aspirações e ações particulares com a roupagem dos fins morais do universo.
Uma coisa é saber que as nações estão sujeitas a lei moral e, outra, muito diferente é pretender saber, com certeza, o que é bom ou mal no âmbito das relações entre as nações.
A equiparação leviana de um determinado nacionalismo aos designíos da Providência é moralmente indefensável.
O interesse definido em termos de poder é benéfico, uma vez que o fim de todas as nações será o mesmo que o seu. Assim, respeita-se o interesse das demais nações, ao mesmo tempo em que se protege e se promove os próprios interesses.

Incapacidade da ordem social 'racional'
ignorância ou incompreensão
depravação de grupos particulares
instituições sociais

Ferramentas
educação
uso de força coercitiva
Natureza humana
“retidão infinita”, maleabilidade
EQUILÍBRIO
“realização do mal menor em vez do bem absoluto”
Ferramenta
Equilíbrio
solução precária
hobbesiana
inerente e imutável
LIBERAL
Ordem política, racional e moral
princípios universais
condições atuais, "de pronto"
REALISTA
hobbesiana, inerente e imutável
com (e não contra) essas forças
ignorância ou incompreensão
depravação de grupos particulares
instituições sociais
educação
força coercitiva esporádica
natureza humana
“retidão infinita”
maleabilidade inerente
Equilíbrio de interesses
princípio universal
solução precária
mal menor, bem absoluto
MUNDO IMPERFEITO, MUTÁVEL
MUNDO IMPERFEITO, IMUTÁVEL
interesses contrários e particulares
realização plena total
Ferramenta
forças inerentes à natureza humana
Ferramenta
política e sociedade
natureza humana
verdade vs. opinião
teoria
atemporal
Teoria
1. atos políticos
2. consequências previsíveis
3. objetivos
hipótese racional vs. fatos políticos
sentido teórico da P.I.
Suposição de racionalidade
*
INTERESSE
EM TERMOS DE PODER
Neville Chamberlain
Winston Churchill
Robespierre
"A história não apresenta uma correlação exata entre a qualidade dos motivos e a qualidade da politica externa" (p. 8).
Preocupação com os
motivos
.
Preocupação com preferências ideológicas.
elo, razão e os fatos
políticos agem em função do interesse
fatos políticos de não-políticos
Conceito do interesse
em termos de poder
*
"Os bons motivos propiciam segurança contra politicas deliberadamente perversas, mas não garantem a correção moral e o sucesso político das políticas neles inspiradas."
Duas falácias
Conheça as ações do ator político, não seus motivos!

Atos políticos
remontar, antecipar, analisar ações
o que é importante sabermos?
Aptidão intelectual, elementos essenciais da politica.
Capacidade politica
concretizar o que absorveu em uma ação politica bem sucedida.
"A teoria política tem que julgar as qualidades politicas do intelecto, da vontade e da ação. "
Fenômenos mentais vs. realização de política concreta
O princípio da economia de trabalho.
A estrutura das RI
distante da realidade*
irrelevante
Instituições políticas (ONU) presumem a
igualdade soberana de todas as nações
diplomacia: desigualdade entre Estados

