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Doenças Sexualmente Transmissíveis.

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Jessyka Palhano

on 6 September 2013

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Transcript of Doenças Sexualmente Transmissíveis.

Infecções Sexualmente Transmissíveis.
Introdução
"As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) estão entre os problemas de saúde pública mais comuns no Brasil e em todo o mundo. Algumas IST quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves e até mesmo para o óbito." (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006)
Estatísticas
No Brasil, as estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) de infecções de transmissão sexual na população sexualmente ativa são:

Sífilis: 937.000
Gonorreia: 1.541.800
Clamídia: 1.967.200
Herpes genital: 640.900
HPV: 685.400

AIDS
A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é causada pelo HIV. Como esse vírus ataca as células de defesa do corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer.
Quais são as principais IST?
AIDS
Condiloma Acuminado (HPV)
Tricomoníase
Hepatite B
Herpes
Candidíase
Gonorreia
Sífilis
Sintomas
Fase inicial - semelhante a gripe (após 3 a 6 semanas);
Segunda fase - constante mutação do vírus, não enfraquece o organismo suficiente (fase assintomática e pode durar anos);
Terceira fase - redução dos linfócitos T CD4 (febre, diarreia, emagrecimento);
Quarta fase - baixa da imunidade e favorecimento de doenças oportunistas.
Diagnóstico
Teste Eliza - procura-se o anti-HIV, se positivo realizar teste confirmatório;

Teste de Western Blot - procura-se fragmentos do HIV, usado como teste auxiliar de confirmação;

Teste de imunofluorecência direta para o HIV 1 - também é teste confirmatório;

Teste rápido - resposta com 30 minutos.
Tratamento
Transmissão
Fatores que influenciam no falso-positivo:

Vacina contra influenza A H1N1;
Artrite reumatoide;
Doenças autoimunes (lupus eritematoso sistêmico, doenças do tecido conectivo e esclerodermia);
Colangite esclerosante primaria;
Terapia com interferon em pacientes hemodialisados;
Síndrome de Stevens-Johnson;
Anticorpo antimicrossomal;
Infecção viral aguda;
Aquisição passiva de anticorpos anti-HIV (de mãe para filho);
Tumores malignos;
Outras retroviroses;
Múltiplas transfusões de sangue;
Anticorpo antimúsculo liso.
Teste em gestantes - 1º trimestre, para iniciar tratamento precoce. Se não houver diagnóstico realizar no 3º trimestre ou até na hora do parto;
Teste em crianças e adolescente - conhecer a doença e seus direitos de acordo com o ECA;
Teste em idosos - sistema imunológico frágil dificulta o diagnóstico (alertar para situações de risco).
Quem deve fazer o TESTE?
Homens e Mulheres com múltiplos parceiros;
Pessoas que não usam camisinha nas relações sexuais;
Pessoas que já fizeram compartilhamento de seringas ou agulhas em uso de drogas injetáveis;
Pessoas que têm ou tiveram alguma IST;
Todas as mulheres grávidas.
Para combater o HIV é necessário utilizar pelo menos três antirretrovirais combinados, sendo dois medicamentos de classes diferentes, que poderão ser combinados em um só comprimido.
ATENÇÃO
"As normas brasileiras e mundiais determinam que não se deve introduzir o coquetel de medicamentos se as células CD4 estiverem acima de 350. Quando seus valores estão entre 200 e 350, a decisão de introduzi-lo deve ser tomada caso a caso. Abaixo de 200, ele é obrigatoriamente indicado para corrigir a deficiência imunológica."
Efeitos Colaterais
TONTURA
DIARREIA
ENJOOS
INSUFICIÊNCIA RENAL
OSTEOPOROSE
CUIDADO
A interação dos medicamentos com álcool pode desencadear:

Agitação, alucinações, amnésia (perda da memória, temporária ou não), ansiedade, confusão mental, convulsões, depressão, dificuldade de concentração, irritabilidade, insônia, pesadelos e sonhos vívidos.
Também conhecido como Crista de Galo, Figueira ou Cavalo de Crista, esta doença causa o aparecimento de verrugas na região genital e/ou anal. É provocada pelo HPV (Papiloma vírus humano). Podem ser de alto risco, porque são precursoras de tumores malignos, especialmente do câncer do colo do útero e do pênis, e de baixo risco (não relacionadas ao aparecimento de câncer).
Condiloma Acuminado (HPV)
Sinais e Sintomas
Diagnóstico
Tratamento
Transmissão
Exame físico;
Exame histológico (biópsia);
Colpocitologia Oncótica - Papanicolaou (preventivo);
Colposcopia;
Penicoscopia (não é eficaz);
Anucoscopia.
VACINA
Protege contra os vírus HPV dos tipos 6, 11, 16 e 18, responsáveis por 90% dos casos de verrugas genitais, contra os quais demonstrou até 100% de eficácia em estudos clínicos.

