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Cuidados na Avicultura- Higiene

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Adriana Martins

on 21 July 2014

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Transcript of Cuidados na Avicultura- Higiene

CUIDADOS NA AVICULTURA
INSTALAÇÕES
MANEJO SANITÁRIO
INTRODUÇÃO
INSTALAÇÕES
O galpão é a casa das aves, por isso deve ser mantido o mais limpo o possível. Algumas normas de profilaxia e controle devem ser tomadas pelos avicultores no que se refere à sanidade dos galpões, a fim de que sejam evitados problemas futuros com enfermidades.

Galpão para poedeiras

A fase inicial de criação pode ser realizada em sistema de piso, gaiolas ou baterias.


GALPÃO
Manejo
Fase mais importante durante a criação.

Instalações e equipamentos devem estar prontos para uso - limpos e desinfectados.

Seleção durante o recebimento.

O ambiente interno =temperatura propícia ao seu desenvolvimento = uso de câmpanula

Círculo de proteção, criadouros suspensos

28º dia = acesso ao piquete.
MANEJO DOS PINTINHOS
PROIBIDO o uso de cama de aviário na alimentação de bovinos, caso confirmado o uso na ração = Abate Sanitário + Multa

O óvulo da galinha é maior que o da vaca pois as aves possuem gestação externa, ou seja, seus embriões se desenvolvem fora do corpo da mãe, dentro dos ovos.

A tíbia é o maior osso do esqueleto das aves, diferente dos mamíferos que é o femur.

Existem mais de 8.500 espécies de aves em todo o mundo.


VACINAÇÃO
VERMIFUGAÇÃO


O fornecimento de água para as aves deve ser feito em quantidade suficiente e com boa qualidade. Estima-se que as aves consomem de água o dobro da ração fornecida.

Os bebedouros devem estar sempre limpos e em locais e alturas que permitam o livre acesso das aves.

Para prevenir a introdução de patógenos na criação, via água, é fundamental fazer o tratamento da mesma com Cloro, Raios UV ou ácidos orgânicos.
IMPORTÂNCIA DA ÁGUA NA ALIMENTAÇÃO DAS AVES


PIOLHOS E CARRAPATOS
As aves caipiras possuem uma rusticidade que lhes permite uma resistência maior a contaminação que as galinhas de granja industrial. Entretanto, isso não é suficiente para evitar as doenças.


Cuidado com roedores e vetores.


Não criar as galinhas juntamente com outras aves.


LIMPEZA e DESINFECÇÃO
Além da vacinação é fundamental vermifugar as aves a cada quatro meses. Para a criação de corte a vermifugação ocorrerá uma vez. Já para as aves de postura esse processo se repetirá de 3 a 4 vezes. A medicação é a base de piperazina ou mebendazol, via água ou ração.
DOENÇAS
MANEJO DOS PINTINHOS
ALIMENTAÇÃO


Doença de Marek
Bouba Aviária (Pipoca)
Objetivo:
PREVENÇÃO
Doença de Newcastle
Coriza Infecciosa
Coccidiose
Cólera Aviária
MANEJO SANITÁRIO
De acordo com Albino e Tavernari (2010), a domesticação da galinha teve origem na Índia e as atuais variedade foram originadas da espécie asiática selvagem Gallus gallus, conhecida também como Gallus bankiva.

Tais animais eram utilizados como animais de brigas ou como objeto de ornamentação.
Em 1900, iniciou-se a criação das aves de sítios e fazendas, representando fonte de renda para pequenos produtores.
Mas é em 1930 que esta produção passou a ser vista como uma grande atividade lucrativa,

Com isso os avicultores perceberam o aspecto econômico e começaram a utilizar acasalamentos entre diferentes raças. Segundo citação de (LANA, 2000) a vantagem de implantar a avicultura é a necessidade de pequena área de terra a ser usada para a implantação da granja, podendo estar localizada em terra desvalorizada e de baixa produção.
AVICULTURA NO BRASIL
Fonte: www.ubabef.com.br
Fonte: www.ubabef.com.br
Fonte: www.ubabef.com.br


Para o cuidado na avicultura é necessário alguns conhecimentos básicos sobre seguridade, instalações, programas, higienização, entre outras, abaixo segue alguns termos e definições;





CUIDADOS NA AVICULTURA
BIOSSEGURANÇA
É o conjunto de práticas de manejo orientado a prevenir o contato das aves com microorganismos ou agentes patogênicos.
CAMA
Material absorvente utilizado, sobre o piso do aviário para a criação de frangos de corte.
EDIFICAÇÕES
Estrutura física para a produção de frangos de corte, referente á aviários, silos, etc.
LIMPEZA
Eliminação de terra, de restos fecais, resíduos de alimentos, gorduras e outros.
MAPA
Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.
MANEJO
Considera todas as práticas que envolvem a produção, bem estar animal, saúde, sanidade, etc.
Tanto na avicultura de corte como na avicultura de postura, existem normas e legislações para serem seguidas, visando à melhor produção, higiene das instalações, bom manejo e principalmente o cuidado da saúde animal.
• Portaria nº 210, de 10 de novembro de 1998-
Regulamento Técnico da Inspeção Tecnológica e Higiênico-Sanitária de Carne de Aves.

