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SOCIOLOGIA

alexandrowitch.com
by

Rodrigo Alexandrowitch

on 3 June 2015

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Transcript of SOCIOLOGIA

SOCIOLOGIA
SOCIO = SOCIEDADE
LOGIA = ESTUDO
PERÍODO
CONTEMPORÂNEO

ANTIGUIDADE
PERÍODO
MEDIEVAL

MODERNIDADE
ANO
0
476 d.C.
1.453 d.C.
4.000 a.C.
1.789 d.C.
Grécia - Roma
...
2015
Revolução Francesa
1789
Fonte das imagens:
"The French Revolutionary
Digital Archive",; Wikipedia.
"A Revolução Francesa colocou em xeque o antigo ordenamento social, arfimando o indivíduo e destruindo a concepção estamental da sociedade."
O Juramento de Péla.

O juramento do jogo da Péla (em francês: Serment du jeu de paume) foi o marco inicial da
Revolução Francesa
, realizado em 20 de junho de 1789 pelos membros do
terceiro estado
, que decidiram permanecer reunidos até formarem uma
Constituição
para a França.

No
período anterior à Revolução Francesa
, a França estava em crise:
Déficit interno, dívida externa, falência de fábricas francesas e a Grande Fome
de 1787-1789.

Os
Reis
haviam convocado a
Assembléia dos Estados Gerais
para encontrar uma
solução a essa crise econômica e social da França
. O terceiro estado, então, pressiona a assembleia fazer o
voto por deputados
, ao invés de ser por estado. Isso retirou a garantia de vitória do rei sobre as votações. Assim, o
rei fechou a Assembleia
, causando
revolta
entre a burguesia e o povo.

Então a
burguesia, o baixo clero e os sans-culottes
se reuniram no salão do Jeu de Paume e juntos decidiram formar uma
Assembleia Constituinte
para criar uma nova constiuição que limitasse o poder do rei.

Nesse mesmo salão, formaram eles mesmos uma nova Guarda Nacional e então partiram para a
Tomada da Bastilha
.
O
juramento
feito pelos representantes da Assembléia de vereadores era o de
Liberdade
,
Igualdade
e
Fraternidade
(lemas da Revolução anglicana).
Revolução Gloriosa
Na Inglaterra Guilherme Orange
é aclamado Rei, assinou a Declaração de Direitos (Bill of Rights).
1688-89
séc. XVII
O séc. 17 foi marcado, na Inglaterra, por uma série de lutas politicas que opunham de um lado, o rei absolutista e a nobresa feudal, e de outro, a burguesia e nobresa mercantil. Com objetivos econômicos distintos.
Conflitos e revoltas em 1549, 1607 e 1631, devido ao tratamento do Estado contra pequenos agricultores e camponeses dos
Cercamentos
(terras feitas de campos comunitários a fim de criar ovelhas para abastecer a crescente indústria da lã).

Com revoltas e instabilidade entre os grupos politicos, houve uma Guerra Civil que durou 8 anos (1641-49). Resultando na República Puritana (1649-58)
Comuna de Paris
1871
Revolução Russa
1917
Saint-Simon
[* 1760 - † 1825]
Auguste Comte
[* 1798 - † 1857]
"(...) Nenhum de nós é totalmente livre; na verdade, podemos escolher nosso caminho na vida cotidiana, mas nossas opções são sempre limitadas.

Isso reforça a

ideia sociológica

de que o
homem é produto e produtor de sua cultura.
Ele constrói o seu meio e é por este construído.

A
sociologia
examina essas limitações e, como tal, é uma área muito ampla, pois estuda todos os símbolos culturais que os seres humanos criam e usam para interagir e organizar a sociedade; ela explora todas as estruturas sociais que ditam a vida social, examina todos os processos sociais, tais como desvio, crime, divergência, conflitos, migrações e movimentos sociais, que fluem através da ordem estabelecida socialmente; e busca entender as transformações que esses processos provocam na cultura e estrutura social".

TURNER, J. H. Sociologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books, 2000.
Sociologia:

esta ciência nasceu na França, no século XIX. Procura entender como a esfera social se manifesta e conserva seus valores. Além de possuir um caráter científico, também procura intervir no processo social de maneira a solucionar os diversos problemas que afetam as sociedades contemporâneas.

Direito:

esta ciência não somente estuda o fato jurídico — representado pelas leis e por quem as define e estabelece punição para os que as transgridem — mas também possui um caráter normativo, ou seja, estabelece valores e regras de conduta.

Economia:
partindo do princípio da escassez, esta ciência pressupõe que os bens materiais são finitos e daí a sua produção e circulação se constituírem em uma economia de mercado, caracterizada por um constante conflito entre oferta e procura. A ciência econômica busca entender esse processo.

Antropologia:
surgida no final do século XIX, tem como objeto de estudo fundamental a cultura. Mais que isso, busca estudar as culturas diferentes da cultura europeia, pois os primeiros estudos antropológicos se realizaram na África, quando se procurou entender a cultura dos povos daquele continente para esclarecer seus modelos de organização social.

Ciência política:
trata-se de uma ciência social recente, que teve seu princípio nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. Tem como objetivo estudar o conceito de poder e suas implicações nas sociedades democráticas. Realiza pesquisas eleitorais, estuda grupos e partidos políticos e analisa o Estado e as diversas formas de governo, além das diferentes ideologias políticas, como o liberalismo e o socialismo.


Montesquieu
[* 1689 - † 1755]
Emile Durkheim
[* 1858 - † 1917]
Max Weber
[* 1864 - † 1920]
Karl Marx
[* 1818 - † 1883]
O governo revolucionário foi formado por uma federação de representantes de bairro (a guarda nacional, uma milícia formada por cidadãos comuns). Uma das suas primeiras proclamações foi a "abolição do sistema da escravidão do salário de uma vez por todas". A guarda nacional se misturou aos soldados franceses, que se amotinaram e massacraram seus comandantes. O governo oficial, que ainda existia, fugiu, junto com suas tropas leais, e Paris ficou sem autoridade. O Comitê Central da federação dos bairros ocupou este vácuo, e se instalou na prefeitura. O comitê era formado por Blanquistas, membros da Associação Internacional dos Trabalhadores, Proudhonistas e uma miscelânea de indivíduos não-afiliados politicamente, a maioria trabalhadores braçais, escritores e artistas.

