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Tecnologia Educacional - I

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by

Marcos Lopes

on 8 October 2013

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Transcript of Tecnologia Educacional - I

Conceitos
Posicionamento dos profissionais
Empresas Educacionais
Preparação do Professor
TECNOLOGIA EDUCACIONAL
Movimento da Tecnologia Educacional
Meados do Século XX
Psicólogos
Especialistas em comunicação audiovisual
Militares
Indústrias

Anos 60
Passa a ter dimensões internacionais
ganha força nos processos de educação, treinamentos e desenvolvimento pessoal
Século XXI
Visão limitada ou confusa em relação aos recursos e procedimentos da Tecnologia Educacional

Confunde-se Tecnologia Educacional, Novas Tecnologias com Ensino por meio da Comunicação em massa.
Comunicação em Massa
Atende as seguintes necessidades:

Diversão
Informação
Publicidade
Por último - "APRENDIZAGEM"
Tecnologia
SEGUNDO:
Wikipedia
Termo que envolve o conhecimento técnico e científico e a aplicação deste conhecimento através de sua transformação no uso de ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a parti de tal conhecimento...
O Educador, ao considerar o efeito da tecnologia no processo de ensino, deve lembrar-se de que, além da maquinaria, a tecnologia inclui processos, sistemas, direção e mecanismos de controle, tanto humanos como não humanos, e acima de tudo um modo de encarar problemas, quanto ao seu interesse e dificuldade, a praticabilidade das soluções técnicas, aos valores econômicos, considerado de modo amplo, dessas soluções. (contexto para estudo - Finn, 1960, pp 6, 8, 10)
Há quem associe Tecnologia da Educação exclusivamente ao emprego de recursos mecânicos e eletrônicos no ensino (TV, Radio, PC, etc.)

Omite-se itens tão decisivos como a instrução programada, o ensino por meio do computador, o laboratório de linguas, a análise experimental do comportamento, a análise de sistemas, a teoria e pesquisa em comunicação.

Há ainda aqueles que incluem "tudo" - aula de corte e costura, recorte de jornal, refeitórios escolares, conferências e preleções, dinâmica de grupo e até supostos "métodos subliminares".
Adaptação inadequada
ao uso das tecnologias
em sala de aula
Falta intimidade
do professor com os
recursos tecnológicos
Priberan
Ciência cujo objetivo é a aplicação do conhecimento técnico e científico para fins industriais e comerciais.
Aurélio
Estudo dos instrumentos, processos e métodos empregados nos diversos ramos industriais
É mais do que uma invenção, mais do que máquina.
É um processo e uma maneira de pensar.
Em relação a Educação
falta um ponto de vista bem concebido, um posicionamento relativo à tecnologia pelos profissionais que atuam na Educação
A falta de um ponto de vista definido e alguns atrasos culturais associados a educação à aceleração do desenvolvimento tecnológico deixou a margem a empresa educacional.
Falta preparo dos profissionais de educação para se avir com o tremendo impacto que a tecnologia começa a produzir no processo de ensino. Num momento em que a tecnologia inicia-se em, ampla escala, a invasão na educação.
Entendendo "Tecnologia da Educação"
Parafraseando Krasner (1971), é da mais alta importância à determinação da amplitude do campo e do sentido da tecnologia da educação, pois uma concepção demasiado ampla desta (por ex., igualando-a com educação, pedagogia ou didática) converte a tecnologia da educação em algo desprovido de sentido.
E uma concepção demasiado estreita (por ex., igualando-a com um único tipo específico de equipamento ou material) faz dela uma expressão inútil
Surgimento da Expressão "Tecnologia da
Educação"
Principais nomes:
James D. Finn:
"... Ele (Finn) percebeu a relação entre novos meios de ensino e um campo muito mais amplo, que denominou tecnologia da instrução e concebeu-a em termos muito mais amplos e complexos do que grandes ou pequenos itens de equipamento na sala de aula ou no estúdio.
Foi James Finn que viu tudo isso (filmes, laboratórios de línguas, transparências, retroprojetores, ensino por meio de televisão) como elementos da tecnologia da instrução - e a tecnologia da instrução como muito mais do que a soma desses elementos... Finn foi o pai tanto da expressão como do conceito e do movimento da tecnologia da instrução" .
B.F. Skinner
“... um ramo especial da psicologia, chamado análise experimental do comportamento, produziu, se não uma arte, pelo menos uma tecnologia do ensino a partir da qual podem ser deduzidos programas, esquemas e métodos de instrução.