• Instrução Normativa nº 56, de 06 de novembro de 2008- Procedimentos gerais de Recomendações de Boas Práticas de Bem-Estar para Animais de Produção e de Interesse Econômico - REBEM, abrangendo os sistemas de produção e o transporte.

• Instrução Normativa nº 34, de 06 de novembro de 2009 - (vigente em 08/12/2009)

Procedimentos de fiscalização pelo Serviço de Vigilância Agropecuária (SVA) e Unidade de Vigilância Agropecuária (UVAGRO), localizados em portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais, e de certificação pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF)

O Programa Nacional de Sanidade Avícola-PNSA instituiu a Portaria Ministerial nº 193 de 19 de setembro de 1994, consolidaram e estruturaram o programa do MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E DO ABASTECIMENTO, considerando a importância da produção avícola nacional no contexto nacional e internacional,
Docente: Prof.a Dr.a Larissa Brum
Discentes: Adriana Paula Martins
Joana Gasparotto Kuhn
Guilherme Scheffler
William Madeira

Higiene e Profilaxia Rural
HISTÓRICO DA PRODUÇÃO DE OVOS
Quando se trata de dados estatísticos da avicultura de postura, têm-se como fontes: ANUALPEC, IBGE, UBABEF e CONAB. Segundo a FAO (Anualpec 2013, p. 261), a produção mundial de ovos em 2011 ficou em torno de 1, 220 trilhão de unidades anuais, espalhando-se por todos os continentes do planeta.
Os principais países produtores de ovos (unidades) são: China, EUA, Índia, México , Japão, Rússia e Brasil. No contexto mundial a produção de ovos para consumo humano é crescente, partindo de 1, 022 trilhões de unidades em 2003, para 1, 220 trilhões em 2011, o que resultou num crescimento de 19,41% no período.
Fonte: FAO (Anualpec 2012 - FNP Consultoria e Agroinformativos)
Entre os produtores mundiais, sete países representam 66,59% da produção mundial. O Brasil aparece na condição de sétimo produtor de ovos, com 40, 731 bilhões de unidades anuais, que representam 3,34% da produção mundial.
MANEJO E DESINFECÇÕES
Em toda a exploração avícola o ponto primordial para o sucesso está baseado nas normas de higiene e na profilaxia, Além das normas diárias de limpeza realizadas pelos empregados da granja,

Um plano de controles de doença deve ser elaborado por um profissional capacitado, pois na avicultura deve ser tratada a causa das enfermidades, e nunca o efeito que eles causam nos animais.
A limpeza, lavagem e desinfecção de um galpão é uma regra de manejo para qualquer avicultor que queira eliminar ou pelo menos diminuir as possibilidades de contágio dos novos lotes,

Para que possamos ter êxito em uma criação avícola, algumas orientações básicas precisam ser seguidas, para se evitar a instalação de doenças ou diminuir, e até mesmo anular os efeitos de problemas já existentes. Entre as orientações básicas podemos citar:
A limpeza e desinfecção são efetuadas no intervalo entre lotes.
Outro método de manejo empregado é o de fazer o descanso do galpão, ou seja, deixar o galpão algum tempo despovoado.
• Evitar ao máximo a entrada e a circulação de pessoas estranhas na área dos galpões, quando isso se faz necessário, é fundamental que essas pessoas usem botas e roupas da própria granja, previamente desinfectadas.

• O trânsito de veículos dentro da granja deve ser o mais reduzido possível.

• Evitar a circulação de outros animais na área dos galpões, pois esses podem ser transmissores de doenças.

• Manter o mais limpo possível a área próxima aos galpões.

• Controlar roedores e moscas em toda a granja.

• Para evitar a transmissão de doenças entre galpões, o recomendado é que se tenha uma distância mínima de 100 metros entre eles, e da mesma forma entre os galpões e as construções que servem como depósitos.

• De preferência, cada núcleo da granja deve ter um tratador. Quando um tratador for responsável por toda a granja ou por mais de um núcleo, deve-se adotar um esquema de desinfecção, a entrada de cada núcleo ou galpão.