Eleições foram realizadas, mas obedecendo à lógica da democracia direta em todos os níveis da administração pública. A polícia foi abolida e substituída pela guarda nacional. A educação foi secularizada, a previdência social foi instituída, uma comissão de inquérito sobre o governo anterior foi formada, e se decidiu por trabalhar no sentido da abolição da escravidão do salário. Noventa representantes foram eleitos, mas apenas 25 eram trabalhadores e a maioria foi constituída de pequenos-burgueses. Entretanto, os revolucionários eram maioria. Em semanas, a recém nomeada Comuna de Paris introduziu mais reformas do que todos os governos nos dois séculos anteriores combinados:

O governo oficial, agora instalado em Versalhes e sob o comando de Thiers, fez a paz com o Império Alemão para que tivesse tempo de esmagar a Comuna de Paris. Como acordado entre os dois países, a Alemanha libertou prisioneiros de guerra para compor as forças que o exército francês usaria contra a Comuna. Esta possuía menos de 15 000 milicianos defendendo a cidade contra o exército de 100.000 soldados sob o comando de Versalhes.

Assim como durante o período da comuna, em sua queda os revolucionários destruíram os símbolos do Segundo Império Francês - prédios administrativos e palácios - e executaram reféns, em sua maioria clérigos, militares e juízes. Na perspectiva dos communards, derrubar a velha ordem e tudo que com ela tinha vínculo era preciso para que novas instituições pudessem florescer.

Ao todo, a Comuna de Paris executou cem pessoas e matou outras novecentas na defesa da cidade. As tropas de Thiers, por outro lado, executaram 20 000 pessoas, número que, somado às baixas em combate, provavelmente alcançou a cifra dos 80 000 mortos. 40 000 pessoas foram presas e muitas delas foram torturadas e executadas sem qualquer comprovação de que fossem de fato membros da Comuna. As execuções só pararam por medo de que a quantidade imensa de cadáveres pudesse causar uma epidemia de doenças.

A Comuna é considerada, por grupos políticos revolucionários posteriores (anarquistas, comunistas, situacionistas), como a primeira experiência moderna de um governo popular. Um acontecimento histórico resultante da iniciativa de grupos revolucionários e do espontaneísmo político das massas, em meio a circunstâncias dramáticas de uma guerra perdida (Guerra franco-prussiana) e de uma guerra civil em curso.
1a Revolução
Industrial
1760*/
1780*
01 O trabalho noturno foi abolido;
02 Oficinas que estavam fechadas foram reabertas para que cooperativas fossem instaladas;
03 Residências vazias foram desapropriadas e ocupadas;
04 Em cada residência oficial foi instalado um comitê para organizar a ocupação de moradias;
05 Todas os descontos em salário foram abolidos;
06 A jornada de trabalho foi reduzida, e chegou-se a propor a jornada de oito horas;
07 Os sindicatos foram legalizados;
08 Instituiu-se a igualdade entre os sexos;
09 Projetou-se a autogestão das fábricas (mas não foi possível implantá-la);
10 O monopólio da lei pelos advogados, o juramento judicial e os honorários foram abolidos;
11 Testamentos, adoções e a contratação de advogados se tornaram gratuitos;
12 O casamento se tornou gratuito e simplificado;
13 A pena de morte foi abolida;
14 O cargo de juiz se tornou eletivo;
15 O calendário revolucionário foi novamente adotado;
16 O Estado e a Igreja foram separados; a Igreja deixou de ser subvencionada pelo Estado e os espólios sem herdeiros passaram a ser confiscados pelo Estado;A educação se tornou gratuita, secular, e compulsória. Escolas noturnas foram criadas e todas as escolas passaram a ser de sexo misto;
17 A educação se tornou gratuita, secular, e compulsória. Escolas noturnas foram criadas e todas as escolas passaram a ser de sexo misto;
18 Imagens santas foram derretidas e sociedades de discussão foram adotadas nas Igrejas;
19 A Igreja de Brea, erguida em memória de um dos homens envolvidos na repressão da Revolução de 1848, foi demolida. O confessionário de Luís XVI e a coluna Vendôme também;
20 A Bandeira Vermelha foi adotada como símbolo da Unidade Federal da Humanidade;
21 O internacionalismo foi posto em prática: o fato de ser estrangeiro se tornou irrelevante. Os integrantes da Comuna incluíam belgas, italianos, poloneses, húngaros;
22 Instituiu-se um escritório central de imprensa;
23 Emitiu-se um apelo à Associação Internacional dos Trabalhadores;
24 O serviço militar obrigatório e o exército regular foram abolidos;
25 Todas as finanças foram reorganizadas, incluindo os correios, a assistência pública e os telégrafos;
26 Havia um plano para a rotação de trabalhadores;
27 Considerou-se instituir uma Escola Nacional de Serviço Público, da qual a atual ENA francesa é uma cópia;
28 Os artistas passaram a autogestionar os teatros e editoras;
29 O salário dos professores foi duplicado.
séc. V
séc. XV
ESCOLASTICA
Reforma Protestante
1517
Revolução Científica
chama-se revolução científica o período que começou no século XVI e prolongou-se até o século XVIII
Humanismo Renascentista
Iluminismo
O Iluminismo foi a filosofia que inspirou a Revolução Francesa e, entre seus filósofos, destaca-se Jean-Jacques Rousseau.
Nessa gravura da época, numa cena curiosa: nela, o jovem Rousseau observa um criado atando o corpete de Madame Warrens, mulher que o seduziu e iniciou sexualmente, conforme seu livro "Confissões"
Dentre as campanhas de Napoleão Bonaparte, a expedição ao Egito (vista aqui no quadro de J. L. Gerôme) teve, além do aspecto militar, uma importância científica. Dela participaram um astrônomo, um químico e um arqueólogo.

