Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Doença do refluxo

No description
by

Flávia Grínberg

on 6 June 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Doença do refluxo

Doença do Refluxo
Gastroesofágico

Professores orientadores:
Prof. Dr. Nelson
Mesquita
Junior
Prof. Dr.
Sidon
Mendes de Oliveira
Prof. Dr. José Maria
Lopez
García
Prof. Dr.
Valdecir
Volpato Carneiro
Prof. Dr.
Ricardo
Rabello Ferreira
Integrantes:
Flávia Encarnação Longo
Flávia Rafaella Abud Grínberg
Gabriela Assuiti
Guilherme Olinto Lucena
Gustavo Caetano Giavarini
Gustavo Felício Alexandroni Linzmeyer
Monitor orientador:
Rodrigo de Oliveira Veras
Metodologia
1. Introdução
2. Revisão Anatômica
3. Discussão do Artigo
4. A Doença do Refluxo Gastroesofágico
5. Conclusões
6. Agradecimentos
7. Referências Bibliográficas
Objetivos
2. Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
I. GENERALIDADES E ESÔFAGO
IN SITU
a. Origem:

- m. constritor inferior da faringe
- cartilagem cricóide
- C6/C7



b. Término:
- T10/T11 - óstio cárdico
- parte medial do 1/3 superior do
estômago
c. Trajeto:
- Região Cervical:
espaço pré-vertebral

- Região Torácica:
T1-T4 - plano mediano
pré-vertebral
T5-T6 - à direita; passagem
da aorta
T7 - à esquerda

- Região Abdominal:
T10 - hiato esofágico do
diafragma (esfíncter externo)
d. Estreitos Fisiológicos
Cricoesofágico
- cartilagem cricóide
- C6

Broncoaórtico
- cajado da aorta
- brônquio fonte esquerdo

Diafragmático
- hiato esofágico

e. Dilatações Fisiológicas:

f. Meios de Sustentação:
Ligamentos Frenoesofágicos:
- Ascendente




- Descendente
a. Porção Cervical:
Posteriormente
- músculos pré-vertebrais
- fáscia pré-vertebral
II. RELAÇÕES:
a. Porção Cervical:
Anteriormente
- traqueia - nervo laringeo recorrente esquerdo
- glândulas tireóide e paratireóide
- artéria tireoidea inferior


a. Porção Cervical:
Lateralmente
- feixe vásculo-nervoso do pescoço
- cadeia simpática paravertebral
- veias tireoideas médias e inferiores
- nervos laringeos recorrentes direito e esquerdo
b. Porção Torácica:
Posteriormente
- artérias intercostais
- sistema ázigos
- ducto torácico
- aorta torácica
- nervo vago direito
- troncos simpáticos direito e
esquerdo
b. Porção Torácica:
Anteriormente
- traqueia
- brônquio fonte esquerdo
- pericárdio fibroso


b. Porção Torácica:
À Direita
- pleura parietal mediastinal
direita


- cajado da veia ázigos
b. Porção Torácica:
À Esquerda
- pleura parietal mediastinal
esquerda
- aorta torácica
c. Porção Abdominal:
- retroperitoneal

Posteriormente
- nervo vago direito
- pilares diafragmáticos
- aorta abdominal
c. Porção Abdominal:
Anteriormente
- nervo vago esquerdo
- lobo esquerdo do
fígado

À Direita
- vestíbulo da bolsa
omental
- lobo caudado de
Spiegel

À Esquerda
- fundo gástrico
a. Arterial:
Porção Cervical
artérias esofágicas superiores