• Quando o mesmo tratador for responsável por todo o plantes, os trabalhos diários devem começar pelos lotes mais novos.

• Cada galpão deve ter os seus equipamentos, como carrinho de ração, pás, etc...

• Quando se retira o esterco ou cama, o mesmo deve ser levado para bem longe do galpão, assim como todo o lixo ou resíduos da limpeza dos equipamentos.

• Retirar diariamente todas as aves mortas e eliminá-las em local afastado.

MÉTODOS PARA MELHOR HIGIENIZAÇÃO
CUIDADOS COM NOVO LOTE
Antes da entrada de um novo lote de aves, deve-se providenciar a limpeza do aviário e para isso:

Devem-se retirar todos os equipamentos do interior do mesmo e fazer a limpeza completa do galpão. A cama usada no lote anterior, deve ser retirada e raspado todos os resíduos acumulados nos caibros, paredes laterais e no piso.

O chão deve ser varrido, assim como as paredes, telas e telhado.

A utilização do lança-chamas é recomendada após a varredura para eliminar os microorganismos que estão localizados em vãos, cantos e frestas do galpão.
Todos os equipamentos devem ser retirados do aviário no intervalo entre lotes e serem lavados e desinfetados.

Os bebedouros devem ser limpos diariamente com uma esponja, retirando os restos de cama e de alimento.

Os comedouros devem ser inspecionados também diariamente, e observado se não existe comida úmida no seu interior. Com umidade essa pode fermentar, trazendo problemas através da proliferação de fungos e a produção de aflotoxinas

A redução da carga microbiana nas instalações e no ambiente do sistema de produção irá reduzir o risco de ocorrência de doenças no rebanho
CUIDADOS COM NOVO LOTE
IMPORTANTE!!!!
Todas as pessoas que vão entrar no sistema de produção deverão tomar banho e trocar toda a roupa na entrada principal do sistema de produção.
HIGIENIZAÇÃO DE VEÍCULOS, MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Todo e qualquer veiculo, material ou equipamento que entrar na granja deve ser totalmente limpo e desinfetado. O produto a ser utilizado, devera se escolhido de acordo com alguns itens:

• Custo
• Atividade na presença de matéria orgânica;
• Eficácia e espectro de ação contra os diferentes microorganismos;
• Toxicidade para homens e animais;
• Atividade residual;
• Corrosividade para tecidos e metais;
• Atividade na presença de detergentes;
• Solubilidade (acidez, alcalinidade, pH);
• Tempo de contato necessário para a ação efetiva;

SISTEMAS DE CRIAÇÃO
Sistema Extensivo;



Sistema semi-intensivo;
As instalações devem fornecer as aves um ambiente limpo e protegido, onde possam manifestar todo seu potencial genético em uma área confortável (LOPES, 2011).

Galpão para poedeiras
A recria é realizada em gaiolas na maioria das vezes.

Galpão para poedeiras

O galpão deve ser construído de madeira, alvenaria ou estrutura metálica. A largura do galpão varia de 8 a 12 metros e o pé direito deve ter altura mínima de 2,8 metros.

Galpão para frangos de corte

A largura de 12 metros é a mais econômica e o comprimento de 100 metros corresponde ao equilíbrio zootécnico e econômico. Recomenda-se um beiral de 1,5 m a 2,5 m e altura de pé direito de 3m.

A telha cerâmica é o melhor tipo de telhado
Os galpões mais modernos possuem a atmosfera interna controlada.

Conforme I.N. Nº 56 (MAPA, 2007)

Distante no mínimo 3km de outros estabelecimentos avícolas (fábricas, frigoríficos);
Limite de 200m entre núcleos da propriedade
Distante 500m de estradas, outros galpões e núcleos de diferentes idades;
Pé diluvio ;
Cercas no entono do aviário;
Vestiário, Lavatório, Banheiro e Escritório ;
Caixa para medicamentos;
Depósito;
Tela de proteção 2cm;

INSTALAÇÕES - POSTURA
Conforme I.N. Nº 56 (MAPA, 2007)

Depósitos;
Câmara para fumigação de ovos;
Câmara de fumigação de materiais que ingressam na granja;
Depósito de caixas e bandejas;
Sala para classificação e armazenamento de ovos
Local para lavagem e desinfecção de veículos

INSTALAÇÕES - INCUBATÓRIOS
Conforme I.N. Nº 56 (MAPA, 2007)

Sala para recepção de ovos;
Câmara de desinfecção de ovos;
Sala de armazenamento de ovos;
Sala de incubação;
Sala de eclosão;
Sala com áreas de seleção, sexagem, vacinação,
Embalagem e estocagem de pintos;
Área de expedição de pintos;
Sala de manipulação de vacinas;
Sala de lavagem e desinfecção de
Equipamentos;
Vestiários, lavatórios e sanitários escritório; refeitório;
Deposito de caixas; e
Sala de maquinas e geradores.