Os historiadores consideram o "fenômeno" Napoleão uma consequência da Revolução Francesa.
Golpe do 18 de Brumário

Napoleão sabe tirar proveito da repercussão de suas vitórias militares. Os jornais da época contribuem bastante para transformar o homem em mito. As notícias de suas vitórias são acompanhadas com interesse pela opinião pública francesa. Napoleão vai se tornando cada vez mais popular entre os franceses. Naquele momento, ele representa a grande esperança política da França revolucionária: o único capaz de vencer todas as diferenças e unir todos os franceses.

Era ao mesmo tempo aclamado pelo povo e apoiado pela burguesia. Tirando proveito dessa situação, Napoleão comanda um golpe de Estado em 1799 e toma o poder. Como naquele momento ainda vigorava o calendário revolucionário, esse episódio ficou conhecido como Golpe do 18 de Brumário, data que coincide com 9 de novembro no nosso calendário. Brumário, o "mês das brumas", era o segundo mês do calendário revolucionário.

Um mês depois, entra em vigor uma nova Constituição e é criado o Consulado, um governo republicano com uma fachada democrática, mas que na verdade transforma a França em uma ditadura governada por Napoleão. Seu governo é marcado por importantes realizações: criação do Banco da França, controlado pelo Estado; redução da inflação; investimento em obras públicas. Todas essas medidas contribuíram para impulsionar a economia, beneficiando especialmente a burguesia.
1799-1815
O termo revolução ganhou significado político somente a partir do século 17, quando movimentos sociais questionam a ordem estabelecida. No século 18, com as revoluções americana e francesa, o vocábulo passou a representar a luta por novas formas de governo. Há quem defenda que só se pode falar de revolução quando se faz o uso da violência para legitimar a mudança.
Sofistas
 
Os sofistas eram mestre de retórica e oratória, que cobravam por seus ensinamento e
viajavam por toda Grécia. Ensinavam técnicas de persuasão aos jovens, para que eles
aprendessem a defender suas opiniões nas assembléias. Ou seja, preparavam o cidadão
para participar da vida política. Os principais sofistas foram Protágoras de Abdera,
Górgias de Leontini e Isócrates de Atenas. É difícil saber de fato o que os sofistas faziam,
o método de ensino que utilizavam, pois restaram poucos fragmentos dos seus textos,
nós os conhecemos pelos relatos de seus opositores (Platão, Xenofonte e Aristóteles)
que escreveram sempre de forma negativa e crítica sobre os ensinamentos dos sofistas.


Direita e esquerda

Autor: Cláudio Couto

Diversamente do lugar comum do debate político, a polarização esquerda-direita
está bem viva, mas não de forma simplista.

Um dos mais surrados lugares comuns do debate político é o de que a distinção entre
esquerda e direita já não tem mais cabimento no mundo contemporâneo. Será mesmo?
Observando-se o atual cenário político brasileiro é possível aferir tal questão, vislumbrando até que ponto este lugar comum – como tantos outros – não passa de preconceito ou, quem sabe, descreva bem a realidade.

Para que tal observação seja possível e faça sentido, faz-se necessário, primeiro, fixar um
critério do que se entende como direita e esquerda. Afinal, no debate de senso comum
sobre a política não há um entendimento consensual sobre isto. Uma definição minimalista, mas que me parece útil para dar conta de situações muito variadas, é de que enquanto a esquerda propugna pela igualdade, a direita propugna pela desigualdade – e daí é possível extrair uma série de derivações.

Voltando às origens da distinção, na Assembleia Nacional Francesa durante o período
revolucionário, os que se sentavam à direita de seu presidente eram os apoiadores do
antigo regime e das desigualdades que lhe caracterizavam, alicerçadas nas distinções
estamentais que conferiam privilégios aos ocupantes dos estratos sociais superiores.
À sua esquerda sentavam-se os que defendiam o fim do antigo regime e, com ele, das
distinções estamentais que engendravam desigualdades. Desse modo, não só foi
estabelecida ali a terminologia, como também a associação entre os dois termos e as
preferências em relação à dicotomia igualdade/desigualdade. A direita se compunha dos
conservadores, defensores da manutenção da velha ordem; a esquerda era integrada
pelos liberais, que advogavam pela mudança simbolizada pelo lema “liberdade, igualdade,
fraternidade”.

Com o advento da industrialização, do movimento operário e do socialismo, o espaço da esquerda passou a ser ocupado por este último, deslocando para a direita (talvez para o centro) o liberalismo.

O socialismo postou-se à esquerda do liberalismo por defender mais igualdade do que ele, agregando à equivalência de honra social (possibilitada pela superação da sociedade estamental) a demanda por igualdade econômica.

Ao longo do século XX, nos países em que se estabeleceu a política competitiva inaugurada pelo liberalismo, agregando-se a ela o sufrágio universal sem distinções censitárias (primeiramente de renda e propriedade, depois de gênero), emergiram as democracias representativas. Nelas, a disputa entre esquerda e direita tornou-se
o principal balizador das contendas políticas, tanto nos órgãos representativos, quanto nas eleições.

E como as organizações cruciais de tais disputas eram os partidos políticos, os sistemas partidários passaram a se organizar ao longo da dimensão esquerda-direita. Tal estruturação dos sistemas partidários facilitava muito a vida dos eleitores, já que lhes fornecia atalhos cognitivos para que fizessem escolhas baseadas em suas preferências de valores com respeito à questão da maior ou menor igualdade e das políticas adequadas
para lidar com ela.

Todavia, a política democrática pregou uma peça naqueles que tomavam a dimensão esquerda-direita de forma estática e simplista. A preocupação dos eleitores com soluções práticas para seus problemas cotidianos, para além de considerações abstratas em relação a valores últimos, fez com que a maioria dos cidadãos não se posicionassem de forma categórica num dos dois polos da dicotomia. Assim, embora muitos desejassem mais igualdade econômica, não entendiam que a forma de alcançá-la fosse pela socialização dos meios de produção; embora muitos se mantivessem apegados à hierarquia social estabelecida, não acreditavam que essa devesse ser completamente imutável. Noutros termos, a maior parte dos cidadãos não era puramente de direita, nem
de esquerda. E como para vencer as eleições é preciso agradar ao maior número de eleitores possível, os partidos com anseios mais amplos passaram a moderar suas posições, de modo a arrebanhar um número cada vez maior de votos junto àqueles que não compartilhavam inteiramente de suas posições à esquerda ou à direita.

