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Filosofia Grega

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Bethânia Marques

on 17 April 2017

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Transcript of Filosofia Grega

TALES DE MILETO (624 a.C.-558 a.C.)
Filosofia Grega

Conhecido como “O pai da filosofia”, Tales de Mileto queria encontrar uma explicação para o princípio (Arkhé) de todas as coisas (Cosmos) através da lógica racional e natural (Physis). Após estudos e observações, Tales deduziu que a matéria-prima básica do Cosmos deve atender à 4 concepções: “algo a partir do qual tudo possa ser formado”, “essencial à vida”, “capaz de se mover” e “capaz de mudar”. Tales deduziu que a água possui todos esses requisitos e, logo, tudo é água em algum estágio de mutação.
ANAXIMANDRO
(610 a.C.- 547 a.C.)
Anaximandro de Mileto foi discípulo de Tales. Assim como seu mestre, procurou compreender o princípio (arkhé) que origina toda a realidade. Porém, em suas investigações, não encontrou em nenhum elemento físico para este princípio, mas no que chamou de ÁPEIRON.


Para Anaximandro o ARKHÉ de tudo era o ÁPEIRON uma coisa indefinida, indeterminada e ilimitada que originava todas as coisas, uma espécie de Deus que não era uma imagem mas sim o criador. Quando algo era formado outra coisa oposta aquela criada se originava.Por exemplo o oposto do calor é o frio. A natureza de tudo, o PHYSIS era toda formada por essa material que para ele sustentava a terra, que estava em um plano vertical.
O Cosmo era dinâmico,  e temporal e tinha começo e fim no ÁPEIRON.
ANAXÍMENES
(585 a.C.-528 a.C.)
Anaxímenes de Mileto foi discípulo de Anaximandro e, como este, também afirmou ser uma só a natureza ou princípio (arkhé) subjacente a todas as coisas. No entanto, mesmo que acreditasse ser este princípio ilimitado, não o pensou ser indefinido. Anaxímenes acreditava que o AR era o princípio que originava todas as coisas no universo. Conforme seu pensamento, por um processo de condensação, o AR se transformava em objetos líquidos e sólidos (pedras, metais, terra, água e etc.). E por outro processo, a rarefação, o AR se transformava em gases, ventos, oxigênio e fogo. O filósofo também pensou ser a alma feita de ar, observando que o vivente respira (refrigera o corpo) enquanto que o morto não o faz. Ele pensou no Physis (no caso o AR), para explicar o arché de todas as coisas e com isso desvendar o Kosmos.

PITÁGORAS DE SAMOS (CERCA DE 580/78-497/6 A.C.)
Assim como Tales de Mileto, Pitágoras aprendeu rudimentos da geometria numa viagem ao Egito, o que influenciou a abordar seu pensamento filosófico de forma científica e matemática. Apesar das duas faces das crenças de Pitágoras (mística e científica) parecem incompatíveis, o filósofo não as via assim para ele, o objetivo da vida é libertar-se do ciclo de reencarnação, o que pode ser obtido com a adesão a um rígido conjunto de regras de comportamento e por meio da contemplação.Na geometria e na matemática encontrou verdades que julgou evidentes por si mesmas, como se ofertadas pelos deuses, e elaborou demonstrações matemáticas que tivessem o impacto de uma revelação divina.

Arché: Para Pitágoras, o número é a arché de todas as coisas. Esse é entendido tanto no sentido quantitativo, isto é, matemático, como no sentido qualitativo, ou seja, metafísico.

O cosmos: O mundo, visto como ordem e harmonia, é o cosmos. Para pitágoras, o cosmos é uno, sem partes, compacto e ilimitado.

O physis: Princípio da evolução/progresso na natureza. Pitágoras tinha por physis os números. O um é o princípio de todas as coisas, assim como a matemática. Os números estão presentes em todas as coisas, tanto visíveis como invisíveis.

EMPÉDOCLES
(495 a.C-430 a.C.)
Empédocles foi um filósofo grego pré-socrático. Empédocles de Agrigento (495 a.C.-430 a.C.) nasceu em Agrigento, na Sicília, na época, colônia grega, no ano de 495 a.C. De família rica e ilustre era um sábio extremamente versátil. Foi ao mesmo tempo filósofo, físico, astrônomo, e médico. Foi também legislador e poeta.
A filosofia de Empédocles era retratada na naturalidade do universo, baseado em quatro elementos fundamentais e de acordo com que proporções elas eram combinadas.
Empédocles acreditava que o arkhé de tudo são quatro elementos básicos: terra, água, fogo e ar, e o kósmos é feito da união e separação dessas substâncias. Para ele, não existia um nascer ou um morrer, já que nada vem a existir ou deixa de existir: tudo simplesmente existe e se transforma em algo diferente pelas ações naturais do Amor e Ódio, sendo esses, portanto, physis.

ANAXÁGORAS
(500 - 428 a.C.)
DEMÓCRITO E LEUCIPO

Demócrito de Abdera
nasceu em Abdera, na Grécia, por volta de 460 a.C. Estudou filosofia, matemática, física, astronomia, ética, linguística e música. Demócrito faleceu no ano de 370 a. C.

Leucipo:
Considera-se mais provável que tenha nascido em Mileto, Asia menor, Abdera, Melos, Elea ou Clazomenes. Posteriormente mudou-se para Eléia, onde teria sido discípulo de Parmênides e de Zenão de Eléia e mestre de Demócrito. A ele são atribuídas as obras A Ordenação dos Cosmos e Sobre a Mente.

A origem de todas as coisas, ou o Arché, para Demócrito e Leucipo eram os átomos, porque eles não foram criados por ninguém, mas existem desde de sempre. A partir deles todas as coisas no mundo macroscópico se originam e todas as coisas podem ser reduzidas a eles. Para os atomistas o Kosmos era organizado pela interação dos átomos e pelos espaços vazios. Todas as coisas físicas (kosmos) dependem da organização dos átomos.
As coisas que existem na natureza (physis) são compostas de átomos e espaços vazios. As substâncias que vemos no mundo macroscópico são resultados das interações entre os átomos.

“A natureza é eterna, por isso, não pode ser criada ou destruída”
Anaxágoras nasceu em Clauzômenas. Este afirmou que a Physis (natureza) é eterna e por isso não pode ser criada nem destruída. Ele acreditava na pluralidade de elementos constituintes dos seres, onde as homerias (“sementes” infinitas em qualidade e quantidade, que podiam ser infinitamente divididas em partes sempre iguais e que ao se juntarem, davam origem às coisas) seriam o constituinte de todo o Kósmos. Para ele, o Arkhé era Nous (inteligência), um espírito divino que fornece as leis do pensamento que se sobrepõe aos sentidos para conhecer e governar o universo, ele quem unia as sementes e formava tudo existente.
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