INSTALAÇÕES - PONTOS BÁSICOS
Arejadas e bem iluminadas
Orientação da construção leste x oeste
Evitar incidência de vento diretamente nas aves
Instalações práticas (limpeza, desinfecção)

HIGIENE DAS INSTALAÇÕES
Considerações importantes

Os procedimentos de limpeza e desinfecção fazem parte de uma das etapas mais importantes dentro do ciclo de produção, estando presente em todas as fases de criação.

As medidas de higiene visam a redução da carga microbiana nas instalações, equipamentos e consequentemente no ambiente do sistema de produção, diminuindo o risco de ocorrência de doenças e/ou controle e erradicação de enfermidades presentes.

HIGIENE DAS INSTALAÇÕES
Os produtos devem ter eficácia comprovada, adequando as características próprias de cada instalação e equipamentos;
Mão-de-obra qualificada e treinada;
Conhecimento dos agentes etiológicos instalados na propriedade;
A realização rotineira de um processo de higienização é indispensável para a manutenção de um alto nível de saúde das aves;
Respeitar o período de vazio sanitário das instalações .

LAVAGEM E DESINFECÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
O processo de limpeza consiste na remoção dos detritos acumulados nas instalações, com o objetivo de reduzir a carga microbiana e minimizar o contato dos animais com excesso de matéria orgânica, a qual potencialmente aumenta o risco da veiculação de agentes patogênicos aos animais.
A limpeza pode ser subdividida em limpeza seca e limpeza úmida:

Limpeza seca: retirada de toda matéria orgânica, restos de ração e da sujeira impregnada no piso e nas paredes. Também devem ser limpos os silos externos e as caixas de ração das linhas de comedouros (remover todo conteúdo restante de ração). Os arredores das instalações devem ser varridos.

Limpeza úmida: Deve-se utilizar água sob pressão podendo ser fria ou quente.
Realizar limpeza prévia seca ou úmida;
Utilizar desinfetante conforme orientação técnica;
A limpeza e a desinfecção são duas operações distintas que se completam.

Desinfecção é o conjunto de medidas empregadas para impedir a penetração e crescimento de germes num determinado ambiente ou estrutura, tornando-os livres de agentes infectantes, com o uso de substâncias desinfetantes ou outras formas físicas de desinfecção (Spinosa, 1997).
Retirar dos animais das instalações;
Realizar limpeza prévia seca ou úmida;
Fechar as cortinas;
Realizar rodizio do principio ativo dos desinfetantes;
Aplicar o desinfetante em forma de pulverizador em todas as instalações e equipamentos;
Aguardar o período de vazio conforme instrução técnica.

LAVAGEM E DESINFECÇÃO DE EQUIPAMENTOS
Vazio Sanitário

Considera-se vazio sanitário o período em que a instalação permanece vazia e os processos de limpeza e desinfecção são realizados.

O vazio sanitário, juntamente com o programa de limpeza e desinfecção permite a destruição de certos organismos não atingidos pela desinfecção, mas que se tornam sensíveis a ação dos agentes físicos naturais como: aumento da temperatura, ventilação e incidência de sol, permitindo a secagem das instalações.

O tempo de vazio sanitário varia com o tipo de criação, status sanitário da propriedade e a programação dos novos lotes.

Além da cama, o tipo de piso têm influência na carga microbiana do lote.

O controle microbiano da cama é de extrema importância, pois a carga microbiológica desse material exerce relação direta com a saúde intestinal dos animais alojados sobre ela.

Métodos de controle:

Biológico uso de desinfetante;

Químico uso de alcalinizante e acidificante

Cama do Aviário
Manejo e tratamento da cama Final do lote:

Retirar partes emplastadas;

Revolver a cama;

Queimar penas;

Tratamento da cama

Enleirar e cobrir a cama para promover a fermentação por 14 dias.

Controle de umidade

Fermentação com umidade máxima de 40%

Alojamento de novo lote – umidade máxima de 20%
Uso da cama

Espalhar acama no galpão e aspergir sobre ela solução desinfetante ou misturar cal virgem.

CAMA DE AVIÁRIO
Manejo e tratamento da cama

BIOSSEGURANÇA
Estatísticas demonstram que aproximadamente 4% de todas as matérias primas utilizadas em rações estão contaminadas, principalmente com Salmonela.

Existem alguns produtos comerciais contendo ácidos orgânicos que tem sido usado com sucesso para diminuir a quantidade de bactérias na ração.