Responsáveis pela ingovernabilidade das RI

Os Estados
NÃO SÃO
todos:
Autossuficientes, Estanques, Soberanos

Importante
a.
A obsolescência
b.
c.
d.
As interpretações demonologicas
A infinita maleabilidade de uma realidade turbulenta.
A inevitabilidade natural das coisas ameaçadoras
A redução do problema (não a solução!)
Recusar-se a tomar conhecimento da situação ameaçadora e a reagir de modo efetivo à ela.
A recusa do Estado
PODER E
INTERESSE
“Um escasso conhecimento da natureza humana bastará para nos convencer de que, com respeito à grande maioria da humanidade, o interesse constitui o princípio que tudo governa. [...]”
(George Washington)
Realismo
Interesse
essência da política
Tipo de interesse depende
contexto político e cultural
O poder pode abarcar tudo que estabeleça e mantenha o controle do homem sobre o homem: desde a violência física até os mais sutis laços psicológicos.
interesse
PODER
O equilíbrio de poder é um elemento perene em todas as sociedades pluralistas.
6
4
5
O realismo político é consciente da significação moral da ação política, como o é igualmente da tensão inevitável existente entre o mandamento moral e as exigências de uma ação política de êxito.
não podem ser aplicados às ações dos Estados em sua formulação universal abstrata, mas devem ser filtrados por meio das circunstâncias concretas e tempo e de lugar.
Tanto o indivíduo como o Estado têm de julgar a ação política segundo princípios morais, tais como o da liberdade.
O Estado não tem o direito de permitir que sua desaprovação moral da infringência da liberdade constitua um obstáculo à ação política vitoriosa, ela própria inspirada pelo princípio moral de sobrevivência nacional.
MORAL
Princípios morais universais
Ação política vitoriosa
Ética vs. Ética Política
A ética julga a ação segundo a conformidade da mesma com a lei moral.
A ética política julga uma ação tendo em vista suas consequências políticas.

O realismo político recusa-se a identificar as aspirações morais de uma determinada nação com as leis morais que governam o universo.

A equiparação leviana de um determinado nacionalismo aos designíos da Providência é moralmente indefensável.

MORAL
Todas as nações são tentadas a vestir suas próprias aspirações e ações particulares com a roupagem dos fins morais do universo.
O interesse definido em termos de poder é benéfico, uma vez que o fim de todas as nações será o mesmo que o seu. Assim, respeita-se o interesse das demais nações, ao mesmo tempo em que se protege e se promove os próprios interesses.
Uma coisa é saber que as nações estão sujeitas a lei moral e, outra, muito diferente é pretender saber, com certeza, o que é bom ou mal no âmbito das relações entre as nações.
6. A teoria do realismo político possui uma singular atitude intelectual e moral com respeito a matérias ligadas à política.
A esfera da política internacional é autônoma, ou seja, não é subordinada a nenhuma outra esfera como, por exemplo, a economia.

O realismo político baseia-se em uma concepção pluralista da natureza humana. O homem real é um ente compósito do “homem econômico”, do “homem político”, do “homem moral”, do “homem religioso”.
O realista político sustenta a autonomia da esfera política.
Seu raciocínio é baseado em termos de interesse definido como poder.
Uma vez que admite a existência dessas distintas facetas da natureza, o realismo político também reconhece que, para compreender qualquer uma delas, é necessário tratar de cada uma em seus próprios termos.
Para o autor, as relações internacionais sempre seriam marcadas pela luta pelo poder. O poder assim é definido, no âmbito político, como a capacidade de controle e disposição de autoridade que um indivíduo ou Estado exerce sobre os demais, porém, esse poder não se limitaria a violência física, apesar de o autor considerar esse tipo de poder como imprescindível nas relações interestatais.

EQUILÍBRIO SOCIAL
Equilíbrio Social
O equilíbrio de poder como conceito unive





_Equilíbrio social.
Conceito de Equilíbrio
sinônimo de balanço
Estabilidade dentro de sistema
Perturbação do Equilíbrio
força externa ou componente
tendência ao equilíbrio

original ou novo
Dois pressupostos:
os elementos são necessários/têm direito de existir
sem equilíbrio, ascendência e destruição
Propósito do equilíbrio:
manter a estabilidade
não detruir multiplicidade de elementos
“Podemos cobrir peles inteiras de pergaminho com cláusulas de limitações, mas somente o poder pode impor limites ao poder.” (John Randolph).
EQUILÍBRIO
DE PODER NA
POLÍTICA DOMÉSTICA