Porção Torácica
artérias esofágicas médias

Porção Abdominal
artérias esofágicas inferiores


III. VASCULARIZAÇÃO:
b. Venosa:
Porção Cervical:
veias esofágicas superiores

Porção Torácica
veias esofágicas médias

Porção Abdominal
veias esofágicas inferiores


Sensitiva
pouco desenvolvida

Motora
simpática: cadeia simpática
paravertebral
parassimpática: nervo vago

IV. INERVAÇÃO:
- 3º tempo da deglutição
- Peristaltismo opõe-se ao refluxo

V. ANATOMIA FUNCIONAL:
Revisão Anatômica
Configuração Externa:
- Porção vertical: fundo e
corpo do estômago
- Curvatura maior
- Curvatura menor
- Cárdia/EIE
- Porção horizontal: piloro
- Paredes anterior e posterior
- Incisura angular
- Incisura de His
I. DESCRIÇÃO:
- Lâminas Anterior e Posterior
II. PERITÔNIO GÁSTRICO:
- Hipocôndrio esquerdo, epigastro e
(eventualmente) mesogastro


III. RELAÇÕES DO ESTÔMAGO:
a. Arterial:
Curvatura menor
- a. gástrica direita
- a. gástrica esquerda

Curvatura maior
- a. gastromental esquerda
- a. gastromental direita

Fundo
- aa. gástricas curtas

Face posterior
- a. gástrica posterior
IV. VASCULARIZAÇÃO:
b. Venosa:
- veias homônimas

- uma veia para
cada artéria

c. Drenagem Linfática:
- mucosa -> serosa

Curvatura Menor
- cárdia
- piloro

Curvatura Maior
- artérias gastromentais

Fundo
- ligamento gastroesplênico

Plexo Celíaco/Solar
-> periarterial
- nervo esplâncnico
torácico maior
- nervo esplâncnico
torácico menor
- nervo esplâncnico
torácico imo
- tronco vagal anterior/
esquerdo -> Nervo de Latarjet
- tronco vagal posterior/direito

-Plexo Solar -> Simpático -> inibe atividade
motriz e secretória
- Troncos Vagais -> Parassimpático -> Motor,
sensitivo e secretor
V. INERVAÇÃO:
VI. ANATOMIA FUNCIONAL:
a. Camada Mucosa
b. Camada Submucosa
c. Camada Muscular
oblíqua interna
circular média
longitudinal externa
d. Camada Serosa


VI. ANATOMIA MICROSCÓPICA
3. Discussão do Artigo
4. A Doença do Refluxo Gastroesofágico
5. Conclusões
7. Referências Bibliográficas
Fisiopatologia e Etiopatogenia
- Etiologia multifatorial
- Sintomas e lesões teciduais -> contato mucosa esofágica + conteúdo gástrico refluído
- Conteúdo do refluxo:
HCl
Pepsina
Sais biliares
Enzimas pancreáticas
Barreira Antirrefluxo
- constituição:
esfíncter inferior do esôfago (EIE)
esfíncter externo do esôfago
ângulo de His
ligamento frenoesofágico

Mecanismos Fisiopatológicos
relaxamento transitório do EIE
pressão de repouso do EIE diminuída
hérnia hiatal
Mecanismos de depuração Intraluminal
-
clearence
do material refluxado
- ações mecânicas e químicas

Mecanismos fisiopatológicos
alteração do peristaltismo
primária
secundária
diminuição do fluxo salivar


{
{
{
{
{
{
Cricoaórtica
Broncodiafragmática
Subdiafragmática
{
{
{
}
}
}
}
Plexo Esofágico
Plexo Submucoso
(Meissner)
Plexo Mioentérico
(Auerbach)
1. Omento Menor -> Ligamento Hepatogástrico e Hepatoduodenal
2. Ligamento Gastrofrênico
3. Ligamento Gastroesplênico
4. Ligamento Esplenorenal
5. Ligamento Gastrocólico
a. Curvatura Maior
- fundo -> esôfago abdominal

- margem esquerda do
estômago -> baço e vasos
gastromentais esquerdos

- margem inferior do
estômago -> cólon transverso


b. Curvatura Menor
- veia porta hepática -> omento
menor
- artérias gástricas direita e
esquerda
- lobo esquerdo do fígado
- face anterior do abdome
- artéria esplênica
- porção superior do duodeno -> região
celíaca -> veia cava inferior, aorta
abdominal (tronco celíaco) e
plexo celíaco
c. Cárdia:
- troncos vagais
- lobo esquerdo do fígado
- pilar esquerdo do diafragma
- hiato aórtico
- a. gástrica esquerda
- lobo caudado do fígado




d. Piloro:
- peritônio nas duas faces
- face inferior do fígado -> omento
menor
- cólon transverso -> ligamento
gastrocólico



