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Pastoral da Juventude: Um jeito de ser e fazer!

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Thiesco Crisóstomo

on 21 January 2016

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Transcript of Pastoral da Juventude: Um jeito de ser e fazer!

TRANSFORMANDO O MUNDO:
PROJETOS NACIONAIS No seguimento a Jesus, no desejo de cumprir sua missão e chamado e com o propósito de fortalecer os Grupos de Jovens, a Pastoral da Juventude organiza sua ação por meio de projetos nacionais.
Os projetos nacionais são uma resposta coletiva às necessidades e demandas atuais da juventude organizada como PJ, desejando superar suas carências e fortalecendo suas potencialidades. Esses projetos são construídos e assumidos nas Ampliadas Nacionais da PJ.
Formação de Lideranças e Assessores - Caminhos de Esperança.
Mística e Construção.
A Juventude quer Viver.
Teias da Comunicação.
Ajuri - Conhecendo a Realidade Indígena, Quilombola, Ribeirinha e Rural.
Tecendo Relações. Espiritualidade
que nos alimenta Cristocêntrica Processos que
educam na fé Uma característica da PJ é a proposta pedagógica que conseguiu sistematizar, visando à construção de pessoas comunitárias e cidadãs, abraçando com decisão uma fé que casa com o social, com a justiça, com a participação e com a comunhão. Fruto da caminhada latino-americana nasceram as opções pedagógicas, acompanhadas de princípios norteadores, para o desenvolvimento de um processo educativo que leve as pessoas a crescerem na fé, nas suas opções e em seus projetos de vida. Nosso jeito de fazer Pastoral Fazemos a opção metodológica pelo planejamento pastoral, pela leitura orante da Bíblia, pelo método da Ação Católica e da Igreja Latino-americana conhecido como “Ver-Julgar-Agir”, acrescido pelo “Revisar” e “Celebrar”. Eixos que norteiam o nosso fazer Formação
Ação
Espiritualidade
Articulação Todos os projetos nacionais são planejados, realizados e avaliados pelos jovens e assessores da PJ de todas as instâncias. Como nos organizamos e nos articulamos Nossos Princípios Falar um pouco de cada projeto A Pastoral da Juventude sistematizou, ao longo da sua caminhada, princípios, que visam a iluminar a prática pastoral dos jovens e assessores pejoteiros organizados nas diferentes instâncias. Esses princípios foram revisitados na Ampliada Nacional de Imperatriz. Os mesmos incorporam valores assumidos ao longo da história da PJ, como o seguimento a Jesus Cristo, o protagonismo juvenil, a opção preferencial pelos jovens pobres, o ecumenismo, entre outros, a seguir: Com base no projeto e na pessoa de Jesus Cristo ter o jovem como protagonista e agente libertador, tornando-o sujeito da história, de acordo com seu meio. Valorizar e reconhecer a pessoa em todas as suas dimensões, fazendo emergir a Nova Mulher e o Novo Homem. Ser Igreja, comunidade que se reúne ao redor do Ressuscitado para anunciar o Reino, como lugar vital de formação e ação de discípulos missionários de Jesus Cristo, fortalecendo espaços de comunhão e participação. No seguimento a Jesus Cristo, evangelizar e deixar-se evangelizar em função das diferentes realidades e culturas, privilegiando a juventude empobrecida. Ter nos jovens empobrecidos, em particular, nos excluídos, o seu referencial na formação de agentes de transformação. Assumir a originalidade da juventude nas diferentes realidades e experiências. Enfatizar a gestação da Nova Mulher e do Novo Homem, vivenciando as diferenças e valorizando o que é próprio de cada um. À maneira de Jesus Cristo, que se encarnou e resgatou os valores da cultura de seu povo, cultivar uma espiritualidade inculturada nas diversas realidades do jovem latino-americano. Ajudar o jovem a experimentar e a vivenciar o sentido pascal na própria vida. Resgatar e construir a cidadania como meio de superação da opressão e da exclusão. Ter, em seus jovens, os sujeitos da ação transformadora, gerando o Novo. Ajudar, principalmente