Ela deve ser administrada em três doses e é indicada para meninas e mulheres de 9 a 26 anos de idade. Após a injeção inicial, a segunda e a terceira doses são administradas no segundo e sexto meses, respectivamente.
Tricomoníase
Sinais e Sintomas
Diagnóstico de Tricomoníase
Tratamento
Transmissão
Hepatite B
Sinais e Sintomas
Diagnóstico
Tratamento
Transmissão
Herpes
Sinais e Sintomas
Tratamento
Transmissão
Candidíase
Sinais e Sintomas
Diagnóstico
Tratamento
Transmissão
Gonorreia
Sinais e Sintomas
Diagnóstico
Tratamento
Transmissão
Sífilis
Sinais e Sintomas
Diagnóstico
Tratamento
Trasmissão
PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
Você Sabia?
O HPV é considerado a principal doença sexualmente transmissível (DST) de etiologia viral. Atualmente, aproximadamente 20 milhões de pessoas no mundo estão infectadas pelo HPV. Estima-se que de 50 a 75% dos homens e mulheres sexualmente ativos entrem em contato com um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas e aos, 50 anos, 80% das mulheres terá adquirido infecção genital pelo HPV. Alguns estudos sugerem que cerca de 20% de brasileiras tem o HPV
RELAÇÃO SEXUAL
DESPROTEGIDA
VERTICAL
MÃE/FETO NO PARTO

OBJETOS INFECTADOS
Medicamentoso X Cirurgico (retirada das lesões);
Não há erradicação do vírus;
O objetivo é eliminar as lesões condilomatosas;

QUAIS?
Podofilina 15% em Solução Alcoólica;
Ácido tricloroacético (ATA) 70 a 90% em solução aquosa;
Podofilotoxina 0,15% creme;
Imiquimod 5% creme;
Eletrocauterização ou Eletrocoagulação ou Eletrofulguração;
Criocauterização ou Crioterapia ou Criocoagulação;
Vaporização à LASER;
Exérese cirúrgica.
MASTURBAÇÃO A DOIS
É uma doença comum nas mulheres. O corrimento é abundante, amarelado, aquoso e com mau cheiro. O período de incubação é, em média, de 7 dias após a transa com pessoa infectada.

Mulheres:
Secreção diferente ou aumentada (amarela-esverdeada) da vagina, com odor forte;
Dor ou desconforto ao urinar ou durante o sexo;
Irritação ou coceira na vagina;
Na maioria das infecções, dor na parte baixa do abdômen ou costas.

Homens:
Pequena secreção do pênis;
Irritação dentro do pênis;
Queimação branda após urinar ou ejacular (emitir esperma).
EXAME FÍSICO E ANAMNESE:

Procura-se o corrimento amarelado, e sintomas referidos pela mulher/homem.
EXAME A FRESCO:

Procura-se o Trichomonas vaginalis com seus flagelos.
CULTURA:

O método de maior sensibilidade e especificidade.
• Metronidazol 2g VO (dose única);
• Secnidazol 2g VO;
• Tinidazol 2g VO (dose única).
ATENÇÃO
O diagnóstico de Tricomoníase não pode ser baseado apenas no exame físico, pois o corrimento espumoso é identificado/obervado em apenas 20% das mulheres infectadas. Se a clínica fosse utilizada isoladamente para o diagnóstico, 88% das mulheres infectadas não seriam dianósticadas, por isso é necessária a associação do EXAME FÍSICO + EXAME LABORATORIAL (para confirmação, no caso de suspeita).

Complicações na gestação (metronidazol):

Ruptura prematura de membranas;
Parto pré-termo;
Recém-nascido de baixo peso.


(BRAVO et al, 2010)

RELAÇÃO SEXUAL
VERTICAL MÃE/FETO NO PARTO
Doença infecciosa viral, contagiosa, causada pelo vírus da hepatite B (HBV). O agente etiológico é um vírus DNA, hepatovirus da família hepadnaviridae, podendo apresentar-se como infecção assintomática ou sintomática.
Em pessoas adultas infectadas com o HBV, 90 a 95% se curam; 5 a 10% permanecem com o vírus por mais de 6 meses, evoluindo para a forma crônica da doença.
Qual o período de incubação da hepatite B?

O período de incubação, intervalo entre a exposição efetiva do hospedeiro suscetível ao vírus e o início dos sinais e sintomas da doença, varia de 30 a 180 dias (média de 70 dias).
Hepatite B: aguda X crônica
AGUDA: Quando passa por todas as fases do desenvolvimento da doença (prodrômica ou pré-ictérica, ictérica e convalescença). Sendo uma evolução rápida de uma para outra, e a recuperação completa ocorre após algumas semanas. Uma média de 90 a 95% dos pacientes adultos acometidos pode evoluir para a cura.