Tradicionalmente se tem tentado diminuir a contaminação de rações a partir do aquecimento no momento da fabricação (alguns segundos a 65°-75°).

OBRIGADO
PELA
ATENÇÃO!!!
Segundo dados estatísticos apresentados no site da UBABEF (União Brasileira de Avicultura) o Brasil é o terceiro maior produtor de aves, sendo os EUA o primeiro e a China em segundo lugar, a produção de frangos de corte no Brasil tem crescido expressivamente nos últimos anos (146% de 1993 a 2003 – FAO), o consumo per capita anual de carne de aves é de 45 kg (2012), cresceu em média de 300% desde anos 70.
Atualmente no Brasil, a avicultura é exemplo de atividade e de cadeia de produção, sendo considerado um sucesso no mercado do agronegócio.
Intensivo;
LUZ
Controle da reprodução das aves, pois irá estimular a atividade das gônadas e a sincronização dos animais dentro de um plantel.
TRANSPORTE DE OVOS
Veículo climatizado;
Cautela;
Veículo limpo e desinfectado;
Veículo somente para isso;
RECEPÇÃO DOS OVOS
Plataforma de recebimento deve ser na altura da carroceria;
Plataforma oberta para evitar raios solares e chuva;
Condições sanitárias devem ser ótimas;
Durante o descarregamento as caixas de ovos devem ser cuidadosamente colocadas em carrinhos especiais;
Atentar para condições de caixas, bandejas e número de ovos;
ARMAZENAMENTO DE OVOS

• Temperatura da sala de ovos, que deverá ser uniforme e mantida entre 18 e 23ºC, a umidade relativa do ar deve estar entre 60 a 70%,para o armazenamento de no máximo 4 dias.
• A ventilação deve atingir toda a sala, o ideal é dispor de 2m3 de ar fresco para 1.000 ovos estocados.
• O Descarregamento das bandejas porta-ovos deve ser observado a fim de se evitar que fiquem em contato com o piso.

MANEJO NA PRODUÇÃO
OVOS
A faixa de maior estímulo se situa em torno de 15 horas de luz por dia. As aves em fase de postura, a produção de ovos aumenta com a intensidade de luz.
INCUBAÇÃO ARTIFICIAL
Antes de se colocar os ovos dentro das incubadoras, deve-se fazer a chamada pré-incubação, que consiste em colocar os ovos em local com temperatura mais elevada (30°C) do que a sala de armazenamento, por um período de aproximadamente 6 horas, para evitar a formação de “suor” sobre os ovos no momento que entrarem nas máquinas. Nas incubadoras, os ovos nas bandejas permanecem 19 dias a temperatura constante de 37,2°C no termômetro de bulbo seco, e 30,5°C no termômetro de bulbo úmido. As bandejas sofrem viragens automáticas de hora em hora, ficando inclinadas a 45°, de modo a evitar que a gema encoste-se à casca, preservando o desenvolvimento do embrião. No 19º dia, os ovos deverão ser transferidos para a câmara de eclosão ou nascedouro.
Ao ser aberto o nascedouro, inicialmente selecionam-se os pintos, classificando-os em:

• Primeira: pintos que não apresentam defeitos, secos, umbigo cicatrizado.
• Segunda: pintos que não apresentam defeitos, pouco úmidos e umbigo úmido.
• Refugos: pintos com defeitos, úmidos, umbigo mal cicatrizado.