O governo em ação é sinônimo de poder.
Órgãos Parlamentares
equilíbrio de poder
e.g.
Checking and balancing
c
A
B
MINORIA
MAORIA
vs.
“[...] Caberia a cada ramo do governo restringir os demais, de modo a manter o equilíbrio do conjunto [...]” (Lorde Bryce).
“[...] Caso a maioria venha a reunir-se por um interesse comum, os direitos da minoria estarão inseguros [...]” (Charles A. Beard)
Inclusão da sociedade em uma quantidade inúmera de tipos de cidadãos que teriam interesses tão distintos que se tornaria impraticável uma combinação injusta da maioria do conjunto.
Os interesses, ambições e as forças dos serem humanas são colocadas em oposição mútua, dessa maneira, evita-se que qualquer desses grupos de agentes viessem a tomar todo o poder.
multiplicidade de interesses
quantidade de interesses.
Segurança e garantia
Solução:
1937-8
, alemão
Scientific Man vs. Power Politics
, 1946
Politics Among Nations
, 1948
In Defense of the National Interest
, 1951
The Purpose of American Politics
, 1960
Jornais americanos
4 volumes, artigos
1904 – 1980 (76)
Coburg, Alemanha
Judeu
Hans Joachim Morgenthau
Pai vs. Mãe
tirânico, autoritário
complexo de inferioridade
Vida familiar
Primeira Guerra, Alemanha, República de Weimar
destruída por forças internas
incapacidade: governar, usar a força;
1923, diário
“Minhas esperanças para o futuro movem-se em duas direções. Espero me livrar da pressão a qual estou exposto pelo ambiente social (...)”
Relação com o ambiente, determinada:
alemão
judeu
WWI e pós-guerra
Jurou resistir à imoralidade do antissemitismo
Universidade de Munich
Filosofia
Direito
Universidade de Geneva: Instituto de Estudos Internacionais
Direito Público em Geneva e Madrid, 1936
Brooklyn College, the University of Kansas City, the University of Chicago, the City College of New York, and the New School for Social Research.
Obras:
Scheuerman: “Se esforçou para criticar a Realpolitik e a perseguição amoral de poder político pelas nações-Estado. Não só criticou proto-realistas como Maquiavel e Hobbes, mas também endorsou uma visão de ética política (...) [o livro] sugere uma ética política largamente mais apelativa e complexa do que aquela tipicamente descrita (...)”.
VIDA
Estados Unidos, 1937
Formação acadêmica:
Vida pública
Departamento de Estado
Guerra Fria
Kennedy e Johhnson
Vietnam

PRINCIPAIS PADRÕES
DE EQUILÍBRIO DE PODER

• A x B
• A x B -> C
O padrão da oposição direta:
"Quando está em jogo o padrão da oposição direta, o equilíbrio de poder resulta diretamente do desejo, por parte de cada nação, de ver as suas politicas suplantarem as politicas do outro."
Ou uma nação cede, ou a guerra decidirá sobre o caso, em última instância.
O equilíbrio de poder cria uma estabilidade precária (nesse tipo de oposição).
A -> C <- B
1. Estabilidade
2. Liberdade das nações
Funções do equilíbrio de poder:
O padrão da competição:
AUTONOMIA
DA ESFERA
POLÍTICA
COREIA E EQUILÍBRIO DE PODER
GASPAR
Realismo político
autonomia da esfera política
economistas, advogados, moralista
raciocínio: interesse
não ignora, subordina
outras escolas: apropriação
concepção pluralista da natureza
homem
político, econômico, religioso
abstrair os outros
Aspiração de poder
equilíbrio de poder
políticas para preservação
inevitáveis e estabilizador essencial
instabilidade do equilíbrio
não imperfeição, mas as condições
Morgenthau, Aron, Waltz
"Morgenthau escreveu Politics Among Nations contra o consenso pacifista e a visão utópica de uma nova ordem mundial assente na aliança entre os Estados Unidos e a União Soviética e para preparar os responsáveis e a opinião pública norte-americana para a Guerra Fria" (GASPAR, 2013).
visão demasiado ideológica/dramática
Morgenthau e Aron
irrelevantes para
estrutura
do sistema
interações interestatais, regimes, ideologias
teoria política não é moral nem imoral
guerras
anarquia, não vontade de poder
poder

instrumento, não fim
maximizar segurança
acumulação "em uma escala suicída"
Mudança: Morgenthau vs. Waltz
Vietnã
Waltz
Influências:
Freud, Weber
OBRIGADO
HANS J
MORGENTHAU

Carvarino Carvalho
Hellen Desirée
Ingrid Erthal
José César Lira
Juliana Nascimento
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