Tal movimento dos partidos mais dispostos a se tornarem majoritários fez com que tanto a direita como a esquerda se moderassem, assumindo mundo afora uma feição cada vez mais mediana – de centro-direita, ou centro-esquerda.

O caminho rumo à moderação não implica uma abdicação completa do posicionamento à direita, ou à esquerda, mas uma relativização dele. Nos sistemas bipartidários (como os EUA, ou a Inglaterra) é a própria dinâmica eleitoral que leva os partidos a posições de maior moderação em relação àquilo que é a sua forma de polarização, de modo que o
comportamento parlamentar e governativo irá apenas refletir um processo que já ganhou corpo na disputa eleitoral.

Nos sistemas multipartidários (como o nosso) a dinâmica eleitoral ainda possibilita um posicionamento ideológico mais claro, ao menos nas eleições proporcionais – como aquelas para o Legislativo. Contudo, tanto as eleições majoritárias (como as para a Presidência) quanto a formação de coalizões (de governo ou eleitorais) levam os partidos a uma moderação de suas posições originais. Afinal, é bem provável que eles tenham de se aliar a agremiações de orientação ideológica diferente da sua e a convivência será impossível se uns e outros não fizerem concessões aos parceiros – inclusive as de caráter ideológico.

No Brasil, tal dinâmica é responsável por assemelhar de maneira significativa os principais contendores partidários – principalmente no âmbito nacional. Isso não significa que não haja diferenças relevantes (de política econômica, política externa, políticas sociais etc.), mas tal relevância está longe de corresponder a uma polarização radical – razão pela qual os principais contendores habitualmente têm rotativamente os mesmos aliados em suas coalizões.

No Brasil, a radicalização ideológica não está no sistema partidário, mas na opinião pública – com os blogs sujos de um lado e os liberais intolerantes do outro.
 
http://qualidadedademocracia.com.br/2014/06/16/direita-e-esquerda/

Platão
 
Platão pertencia a uma nobre família ateniense, recebeu formação Física e Intelectual.
Aos 20 anos Platão conheceu Sócrates (com 63 anos) e tornou-se seu discípulo e,
após a morte de Sócrates, Platão escreveu diversos diálogos, nos quais a figura de
Sócrates era a mais importante e seu objetivo era registrar o seu pensamento, que
teve grande influência para ele.

Platão fundou uma escola de Filosofia nos arredores de Atenas, a Academia,
onde era ensinado filosofia, matemática e ginástica.

Platão desenvolveu uma teoria conhecida como “Teoria das Idéias”, que diz que temos
uma percepção superficial das coisas e quando conseguirmos ultrapassar essa
superficialidade, alcançaremos a percepção real, ou seja, as idéias.

Segue diálogo entre Sócrates e Glauco, intitulado “Mito da Caverna”, escrito por Platão,
em seu livro “República”, que demonstra quando ocorre o alcance do mundo real.


Sócrates
 
Sócrates era um cidadão ateniense, contemporâneo dos sofistas. Sócrates os criticava, pois dizia que antes de querer persuadir os outros é
preciso conhecer-se a si mesmo, influência da famosa expressão “conhece-te a ti mesmo”, frase que estava gravada no templo de Apolo, deus
da sabedoria. Podemos dizer que a Filosofia clássica nasceu com o pensamento de Sócrates, que influenciou Platão e, posteriormente, Aristóteles.

Sócrates fez do autoconhecimento e do conhecimento que os homens tem de si mesmos a condição para todos os outros conhecimentos
verdadeiros, por essa preocupação em conhecer o homem e suas ações na sociedade, esse período também é denominado Período
Antropológico.

O método socrático era baseado no diálogo, Sócrates fazia perguntas ao seu interlocutor e, ao ouvir a resposta, Sócrates dizia que não era aquela
a correta e continuava a fazer perguntas até que a pessoa obtivesse a resposta por si própria. Quando a pessoa pedia para que Sócrates
respondesse a pergunta, ele dizia que não sabia a resposta, por isso estava perguntando, daí a expressão atribuída a Sócrates “só sei que nada sei”.

Sócrates acreditava que a consciência da própria ignorância é o começo da Filosofia. Esse método foi denominado maiêutica, que significa
literalmente, fazer o parto, ou seja, a maiêutica de Sócrates era dar “luz às idéias”.

O objetivo de Sócrates era saber o conceito e não a opinião pessoal que temos em relação as idéias, coisas e valores. Pois a opinião é variável
(depende das pessoas, épocas, lugares) e o conceito é uma verdade intemporal e universal, portanto é o conceito que precisamos conhecer,
não a opinião. Sócrates fazia os cidadãos pensarem não só em si mesmos, mas também sobre a pólis.

Sócrates influenciou de tal maneira o pensamento ateniense, que passou a ser considerado um perigo para quem detinha o poder. Ele foi acusado
de corromper a juventude e desrespeitar as tradições religiosas da cidade; essas acusações foram feitas por motivos políticos: Sócrates fazia
severas críticas aos rumos da democracia ateniense e Questionava os valores e atitudes da sociedade.

Diante de um júri com 501 cidadãos, Sócrates fez um longo discurso, no qual não se defendeu, mas assumiu as acusações dizendo que era
coerente com o que ensinava e recusou declarar-se inocente; Sócrates foi condenado à morte, deveria tomar um veneno, a cicuta, para que a
pena se cumprisse.

Alguns companheiros de Sócrates sugeriram que ele fugisse para outra cidade, mas Sócrates recusou-se dizendo que preferia morrer como cidadão ateniense e que a fuga significaria negar suas idéias e princípios.

A condenação de Sócrates marcou profundamente seu discípulo Platão e foi através dele que tomamos conhecimento das idéias de Sócrates, pois
ele nada escreveu e toda seu pensamento foi registrado por Platão.