pelo testemunho, a concretizar a proposta de Jesus Cristo na realidade em que vivemos. Aprofundar uma espiritualidade ecumênica e aberta ao diálogo inter-religioso, considerando que os valores da paz, da justiça, do amor e da vida são valores universais. A espiritualidade é o que nos alimenta e nos dá vida. É o sopro de Deus que age em nosso ser. Essa espiritualidade necessita ser alimentada no dia a dia e no contato íntimo com Deus por meio da Palavra e da Eucaristia, que nos leva a nos comprometermos com o outro e a outra, com a comunidade e com a transformação de tudo que é contrário ao que Deus quer. Por isso, dizemos que a espiritualidade da Pastoral da Juventude é: Mariana Comunitária
e eclesial Leiga e Missionária Encarnada
e libertadora Valoriza os
Momentos de oração pessoal e comunitária. A liturgia e as celebrações expressam a espiritualidade que nos alimenta
e anima. Celebrativa Centrada em Jesus,
amigo companheiro de caminhada. Maria se compromete com o projeto de Deus. É exemplo de fidelidade, disponibilidade e entrega. É no grupo e na comunidade que o jovem se identifica, partilha suas experiências e sonhos. A presença do Espírito nos grupos e comunidades instiga o jovem a servir os outros e a descobrir sua vocação missionária. O Filho de Deus se encarna na realidade humana. Tem uma ligação de fé e vida. Tal presença é ativa e efetiva, lutando pela libertação. A alegria da juventude manifesta-se na celebração da vida e do Espírito como festa inspirada na vitória pascal.
A realização de encontros, festas, liturgia, caminhadas, entre outros, são momentos de viver o Deus-felicidade que nos anima e revigora para a ação concreta. Orante A PJ sistematizou, na sua caminhada, o que chamamos de “dimensões da formação integral” e o “processo de educação na fé”.
As opções pedagógicas adotadas são:
Importância fundamental do grupo de jovens (PEQUENOS GRUPOS);
FORMAÇÃO INTEGRAL;
MEMÓRIA;
RESPEITO À DIVERSIDADE DOS JEITOS DE SER;
ORGANICIDADE;
ACOMPANHAMENTO E ASSESSORIA;
VOCACIONALIDADE;
PROTAGONISMO JUVENIL...
concretizando-se na elaboração do projeto de vida. A nossa proposta pedagógica se baseia no entendimento do jovem como sujeito da ação evangelizadora, a serviço da animação e organização das comunidades eclesiais atuantes nos diferentes espaços da sociedade. Processo de Educação na Fé Dimensões da formação integral Personalização é onde a gente responde “quem sou eu?”. É o esforço de tornar-se pessoa, descobrir-se, possuir-se, aceitar-se, trabalhar-se. Tudo isso para que a pessoa se conheça melhor. Essa dimensão exige trabalhar o autoconhecimento: interesses, aspirações, história, valores, sentimentos, limitações. Também exige a autocrítica: revisão pessoal, busca permanente de superação e mudança de atitudes para o testemunho coerente. Exige, ainda, a autorrealização: sentir se amado, capaz de amar, de ser terno, saber construir seu futuro e sua realização. Todas essas dimensões são mediadas pela arte, pela beleza, pelo lúdico, com a transversalidade da ecologia, da comunicação e da atuação em rede.
O lugar privilegiado para trabalhar as dimensões é o dia a dia do grupo de jovens. Um dos segredos, porém, para se viver e trabalhar as dimensões em passos crescentes é a maneira como as reuniões, encontros e assembleias são preparados. Integração é a capacidade de descobrir o outro e superar os bloqueios de comunicação para conhecer o outro, gerar afeição e cooperação, confrontar ideias e dons. Nessa dimensão estabelecemos os nossos relacionamentos. Ela pode ser experimentada nos grupos de convivência social, lugar da convivência com o diferente, espaço de diálogo permanente. Evangelização é a caminhada que devemos dar para a educação da nossa fé, as respostas para a nossa existência, nosso destino, nossa mística, nossa vivência sacramental, nossa formação catequética permanente, nosso contato com a Palavra. É perceber o que nos move e nos anima. É sentir a presença de Deus na história. Assumir a presença do Deus que salva em Jesus. Conhecer o conteúdo da fé em comunidade. Conscientização responde à pergunta “onde estou e o que faço aqui?”