CRÔNICA: A persistência do HBsAg no sangue por mais de seis meses, caracteriza a infecção crônica pelo vírus da hepatite B.
ASSINTOMÁTICA
VÔMITOS
OLHOS E PELE AMARELADAS
CANSAÇO
TONTURA
FEBRE
URINA ESCURA
FEZES CLARAS
A suspeita diagnóstica pode ser guiada por dados clínicos e/ou epidemiológicos. A confirmação diagnóstica é laboratorial e realiza-se por meio dos marcadores sorológicos do HBV.
Como é feita a interpretação dos marcadores sorológicos?

• HBsAg reagente: presença de infecção pelo HBV, podendo ser aguda ou crônica;
• HBsAg não reagente: ausência de infecção pelo HBV;
• HBsAg reagente e anti-HBc IgM reagente:hepatite aguda;
• HBsAg reagente e anti-HBc total reagente: presença de infecção pelo HBV;
• Anti-HBs reagente e Anti-HBc total reagente: cura de infecção prévia com imunidade permanente para o HBV;
• HBsAg não reagente e Anti-HBc total reagente: pode ser indicação de infecção passada pelo HBV ou de uma infecção do vírus da hepatite delta (HDV) com supressão do HBsAg;
• Anti-HBs reativo isolado: proteção pós-vacina.
Hepatite aguda: acompanhamento ambulatorial, com tratamento sintomático, repouso relativo, dieta conforme a aceitação, normalmente de fácil digestão, pois frequentemente os pacientes estão com um pouco de anorexia e intolerância alimentar; abstinência de consumo alcoólico por ao menos seis meses; e uso de medicações para vômitos e febre, se necessário.




Hepatite crônica: O tratamento medicamentoso está indicado para algumas formas da doença crônica, e devido à sua complexidade, deverá ser realizado em ambulatório especializado.
OBJETOS CONTAMINADOS
VERTICAL MÃE/FETO
TRANSFUSÃO SANGUÍNEA
CONTATO COM MUCOSAS
É uma doença infectocontagiosa sujeita a recidivas, tendo como agentes etiológicos duas cepas diferentes do vírus herpes simples (HSV), o tipo 1 (HSV-1) e o tipo 2 (HSV-2). Ambas estão relacionadas com a causa da doença, mas
a grande maioria dos casos tem como etiologia o HSV-2.
LESÕES BOLHOSAS
PRURIDO
FEBRE
MAL ESTAR
Você sabia?
Depois que a pessoa teve contato com o vírus, os sintomas podem reaparecer dependendo de fatores como estresse, cansaço, esforço exagerado, febre, exposição ao sol, traumatismo, uso prolongado de antibióticos e menstruação. Em homens e mulheres, os sintomas geralmente aparecem na região genital (pênis, ânus, vagina, colo do útero).
Diagnóstico
Clínico
Devendo incluir toda a região genital, perigenital e perianal do paciente, observando-se lesões características que podem apresentar-se em diferentes fases evolutivas como máculas eritematosas e vesículas agrupadas, erosões, crosta e reparação.
Laboratorial
O isolamento viral, apesar de lento e trabalhoso, ainda é considerado o método padrão
para diagnóstico do HSV, por sua boa sensibilidade, e baseia-se
na observação de uma cultura de células sob microscópio óptico
à procura do efeito citopático do vírus (formação de degeneração
balonizante nas células infectadas) sobre a célula
Primoinfecção: aciclovir 200mg, 4/4h, 5x dia, 7 dias ou 400mg VO, 8/8h, 7 dias;

Recorrência: aciclovir 200mg, 4/4h, 5x dia, 5 dias ou 400mg VO, 8/8h, 5 dias;

Herpes eHIV: Aciclovir 5 a 10mg/kg, EV, 8/8h, 5 a 7 dias ou até resolução clínica;

Casosrecidivantes: aciclovir 400mg, 12/12h, por até 6 anos.
Outras drogas encontram-se ainda sob avaliação da sua eficácia, como a trifluorotimidina, a vidarabina e o cidofovir, podendo ser utilizadas em casos especiais. Devido às suas propriedades, o fitoterápico Uncaria tomentosa tem sido indicado, em apresentação de gel com 50 mg/g aplicado topicamente nas lesões herpéticas, três vezes ao dia.
RELAÇÃO SEXUAL
VERTICAL - PARTO
Também conhecida como Cancro duro, a sífilis é uma doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível, causada pela bactéria Treponema pallidum.
Nas fases iniciais o diagnóstico é obtido através de uma pesquisa direta do agente nas lesões e realização de testes sorológicos como VDRL. Já na fase avançada faz-se necessário um exame do líquor para verificar se o sistema nervoso não foi afetado.
O tratamento a ser adotado irá depender em que estágio da sífilis o paciente se encontra, mas no geral é medicamentoso, realizado a base de antibióticos. Deve ser acompanhado com exames clínicos e laboratoriais para avaliar a evolução da doença e estendido aos parceiros sexuais.
RELAÇÃO SEXUAL
VERTICAL MÃE/FETO
Sífilis Congênita
É a transmissão da doença de mãe para filho. Pode causar má-formação do feto, aborto ou morte do bebê, quando este nasce gravemente doente.
É importante detectar a sífilis durante o pré-natal e realizar tratamento precoce.