O público tem conhecimento dessa tecnologia graças a dois dos seus produtos, as máquinas de ensinar e a instrução programada..."
outras facetas:
A Análise de Sistemas;
A teoria e pesquisa em comunicação;
A teoria e pesquisa em psicologia da aprendizagem.
Fim da década de 50:
Especialistas em comunicação audiovisual;
Psicólogos (analise experimental do comportamente)
Conceituar tecnologia da educação não é tarefa fácil...
Texto de Maria Cândia Moraes (Professora de Pós Graduação em Educação - (SUC)(PUC/SP)
Alguém já viu computador dando aula, sozinho, sem que, pelo menos, alguém o tenha ligado à tomada?
Ao longo de sua carreira já vimos uma lousa, quadro-negro, quadro-verde ou quadro-branco, apresentando sozinho “a matéria”, sem que alguém a houvesse elaborado antes?
Em algum momento dos últimos vinte anos algum professor foi demitido do seu emprego só porque a escola comprou um videocassete?
Um laboratório de ciências, totalmente equipado, mas completamente sem uso, trancafiado, ensina ciências para alguém?
Um toco de giz percorre a lousa ensinando filosofia aos alunos?
Por mais absurdas ou hilariantes que possam parecer estas perguntas, elas escondem, na verdade, uma percepção equivocada: a de que “coisas” ensinam ou passam conhecimento.
Para começar, já identificamos aqui um equívoco conceitual: chamar de tecnologia aos meios, aos recursos materiais, à mídia!
Mídias, Meios, Recursos...
Mecânicos
Elétricos
Eletrônicos
hardware
INDISPENSÁVEIS
Para a Tecnologia Educacional
NUNCA
Podem ser consideradas ou confundidas como
TECNOLOGIA EDUCACIONAL
PODEM SER CHAMADAS DE:
Instrumentos
Ferramentas de trabalho
Recursos de apoio
A Mídia é algo que está no meio, ou se coloca entre, no mínimo:
etc...
A mídia é diferente de:
Mensagem
Agente criativo
A mídia carrega mensagens...
...mas, por sí só, não produz conhecimento pronto para ser oferecido.
Professor
Professor
Aluno
Alunos
Alunos
Alunos
Publicações e Software
Publicações
Ideias - conhecimento
Ideias - concepção
Produzem mudanças
Altera rumos
Afetam o pensar
pontuam a história
Mas também não é Tecnologia Educacional, em sí ou por sí somente.
Softwares
Não foi idealizado para substituir livros;
carrega mensagens tal qual as publicações;
É uma publicação com características próprias;
É uma proposta, um conjunto de intenções.
Componentes essenciais para a Tecnologia da Educacional.
Também não é Tecnologia Educacional.
A Mediação
Alguns séculos atraz, a prática pedagógica valorizava uma mediação essencialmente discursiva do professor.
No final do Seculo XIX surge a lousa.

Heresia institucional e profissional.

docente que se presava, jamais descia do púlpito.

o riscar irritante do giz no quadro e o pó branco aporrinhava os professores.
A lousa veio para ficar.
O papel discursivo não mudou muito, mas o suporte da lousa nunca mais foi abandonado.
tornou-se a mais importante mídia do século XX.
A simples chegado do quadro-negro não significou sua imediata incorporação como elemento do processo educacional.
O que foi preciso?
Entusiasmo/Experimento;
Criação, incorporação e disseminação como mídia educacional;
Mudança na forma de agir;
Com o quadro, incluiu-se os simbolos visuais, facilitando a comunicação e enriquecendo os processos educacionais.
As mídias + as publicações + a forma de atuação de mediação e intervenção do docente
é que configuram inúmeras possibilidades de TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS

Tecnologia Educacional
Mídias
Mediação
Publicações
Tecnologia Educacional portanto, é mais do que um conceito recorrente. Representa, a cada momento, no tempo histórico, a complexidade dos processos pedagógicos, na esteira da tomada de decisão de seus gestores.
O exercício de pensar o tempo, de pensar a técnica, de pensar o conhecimento enquanto se conhece, de pensar o quê das coisas, o para quê, o como, o em favor de quê, de quem, o contra quê, o contra quem, são exigências fundamentais de uma Educação democrática, à altura dos desafios do nosso tempo (Paulo Freire).
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