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Políticas Públicas de Saúde na Atenção à Saúde da Mulher

Pós Graduação de Obstetrícia
by

Luciano Rodrigues

on 14 August 2015

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Transcript of Políticas Públicas de Saúde na Atenção à Saúde da Mulher

Processos de Cuidar na Atenção Básica da Saúde da Mulher
Prof. Luciano Rodrigues
Objetivos da Disciplina
Principais problemas que afetam a saúde da mulher.
Conhecer os programas de assistência à Saúde da Mulher, segundo diretrizes destinadas à estes grupos populacionais.
Objetivos da Disciplina
Conhecer a vigilância à saúde destacando as ações frente às doenças e agravos de notificação compulsória.
Analisar os indicadores de saúde da mulher.
Objetivos da Disciplina
Discutir a Organização dos serviços públicos de saúde para mulher e suas tendências atuais.
Identificar quais são as melhoras abordagens da saúde da mulher dentro do contexto socioeconômico, político e cultural atual.
CONTRATO DE CONVIVÊNCIA
Problematização:
O são Políticas Públicas?
Elas são importantes para o nosso dia-a-dia?
O que observamos das Políticas Públicas
para a Atenção à Saúde da Mulher?
saúde da mulher dentro do contexto
socioeconômico, Político e cultural atual.
Parto e Nascimento com cidadania.
Pré-Natal: alta cobertura, baixa eficiência
Rede Privada: Gestão é determinante.
Descriminalização, Planejamento Familiar
e Redução de Danos.
Rede Cegonha: Desafios de um novo modelo de atenção.
Humanização é Realidade
Quais os Programas de
Assistência à Saúde da Mulher?

1984
O MS elaborou o Programa de Assistência
Integral à Saúde da Mulher (PAISM), marcando, sobretudo, uma ruptura conceitual com os princípios norteadores da política de saúde
das mulheres e os critérios para eleição de prioridades neste campo (BRASIL, 1984).
PAISM
O programa deu ênfase a preocupações com doenças ginecológicas prevalentes, prevenção e tratamento de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids, além de assistência às mulheres vítimas de violência.
1990
Em 1990, a razão de morte infantil era de 47,1 por mil nascidos vivos, e a mortalidade materna era de 140 por mil nascidos vivos. Hoje, a razão de mortalidade infantil é de 19,3 por mil nascidos vivos, enquanto as mortes maternas estão estimadas em 69 por mil nascidos vivos.
Fonte:http://www.brasil.gov.br/sobre/saude/saude-da-mulher
Antes não existia programas específico para a saúde da mulher.
As ações eram vinculadas ao Programa Materno Infantil
Em 1983, o Ministério da Saúde através da Divisão Nacional de Saúde Materno Infantil (DINSAMI) elaborou o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, com o objetivo de reduzir a morbi-mortalidade da mulher e da criança (PAISMC)
1983
Em 1991 houve a separação do Programa da Criança (PAISC) do PAISM (Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher).
1991
PAISM
Áreas de atuação do PAISM (Grupos baseados nas fases da vida da mulher)
Assistência ao ciclo gravídico puerperal: pré-natal (baixo e alto risco), parto e puerpério.
Assistência à mulher vítima de violência.
Assistência ao abortamento Assistência à concepção e anticoncepção.
Assistência às doenças ginecológicas prevalentes
Assistência ao climatério
(Portaria 3040 de 21 de junho de 1998 do Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Combate ao Câncer do Colo Uterino)
Prevenção e tratamento das DST/AIDS
Prevenção do câncer de colo uterino e detecção do câncer de mama
1998
A partir de 1998, criação do ocorreu a ampliação das ações de comunicação social, garantia do financiamento dos procedimentos ambulatoriais e criação de um software Sistema de Informação do Câncer do Colo do Útero (SISCOLO) para melhor gerenciamento das informações do Programa.
2000
a. Escuta da mulher e de seus/suas acompanhantes, esclarecendo dúvidas e informando sobre o que vai ser feito durante a consulta e as condutas a serem adotadas;
Programa Nacional de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN), propondo assim critérios marcadores de desempenho e qualidade da assistência pré-natal, além de disponibilizar incentivos financeiros aos municípios que aderirem a este programa (BRASIL, 2000).
PHPN
De acordo com Ministério da Saúde (2006), Estados e municípios por meio das unidades integrantes de seu sistema de saúde, devem garantir atenção pré-natal e puerperal realizada em conformidade com os parâmetros estabelecidos a seguir:
2. Realização de, no mínimo, seis consultas de pré-natal sendo, preferencialmente, uma no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no terceiro trimestre da gestação.
1. Captação precoce das gestantes com realização da primeira consulta de pré-natal até 120 dias de gestação.
3. Desenvolvimento das seguintes atividades ou procedimentos durante a atenção pré-natal:
b. Atividades educativas.
c. Anamnese e exame clínico-obstétrico da gestante.
d. Exames laboratoriais: ABO-Rh e Hemoglobina/Hematócrito na primeira consulta; glicemia de jejum, um exame na primeira consulta e outro próximo à 30ª semana de gestação; VDRL, um exame na primeira consulta e outro próximo à 30ª semana de gestação; urina tipo 1, um exame na primeira consulta e outro próximo à 30ª semana de gestação; testagem anti-HIV, com um exame na primeira consulta; sorologia para hepatite B (HBsAg), com um exame, de preferência, próximo à 30ª semana de gestação e sorologia para toxoplasmose (IgM), na primeira consulta (se disponível).
e. Imunização antitetânica: aplicação de vacina dupla tipo adulto até a dose imunizante (segunda) do esquema recomendado ou dose de reforço em mulheres já imunizadas.
f. Avaliação do estado nutricional da gestante e monitoramento por meio do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN).
g. Prevenção e tratamento dos distúrbios nutricionais.
h. Prevenção ou diagnóstico precoce do câncer de colo uterino e de mama.
j. Classificação de risco gestacional a ser realizada na primeira consulta e nas subseqüentes.
k. Atendimento às gestantes classificadas como de risco, garantindo vínculo e acesso à unidade de referência para atendimento ambulatorial e/ou hospitalar especializado.
l. Registro em prontuário e cartão da gestante, inclusive registro de intercorrências/urgências que requeiram avaliação hospitalar em situações que não necessitem de internação.
i. Tratamento das intercorrências da gestação.
2008
Ampliou e aprofundou a atuação do governo na promoção de políticas de igualdade e justiça social com a inclusão de novos eixos estratégicos.
2011
2012
3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que teve como objetivo a atualização e a definição de prioridades para o próximo período, tendo por base as ações propostas no II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.
Em 2008, a preocupação com a saúde da mulher ganhou força com a implantação do
II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (II PNPM)
I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (I CNPM), em julho de 2004.

