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Regências e II Reinado: confirma-se a aliança aristocracia e nobreza.

Descrição do per. regencial, legislação, sistema eleitoral e revoltas. Panorama do II Reinado, política inter. e ext..
by

Ana Luiza Marques Bastos

on 3 November 2014

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Transcript of Regências e II Reinado: confirma-se a aliança aristocracia e nobreza.

Abdicação de D. Pedro I agradou às elites, mas criou um problema.
Camadas médias urbanas
(vínculos: grandes proprietários de terras).
Defendiam a monarquia federativa ou a República.
GRUPO
PROGRESSISTA
antigos
exaltados
e
moderadores
Defendia as reformas liberais.
Progressistas
Favoráveis às
reformas
regenciais de 1834.
BALAIADA
Maranhão e Piauí
Luta de elites que incorporou problemas da população pobre e livre.
Julho de 1840
COROAÇÃO DE D. Pedro II
Fortalecer o poder central.
A questão do período regencial

Proteger a propriedade e a ordem escravista.
Reforma da Guarda Nacional

Aumenta a renda.
Oficiais escolhidos pelo governo central ou o presidente de província.
Padre Diogo Antônio Feijó (1784-1843).
Litogravura de Sébastien Auguste Sisson (s/d)
REGÊNCIA ELEITA
pela Assembleia Geral
Sem direito ao PODER MODERADOR
REGÊNCIA
TRINA PERMANENTE

PRIMEIRA
Antônio
Feijó,

PROGRESSISTAS
Araújo Lima
Dono de engenho em Pernambuco
REGRESSISTAS
Distribuição de poderes entre as províncias e o governo central no Rio de Janeiro.
REGÊNCIA TRINA PROVISÓRIA
Militar
Representante das províncias do norte
Representante das províncias do sul
REGÊNCIAs UNA
SEGUNDA
J. DURSKI, Aspecto da fábrica de ferro Ipanema em funcionamento, 1884.
e todos os movimentos que fossem considerados nocivos à nação.
REFORMAS REGENCIAIS
Código do Processo Criminal
(1832)
Juízes de Paz a controlar a justiça nos municípios.
Agentes dos “coronéis”.
Ato Adicional
(1834)
Criação das Assembleias Legislativas Provinciais e
da Regência Una.
Cavaleiro da Guarda Nacional
apud Bueno, E. Brasil: uma História (São Paulo, 2003) p. 184.
Criação da
GUARDA NACIONAL
Combater comunidades de escravos fugidos (quilombolas)
1835-37
Comerciantes portugueses e funcionários públicos.
Defendiam a monarquia de caráter absolutista.
Proprietários de terras e escravos.
Defendiam uma monarquia constitucional.
RESTAURADORES
LIBERAIS EXALTADOS
LIBERAIS MODERADOS
REGRESSISTA
antigos
moderados
e
restauradores
Defendia governo forte e centralizado.
Partidos políticos do II Império
Regressistas
Defendiam um
poder central forte
.
LIBERAL
CONSERVADOR
Grupos políticos na Regência
REVOLTAS REGENCIAIS
Pobreza da maioria da população.
REVOLTA DOS MALÊS
Bahia
Rebelião de negros islamizados.
Disputas políticas entre as elites provinciais.
Fragilidade das instituições regenciais.
FARRAPOS ou FARROPILHA
Rio Grande do Sul e Santa Catarina
Estancieiros (criadores de gado)
Objetivo
Deter os movimentos que punham em risco a unidade do Império do Brasil.
Retirar as “liberdades concedidas às províncias”.
REGRESSO CONSERVADOR (1840-1)
Lei de Interpretação do Ato Adicional
(1840)
Reduz o poder das Assembleias provinciais.
Reforma do Código do Processo Criminal
(1841)
Juízes de paz continuaram a ser eleitos nas localidades (comarcas), mas sem os poderes que antes possuíam.
Sistema eleitoral
Voto censitário e masculino.
População pobre e analfabeta, excluída das eleições.
Padrão de conduta político-partidária: vi
olência e distribuição de favores.

Guerra do Paraguai (1864-70)
BRASIL, ARGENTINA e URUGUAI
contra
PARAGUAI.
Disputa pelo controle da Bacia do Prata.
Paraguai saiu derrotado e arrasado da guerra.
O exército brasileiro saiu do conflito fortalecido.
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