Período Socrático ou Antropológico
 
Com o desenvolvimento do comércio, do artesanato e das artes militares,
Atenas se tornou o centro da vida cultural da Grécia, esse foi o momento
conhecido como Período Clássico.

Em Atenas o sistema político era a democracia, que afirmava a igualdade de todos os homens
adultos perante as leis e esses cidadãos tinham o direito de participar diretamente do governo
da polis; todos podiam exprimir, discutir e defender em público suas opiniões sobre as decisões
que a cidade deveria tomar.

Para que a opinião fosse aceita nas assembléias, o cidadão deveria saber falar e persuadir,
com isso ocorreu uma mudança na educação grega.
Antes da democracia, as famílias aristocráticas dominavam, a educação nesse período tinha
como objetivo formar um homem perfeito, que seria o guerreiro belo (que tinha o corpo
formado pela ginástica, dança e jogos de guerra) e bom (seu espírito era formado escutando
Homero e Hesíodo, aprendendo as virtudes admiradas pelos deuses praticadas pelos heróis).
Mas quando a democracia se instalou e o poder foi retirado dos aristocratas, o ideal educativo foi substituído, a formação do cidadão tornou-se mais importante.

Nesse período surgiu os sofistas, Sócrates, seu discípulo Platão e, posteriormente o discípulo
deste, Aristóteles.


Mais tarde, no Ocidente, houve o influxo de migrações de povos arianos para a região Balcânica, o que acarretou o desenvolvimento de outro tipo de civilização a que denominamos clássica. Aqueus, eólios, jônios e dórios constituíram as bases de um mundo marcado, entre outros aspectos, por uma mitologia que justificava certas práticas econômicas, sociais e políticas. Tais mitos colocavam o homem em evidência, interagindo com os deuses e ocupando um espaço especial nesse mundo fantástico. A partir disso, podemos entender o percurso de algo que conhecemos como filosofia.


Esse caminho rumo a ela foi demorado, pois se passaram séculos até que o homem ocidental descartasse as explicações fantásticas que apelavam para uma atuação das divindades e passasse a explicar o universo, a natureza, suas relações sociais, políticas e econômicas de uma forma considerada racional. Essa trajetória constituirá parte do nosso estudo, ao qual serão agregadas as derivações importantes que compõem o campo da disciplina filosófica até nossos dias.


SOCRATES

A Filosofia começa dizendo não às crenças e aos preconceitos do senso comum e, portanto, começa dizendo que não sabemos o que imaginávamos saber; por isso, o patrono da Filosofia, o grego Sócrates, afirmava que a primeira e fundamental verdade filosófica é dizer:
“Sei que nada sei”. Para o discípulo de Sócrates, o filósofo grego Platão, a Filosofia começa com a admiração; já o
discípulo de Platão, o filósofo Aristóteles, acreditava que a Filosofia começa com o espanto.

Admiração e espantosignificam: tomamos distância do nosso mundo costumeiro, através de nosso pensamento, olhando o como se nunca o tivéssemos visto antes, como se não tivéssemos tido família, amigos, professores, livros e outros meios de comunicação que nos tivessem dito o que o mundo é; como se estivéssemos
acabando de nascer para o mundo e para nós mesmos e precisássemos perguntar o que é, por que é e como é o mundo, e precisássemos perguntar também o que somos, por que somos e como somos.

A atitude filosófica

E se, em vez de afirmar que gosta de alguém porque possui as mesmas ideias, os mesmos gostos, as mesmas preferências e os mesmos valores, preferisse analisar:
O que é um valor? O que é um valor moral?
O que é um valor artístico?
O que é a moral?
O que é a vontade? O que é a liberdade?

Alguém que tomasse essa decisão, estaria tomando distância da vida cotidiana e de si mesmo, teria passado a indagar o que são as crenças e os sentimentos que alimentam, silenciosamente, nossa existência.

Ao tomar essa distância, estaria interrogando a si mesmo, desejando conhecer por que cremos no que cremos, por que sentimos o que sentimos e o que são nossas crenças e nossos sentimentos. Esse alguém estaria começando a adotar o que
chamamos de ATITUDE FILOSÓFICA.


CHAUÍ, Marilena. Convite á Filosofar. Ed. Ática, São Paulo, 2000. Página 8.

A atitude filosófica

Imaginemos, agora, alguém que tomasse uma decisão muito estranha e começasse a fazer perguntas inesperadas.

Em vez de “que horas são?” ou “que dia é hoje?”, perguntasse: O que é o tempo? Em vez de dizer “está sonhando” ou “ficou maluca”, quisesse saber: O que é o sonho? A loucura? A razão?

Se essa pessoa fosse substituindo sucessivamente suas perguntas, suas afirmações por outras: “Onde há fumaça, há fogo”, ou “não saia na chuva para não ficar resfriado”, por: O que é causa? O que é efeito?; “seja objetivo”, ou “eles são muito subjetivos”, por: O que é a objetividade? O que é a subjetividade?;

“Esta casa é mais bonita do que a outra”, por: O que é “mais”? O que é “menos”? O que é o belo? Em vez de gritar “mentiroso!”, questionasse: O que é a verdade? O que é o falso? O que é o erro? O que é a mentira? Quando existe verdade e por quê? Quando existe ilusão e por quê? Se, em vez de falar na subjetividade dos namorados, inquirisse: O que é o amor? O que é o desejo? O que são os sentimentos? Se, em lugar de discorrer tranquilamente sobre “maior” e “menor” ou “claro” e “escuro”, resolvesse investigar: O que é a quantidade? O que é a qualidade?


(...)primeira resposta à pergunta “O que é Filosofia?”
poderia ser: A decisão de não aceitar como óbvias e evidentes as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa existência cotidiana; jamais aceitá-los
sem antes havê-los investigado e compreendido.
Perguntaram, certa vez, a um filósofo: “Para que Filosofia?”. E ele respondeu:
“Para não darmos nossa aceitação imediata às coisas, sem maiores
considerações”.