A prevenção para as IST, é basicamente a mesma:
Fazer o uso de preservativo, seja masculino ou feminino;
Profilaxia com as vacinas existentes (HPV, Hepatites) e tratamento precoce na gravidez;
Higiene, para o caso das IST infectocontagiosas.
Referências
BRASIL, Ministério da Saúde. Aids, Doenças Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais. Ministério da Saúde- Brasília, 2012.

BRASIL, Minitério da Saúde. Controle das doenças sexualmente transmissíveis, Manual de bolso – Ministério da Saúde –
Brasil, Brasília –DF, 2006

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Hepatites virais : o Brasil está atento / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – 3. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Recomendações para a Atenção Integral a Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Adolescentes e jovens para a educação entre pares : prevenção das DST, HIV e Aids / Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica – Brasília : Ministério da Saúde, 2011.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de aconselhamento em hepatites virais / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2005.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Hepatites virais : o Brasil está atento / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2005.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Protocolo de assistência farmacêutica em DST/HIV/Aids : recomendações do Grupo de Trabalho de Assistência Farmacêutica Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. – Brasília: Ministério da Saúde, 2010.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Coordenação Nacional de DST e Aids. Políticas e diretrizes de prevenção das DST/aids entre mulheres/Secretaria Executiva, Coordenação Nacional de DST e Aids. - Brasília: Ministério da Saúde, 2003.

BRAVO, R.S.; et al. Tricomoníase Vaginal: O que se Passa? DST - J bras Doenças Sex Transm 2010.

CERRI, C. R. Doenças Sexualmente Transmissíveis. Divinópolis - Minas Gerais – Brasil, 2013.

MACIEL, G.P. et al. Aspectos Clínicos, Patogênese e Diagnóstico de Trichomonas vaginalis. J Bras Patol Med Lab. V. 40. N.3, p. 152-160. Junho, 2004.

NICOLAU, S.M.; Papiloma Vírus Humano (HPV): Dignóstico e Tratamento. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. 2011.

PENELLO, A.M.; et al. Herpes Genital. DST - J bras Doenças Sex Transm 2010.


SANTA CATARINA, Secretaria de Estado da Saúde. Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado de Santa Catarina.
Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST. - Florianópolis. SEA/DGAO, 2006.

SÃO PAULO, Prefeitura de São Paulo. Programa Municipal de DST/Aids. Setor de Assistência Núcleo de Doenças Sexualmente Transmissíveis
Revisão da 3ª Edição - Setembro 2010.

SÃO PAULO, Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS. MANUAL PARA O MANEJO DAS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS EM PESSOAS VIVENDO COM HIV, São Paulo 2011.

VARELLA, D. Doença e Sintomas- Sifilis. Rio de Janeiro, 2012.






A candidíase ou candidose é uma micose oportunista primária ou secundária, endógena ou exógena, reconhecida como doença sexualmente transmissível
(DST), apenas nos homens, causada por leveduras do gênero Candida.
PRURIDO
DISPAURENIA
CORRIMENTO EM GRUMOS
BRANCOS
VULVA E VAGINA
EDEMACIADAS
HIPEREMIA
Exame Físico acompanhado de exame laboratorial, para confirmação.


É doença infecciosa do trato urogenital, bacteriana. Acomete primariamente as membranas mucosas do trato genital inferior e menos frequentemente aquelas do reto, orofaringe e conjuntiva.
CORRIMENTO
DOR AO URINAR
ARDOR E ERITEMA
GENITAL
É feito pela análise do histórico do paciente e exame da secreção
A penicilina benzatina usada no passado já não mata mais a Neisseria gonorrheae, porque a automedicação foi selecionando cepas cada vez mais resistentes. Por isso, atualmente, utilizamos a azitromicina e uma série de outros antibióticos, mas damos preferência às medicações ministradas em doses únicas.
VERTICAL MÃE/FETO
RELAÇÃO SEXUAL
Gonorreia na Criança
Complicações para o bebê, incluindo geralmente, lesões nos olhos, cegueira e infecção generalizada
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