. Descobrir o mundo e se fazer sujeito da história, com senso crítico, capacidade de analisar e participar. A conscientização nos leva ao compromisso com política, com a cidadania, com os direitos humanos, com a defesa da vida, do trabalho, da ecologia e com a participação em outros espaços de atuação. Capacitação procura responder ao nosso “como fazer?”. É preparar-se para a ação de planejar, executar, revisar, criar, encantar, festejar, seja na vida pessoal, na formação, na participação, na coordenação ou na organização da vida e do trabalho. Integração
Personalização
Evangelização
Conscientização
Capacitação É um método que parte da realidade concreta, conhecida, articulada (coletiva ou pessoal) da vida, da prática concreta para depois confrontar suas conclusões com a doutrina. Essa metodologia ajuda a teoria a adaptar-se à realidade dos fatos. Rever Julgar Ver Agir Celebrar Um jeito de
ser e fazer! Na construção do Reino Sonhamos uma sociedade que tenha como primado a pessoa humana (o ser), um projeto social claro e justo, com condições e oportunidades para todos, sem preconceitos, com vivência e testemunho dos valores evangélicos, valorizando a diversidade e riquezas da pessoa e da juventude. Sonhamos uma sociedade democrática, justa e de paz, que defenda o direito à vida digna, onde sejamos reconhecidos e valorizados, encontrando um sentido pleno para viver, sendo protagonistas dos processos transformadores da realidade.
Sonhamos com uma Igreja apaixonada, profética, evangelizadora, acolhedora, orante, missionária, transformadora e comprometida com o Projeto de Jesus Cristo, procurando maior participação dos jovens na comunidade, valorizando o ecumenismo e com uma opção preferencial pelos pobres, adaptada às diferentes realidades. Sonhamos uma Igreja Povo de Deus, de comunhão e participação.
Sonhamos uma Pastoral Juvenil audaz, orgânica e profética, que acolha e propicie o encontro com Jesus Cristo e acompanhe os processos pessoais e grupais de formação integral, transformando-nos em verdadeiros discípulos missionários.
Desejamos cultivar uma espiritualidade que recupere o sentido da presença de Deus na criação, pela encarnação, que aprenda dos pobres a viver com sobriedade e partilha, e valorize a sabedoria dos povos indígenas no tocante à preservação da natureza. Um ambiente de vida para todos! Assim, apostamos na ecopolítica, que cria condições sociais que exigem, legalmente, o cumprimento dos requisitos de defesa da natureza. Para onde caminhamos “Quero a utopia, quero tudo e mais [...].” (Milton Nascimento)
Queremos despertar os jovens para a pessoa e a proposta de Jesus Cristo e desenvolver com eles um processo global de formação baseado na fé, para formar líderes capacitados para agir na comunidade, atuar na própria PJ, em outros ministérios da Igreja e em seu meio específico, comprometidos com a libertação integral do homem e da sociedade, levando uma vida de comunhão e participação, de modo que contribuam concretamente com a construção da Civilização do Amor. Nessa caminhada, a PJ celebra e reconhece o apoio, a presença e o acompanhamento que a organização recebeu ao longo do tempo. Merece destaque especial a presença efetiva e o acompanhamento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por intermédio do Setor Juventude. Memória da caminhada Recordar e resgatar a história da PJ é um ato de rever lugares, pessoas, olhos e sorrisos de milhares de jovens que foram se tornando protagonistas por causa do projeto de Jesus Cristo. Esta história é um pequeno aperitivo dessa ação que fez a Igreja do Brasil mais comprometida e engajada na construção dos sinais de vida, especialmente no mundo juvenil. QUEM SOMOS NÓS,