Cadeia Simpática Paravertebral
- Reservatório -> alimentos -> ação do suco gástrico
- Suco gástrico -> glândulas gástricas
- Musculatura do estômago -> peristaltismo -> conteúdo para o duodeno
- Mecanismo reflexo -> abertura/fechamento do piloro
VI. ANATOMIA MICROSCÓPICA
a. Camada Mucosa
b. Camada Submucosa
c. Camada Muscular
d. Camada Adventícea ou
Serosa

VII. VARIAÇÕES
Área de Laimer
Trígono de Kilian
Resistência intrínseca do epitélio:
Sintomatologia
Típica
Pirose
Regurgitação ácida
Eructação

Atípica
Dor torácica (mais comum)
Tosse crônica
Broncoespasmo
Roncos
Alterações das cordas vocais
Laringite
Apneia do sono
Erosão dentária



Sintomatologia de alerta

Odinofagia
Disfagia
Sangramentos
Anemia
Emagrecimento
Esôfago de Barrett
Metaplasia intestinal
Diagnóstico
Endoscopia digestiva alta (EDA)

- permite biópsia

- avalia lesões e sua gravidade

- limitação: 50% dos pacientes com
DRGE apresentam endoscopia
normal (esofagite não-erosiva)

A Doença do Refluxo Gastroesofágico
pHmetria

- Identifica valor de pH, duração e
frequência de repetição do refluxo
- tempo do exame: 24h
- características do refluxo patológico
pH<4
duração>1h
- Padrão-ouro
Exames Complementares:
- Impedância
- Exame radiológico
- Cintilografia
- Manometria

Protocolo clínico e diretriz terapêutica
DRGE não-complicada
Objetivo:
alívio dos sintomas, cicatrização das lesões, prevenção de recidivas e complicações

Método:
redução da secreção gástrica por medidas comportamentais e farmacológicas

Medidas Comportamentais
- elevar em 15 cm a cabeceira da cama
- controlar ingestão de alimentos gordurosos e ácidos
- evitar o consumo de bebidas alcoólicas
-evitar deitar-se até 2h após as refeições
- parar de fumar
- emagrecer (obesidade)
DRGE não-complicada
Medidas Farmacológicas
- omeprazol
- lanzoprazol
- pantoprazol

- cimentina
- ranitidina

- antiácidos
- sucralfato
- procinéticos


}
}
bloqueadores de receptores de H2 da histamina
inibidores de bomba de prótons (IBP)
*Pelo menos 4 semanas
*Recidiva = tratamento de manutenção
Tratamento das Complicações
- Esôfago de Barrett: recursos clínicos e endoscopia com biópsia seriada
- Displasia grave: intervenção cirúrgica
- Úlceras: IBPs
- Estenose: IBPs, dilatação esofágica ou intervenção cirúrgica


Tratamento Cirúrgico
Indicações:
- pacientes que não respondem satisfatoriamente ao tratamento clínico
- pacientes com menos de 40 anos e que usam IBPs continuamente
- casos em que o tratamento de manutenção não é possível de ser continuado
Tratamento Cirúrgico
Hérnia de Hiato associada à DRGE
- videolaparoscopia

Hiatoplastia
- realojamento do esôfago na cavidade abdominal
- aproximação dos pilares diafragmáticos
- redução do tamanho do hiato esofágico
Hérnia de Hiato
Fundoplicatura de Nissen
- envolver o esôfago abdominal com o fundo gástrico
- 3 pontos
- válvula anti-refluxo


Prof. Dr. Nicolau Gregori Czesko

Equipe do Hospital Ônix
Dr. Ricardo C. Barbuti

Monitor Rodrigo de O. Veras

Dr. Flávio Grínberg

Prof. Dr. Odery Ramos Junior

Prof. Dr. Carlos Roberto Oliveira Borges

Professores da Cadeira de Anatomia Humana da FEPAR
Prof. Dr. Luiz Martins Collaço

Dirceu Domingues da Silva

Waldiclei Domingues da Silva

Histórico

1887
- Mermond; Complicações pulmonares -> dilatação esofágica
1943
- Alisson; Esofagite -> Hérnia de hiato
1980
- Falor
et al
; pH intraluminal em pacientes com endoscopia normal
1. Realizar uma revisão anatômica acerca do esôfago e do estômago.