(...) o que reforça a ideia de que a filosofia grega recebeu influência de outros povos de tradição marítimo-mercantil, como fenícios e egípcios. Apesar de sua enominação, muitos desses filósofos foram contemporâneos de Sócrates, chegando, como foi o caso de Parmênides, a influenciar a visão socrática do mundo.


Os pré-socráticos dividiam-se basicamente em quatro grandes escolas filosóficas, separadas geograficamente e concentrando-se nas regiões colonizadas pelos gregos após a 2ª Diáspora Grega.

Período Socrático ou Antropológico
 
Com o desenvolvimento do comércio, do artesanato e das artes militares, Atenas se tornou o centro da vida cultural da Grécia, esse foi o momento conhecido como Período Clássico.

Em Atenas o sistema político era a democracia, que afirmava a igualdade de todos os homens
adultos perante as leis e esses cidadãos tinham o direito de participar diretamente do governo
da polis; todos podiam exprimir, discutir e defender em público suas opiniões sobre as decisões que a cidade deveria tomar.

Para que a opinião fosse aceita nas assembléias, o cidadão deveria saber falar e persuadir,
com isso ocorreu uma mudança na educação grega.

Antes da democracia, as famílias aristocráticas dominavam, a educação nesse período tinha
como objetivo formar um homem perfeito, que seria o guerreiro belo (que tinha o corpo
formado pela ginástica, dança e jogos de guerra) e bom (seu espírito era formado escutando
Homero e Hesíodo, aprendendo as virtudes admiradas pelos deuses praticadas pelos heróis).
Mas quando a democracia se instalou e o poder foi retirado dos aristocratas, o ideal educativo foi substituído, a formação do cidadão tornou-se mais importante.

Nesse período surgiu os sofistas, Sócrates, seu discípulo Platão e, posteriormente o discípulo
deste, Aristóteles.


A Formação do Estado Moderno
Unificação de pesos e medidas e uso da mesma moeda;
Organização de exércitos em caráter permanente;
Estado Burocratizado;
Nobreza e clero tem privilégios concedidos pelo rei;
Teóricos e pensadores reafirmam o caráter divino ou necessário do poder real;

Estado Absolutista
França e Inglaterra: Estados absolutistas exemplares;
Guerra das Duas Rosas: início da dinastia Tudor;
Rompimento do Rei da Inglaterra com a Igreja Católica, fundando a Igreja Anglicana;
Guerra dos Cem Anos: poder real na França mais forte;
Elizabeth I incentiva o comércio e as navegações;
Luís XIV consolida o Absolutismo

Mercantilismo
Acúmulo de metais preciosos (ouro e prata)
Defesa do Superávit Comercial;
Exploração das colônias
Monopólio Comercial.

Wilhelm I foi coroado Imperador da Alemanha no Palácio de Versalhes. Bismarck ao centro, de branco.
A contragosto da população parisiense, Thiers negociava a capitulação da capital francesa, no que a Guarda Nacional forçou a então formada assembléia consituinte a se refugiar em Versalhes. Na capital então organizou-se um Comitê Central formado por membros da Guarda.

Thiers ainda foi responsável por uma tentativa fracassada de desarmar a Guarda Nacional na madrugada de 18 de março. A população, no entanto, se rebela, expulsa o contingente que tentava o desarmamento tendo assim se iniciado a independência de Paris em relação à Assembléia Constituinte em Versalhes.

Desempenhou ainda importante papel na sangrenta repressão à Comuna de Paris declarada em 28 de março de 1871.
Adolphe Thiers Nadar
2a Revolução Industrial
1001 - século XI
1101 - século XII
1201 - século XIII
1301 - século XIV
1401 - século XV
1501 - século XVI
1601 - século XVII
1701 - século XVIII
1801 - século XIX
1901 - século XX
2001 - século XXI
2101 - século XXII
É fundamental observar que um século começa em um ano 01 e termina em um ano 00 - por exemplo, o século XX começou em 1901 e terminou em 2000 e o século XXI começou em 2001 e terminará em 2100.
01 - século I
101 - século II
201 - século III
301 - século IV
401 - século V
501 - século VI
601 - século VII
701 - século VIII
801 - século IX
901 - século X
1001 - século XI
1101 - século XII
1201 - século XIII
1301 - século XIV
1401 - século XV
1501 - século XVI
1601 - século XVII
1701 - século XVIII
1801 - século XIX
1901 - século XX
2001 - século XXI
2101 - século XXII
É fundamental observar que um século começa em um ano 01 e termina em um ano 00 - por exemplo, o século XX começou em 1901 e terminou em 2000 e o século XXI começou em 2001 e terminará em 2100.
01 - século I
101 - século II
201 - século III
301 - século IV
401 - século V
501 - século VI
601 - século VII
701 - século VIII
801 - século IX
901 - século X
Autor: Rodrigo Alexandrowitch
[alexandrowitch.com]
1830*/1840* - 1870
Ab urbe condita (normalmente abreviado AUC ou a.u.c.) é uma expressão latina que significa 'desde a fundação da cidade'. Nomenclatura usada para identificar a Era ao Calendario Romano, exemplo ano 1 A.U.C = ano 753 a.C.)

Refere-se principalmente na numeração dos anos desde a fundação de Roma, tradicionalmente fundada no ano 753 a.C.
Fundação de Roma
753 a.C.
iniciada com Lutero e a publicação das 95 teses.
Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão
séc. XVI - XVIII
(entre 1550 e 1770)
Muitos não consideram Etiene e Joseph Montgolfier como os inventores do balão de ar quente. Em 1709, Bartolomeu de Gusmão, o Padre Jesuíta português, nascido no Brasil terá conseguido subir um balão cheio de ar quente, quase 80 anos antes dos irmãos franceses Montgolfier. Estes em 1783, perante o Rei Luís XVI e a Rainha Maria Antonieta lançaram um balão que voou 25 minutos com dois ocupantes (Pilatre de Rozier e François Laurent) percorrendo mais ou menos 9 quilómetros.

ano 4.712 no Calendario Chinês

PROTAGONISTAS
EFEITOS...
CAUSAS...
COMO?
PORQUE?
QUANDO?
ONDE?
Vitrúvio já havia tentado encaixar as proporções do corpo humano dentro da figura de um quadrado e um círculo, mas suas tentativas ficaram imperfeitas. Foi apenas com Leonardo que o encaixe saiu corretamente perfeito dentro dos padrões matemáticos esperados.