Os refugos e pintos que ainda não eclodiram, devem ser eliminados. Após a seleção os pintos podem ou não ser sexados, vacinados e colocados em caixas para 100 pintos cada. Após todas estas operações as aves deverão ser transportadas o mais rapidamente possível até os aviários de produção.
INSTALAÇÕES
AVES DE POSTURA
AVES DE CORTE -
TERMINAÇÃO
INTRODUÇÃO
As medidas de higiene e profilaxia podem ser tanto de caráter geral, quanto específicas, pelo uso de vacinas. Quanto às medidas de caráter geral, a Organização Mundial da Saúde Animal, vinculada à FAO, através de seu Office International des Epizooties (OIE), sediado em Paris, é o órgão normativo de segurança sanitária animal para todo o mundo. Com isso, a OIE dispõe do Código Zoosanitário Internacional, em cuja Parte 3, Título 3.4.1 é apresentado às recomendações destinadas à avicultura.
Conforme o Protocolo de Boas Práticas de Produção de Frangos, organizado pela União Brasileira de Avicultura, as unidades de produção devem guardar seus registros de adminstração, instalações e produção por no mínimo dois anos, onde todos os equipamentos utilizados no transporte de produtos, como os alimentos para as aves ou o transporte das mesmas devem estar higienizados antes do uso, o que visa o controle de pragas e doenças.
Conforme a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 56, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO 3 CAP III, Art 19 e 21,
Deve-se evitar trânsito de pessoas, animais e veículos próximo aos aviários;
Realizar a troca obrigatória de calçados e roupas,
adotando a prática de tomar banho
;
Todos os acessos ao aviário devem possuir um recipiente com solução desinfetante para que as pessoas desinfetem os calçados (pedilúvios);
Onde houver trânsito de veículos, instalar
arcos de desinfecção
ou utilizar o rodolúvio; proceder à desinfecção de todos os utensílios, antes de entrarem na granja;
As aves devem ser criadas no sistema “todos dentro, todos fora”
;
Junto a isso, o conjunto de práticas ligadas ao isolamento, higiene e vacinação com o objetivo de manter criatórios avícolas livres de doenças define a biosseguridade;
Após a retirada do lote, deve-se: retirar restos da ração
; remover equipamentos, lavando-os, desinfetando-os e expondo-os ao sol; retirar a cama;
varrer os tetos, telas, paredes, silos e pisos
; lavar com água sob pressão, com sabão ou detergente, o teto, paredes, equipamentos fixos e piso.
Após a lavagem, deve ser feita a desinfecção das instalações e manter um vazio sanitário de duas semanas
.
UNIDADES DE PRODUÇÃO
Higiene no trânsito; limpeza e desinfecção das instalações e equipamentos para aves de corte e saúde, bem-estar e segurança do trabalhador.
Os desinfetantes mais usados são os compostos à base de amônia quaternária e hipoclorito de sódio ou cálcio, glutaraldeído, iodo e soda cáustica (JAENISCH segundo ALBINO; TAVERNARI, 2010, p. 40).

Deve-se deixar o aviário fechado e sem a presença de aves, por pelo menos dez dias após a limpeza e desinfecção e antes do recebimento dos pintos deve ser feita uma nova desinfecção do aviário.
Toda unidade de produção com mais de cinco trabalhadores deve ter um Programa de Saúde e Segurança baseada em uma avaliação completa e documentada de riscos, sendo que todos os trabalhadores devem estar cientes e concordar com as exigências do programa de saúde e segurança da unidade de produção. A administração do local com mais de cinco funcionários deve ser encorajada a presidir regularmente reuniões com seus empregados
TREINAMENTO DO TRABALHADOR
Todos os trabalhadores que executam tarefas, incluindo decisões gerenciais e operações, que possam ter um impacto significante no consumidor, manipulador, meio ambiente e criação de animais ou colheita, devem ser competentes com base em: educação apropriada, treinamento, conhecimento e/ou experiência adquirida. As áreas envolvidas na criação animal incluem bem-estar animal, uso apropriado de medicamentos, nutrição animal, resíduos da fazenda, e na unidade de produção todos trabalhadores devem estar cientes dos procedimentos relevantes para o empreendimento em situações de emergência que representem perigo a saúde humana, segurança dos alimentos ou saúde e bem-estar das aves estes procedimentos relevantes devem cobrir a ocorrência de falha no suprimento de alimento ou água para as aves.
MANEJO DAS AVES DE CORTE