2. Comentar o artigo base.

3. Discorrer a respeito da doença do refluxo gastroesofágico, seus sintomas, diagnóstico, tratamentos e cirurgia relacionados.

O que é DRGE?
"Afecção crônica decorrente do fluxo de parte do conteúdo gastroduodenal – ácido clorídrico, pepsina, sais biliares e enzimas pancreáticas - para o esôfago e/ou órgãos adjacentes, acarretando sintomas variáveis esofágicos e/ou extra esofágicos, associados ou não a lesões teciduais".
"Nós, no entanto, não paramos de sonhar."
- Prof. Dr. Daniel Egg
- Tratamentos clínico e cirúrgico possuem resultados quase sempre equivalentes.

- É preciso conhecimento clínico para fazer o diagnóstico diferencial da doença.

- Fica evidente a necessidade de se conhecer a fundo a anatomia das estruturas envolvidas tanto para o diagnóstico da doença, quanto para o tratamento, em especial o cirúrgico.
- I Consenso Brasileiro da Doença do Refluxo Gastroesofágico
}
Omento Maior
{
{
{
{
Cervical
Torácico
Diafragmático
Abdominal
Fabricius
Wilkenstein
Jackson
Meltzer
sintoma esofágico
Epitélio estratificado
escamoso mole
Epitélio colunar simples com
células caliciformes
ALVES, J. G
. Doença do refluxo Gastroesofágico. Julho/ Agosto de
2012. Disponível em <http://epuc.com.br/JBM/PDF/RevistaJBM_jan_fev_mar_2012.pdf#page=54>. Acessado em 07/10/2014.

BARROS, S. G. S.
Doença do refluxo gastroesofágico – prevalência, fatores de risco e desafios. Junho de 2005. Disponível em:< http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S000428032005000200001&script=sci_arttext >. Acessado em 05/10/2014.

CAUM, L. C.
Metaplasia intestinal especializada de esôfago distal na doença do refluxo gastroesofágico: prevalência e aspectos clínico-epidemiológicos. Outubro/Dezembro de 2003. Disponível em: <
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-28032003000400005 > Acessado em 03/10/2014.

DANI, R.; PASSOS, M. C. F.
Gastroenterologia Essencial, 4ª Ed. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2011.Condutas em Gastroenterologia. Federação Brasileira de Gastroenterologia. Editora Revinter, 2004.

FELIX, V. N.
A importância da pHmetria esofágica prolongada na pesquisa do refluxo gastroesofágico patológico em crianças. Outubro dezembro de 1999. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S000428031999000400007&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt > Acessado em 06/10/2014.

GONÇALVES, A. R. N.
Doença do refluxo gastroesofágico. Agosto de 2004. Disponível em < http://rmmg.org/artigo/detalhes/1357>. Acessado em 10/10/2014.

GRAY, H.
Anatomia. 29. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.

LATARJET, M.
Anatomia Humana. 4ed. Ed. Médica Panamericana, 2005.

LATARJET, M.; LIARD, R. A.
Anatomía Humana. 3ed. Montevideo: panamericana, 1999.

MAGALHÃES, A. F. N.; MONTES, C. G.
Doença do Refluxo Gastroesofágico. Em: Endoscopia Digestiva, SOBED (Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva),
a edição. RJ: Medsi, 2000: 333 – 342.

MENEGHELLI, U. G.
Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Disponível em <http://dc235.4shared.com/doc/OIRffia8/preview.html>. Acessado em 02/10/2014.