O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano no século XV por Leonardo e os outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano.

O desenho também é considerado frequentemente como um símbolo da simetria básica do corpo humano e, por extensão, para o universo como um todo. É interessante observar que a área total do círculo é idêntica à área total do quadrado (quadratura do círculo) e este desenho pode ser considerado um algoritmo matemático para calcular o valor do número irracional phi (aproximadamente 1,618).


O Homem Vitruviano é baseado numa famosa passagem do arquitecto/arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio na sua série de dez livros intitulados de De Architectura, um tratado de arquitetura em que, no terceiro livro, ele descreve as proporções do corpo humano masculino:

um palmo é o comprimento de quatro dedos
um pé é o comprimento de quatro palmos
um côvado é o comprimento de seis palmos
um passo são quatro côvados

a altura de um homem é quatro côvados
"erit eaque mensura ad manas pansas"

o comprimento dos braços abertos de um homem (envergadura dos braços) é igual à sua altura
a distância entre a linha de cabelo na testa e o fundo do queixo é um décimo da altura de um homem
a distância entre o topo da cabeça e o fundo do queixo é um oitavo da altura de um homem
a distância entre o fundo do pescoço e a linha de cabelo na testa é um sexto da altura de um homem

o comprimento máximo nos ombros é um quarto da altura de um homem
a distância entre a o meio do peito e o topo da cabeça é um quarto da altura de um homem
a distância entre o cotovelo e a ponta da mão é um quarto da altura de um homem
a distância entre o cotovelo e a axila é um oitavo da altura de um homem

o comprimento da mão é um décimo da altura de um homem
a distância entre o fundo do queixo e o nariz é um terço do comprimento do rosto
a distância entre a linha de cabelo na testa e as sobrancelhas é um terço do comprimento do rosto
o comprimento da orelha é um terço do da face
o comprimento do pé é um sexto da altura
Homem Vitruviano - é uma obra de Leonardo da Vinci. É um desenho famoso que acompanhava as notas que Leonardo da Vinci fez ao redor do ano 1.490 num dos seus diários.
Examinando o desenho, pode ser notado que a combinação das posições dos braços e pernas formam quatro posturas diferentes. As posições com os braços em cruz e os pés são inscritas juntas no quadrado. Por outro lado, a posição superior dos braços e das pernas é inscrita no círculo. Isto ilustra o princípio que na mudança entre as duas posições, o centro aparente da figura parece se mover, mas de fato o umbigo da figura, que é o verdadeiro centro de gravidade, permanece imóvel.
FONTE: WIKIPEDIA
Fonte: Apostila COC - 1o ano E.M.
FONTE: WIKIPEDIA
FONTE: WIKIPEDIA
SOCIOLOGIA (in. Sociology-, fr. Sociologie;
al. Soziologie, it. Sociologia).

É a ciência da sociedade, entendendo-se por sociedade o campo das relações intersubjetivas. Esse termo foi criado em 1838 por A. Comte, para indicar "a ciência de observação dos fenômenos sociais" (Cours de phil. positive, IV, 1838).
Fonte: ABBAGNANO Nicola. Dicionário de Filosofia
FONTE: WIKIPEDIA
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FONTE: WIKIPEDIA
FONTE: WIKIPEDIA
FONTE: WIKIPEDIA
(Final da chamada Rev. Cientifica)
1770
Revolta de Contestado
1912 - 1916
Revolta da Vacina
1904
Revolta de Canudos
1895-1897
República
1889
Abolição
1888
Conjurações
1789/94/98
Vinda da Família Real Portuguesa
1808
Ocupação das Américas
1500
Brasil
Greve Geral em São Paulo
1917
Golpe de 30
1930
Guerra Civil
1932
Revolução Federalista
1893-95
Revolta da Armada
1893-94
Golpe Civil-Militar
1964
AI-5
1968
Revolução Burguesa
nomeada de "Rev. Constitucionalista"
Guerrilha do Araguaia
1967 - 1974
Redemocratização
1985-88
Revoltas Tenentistas
1922-24
Constituição Cidadã
1988
Revolta dos 18 do Forte de Copacabana [1922], Revolução Paulista de 1924, a Comuna de Manaus e a Coluna Prestes [1924].
Filosofia
Revolta da Chibata
1910
Guerra do Paraguai
1864-70
ou Guerra da Tríplice Aliança
Revolta da Praieira
1848-1850
Guerra dos
Mascates
1710-1711
Lei Eusébio de Queirós 1850
Lei do Ventre Livre 1871
Lei dos Sexagenários 1885
Inconfidência Mineira - 1789
Conjuração Carioca - 1794
Conjuração Baiana - 1798
COLONIA
REINO UNIDO DE PORTUGAL,
BRASIL E ALGARVES
1815
1822
1530
IMPÉRIO DO BRASIL
PRIMEIRA REPÚBLICA
ERA VARGAS
REPÚBLICA
REGIME DITATORIAL
CIVIL-MILITAR
...
NOVA REPÚBLICA
Intentona Comunista
1935
Levante Integralista
1938
INFLUÊNCIA DO POSITIVISMO NO BRASIL
2015 GUERRA NA UCRANIA
1945
Ilustração de: 1623
Guerra dos
Palmares
1694
Primavera
dos Povos
1848
“(...) o ideal educativo foi substituído,
a formação do cidadão tornou-se mais importante”

LZ 129 Hindenburg - dirigível construído pela Luftschiffbau-Zeppelin GmbH, na Alemanha Nazista

Derrota para o governo nazista
Cinco equipes de cinegrafistas e massas de repórteres e fotógrafos guardaram para o mundo as imagens da destruição do orgulho dos alemães da época. O fogo consumiu o dirigível em poucos segundos, matando 35 pessoas. Foi o primeiro acidente com o zepelim, que já havia percorrido 2 milhões de quilômetros nos oito anos em que estava sendo usado no transporte comercial.
Foi um choque também para o governo nazista, na Alemanha. O ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, havia ordenado a pintura da suástica no dirigível e exigia sua presença em atividades políticas e festas populares.
Diversas comissões de peritos tentaram descobrir a causa da explosão, sem alcançar resultados concretos. Na época, correram várias versões. Podia ter sido um problema técnico, mas também uma sabotagem dos norte-americanos, duas semanas após o bombardeio de Guernica pelos alemães. Ou teria sido um complô judeu? Da concorrência? Ou ainda dos agricultores cujos campos ficavam em volta do campo de pouso?