AQUISIÇÃO E ALOJAMENTO
DOS PINTOS

Estabilizar a temperatura na granja;
Água e ração disponibilizados antes da chegada das aves
;
Pinteiro deve ser limpo e desinfectado sem presença de aves por dez dias;
Com a chegada das aves registrar em fichas peso, quantidade de refugos, umbigo cicatrizado ou não, plumagem seca, tamanho, cor, etc.
Geradores, aquecedores, ventiladores, bebedouos e alarmes devem ser testados anteriormente;
A cama deve estar seca e com altura mínima de seis cm
;
Quantidade adequada de bebedouros e comedouros em relação ao número de aves
DENSIDADE DO
ALOJAMENTO
Todo aviário deve possuir espaço suficiente que permita acesso irrestrito do tratador, seja para inspeção ou para retirada de aves doentes ou machucadas.
A densidade máxima deve ser de 39 kg/m² para aves de abate durante o ciclo de produção
e todas as aves devem possuir espaço suficiente para expressar seu comportamento natural, permitindo liberdade de movimentos.
VENTILAÇÃO E TEMPERATURA
A temperatura e nível de ventilação do aviário devem ser apropriados ao sistema de criação, idade, peso e estado fisiológico das aves;
As temperaturas mínimas e máximas dentro dos aviários de ventilação automática devem ser medidas e registradas diariamente;
Todo o aviário com ventilação mecânica deve ser desenhado e manejado para evitar uma elevação de temperatura acima da zona de conforto térmico;
Os registros de qualidade do ambiente devem estar disponíveis para revisão do técnico responsável, estas medidas devem incluir a redução na densidade de alojamento, aumento da ventilação e utilização de nebulizadores.
ILUMINAÇÃO
A
iluminação deve ser uniforme
em todo o aviário. O sistema de iluminação dos aviários deve ser desenhado e manejado de forma a prover o mínimo de intensidade de iluminação (10lux para aves de abate) por pelo menos 8 horas em cada 24 horas. Níveis de iluminação abaixo ou acima dos níveis mínimos podem ser requeridos para minimizar comportamentos anormais. Os dados devem ser registrados e os registros devem ser mantidos por dois anos. Todas as
aves criadas sob luz artificial devem ter o período de escuro de pelo menos 4 horas a cada 24 horas
. O sistema de iluminação deve ser capaz de prover, no mínimo, 100lux para o propósito de limpeza do aviário.
CAMA DO AVIÁRIO
As aves do aviário devem ser mantidas em cama de boa qualidade e capacidade de absorção. Quando houver troca da cama, a mesma deve ser retirada do aviário logo após a saída das aves e eliminada respeitando a legislação vigente. Os registros de limpeza do aviário, remoção ou tratamento da cama devem ser mantidos e estarem disponíveis por no mínimo dois anos. O material usado para cama deve ser de fonte aprovada. Caso a cama seja reutilizada, ela deve ser tratada para minimizar os riscos microbiológicos.
ÁGUA
As aves devem ter
livre acesso aos bebedouros
permitindo fluxo e volume adequados a qualquer momento. O dimensionamento de comedouros e bebedouros deve ser validado pelo técnico responsável. As unidades de produção devem garantir que a água ministrada as aves seja limpa, potável e não ofereça riscos para saúde das mesmas.
Os comedouros e bebedouros devem estar posicionados de tal forma que as aves tenham acesso imediato à comida e água.
O projeto de bebedouros e o seu posicionamento devem minimizar o umedecimento da cama. Devem-se realizar, anualmente, análises físicas, químicas e microbiológicas da água. A limpeza de depósitos intermediários e tubulações, desde a rede até o ponto de acesso a água para as aves, deve ser realizada a cada novo lote. A Ingestão de água deve ser medida, diariamente, por meio de medidores instalados em cada aviário.
ALIMENTAÇÃO
A ração fornecida às aves não deve conter contaminantes acima dos níveis toleráveis. A empresa deverá seguir normas de Boas Práticas de Fabricação (BPF) de ração animal.

O interior dos silos, localizados na granja, devem ser limpos e higienizados adequadamente. Os silos devem ser vedados para evitar a entrada de água, pragas e outros contaminantes. Deve ser respeitado o período de retirada de medicamentos veterinários, pesticidas e aditivos utilizados nas formulações seguindo a recomendação do fabricante ou a legislação vigente.