Um marco na afirmação dos direitos da mulher e mobilizou, por todo o Brasil, cerca de 120 mil mulheres que participaram, diretamente, dos debates e apresentaram as propostas para a elaboração do
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.
A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) foi criada em 1º de janeiro de 2003.
2003
E Vocês aqui estudando
Processos de Cuidar na atenção Básica da Saúde da Mulher
Criação do SISMAMA
Vigilância à saúde
Quais as ações que devem ser tomadas frente às doenças e agravos de notificação compulsória?

PORTARIA Nº 104, DE 25 DE JANEIRO DE 2011

Define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme o disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI 2005), a relação de doenças, agravos e eventos em saúde pública de notificação compulsória em todo o território nacional e estabelece fluxo, critérios, responsabilidades e atribuições aos profissionais e serviços de saúde.

Ministério da Saúde
Quais são os Indicadores
de saúde da mulher?
Proporção de nascidos vivos de mães com 4 ou mais e 7
ou mais consultas de pré-natal.
INDICADORES DO PACTO PELA VIDA
REFERENTES À SAÚDE DA MULHER
Razão de mortalidade materna.
Proporção de óbitos de mulheres em idade fértil investigados.
Proporção de partos cesáreos.
Razão entre exames preventivos do câncer do colo do útero em mulheres de 25 a 59 anos e a população feminina nessa faixa etária.
Proporção de amostras insatisfatórias de exames citopatológicos.
Concentração de mamografia em mulheres de 40 a 69 anos de idade.
Proporção de punção de mama dos casos necessários.
contatos:
proflucianorodrigues@gmail.com
adrienerodrigues@hotmail.com
"O saber se aprende com o mestre,
mas a sabedoria com o Cotidiano da vida."
Cora Coralina
Referência: Revista Radis Comunicação e Saúde. Rio de Janeiro, Fiocruz, n.117, mai, 2012.
A Rede Cegonha é uma estratégia do Ministério da Saúde, operacionalizada pelo SUS, fundamentada nos princípios da humanização e assistência, onde mulheres, recém-nascidos e crianças tem direito a:
Ampliação do acesso, acolhimento e melhoria da qualidade do pré-natal.
Transporte tanto para o pré-natal quanto para o parto.
Vinculação da gestante à unidade de referência para assistência ao parto - “Gestante não peregrina!” e “Vaga sempre para gestantes e bebês!”.
Realização de parto e nascimento seguros, através de boas práticas de atenção.
Acompanhante no parto, de livre escolha da gestante.
Atenção à saúde da criança de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade.
Acesso ao planejamento reprodutivo.
2015
?
1- Saúde do Idoso
2-
Controle do Câncer do Colo do Útero e Mama.
3-
Redução da Mortalidade Materna
e Infantil.
4-Fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias (dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza)
5 Promoção da Saúde
6-Fortalemcimento da Atenção Primária
I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (I CNPM), em julho de 2004.

Um marco na afirmação dos direitos da mulher e mobilizou, por todo o Brasil, cerca de 120 mil mulheres que participaram, diretamente, dos debates e apresentaram as propostas para a elaboração do
Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.
A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) foi criada em 1º de janeiro de 2003.
2006
PACTO PELA SAÚDE

Promover a melhoria das condições de vida e saúde
Reduzir a morbimortalidade, especialmente por causas evitáveis
Ampliar, qualificar e humanizar a atenção à saúde da mulher no sus

Objetivos Gerais
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