PASTORAL DA JUVENTUDE? Somos jovens das diversas realidades regionais do país, na maioria empobrecida e, a exemplo de Jesus Cristo e da Igreja da América Latina, fazemos opção pelos pobres e jovens. Encontramo-nos em grupos para partilhar e celebrar a vida, as lutas, os sofrimentos e cultivar a amizade baseada em uma formação integral e mística próprias. Pastoral da Juventude:
uma história tecida com muitas mãos e feita em mutirão A história da Pastoral da Juventude é tecida com muitas mãos e feita em mutirão por milhares de jovens, assessores, religiosos, religiosas, padres, bispos, leigos e leigas em todos os cantos de nosso querido e amado Brasil. NOSSA MISSÃO E CHAMADO A missão é que dá a vida e sentido para a PJ. É o eixo determinante. É o agir concreto de jovens participantes da comunidade eclesial, dando testemunho de nossa fé, inspirados na pessoa e na proposta de Jesus Cristo e animados pelo Espírito Santo.
A PJ, como parte da Igreja latino-americana, assume a evangélica opção pelos pobres e pelos jovens. Como jovens vamos ao encontro de todos os jovens nas diversas realidades eclesiais e sociais, sendo sensíveis e solidários às suas dores, desejos, alegrias, necessidades, potencialidades e anseios...
Por isso, buscamos descobrir alternativas, propor ações concretas que respondam aos problemas que nós, jovens, vivemos, procurando utilizar recursos, pedagogia e linguagem que contribuam para concretizar os sinais da CIVILIZAÇÃO DO AMOR. NOSSA MISSÃO E CHAMADO A missão da Pastoral da Juventude traz como eixo inspirador o texto de Lucas (4, 18-22)
“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Notícia aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos, e para proclamar um ano de graça do Senhor.” Em seguida Jesus fechou o livro, o entregou na mão do ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então Jesus começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu essa passagem da Escritura, que vocês acabaram de ouvir”. Todos aprovavam Jesus, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam de sua boca. E diziam: “Este não é o filho de José?”. O processo histórico vivido pela Pastoral da Juventude é movido pela força do protagonismo juvenil que se organiza em torno da vida em grupo, em resposta às ausências e possibilidades de viver uma formação integral, por intermédio do seguimento de Jesus de Nazaré, contribuindo na construção de um projeto de sociedade que tenha como base a defesa da vida da juventude e de toda a sociedade em seu sentido mais pleno. “O meu desejo é a
vida do meu povo”
(Est 7, 3) Fruto da opção preferencial pela juventude, assumida pela Igreja Latino-americana em Puebla (1979) e após as tentativas de organização da PJ, a CNBB nomeia, em 1981, o Pe. Hilário Henrique Dick como assessor nacional, e em 1983, é criado o Setor Juventude da CNBB, e nomeado o Pe. Jorge Boran, para acompanhar as Pastorais da Juventude, a relação com as congregações, movimentos juvenis e a diversidade de trabalhos realizados por outras iniciativas na Igreja. A PJ, na sua totalidade, foi valorizando e incluindo em sua caminhada, aos poucos, novas experiências de trabalho com a juventude baseada em seu meio específico: juventude rural, juventude estudantil, juventude universitária e juventude dos meios populares – o que lhe foi exigindo uma nova forma de se articular e se organizar. A essa presença e apoio, figuram-se com muita importância, igualmente, os Centros e Institutos de Juventude, que por meio da Formação, Assessoria e Pesquisa, sempre se colocaram como estrutura de apoio à organização de todas as Pastorais da Juventude. Nos mais de 30 anos que a PJ vai festejando é evidente que sempre houve novidades que, por vezes, não deixavam de tomar a feição de dificuldades, algumas mais intrínsecas (organização interna) e outras de caráter mais “extrínseco”, levantando novidades, limites e novas maneiras de realizar a missão. Ver

Julgar

Agir

Nosso Método
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