Caso a ração, suplementos minerais, vitamínicos e demais aditivos sejam adquiridos de terceiros, deverão ser obtidos de estabelecimentos registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Veículos transportadores de rações devem estar em boas condições e ser higienizados mensalmente. Qualquer alteração nas características físicas da ração deve ser registrada. Deve-se evitar a mistura de rações de tipos diferentes nos silos.
DESTINO DAS AVES MORTAS
A retirada das aves descartadas ou mortas deve ser feita rotineiramente, removendo-as para fossas sépticas, incinerando-as ou trabalhando-as em compostagem. As fossas sépticas são eficazes para as
remoções diárias das carcaças
,
desde que devidamente edificadas. A compostagem é um processo eficiente para o descarte dos resíduos da produção e requer um investimento baixo para a construção da composteira. Essa deve ser construída perto do aviário, evitando grande deslocamento de dejetos e aves mortas. No processo de compostagem são utilizados, principalmente cama de aviário, carcaças, uma fonte de carbono e água. Requer cuidados na adequações de temperatura e umidade durante o processo.
SANIDADE
MEDICAMENTOS
Os medicamentos devem ser utilizados somente mediante prescrição veterinária. Os períodos de carência dos medicamentos veterinários devem ser conhecidos e seguidos rigorosamente. Manter
registros da administração dos medicamentos contendo, nome do produto, número do lote/partida, período de carência, período de tratamento, número de animais tratados, quantidade total de medicamento utilizado, período de tratamento, período de carência e nome da pessoa que administrou o produto.
VACINAÇÃO
As vias de administração de vacinas nas aves podem ser: água de bebida, ocular, aerossol, membrana da asa, intramuscular, subcutânea, vacinação via embrião também conhecida como in ovo. Por exemplo, o tipo de vacinação mais comum na produção de frangos de corte é a via água de bebida. Geralmente se utiliza produto inibidor do cloro presente na água, pois este poderia inativar a vacina.
Na vacinação via água de bebida é importante a não oferta de água minutos que antecedem a vacinação
para que a se estimule a sede e o tempo de exposição da vacina seja mínimo.
APANHA E TRANSPORTE
A apanha das aves nos aviários deve acontecer em condições calmas, limpas e de descanso.
O carregamento pela cabeça, pescoço, asas e cauda é proibido.
No caso do carregamento pelas pernas, os carregadores devem respeitar o limite máximo de três aves por mão. O responsável pelas aves deve estar presente no despovoamento e assegurar que o lote está adequado a para ser transportado. Durante a espera, as aves devem ser protegidas contra condições climáticas extremas e beneficiar-se de um ambiente adequado. Na recepção e descarregamento não devem ser utilizadas práticas impróprias que ocasionam dor ou sofrimento às aves. Nenhuma ave deve ser restringida de alimento por mais de 12 horas do carregamento ao abate.
GESTÃO AMBIENTAL
Na unidade de produção deve-se respeitar a legislação ambiental vigente.
Prever manejo adequado dos resíduos evitando contaminação do ar, solo e/ou água com poluentes nocivos.
Aproveitar a cama de frango como adubo nas lavouras, respeitando as boas práticas com relação a o solo e mantendo distância adequada do aviário.
Proteger as fontes de água de cargas poluidoras e do acesso de pessoas não autorizadas e animais.
Utilizar sistema de compostagem emergencial ou incinerar as aves, quando houver mortalidade maciça.
Manter a unidade de produção livre de lixo e resíduos. Armazenando-os em local adequado até o seu descarte.
CURIOSIDADES
CUIDADOS GERAIS NA AVICULTURA DE CORTE E POSTURA
INSTALAÇÕES - CORTE
INSTALAÇÕES - PONTOS BÁSICOS
LAVAGEM E DESINFECÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
LAVAGEM E DESINFECÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
LAVAGEM E DESINFECÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
A
G
A
W
J
ALGUMAS REFERÊNCIAS

BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Manual de Legislação: programas nacionais de saúde animal do Brasil
/ Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Saúde Animal. – Brasília : MAPA/SDA/DSA, 2009. Disponível em: http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Aniamal/Manual%20de%20Legisla%C3%A7%C3%A3o%20-%20Sa%C3%BAde%20Animal%20-%20low.pdf

GIACOMETTI, R. -
PROGRAMA DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO PARA A INDÚSTRIA DE AVES E SUÍNOS.
2007 Disponível em:<.ourofino.com%2Fsaude-animal%2Favesesuinos%2Fprogramassanitarios%2F%3Ffile%3Dprogramalimpezadesinfeccao>

JAENISCH, F.R.F; et al.
INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA O AVICULTOR: ASPECTOS DE BIOSSEGURIDADE PARA PLANTÉIS DE MATRIZES DE CORTE.
Disponível em:< http://www.cnpsa.embrapa.br/sgc/sgc_publicacoes/itav011.pdf>
LOPES, J.C.O. –
AVICULTURA
. Floriano, PI: EDUFPI; UFRN, 2011.

MANUAL DE SEGURANÇA E QUALIDADE PARA AVILCULTURA DE POSTURA
. Brasilia: EMBRAPA/SEDE, 2004. 97 p. (Qualidade e Segurança dos Alimentos). Projeto PAS Campo. Convênio CNI/SENAI/SEBRAE/EMBRAPA. Disponível em:< http://pt.scribd.com/doc/127350473/MANUALSEGURANCAQUALIDADEaviculturadepostura-pdf>



PUPA. Júlio Maria Ribeiro.
Galinhas Poedeiras - Cria e Recria
. Editora Universidade Federal de Viçosa e CPT - Centro de Produções Técnicas, 2010. 166 págs.

PUPA. Júlio Maria Ribeiro.
Galinhas Poedeiras - Produção e Comercialização de Ovos.
Editora Universidade Federal de Viçosa e CPT - Centro de Produções Técnicas, 2010. 241 págs.

XAVIER. Eduardo G.; VARGAS, Gilberto D. e CORRÊA, Márcio N.
Apostila do Curso Técnico em Agropecuária - Unidade de estudos: Avicultura.
Editora GEASPEL - Grupo de estudos em Aves e Suínos & Fundação Bradesco S/A., 2006. 116 págs.

UBA, União Brasileira de Avicultura. –
PROTOCOLO DE BOAS PRÁTICAS DE PRODUÇÃO DE FRANGOS.
Junho, 2008. Disponível em:<http://www.uba.org.br>
A
A
ALGUMAS DOENÇAS E PARASITAS NA AVICULTURA
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