MORAES-FILHO, J. P. P.
et al
.
Prevalence of heartburn and gastroesophageal reflux disease in the urban Brazilian population. Arq. Gastroenterol., São Paulo , v. 42, n. 2, June 2005 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-28032005000200011&lng=en&nrm=iso>. access on 04 Nov. 2014. http://dx.doi.org/10.1590/S0004-28032005000200011.

NETTER, F. H.
Atlas de Anatomia Humana. 5ed. Rio de Janeiro: Elsevier 2011.

OLIVEIRA, S. S.
Prevalência e fatores associados à doença do refluxo gastroesofagico. Junho de 2005. Disponível em < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S00042803200500020010>. Acessado em 05/10/2014.

PRADO, J. P. M. F.
Prevalência da pirose e da doença gastroesofágica numa população urbana brasileira. Junho de 2005. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S00042803200500z200011>. Acessado em 05/10/2014.

TESTUT, L.; LATARJET, A.
Tratado de Anatomía Humana- Libro XI.- Barcelona: Salvat Editores S.A., 1954.
Fonte: TESTUT, L.

Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: TESTUT, L.
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Web
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: GRAY, H.
Fonte: Web
Fonte: Web
Fonte: Web
Fonte: Web
Fonte: Web
Fonte: Web
Fonte: Web
Fonte: Web
Fonte: Acervo Pessoal
Fonte: Web
Fonte: Acervo pessoal
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Revisão Anatômica
Defesas do esôfago
Defesas do Esôfago
Defesas do Esôfago
Anamnese:
- Intensidade dos sintomas é diferente da gravidade da lesão
- Nem todos os pacientes com DRGE possuem sintomas típicos

Teste Terapêutico:
- Medidas comportamentais e farmacológicas
Prevalência
}
Fonte: Netter Interativo
Tendão
cricoesofágico
Trabéculas
fibroelásticas
- Brasil -> 20% da população
- Mulheres > Homens
- 10-20% Ocidente
- 5% Oriente
Revisão Anatômica
c. Drenagem linfática:
ductos linfáticos jugulares
e recorrenciais
ductos linfáticos traqueobronquiais,
látero-bronquiais e recorrenciais
ductos linfáticos gástricos
e celíacos
{
{
{
Ligamento gastrofrênico
Ligamento
gastroesplênico
Ligamento
gastrocólico
Ligamento esplenorenal
1. Introdução
Esôfago
Revisão Anatômica
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
Fonte: Netter Interativo
1618
1881
1889
1935
1943
1980
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
Discussão do Artigo
Discussão do Artigo
Estômago
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
Fonte: Web
Fonte: Como Diagnosticar e Tratar Doença do refluxo gastroesofágico de Ricardo Barbuti
Fonte: Web
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
Complicações
- Esofagite erosiva

- Estenose péptica

- Esôfago de Barrett

Fonte: Netter Interativo
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
A Doença do Refluxo Gastroesofágico
6. Agradecimentos
Cirurgião Geral e especialista em gastroenterologia. Departamento de Anatomia Humana do curso de Medicina da Faculdade Federal do Paraná. Coordenador do curso de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná.
Departamento de Gastroenterologia da Disciplina de Gastroenterologia Clínica do Grupo de Esôfago e Motilidade da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Grupo de Estudo de Doenças do Esôfago e do Estômago (GREDES).
Acadêmico de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná.
Cirurgião Geral e ultrassonografista.
Gastroenterologista. Departamento de Gastroenterologia do curso de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná.
Gastroenterologista. Grupo de Estudos em Semiologia e Propedêutica.
Patologista. Departamento de Patologia da Faculdade Federal do Paraná. Departamento de Histologia e Anatomia e Fisiologia Patológica da Faculdade Evangélica do Paraná.
Técnico do laboratório de Anatomia Humana da Faculdade Evangélica do Paraná.
Técnico do laboratório de Anatomia Humana da Faculdade Evangélica do Paraná.
VIDEO
Introdução
Introdução
Full transcript