1937: Explosão do dirigível Hindenburg
- Em 6 de maio de 1937 ocorreu a explosão do Hindenburg, em Lakehurst, perto de Nova York. O incêndio do maior zepelim do mundo causou a morte de 35 pessoas.

O dirigível Hindenburg tinha 245 metros de comprimento, 41,5 metros de diâmetro, voava a 135 km/h, com autonomia de vôo de 14 mil quilômetros, e havia sido construído pela Zeppelin, na Alemanha. Ele era, em sua época, o maior e mais moderno zepelim do mundo.

O acidente aconteceu no final de uma tarde chuvosa, 77 horas depois da decolagem em Frankfurt. A bordo, estavam 61 tripulantes, 36 passageiros, dois cachorros, além de bagagem, cargas e correspondências. O forte vento em Lakehurst havia obrigado o capitão Max Pruss a sobrevoar o atracador por duas vezes. Ao mesmo tempo, ordenou que fossem soltos gás e mais de uma tonelada de água para aliviar o peso.

O zepelim já estava com as escadas baixadas quando, a 60 metros do chão, iniciou-se um incêndio em sua cauda. Meio minuto depois, o corpo do dirigível caía, em chamas, com o solo.
Chocado, Herb Morris, repórter da CBS que fazia a cobertura da aterrissagem, apenas balbuciava: "Terrível, ele está caindo. Os passageiros... não posso continuar. A pior catástrofe do mundo".
Peritos apontam para causa natural
Hoje, os técnicos têm quase certeza de que a causa está nas leis da física. O gás hidrogênio, que fazia o balão flutuar, vazou devido a uma trágica cadeia de circunstâncias e explodiu em contato com o ar, por causa da eletricidade estática acumulada na atmosfera com o temporal. O fogo espalhou-se rapidamente pela parede externa do dirigível, feita de algodão e linho e revestida por uma fina camada de alumínio.
Depois da tragédia, a indústria alemã de zepelins passou a fazer contatos com os Estados Unidos, para importar hélio, gás não inflamável, produzido no Texas. Os negociadores alemães quase haviam atingido seu objetivo, um navio com milhares de garrafas do gás já estava a caminho da Alemanha, quando os nazistas invadiram a Áustria, a 1º de março de 1938.

Mais interessado na guerra do que no pioneirismo aéreo, três anos após o acidente do Hindenburg, o ministro Hermann Göring mandou destruir o hangar de dirigíveis em Frankfurt. Durante a Primeira Guerra Mundial, os zepelins já haviam provado serem imprestáveis em conflitos.
FONTE: BBC (video); Wikipedia;
DW www.dw.de/1937-explos%C3%A3o-do-dirig%C3%ADvel-hindenburg/a-512261 (texto)
Yuri Gagarin 1961
Data do Lançamento do : 04 out 1957
"A Terra é Azul"
Sputnik, nome do programa que produziu a primeira série de satélites artificiais soviéticos, concebida para estudar as capacidades de lançamento de cargas úteis para o espaço e para estudar os efeitos da ausência de peso e da radiação sobre os organismos vivos. Serviu também para estudar as propriedades da superfície terrestre com vista à preparação do primeiro voo espacial tripulado.
Santos Dumont também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906 voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie' (francês para "ave de rapina"), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar,4 e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.
Fonte: Wikipedia
"(...) a Sociologia mostra a necessidade de assumir uma visão mais ampla sobre o por que somos como somos e por que agimos como agimos."
Queda de Constantinopla - conquista da capital bizantina, o Império Romano do Oriente, dominada pelo Império Otomano.
Por que nossas condições de vida são tão diferentes daquelas dos nossos pais e avós?
Como esse mundo surgiu?
Qual direção as mudanças tomarão no futuro?
"(...) um mundo inundado de mudanças, marcado por enormes conflitos, tensões e divisões sociais (...)"
No Diario, Leonardo Da Vinci, descreve:

uma figura masculina desnuda separada e simultaneamente em duas posições sobrepostas com os braços inscritos num círculo e num quadrado.1 A cabeça é calculada como sendo um oitavo da altura total. Às vezes, o desenho e o texto são chamados de Cânone das Proporções.

Estabelecer um relato da existência humana desde seus primórdios significa, necessariamente, considerar a relação dela com a natureza. A capacidade de leitura das ocorrências contínuas do meio natural pelas comunidades humanas, espalhadas pelo globo terrestre, permitiu a produção de conhecimentos imprescindíveis para a sua sobrevivência e posterior desenvolvimento. Alguns grupos humanos produziram noções elementares que nortearam sua própria organização, definindo um espaço diferenciado em que a comunidade poderia viver com mais conforto e segurança denominado “segunda natureza”. Enquanto o homem aperfeiçoava técnicas que visavam ao seu bem-estar, cidades eram criadas e hierarquias eram constituídas, fatos suficientes para fornecer os elementos característicos de civilizações complexas.


Esse processo civilizacional foi inaugurado no Oriente por volta de 4.000 anos a.C., na Mesopotâmia e no Egito, tendo por base o trabalho agrícola às margens de importantes rios dessas regiões. As chamadas civilizações hidráulicas orientais forjaram conhecimentos variados que tinham como suporte, na maioria das vezes, justificativas de origem mítica. As tarefas das atividades produtivas, as hierarquias sociais e as considerações de conformação do homem diante de uma realidade por vezes hostil tinham explicações fantásticas, pautadas por visões místicas e carregadas de sentimento religioso dos grupos humanos que ali habitavam.
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